Cristina, loirinha sem juízo, 06

Um conto erótico de AribJr
Categoria: Heterossexual
Contém 2536 palavras
Data: 09/01/2009 10:50:58

PRIMEIRA VEZ, PRIMEIRA NOITE

Estava cada diz mais difícil manter aquela situação sem que Inês desconfiasse, Cristina fazia de tudo a todo instante para ficar comigo e nem mesmo as antigas amizades já lhe interessavam apesar de meus apelos para que não desse tanta bandeira como estava dando.

Em alguns momentos cheguei sentir medo do que eu tinha feito, tinha despertado em uma garota pura desejos carnais com os quais ela não estava preparada para viver.

Sábado, 4 de dezembro de 2004.

Foi na sexta-feira no final da tarde que soube que Berenice sugeriu que fossemos para a quinta, talvez por sugestão da filha – não sei.

— Pai? – Cristina me olhou.

Não estava querendo ir para espanto de Inês e de Cristina, alguma coisa mexia comigo e me deu medo.

— Vamos João, Berê está querendo se divertir um pouco... – Inês segurou minha mão – E tua cabrita também... – olhou para Cristina parada na porta.

O olhar de minha filha me deixou preocupado, estava fazendo das tripas coração para ficar o mais distante possível e ela estava magoada por causa disso.

— Vamos papai, vai ser bom... – entrou e sentou no colo de Inês – A gente faz churrasco e...

— O que é que você tem amor? – Inês respirou.

Ela não via o que eu estava vendo, Cristina abriu as pernas e a xoxota bem depilada parecia uma pequena boca entreaberta.

— Posso levar alguns amigos mãe? – abriu mais as pernas sabendo que eu estava vendo – Assim o pai pode ficar mais tempo com vocês...

— Você sabe que não gostamos de levar pessoas estranhas... – Inês levantou, Cristina sentou na cama perto de mim – E essa mania de vocês tomarem banho pelados... – ficou me olhando – Teu pai é quem sabe...

Não tinha como me esquivar e terminei cedendo, Cristina sorriu, me beijou o rosto e correu párea o telefone. Inês ficou olhando para a filha.

— Não é mais minha garotinha... – suspirou – Na\o tem nada na cabeça, mas já é uma moça formada.

Além de Berenice e Glória duas colegas de Cristina, filhas de amigos, foram conosco. Chegamos na quinta ainda bem cedo e as garotas passaram direto para o açude, Berenice estava mais alegre que os outros dias e muito mais livre das costumeiras convenções.

— Perdeu a vergonha mana? – Inês estranhou ver a irmã sair do quarto de camiseta cavada e calcinha.

— Resolvi aderir ao estilo de Glorinha – sorriu e puxou a mão de Inês – Só estamos nos, as pequenas...

Parou e me olhou, eu estava também espantado, nunca antes minha cunhada tinha ficado daquela maneira na frente da irmã.

— Que foi? – Berenice soltou a irmã e colocou as mãos na cintura – Nunca viu a gostosa aqui assim?

* * * * * *

Tinha começado o namoro há pouco mais de uma semana quando criei coragem e aceitei passar o final de semana prolongado nas terras dos pais de Inês.

— Não vai fazer essas coisas lá viu? – Inês sussurrou em meu ouvido.

Inês estudava no Diocesano e morava em uma pensão para moças mantidas pela congregação das Irmãs Carmelitas.

— A mamãe vai adorar te conhecer... – tirou minha mão boba das pernas – Deixa disso amor...

Sorriu e me deu um beijo de língua.

O Arraial Santa Efigênia é um povoado que surgiu em torno das fazendo com o mesmo nome onde os pais tinham criado todos os seis filhos e para onde sempre voltavam em feriados ou outras festividades. Naquele final de semana apenas os irmãos mais novos estavam lá e, entre eles, Berenice.

— Nina! – a garota correu ao ver Inês chegar.

Se abraçaram enquanto eu esperava, parado na porteira com as mochilas na mão.

— Quem é esse? – perguntou me olhando.

— Meu namorado... – Inês me chamou – Essa daqui é Berê, minhas irmã capeta...

No princípio me olhou envergonhada e me deu um abraço, senti um perfume selvagem.Os pais foram mais abertos e logo me senti como se estivesse em casa, meu pai era um comerciante bastante conhecido e minha mãe sempre esteve envolvida com movimentos da igreja.

— Vamos ali! – Inês me puxou.

Foi quando conheci o que chamavam der riacho que era um pequeno rio que cortava a fazendo quase no meio e foi lá que vi Inês nua pela primeira vez.

— Se tivesse trazido o biquíni ia dar uns mergulhos – Inês sentou em minhas pernas.

— Não tem ninguém aqui... – respondi imaginando como ela ia receber a idéia – Vou entrar de cuecas, posso?

Ela me olhou séria e depois para a pequena vereda, tirei a bermuda e a camisa e corri para as águas frias.

— Vem, banha de roupa mesmo... – convidei.

Inês ainda esperou um instante, tornou espiar o caminho e tirou a blusa, não usava sutiã e os seios duros e bonitos pareceram dois pequenos montes vivos.

— Mas não vem com tuas coisas, viu? – ela sorriu e tirou a bermuda jeans.

Eu respirei fundo, era muito mais bonita daquele jeito. Ela correu para o rio e mergulhou, deu algumas braçadas e ficou parada em minha frente.

— Que foi? – no rosto um sorriso – Sei que tu estais pensando besteira...

Tornou mergulhar e eu fiquei parado, meu pau estava duro e senti vergonha.

— Vem amor... – ela chamou – Não fica parado com essa cara de bobo...

Respirei fundo e caminhei para ela e nos abraçamos, senti os seios duros espetando meu peito, nos beijamos e ela sentiu o volume pressionando.

— Esse negócio ta me espetando... – falou assoprando em meu ouvido.

Eu estava tremulo, minhas pernas quase não agüentavam meu peso e passei a mão em seus seios, ela fechou os olhos.

— Não... Não.... Não faz isso... – suspirou, os bicos ficaram mais duros ainda – Não João, pode aparecer alguém...

Abaixei minha cabeça e lambi os bicos, ela gemeu e prendeu minha cabeça, me empurrou de encontro a seu corpo.

Não sabíamos que Berenice estava olhando, que tinha nos seguido e que estava escondida detrás de uma moita de mato.

— Inês... – soltei os bicos dos seios e nos beijamos.

A mão nervosa passavam em minhas costas e as minhas, mais nervosas ainda, desceram por suas costas e entraram na calcinha, toquei a pele das nádegas mornas, ela gemeu quando meu dedo correu na regada e tocou o botão.

— Não João, aqui não... – suspirou – Pode aparecer alguém...

Mas não fez nada para impedir que eu continuasse com a mão dentro de sua calcinha e que passasse o dedo no rego e que tocasse no botão que parecia ter vida própria. Nossas bocas voltaram a ficar coladas, nos línguas travavam batalhas e o mundo ao redor era apenas um cenário, somente nossos desejos importavam. Pressionei o dedo, ela abriu as pernas, entrou a cabeça do indicador e ela gemeu.

— Não João... Ai!... Está me ferindo, tira...

Foi quando notei que uma moita mexeu, parei e tirei a mão.

— Tem alguém ali... – murmurei.

Inês se afastou e mergulhou e nadou por debaixo da água até a outra margem, fiquei parado tentando descobrir o que tinha feito o mato mexer. Inês saiu do rio e se esgueirou até ver a irmã de cócoras.

* * * * * *

Ia saindo ainda com aqueles pensamentos daqueles tempos, Inês olhou para a irmã e depois para mim e sorriu, nunca mais tinha se lembrado das brincadeiras da mocidade.

— Fica amor, vamos conversar... – olhou para a irmã e Berenice desconfiou do que a irmã estava pensando.

* * * * * *

As duas se encararam, Berenice estava com medo que a irmã brigasse com ela.

— Que tu estais fazendo aí Berê? – Inês cobria os seios com as mãos.

Berenice olhou para cima, o rosto lívido e as pernas tremulas depois de ter visto a irmã e eu dentro do rio.

— Eu... Eu... – gaguejou sem saber que desculpa dar.

Inês sorriu e balançou a cabeça.

— Faz tempo que tu estais aí? – não estava com raiva de verdade.

— Vi vocês descendo e... E... Eu... E...

— Sai daí, tu não vai tomar banho?

Berenice olhou para a irmã e depois para mim sentado dentro da água, levantou e respirou fundo.

— Não vou atrapalhar?

— Deixa de ser besta menina... – caminhou até ela – Tu não atrapalha nada, a gente não ia fazer nada...

Mas não era verdade, estava com muita vontade de deixar o namorador ir até o fim e ela mesma queria sentir as coisas que as colegas do internato diziam sentir.. Berenice sorriu pela primeira vez, estava aliviada e aquele medo inicial se transformou em alegria.

— Só se eu banhar como tu.... Não estou com roupa de banho...

Inês olhou para a irmã e nem lembrou de quando as duas tinham banhado vestidas mesmo quando os irmãos mais velhos estavam com elas.

— Tu tem coragem com o João aqui?

Berenice olhou para mim novamente e sorriu.

— Que é que tem?

Inês não teve tempo de falar nada, a irmã tirou o vestido e ela viu que não usava calcinha como era costume. Lembrou dos tempos que vivia no Arraial, das brincadeiras nas capoeiras, subindo mangueiras, correndo nos cavalos e das conversas nas noites de lua deitadas nas redes cheirosas.

— Tu és muito sapeca Berê! – passou a mão pelo ombro da irm㠖 Tenho saudades daqueles tempos, lembra?

Correram para o rio e eu vi Berenice nua como se fosse normal, como se fosse da família há muito tempo.

As meninas pareciam duas crianças chapinhando água, pulando alegres e livres em um mundo de liberdade, apenas os sons da mata e o barulho dos mergulhos, os gritos alegres e eu me senti em casa.

* * * * * *

— Tu vais dormir no meu quarto... – Inês falou sussurrando – A mamãe já arrumou a cama...

Foi um jantar alegre, as garotas não paravam de brincar e de sorrir, os irmãos mais novos não entendiam o motivo de tanta alegria.

Depois do jantar nos sentamos em cadeiras preguiçosas na varanda, dona Tonica serviu café novo e seu Amâncio contou algumas potocas e peraltices do tempo da mocidade e rimos todos.

— Teu pai era um mole! – entregou a xícara para a esposa – Aquele ali tinha medo de um tudo...

Contou das peraltices e das aventuras.

— Conta da vez que vocês fizeram serenata para mamãe, pai! – Berenice gostava de ouvir as histórias do pai.

Ela esta sentada em uma cadeira defronte de mim, Inês do meu lado segurava minha mão e apertou para que eu olhasse para onde ela estava olhando. Seu Amâncio contava as potocas e peraltices, dona Tonica voltou trazendo um mocho que colocou do lado do marido, novamente Inês apertou minha mão e olhei para ela, ela mexeu a cabeça e olhou para a irmã, não entendi e ela sussurrou em meu ouvido, olhei para Berenice, ela estava com os pés em cima da travessa da cadeira e a xoxota brilhava sob a luz fria da lua.

— Não faz nada... – tornou sussurrar, pegou minha mão e como se fosse sem querer colocou entre suas pernas – Ta melada...

Senti o dedo roçar por entre tufos de cabelos, também ela estava sem calcinha.

Era quase nove horas quando o pai falou que ia deitar.

— Já arrumou o pouco do João minha velha? – perguntou.

— Botei ele no quarto da Inês... – levantou – Armei a rede no quarto de Berê... – seguiu o marido e logo voltou – Tem café e leite na mesa, não vão ficar muito tempo nessa friagem...

Beijou as cabeças da filhas e entrou, ficamos os três calados até que Inês resolveu atiçar a irmã.

— Tu fica mostrando esse negócio pro João na frente do pai! – levantou e puxou o vestido da irmã.

Berenice deu um grito fino.

— Ele já viu mesmo!

Deixou o vestido suspenso e abriu as pernas.

— Se o pai ainda fosse bom da vista ia de deixar de coro ardido... – Inês continuou brincando – Faz tempo que ele não nos dá uma pisa boa, né sua moleca?

Brincamos alegres com aquele clima de liberdade até que o vento frio nos obrigou entrar. A casa imensa, oito quartos em um corredor escuro iluminado por três candeias penduradas em suportes negros de fumo, o quarto dos pais era o ultimo do corredor,colado aos quartos dos filhos mais novos, o de Berenice era o quinto e o de Inês o sexto, os dois últimos semprev fechados eram dos filhos que moravam em São Paulo.

— Tu não quer tomar café com leite? – Berenice abriu a porta – A Nina te chamou...

Não estava com fome, não dava para estar depois de me empanturrar com a farofa de milho servido na janta, terminei de escovar os dentes na bacia areada colocada em uma mesa rústica e fui para a cozinha.

— Vem amor! – Inês abriu um sorriso bonito ao me ver chegar – Fiz beiju pra gente...

Sentei no banco ao seu lado e dei um beijo gostoso em sua boca, Berenice deu risos nervosos.

— Não estou com fome e nem com sono... – suspirei.

Aquele final de semana estava muito melhor do que eu tinha imaginado quando saímos de Patos, estava nervoso sem saber como seria recebido apesar de papai ter dito que seu Amâncio era um cara legal.

— Também não estou com sono... – segurou minha mão e beijou, olhou para a irmã que fingia não prestar atenção – Depois voiu pro teu quarto... – sussurrou no meu ouvido.

Já estava quase dormindo quando vi a porta abrir, Inês entrou enrolada em um lençol estampado.

— Vou dormir contigo...

Ficou parada e deixou o lençol cair, minha respiração acelerou e custei acredfitar que elas estava ali no meu quarto nua.

— E tua irmã? – perguntei abobalhado.

Ela riu e correu para a cama.

— Está dormindo, quase não dorme essa diabinha... – deitou em cima de mim - Porque, tu estais querendo ela também?

Não falei nada, a maciez da pele, os seios e o desejo era tudo o qyue importava.

— Tu sabes que não... – passei a mão em suas costas e beijei seus lábios.

Foi um beijo diferente de tantos outros que já tínhamos trocado, aquela pitada de perigo por estar em sua casa, os pais dormindo ao final do corredor, os irmãos mais novos e Berenice era a pitada de aventura que apimentava a noite.

— Se tu quiser vou buscar ela... – continuou brincando com o que não deveria brincar.

— Tu és doida? – sussurrei enquabndo passava a mão nos seios rijos – Sói quero você...

Virei e ela caiu deitada, tirei minha bermuda com uma raiva sem explicação e ela sorriu ao ver meu pau duro.

— Esse treco duro aí vai fazer o que?

Deitei sobre ela e beijei sua boca.

— Vai brincar... – falei – Tu não queres?

Ela não respondeu, apenas abriu as pernas e eu fiquei encaixado, meu pau tocou nos cabelos encaracolados e macios, estava úmido.

— Mete com cuidado... – sussurrou, a respiração era forte.

Não tinha intenção em fazer aquilo, não em sua casa e logo na primeira noite, mas era destino que não fosse somente mais uma noite de carícias escondidos por detrás das árvores ou no escuro de alguma boate apinhada de gente, tínhamos a cama macia e uma liberdade que não imaginava ser possível. Toquei seu rosto macio, senti a pele sedosa e ela chupou meu dedo, meu pau ficou mais duro.

— Mete amor, me come... – murmurou.

Segurei o pau e coloquei no lugar, ela suspirou ao sentir a glande encaixada. Era diferente de como eu havia sonhado, havia imaginado outras situações e não daquela maneira como se fossemos dois animais sedentos de sexo. Não havíamos nos preparado, era apenas isso, sexo. Posicionei e empurrei, escorregou para dentro, estava melado e ela gemeu baixinho, tornei forçar e entrou.

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Comentários

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Seu contos é um pouco enrolado, não da para entender direito.

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gosteo, excitante, mas como ocolega falou dificil de entender.

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Esse foi um pouco dificil de entender, mas muito bem escrito. Parabéns!

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