Enrrabada pela primeira vez.

Um conto erótico de Alex e Bia - amantes
Categoria: Heterossexual
Contém 778 palavras
Data: 28/08/2008 15:25:07

Lá estão eles novamente, um quarto... Meia luz... Um novo capítulo será escrito no mesmo palco. Mesmo que não faça tanto tempo assim da última vez, ontem? Antes de ontem? Na verdade todos os dias mesmo que apenas em pensamentos se despiam um ao outro, sem pudores.

Precisam renovar a dose de fluídos corpóreos. Precisam emanar paixão e suar desejo. Suplicavam mais amassos, sempre devassos...

Quando ele fechou a porta do quarto era como se um gongo houvesse ressoado anunciando o principio do embate caloroso da paixão. Partiram um em direção a boca do outro... não se sabe o que o correu primeiro, os beijos, ou a libertação das enforcantes roupas... o mais provável é que todo o balé tenha ocorrido simultaneamente.

Ela senta-se na cama, puxa-o com determinação e agilidade para ter o ventre dele a disposição. Ele em pé, observa seus olhos mudarem a inflexão de ternura para promiscuidade. Ela beijou graciosamente o frontal superior dele: barriga e mamilos.

Não demorou muito para ela se ater ao frontal inferior, para os dois iniciava o "ritual da alimentação da safada faminta", enquanto ela não engolisse a virilidade dele, não pararia de sorver...

Absorveu. Lambeu. E Saciou, a ela mesma e a ele por completo.

Deitaram-se lado a lado... Corações a palpitar... Respiração ofegante... Mas ela não era de quietar. Nem ele! As mãos eram trocadas, as carícias também, ele com a mão toda no meio da colméia dela, como um urso em busca de mel, ela com as duas mãos envolvendo seu instrumento buscando endurecê-lo para continuarem a sinfonia.

Ela toma o manche para orientá-lo melhor e começa a lamber o tronco suavemente, de cada lado, com movimentos de baixo para cima, a excitação cresce rapidamente com o contato cálido e úmido dos lábios e da língua. Não se contentou, desde a base veio sugando ele, não se atinha apenas ao objeto fálico, mas a todo o conjunto, importava a ela o orgulho de que ela o tinha deixado todo encharcado e rijo, com o óleo de sua boca.

São deferidos pequenos golpes com a ponta da língua, ligeiras pressões com os dentes, alternando com lambidelas que o fazem sentir estremecimentos provocados pela textura da língua. Sentia as veias e estapeava-se de prazer. Os lábios que o envolvem e o engolem lentamente simulam uma penetração das mais enérgicas.

Numa manobra arriscada, pois ela ainda o detinha com a boca, ele se instala em cima dela, mas em sentido contrário, e começa a dar beijos molhados, lamber, chupar, e morder bem devagar cada pedacinho sensível da carne intima e macia de sua parceira. Faz ela gemer alucinada e tremer delirante, com os toques sutis que são dados por estocadas linguais depravadas. Ela sente sua boca tomando a dela, possuindo-a sem pudor, beijos indecorosos, loucuras, sem pensar nas conseqüências vivendo cada segundo de prazer. Sua alma vibra, em sintonia com a volúpia que a atinge, e ela implora para que não parem as carícias que a levam ao delírio.

Já exaustos... Ela coloca a sua cabeça sobre o peito forte dele, espalhando sua cabeleira sedosa, e da um longo suspiro, cheio de satisfação.

Não demora muito e ela está, ajoelhada na cama, seu amante, em pé, aguarda-me extasiado. Avança sobre a tigresa, volta-se para as costas expondo quadris largos. Ela abre as nádegas com as próprias mãos em um convite obsceno. Penetra-me! Sem pressa ele atende, esperando pacientemente que ela se dilate o suficiente para recebê-lo em plenitude. Posicionou-a na forma que andam os animais para deflorá-la de mais um de seus tabus, fê-la sentir que dele era o comando, ora acariciava os seios dela, ora deslizava seu falo pela ranhura do prazer.

Ela levanta o corpo com cuidado mantendo-se ainda de joelhos, enquanto em pé tem visão privilegiada de sua caça agora domina, e que espera romper mais uma barreira de seu conservadorismo.

Ela o sente todo dentro dela. Ondulo os quadris qual odalisca, se apruma. Sorri, altiva, ao experimentar a pressão que ele exerce dentro dela, ele pulsante, dança com ela, ela acompanha a coreografia sexual.

Deita-a na cama sem sair um milímetro, impõe movimentos rápidos e agudos. Defende-se retesando os músculos passivamente, permitindo, assim, maior alcance. Ele já próximo da ejaculação. Seu corpo é tomado por espasmos, os quadris dela ferroados por unhas que maculam a pele macia e clara. Ainda preso a ela, permanentemente ereto, começa a morder a nuca e acariciar os seios. Com o dorso empinado, ora a se erguer, ora a se abaixar, ele faz movimentos circulares, encaixando-se, afastando-se, encaixando-se, afastando-se... E quando ela começou a gemer, louca de prazer, num só jato o ápice de sua volúpia se aquentou dentro dela.

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