Comendo a minha prima bêbada

Um conto erótico de Alvinho
Categoria: Heterossexual
Contém 1297 palavras
Data: 16/07/2008 12:01:11
Última revisão: 04/04/2012 09:02:29

Nunca fui do tipo garanhão ou pegador, na verdade sempre fui muito tímido e vivia na bronha, as empregadas de minha casa tinham sido a minha vida sexual, como voces podem ver em meus contos (clique no meu pseudônimo). Até pintar a Clarinha.

Clarinha era um ano mais nova que eu. Passávamos as férias juntos na praia, desde que a minha tia (sua mãe) comprara uma casa dois anos antes. Como meu tio não tinha filhos e nossos irmãos tinham entre 4 e 5 anos, fazíamos tudo nós dois. Era meio feia, acho que por isso não era muito assediada, mas tinha uns peitões que valiam por todo o resto.

Também muito tímida, a gente conversava de tudo, colégio, namoro, sexo e até já tínhamos nos beijado algumas vezes "por brincadeira".

Eu não a considerava como irmã mas sim como uma amiga que se conta tudo, e ela ainda mais, ficava de calcinha e sutiã na minha frente e ainda perturbava por eu ficar de pau duro pela priminha.

Tinha gente na rua que até achava que éramos namorados, pois ficávamos sempre juntos e viviamos abraçados. Um dia resolvemos experimentar beber juntos, eu já tinha dados uns goles de cerveja mas ela não, e me propus a iniciá-la na cachaça. Comprei uma latinha de pinga, pegamos uma garrafa de Sprite e dissemos a galera da casa que ia ter um luau na rua de trás. Fomos então a uma casa que não estava ocupada nesta temporada e tinha o muro baixinho, e fomos tomar cachaça com Sprite no terraço de trás.

Como sempre, fomos batendo papo e notei minha prima ficando alegre, com meia lata nós já estávamos bem grogues, ela mais do que eu. Pensei em voltarmos pra casa mas quando levantamos ela não conseguia se manter em pé. Se apoiou em mim e eu a segurei forte.abraçando-a por trás. Fazia tempo que não agarrava minha prima e resolvi me aproveitar da situaçao. Segurei ela pela cintura fingindo apoiá-la e pude sentir sua bundinha durinha se encaixar na minha rola que já despertara.

Ela pediu para ficar com ela enquanto ela estava tonta então a levei para se apoiar num coqueiro que tinha atrás da casa e comecei a encoxá-la, ela me chamava de safado mas não me pedia para parar. Arrisquei pegar em seus peitos. Ela reclamou mas não tinha forças pra me impedir. Puder matar um antigo desejo de apalpar aqueles seios grandes, procurei e achei seu biquinho e fiquei brincando com ele, então me empolguei e coloquei a mão por cima de sua bucetinha. Ela deu um pulo e pediu pra sentar. Levei ela pro terraço que estávamos bebendo e coloquei a sua cabeça em meu colo, ela só me pedia pra cuidar dela e não deixar a mãe dela ver ela daquele jeito.

Ela estava de graça, voltei ao biquinho de peito, e pude puxar o sutiã e sentir seu mamilo somente protegido pela camiseta. Percebi que mesmo sem consciência o seu estado de excitação. Não me contive e levantei sua blusa mostrando o sutiã e um dos peitinhos com mamilos rosados e aureola cor de caramelo com o bico de fora, ah! Foi um momento incrível, toquei no seu bico com a ponta dos meus dedos, e pude sentir toda a auréola se contrair e ficar toda enrrugadinha.

Ela tinha pego no sono, e virou de lado, ai eu realmente fiz papel de canalha, tirei meu pau pra fora e fiquei passando nos lábios dela, forçando pra entrar em sua boca entre aberta, as vezes até parecia que ela estava me chupando.

Aquela situação parecia irreal, a Clarinha com os peitos de fora, eu bolinando seu biquinho e ela com meu pau na boca, não resisiti e gozei, enfiei meu pau e despejei tudo em sua boquinha, ela engasgou cuspiu e vomitou um pouco. Por reflexo, puxou a blusa pra baixo,deitou de lado no chão me chamou e disse pra ficar com ela.

Fiquei admirando a cena, limpei minha pica, me recompus e tentei acordá-la para voltarmos, já eram umas nove horas e o povo lá de casa encrencavam com horário. Ela apagou de vez, no começo fiquei assustado, mas vi que ela estava como se num sono profundo.

Ai resolvi escancarar, fui ver até aonde iríamos, pois eu também estava meio alto pela cachaça e não era responsável pelos meus atos.

Tentei ver sua bucetinha, fui puxar o short junto com a calcinha, mas não dava, então, tirei o seu short todo, e depois puxei a calcinha de lado. Vi aquela bucetinha linda, bem vermelha, com poucos pelos, passei o dedo de leve e vi que estava molhada, puxei meu pau pra fora de novo e enquanto a tocava me masturbava, não aguentei e passei a lingua nela, pude notar um suspiro diferente nela, nunca tinha chupado uma buceta.

Lambi muito a chaninha dela, minha primeira bucetinha, docinha e salgadinha ao mesmo tempo. Minha lingua ora ia fundo ora brincava com seu grelinho. Cai de boca na minha prima.

Me descontrolei e resolvi comê-la. Sem raciocinar tirei sua calcinha, fiquei de joelhos e puxei ela pra cima, mas quando estava quase colocando me bateu um remorso, ela dava muito valor a virgindade e eu iria acabar com ela se fizesse isso, a alem disto me deu um medo de engravidá-la. Fiquei alguns minutos ali, com ela de pernas abertas, os peitos de fora, passando meu pau na entrada de sua rachinha mas com medo. Ao abrir suas pernas percebi o seu cuzinho, bem cu não tem cabaço e nem "emprenha", vai ser lá então.

Enfiei um dedo no seu cuzinho e não tive dificuldade devido ao seu estado de relaxamento, minhas aventuras com empregadinhas tinham me dado uma boa experiência em comer um cuzinho. Pois todas empregadas que se disseram virgens liberaram o rabo e me ensinaram várias coisas. Virei ela de costas, e dei um trato no seu buraquinho com a língua. Enfiei meu pau em sua boca e por pouco não gozei de novo.

Fui colocando a cabeça aos poucos e sentido o seu anel ceder, ela passou a resmungar e reclamar da dor, enfiei até a metade e ela passou a chorar de dor, parei para ela se acostumar e o seu cu tentava expulsar o meu pau de dentro.

Quando ela parou de chorar, enfiei o resto. Esperei meu pau se acomodar e apertando seus peitos comecei a bombar. Aquele cuzinho estava uma maravilha, enfim eu estava comendo a Clarinha. Que espetáculo.

Não segurei a pressão e descarreguei meu gozo dentro de seu cuzinho arrombado. Deitei ao seu lado e esperei meu pau amolecer dentro dela. Tirei minha rola com um pouco de merda.

Me lavei no tanque da casa, tirei toda a sua roupa, onde pude ainda chupar aqueles peitos e a levei para o chuveiro que toda casa de praia tem fora, durante o banho ela acordou, pedindo pra ir pra casa. Colocamos as roupas e fui levando ela cambaleando, já eram umas 11 horas e ninguém mais da casa estava acordado, coloquei ela no colchão na varanda e fui dormir numa rede no terraço.

No outro dia estava apreensivo mas aparentemente ninguém percebeu. Clarinha acordou com uma dor de cabeça da ressaca, e não lembrava de nada. Alegou estar com a bunda ardendo e com uma leve diarréia (quem já deu o cu sabe o que é isso) mas achou que era relacionado com a comida. É verdade com a comida de rabo que eu dei.

Depois de alguns anos eu a comi sua bucetinha com seu consentimento, e depois confessei meu crime, ela ficou chateada mas me perdoou. Hoje somos os dois casados com outras pessoas e o seu marido nunca desconfiou de nada.

Abraço a todos

2sex4u@gmail.com

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Comentários

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Bom conto, teria sido legal desenvolver um pouco mais o que sentiu ao meter no cuzinho dela e descrever melhor a reação dela, mas ao todo, foi um ótimo conto, três estrelas😋

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