Memórias de uma exibida (parte 36) – Os franceses (II)

Um conto erótico de echibid
Categoria: Heterossexual
Contém 1165 palavras
Data: 26/08/2008 22:19:47
Última revisão: 18/03/2011 08:53:13

xbidinha@gmail.com

Memórias de uma exibida (parte 36) – Os franceses (II)

No dia seguinte, conforme tínhamos combinado, passei na suíte dos franceses, para acordá-los. Jacques já estava de pé, fumando um cigarro, enquanto Julie tentava acordar os filhos. Luke passou por mim, vestida apenas com uma camisola semitransparente, que deixava ver todo o seu corpo. Ela deu-me um beijo no rosto e foi trocar de roupa.

Martine apareceu na sala, ainda sonolenta e esfregando os olhos. A garota vestia apenas uma regata baby look, que mal chegava à cintura, permitindo que eu visse sua xoxotinha bem cabeluda. Sem dar atenção a sua nudez, ela veio até mim e deu-me um selinho na boca, de bom dia. Depois, foi se espreguiçando em direção ao banheiro, me brindando com uma visão da sua bundinha perfeita.

Depois do café, seguindo as instruções do dono da pousada, percorremos uma trilha íngreme por cima de um penhasco e chegamos a uma pequena baía, de águas tranqüilas, onde um riacho desembocava no mar. Não havia o menor sinal de qualquer outro ser humano além de nós nas vizinhanças.

Desta vez, todos, à exceção de Jacques, tinham vindo com roupas de praia. Mas, mal chegaram na areia, e as partes de cima dos bikinis foram abandonadas junto às cangas. Enquanto os mais jovens se esbaldavam na água, Julie deitou-se na areia para tomar sol. Ela usava um g-string, que é um bikini que só tem a parte da frente, atrás é só um cordão. Mesmo usando um bikini tão pequeno, ela baixou e deixou a bunda toda exposta.

Para puxar conversa, perguntei porque ela fazia isso, e ela disse que as européias gostam de se bronzear sem marcas. Já eu expliquei que, no Brasil, as nossas mulheres gostavam de deixar as marquinhas bem definidas, e, para isso, usavam bikinis pequenos, tipo tanga ou fio dental. Comentei sobre o bikini de Martine, meio folgado e que ficava caindo, e que as nossas garotas jamais usariam um igual.

Nessa altura, a garota e a tia tinham chegado e Julie traduziu o que eu falara. As duas mulheres riram muito da idéia, e disseram que gostariam de usar um bikini brasileiro. Eu me prontifiquei a dar um para cada uma, mas, elas teriam que adotar outro costume brasileiro: depilar as axilas e as laterais da xoxota. As mulheres riam muito, deliciadas com a conversa. Martine, com a inocência da juventude, baixou a calcinha, mostrando a xoxota bem cabeludinha, perguntando o que tinha de errado.

O resto da manhã foi todo assim, com muita nudez das mulheres, para meu prazer. Um dos melhores momentos foi quando Julie ficou de quatro, ajeitando a canga, e pude ver todas as preguinhas do seu cuzinho, pois tinha apenas o fio do g-string passando no meio da bunda.

Como eu tinha levado minha câmera, batemos muitas fotos de todos, e eu estava me controlando para não ser flagrado de pau duro, com aquela overdose de mulheres nuas ao meu redor.

Nessa altura, eu estava um pouco preocupado com Jacques, pois, por mais compreensivo que seja, nenhum marido gosta que outro homem fique secando sua mulher ou sua filha. Mas, o homem mais velho parecia estar se divertindo muito com aquela situação.

Quando voltamos para a pousada, o grupo quis tomar banho de piscina, enquanto o almoço era preparado. Antes que pudesse dizer alguma coisa, o garoto já tirara a roupa, e as mulheres ficaram em topless. Perguntei para o dono da pousada se tinha algum problema, e ele deu uma risada, como se dissesse “só se eu estiver maluco”. Como só tínhamos nós de hóspedes na pousada, achei que não haveria problemas.

Os dias seguintes foram parecidos, nós preguiçosamente viajando para o norte, parando onde quer que encontrássemos uma praia bonita. Quando chegamos em Porto Seguro, ficamos presos no hotel por causa de uma chuva forte. Para não perder o dia, resolvi cumprir a minha promessa de comprar bikinis para todos. A galera ficou muito animada com a idéia, à exceção de Jacques, que disse que ficaria lendo em seu quarto.

Levei as três mulheres e o menino para um shopping, onde procuramos uma loja de bikinis. O shopping estava praticamente deserto, pois era meio de semana e em baixa estação. A única atendente da loja veio nos ajudar, e eu pedi vários bikinis para elas escolherem. Por minha conta, pedi sempre fio-dental e asa delta, os menores que tivesse.

Mais uma vez, as mulheres tiraram as roupas nos provadores (que não se preocupavam em fechar), e saíam vestidas só com a parte de baixo, me pedindo para amarrar o top. Outra vez, Julie me chamou e pediu um outro modelo. Quando fui entregar, ela já tirara o anterior e estava totalmente nua, esperando. Luke também me proporcionou vários lances do seu corpo nu, até se decidir por alguns modelos.

Em dado momento, percebi que Martine estava amuada, em um provador. Ao perguntar o que acontecera, ela disse que queria usar um fio dental e a mãe não deixara. Ela estava só com a parte de baixo, uma tanguinha pequena, os peitinhos durinhos à mostra. Fazendo um gesto de segredo, mostrei como ela poderia enfiar a calcinha dentro da bunda, ficando parecido com um fio dental. Ela fez como eu disse e virou a bunda na direção do espelho, adorando o efeito. Eu ainda trouxe um bikini cortininha (que ela trocou na minha frente), e mostrei como ela poderia aumentar ou diminuir o bikini.

Finalmente, quando voltamos ao hotel, as mulheres resolveram fazer um desfile para nos mostrar seus presentes. Mas, eu as lembrei de que ainda faltava elas se depilarem, e as duas mulheres mais jovens correram para o banheiro. Num certo momento, fui ao banheiro, e ao passar no quarto vi as duas, completamente nuas, Martine deitada na cama, com as pernas abertas, e Luke a ajudando a raspar a xoxota. Algum tempo depois, Luke voltou para a sala, ainda totalmente nua.

Luke raspara as axilas e a xoxota, deixando um pequeno triangulo de pelos em cima do púbis, que causava uma impressão altamente sensual. Sua xoxota era mais gordinha que a da irmã, e os pequenos lábios se projetavam para fora, chamando a atenção pelo tamanho.

Meu pau endureceu mais ainda quando Martine apareceu na sala, nuazinha em pelo. Ela também raspara as axilas e tentara fazer como a tia, mas, terminou raspando completamente a xoxota. Como o resto do corpo, sua xoxota era delicada, e mal se via o risco dos grandes lábios. Quando ela estava se exibindo, o irmão fez uma graça e ela fez que ia agarrá-lo. Ao fazer isso, se debruçou na cama, e pude ver o cuzinho rosado e o resto da xoxota.

Elas improvisaram um desfile, passeando com os bikinis novos na nossa frente, e trocando-os ali mesmo, enquanto eu batia fotos de todas. Nem preciso dizer que aquela foi mais uma noite onde só consegui dormir depois de bater algumas punhetas. Mas, a situação iria ficar um pouco diferente.

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