Uma visita inesperada

Um conto erótico de alinegay
Categoria: Homossexual
Contém 2165 palavras
Data: 09/12/2008 12:04:08
Assuntos: Gay, Homossexual

Uma visita inesperada

O telefone tocou, do outro lado alguém com adivinhações “_Oi primo adivinha quem esta falando?”

Meu cérebro tentava descobrir por exclusão. “_Não sei, não estou reconhecendo a voz!”

__O Rubão teu primo, filho da tia Zeca.Como você está? Quanto tempo Hemm!

Lembrei na hora, mesmo naquela época ele já era o Rubão, o maior da turminha, em tudo. Tinha mania de ficar comparando os paus dos meninos, o dele era sempre o dobro com isso se exibia sobre nos. Não sei se fazia pra me humilhar, mas sempre dizia “_O do primo é o menor, ou ta sempre encolhido de frio... Risos!”

Às vezes me aborrecia e acabava brigando infelizmente por ser mais fraco levava a pior eu com a cara no chão e ele por cima, sempre procurava alojar seu pau na minha bunda, só saia dali quando eu pedisse “Água”. A Outra lembrança produziu uma sensação estranha uma certa vergonha, uma vez chupei o pau dele não sei se foi por que quis ou se fui obrigado, como também uma outra lembrança dessa vez mais dolorosa, de ele dormindo no meu quarto cada um em uma cama, não lembro se foi idéia minha ou dele sei que fiquei de quatro com o pijama arriado até o joelho ele veio por trás com seu pau grande mesmo escuro acertou na primeira a dor foi tão grande que dei um grito e corri pra minha cama, pessoalmente acho que essa experiência ruim fez que eu não virasse um viadinho, meu cu ardeu até de manhã. Fora a ultima vez que o vi. Quando amanheceu o dia estava me mudando pro outro lado da cidade. Nunca mais o vi! Agora esse telefonema?

__A saudade apertou primo, me de o endereço que eu quero lhe ver!

Droga! Eu não queria ver ele, tinha vergonha de me ver cara a cara com ele. Com certeza as lembranças de infância ia rolar, era a única coisa em comum que tínhamos! Eu nem o reconheceria na rua, quinze anos é muita coisa! E se ele achasse que eu era viado? O mais perto de viado que passei foi vestir roupas que minha mulher deixou quando foi embora, nada alem disso.

A primeira coisa que olhei foi entre suas pernas, imaginei que tinha crescido muito, mesmo por que agora era um homem feito, meio rude, de calça não deu pra notar, também pouco me interessava.

Minha intenção era conduzir a conversa para o pós infância. Fiz perguntas da adolescência, do casamento, dos filhos ele como sempre manipulador do ambiente respondia a tudo sempre enaltecendo seu alter-ego. Embora sem nenhum interesse a não ser uma curiosidade de saber o quanto teria ficado maior olhava insistentemente para sua “coisa” Acho que percebeu, pois tornou a conversa picante. Falou de namoradas, da mulher que tinha, muito careta, disse que tinha tentado comer o cu dela e ela não agüentou, cu mesmo só tinha conseguido uma vez com um travesti e que aquilo era seu sonho, fez um comentário em tom de desabafo: “_ É primo ter o pau grande nem sempre é felicidade sexual. Assusta sabe! Quer saber minha vida sexual é tão pobre que nem posso levar pra casa revistas de mulher pelada.” Falava dele, mas eu tomava pra mim sua infelicidade sexual, depois que a mulher foi embora, só via sexo através do meu micro.

Pra mostrar para ele que era macho levei-o até meu micro, cheio de fotos e filminhos eróticos acomodei-o no sofá e o ensinei a usar a maquina, praticamente segurar o mouse e clicar. Fui para cozinha preparar um tira-gosto e pegar umas cervejas.

Quando voltei tinha o encontrado deitado no sofá movimentando o mouse com uma das mãos a outra alisava a ferramenta por cima da calça. Foi quando pude ver, e ele, ver eu vendo: “_Posso tirar pra fora primo me deu vontade de bater uma olhando as fotos, tem umas de travesti que é uma delicia”.

__Por mim tudo bem só estamos em homens aqui.

__ Homem aqui só eu primo pelo que me lembro você era uma marica. Lembra da molecada te sarriando lá no campinho e de quando você pulou pra minha cama e depois não agüentou! Vamo primo tentar de novo? Dessa vez vou com jeitinho! Tenho uma surpresa pra você agora sai leitinho você vai gostar. Disse em tom de galhofa.

__ Que historia é essa? O que está inventando? Nunca fui viado. Sai dali puto da vida, pensei que com minha atitude iria embora mas não foi! Fiquei ali no corredor tentando lembrar se era do jeito que ele falou ou do jeito que lembrava, seria por isso que ele tinha me visitado, para terminar o que começou.

Droga! Por que não esperei que tirasse pra fora! Minha curiosidade só aumentava, ia se tornando obsessão, um movimento estranho tomava posse de mim, voltava me sentir fragilizado perante ele, as lembranças já não eram tão ruins, Sorri quando lembrei de dar pro meninos só por que ele não quis me comer, era eu que sempre corria para cama dele, eu que esfregava a bundinha no cacete dele, eu que abria a bunda para que ele brincasse ali na portinha, naquela noite fui eu pedi para que enfiasse pra dentro e não agüentei.

Agora estava ali deixando que fosse embora! Sem nada fazer! Sempre fora eu que tomava a iniciativa me tornara viado muito cedo por que gostava dele, Agora devia estar feliz por que foi ele que me procurou. Inconscientemente meu instinto feminino foi quem o atraiu para o micro e as fotos. As lembranças voltavam, como fotografias velhas que a gente revisita no baú. Ahhh! Quantas as vezes vesti a roupa da minha irmã... Um vestidinho rodado de chita todo franzido sapatinhos de verniz e meia soquete, lembrei que pagava com serviços domésticos para que ela me emprestasse. Nos meus cabelos compridos usava chuquinhas, tiaras e grampos. Tudo que me fizesse menina, era desse jeito que brincava de papai e mamãe com o primo.

Por isso que o primo usou de tanta ousadia ao convidar eu a tocá-lo. Sempre me conheceu como um mariquinha, um viadinho.

Eram lembranças que agora reavivam meu fogo interior, bastava agora tocar em meus mamilos e voltar a me sentir feminina. Só tinha uma coisa a fazer e não vacilei.

__Primo vem cá. Era ele me chamando.

__Já vou espere um pouquinho. Estou no banho. Não sei se ele percebeu minha voz mudara, um timbre mais feminino.

Quando entrei na pequena saleta do micro estava mudada! Toda mudada! No quarto frente as roupas que minha mulher deixou, lembrava de seu jeito de puta para se vestir, jeito esse que contribui quando a elogiava. Elogiava por que me via dentro das roupas, as escondidas provava todas, até mesmos os acessórios, como cintos, bolsas e jóias.

Quando meu viu se deslumbrou. Meu rosto feminino recebeu uma maquiagem leve, a camisa de seda com transparência fazia com que visualizasse o sutiã cujo bojo se ajustava ao meu pequeno seio, maior que o normal, era a sabedoria da natureza, sabia que uma alma feminina estava escondida no corpo de um homem, outra compensação foi a bundinha perfeita que dava inveja a outras mulheres! A saia curtinha não escondia as coxas roliças, duas pernas torneadas e pés pequenos calçando uma sandália alta com tirinhas que se enrolavam ao tornozelo, meu único castigo era o pirulito que tinha entre as pernas, pequenino, mas que babava sempre que vestia uma calcinha de mulher.

Não disse nada, eu também não! Sentei ao lado no sofá, levei a mão ao seu pau e com a mão espalmada comecei alisá-lo, senti toda sua dureza, algo em meu interior desabrochava, era alem de sexo, era me submeter a todos seus caprichos, cuidar para que se saciasse, que tirasse de mim toda mulher.

Estiquei a palma de minha mão do mesmo jeito de quando jogávamos bolinha de gude quis medi-lo, pouco menos de dois palmos, sorri para ele, ele pra mim, disse que era uma mania que as mulheres tinham com ele.

__ Então sou mais uma!?

__ Sim você é deliciosamente mais uma.

Tirei para fora com algum sacrifício, ficava preso na cueca e calça: “_Nossa! Você é um cavalo!” Disse sorrindo, beijei a ponta virei para ele: “_Que saudades!”

__Você ta mais gostosa agora de quando punha a roupa de sua irmã.

__ Você se lembra! Que alegria! Agora só quero ser tua éguinha, quero tudo isso dentro de mim, meu cavalo, meu dono.

__ Se você agüentasse seria meu sonho!

__ Você vai ver! Me de um beijo amor!

Os carinhos continuavam não largava aquele pinto pra nada, punhetava-o devagar as vezes acelerava... Às vezes admirava... Deixava que gotinhas de sêmen se formassem na pontinha e limpava com os lábios, fazia com que o Rubão experimentasse levando meus lábios ao dele, eram apenas caricias labiais que aos poucos se transformavam em beijos de línguas deliciosos. Ele começou a endoidar quando aumentei a freqüência das minhas chupadas. Não deixei que gozasse... Levantei-me e desfilei para ele, realcei minha bundinha quando agarrei no batente da porta e os peitinhos quando com as mãos acariciei, queria que soubesse que diante dele tinha uma mulher. Era evidente sua agonia, tinha a chance de pela segunda vez experimentar um cuzinho visualizava isso na mente e saboreava... O rosto transfigurado e a mão esticada “_Venha logo amor”.

__ Espera! Sai dali e voltei com um tubo na mão, tirei a calcinha e sentei em sua barriga uma perna de cada lado, suas mãos alcançavam minhas tetas uma deliciosa massagem e um comentário feliz: “_Você tem seios de mulher, aureolas grandes, rosada e um biquinho tentador, se espremer sai leite.”

__Por que não experimenta.

Surgiu uma gotinha de leite na ponta de cada seio, era a prova para ele que eu era mulher, me puxou contra si e começou a mamar. Chamei-o de guloso.

O momento chegava, ele tinha duvidas de que dessa vez eu agüentaria, se conseguisse só sarriar como quando criança já estaria feliz, se só a pontinha penetrasse e produzisse uma leve dorzinha, se pelo menos um pouquinho de porra penetrasse teria transferido seu código genético, havia nele um sentimento de posse que carregava desde criança, enquanto eu já o tinha como meu macho dominador.

Levei a mão para traz o tubo que carregava destampado, ajeitei no anelzinho, esguichei de jeito que um pouco entrasse e outro ficasse na portinha, dessa vez não podia falhar! Nada entraria naquele cuzinho sem estar lubrificado.

__Amor! Não faça nada, finja que esta morto até que eu te ressuscite. Era como brincar de estatua, só eu me movia, minha mão direcionava aquela pica enorme para a porta do meu cuzinho virgem, começava a sentar em cima, algo começava a rasgar em mim, aquele momento não era um ato de tesão e sim de coragem, meu próprio pinto que antes babava de tesão amolecia...Tinha medo que num ato de loucura enterrasse de uma vez, disfarçava a dor e tentava acalmá-lo: “_ Amor! O travesti que você comeu já estava deflorado, agora você esta diante de uma menina virgem, deixa que eu assuma o processo, serei tua guia pelos próximos minutos, depois você me toma pra si, me dilacera...Falava para acalmar o fogo dele, apesar das lagrimas que rolavam tinha orgulho de mim ia engolindo pouco a pouco o pau de um cavalo...Só quando sentiu todo meu peso se deu conta que tudo tinha entrado, precisou brincar de estatua por mais algum tempo, eu ainda tinha de me acostumar...

Rebolei timidamente a dor estava sendo vencida...Meu pequeno pinto voltava a endurecer, meu tesão ia ganhando vida. Houve um momento que eu gritei “assuma amor”, entendeu como uma senha. Jogou a bunda pra cima pra me penetrar profundamente, não pode ficar preso entre mim e o sofá, como todo cavalo precisava trotar, me levou para cama, jogou minhas pernas em seu ombro, ajoelhado prendia minhas coxas contra seu peito e me possuía... era gostoso poder olhar seu rosto desfigurado, seus grunhidos, seu interior animal ser colocado pra fora.

Eu não tinha mais nenhum querer... só ele contava. Tirou de dentro, me fez ficar de quatro e meteu... Pelo seu jeito selvagem, às vezes eu queria sair de baixo, mas era puxado violentamente pelas ancas, Até que explodiu em gozo...Meu ventre aquecia... me enchia de porra... Eu tonta em êxtase. Em nenhum momento tirou de dentro, fez eu escorregar para frente até que ficasse estirada na cama, acompanhou meu movimento, ficou todo sobre mim dos pés a cabeça, meus braços acima do corpo presos pelos punhos, suportava todo seu peso, seus movimentos me massageava o corpo, minha bunda espremida prendia seu pau dentro de mim. Era uma foda bem lenta cheia de carinhos, tudo tinha ritmo, sincronizava o balet do corpo com o pau penetrando na minha bunda! Com voz de macho dizia que era capaz de dar três sem tirar de dentro... Já estava na segunda...

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Comentários

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Meus Parabéns! Você é uma excelente escritora! Um dos melhores e mais bem escritos. Sabe prender o leitor: coesão, coerência e concordâncias excelentes! Dá gosto ler um conto desse quilate! Ganhou uma fã.

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