Fim de Semana no Campo

Um conto erótico de SIM
Categoria: Heterossexual
Contém 2770 palavras
Data: 15/07/2008 19:43:34
Assuntos: Heterossexual

Havia combinado com meu namorado que iria até a fazenda dos pais dele para passar o final de semana. Prometi chegar no Sábado para o almoço e sai de casa atrasada, como sempre. Peguei a estrada e pisei fundo no acelerador. Estava escutando a minha música preferida e pensando em como seria bom um fim de semana com o Ronaldo, na fazenda dos pais. Ronaldo e eu estamos namorando há pouco tempo e ele é do tipo tímido e ainda não havia rolado nada além de uns beijos apaixonados. O Ronaldo, além de tímido, era meio careta e estava imaginando que na casa dos pais não quisesse transar comigo. Mas desta vez ele não escapava, além do mais eu já estava no atraso. Pretendia trepar com o Ronaldo até cansar.

Escolhi o guarda roupa com cuidado, para enfrentar os pais caretas, mas coloquei na maleta a camisola de seda que comprei especialmente para a ocasião. Estava começando a ficar um pouco excitada, pensando em trepar com o Ronaldo no meio do campo, imaginando cenas diversas: trepar no celeiro, em alguma cachoeira, a minha imaginação não parava. Sai da rodovia principal e entrei na estrada vicinal, conforme o mapa que o Ronaldo havia desenhado. Fui olhando a paisagem em volta. Só pensando em sacanagem e em trepar com o Ronaldo. De repente olhei pelo retrovisor e vi um carro de policia, com as luzes acesas vindo em minha direção. Parei, esperando ser multada e pensando como iria me safar dessa. O guarda desceu do carro e se aproximou da minha porta. Pelo retrovisor vi que era um cara de uns 30 anos, meio baixo e com um bigodinho ridículo. Ao chegar perto, me disse que eu estava a mais de 130 quilômetros por hora e que a velocidade máxima naquele trecho era de 60 km. Argumentei com o guarda que estava com presa, falei no encontro com os pais do meu namorado que me esperavam para almoçar, etc.. Nada adiantou. Percebi que o guarda enquanto falava me comia com os olhos. Reparei que a minha mini saia estava um pouco levantada e dava para ver a calcinha, o que deve ter enlouquecido o guarda, porque diga-se de passagem tenho umas coxas muito gostosas. Olhava para minhas pernas com desejo e senti uma descarga elétrica, que foi parar diretamente na minha xota. Puxei a saia, dando a impressão de querer cobrir os meus segredos, mas o fiz lentamente para dar ao guarda a possibilidade de olhar melhor as pernas, no intuito de que perdoasse a multa e me deixasse partir. Ele pegou os meus documentos e foi até o carro da policia. Olhei pelo retrovisor e vi que conversava com o parceiro que havia ficado dentro do carro.

Voltou lentamente e me disse que não poderia me deixar continuar a viagem, que deveria apreender o veículo e acompanhá-lo até o carro para verificação de identidade e assinar a multa. Sai do carro, assustada, estava no meio do nada. Acompanhei o guarda tentando arrumar a mini saia e a o top que estava vestindo, tentando argumentar que estava atrasada e pedindo que me deixassem seguir a viagem. Quando cheguei até a parte de trás do carro da policia, o guarda me disse que estavam com um problema que eu poderia ajudar a resolver, e que se assim o fizesse eles esqueceriam a multa. Perguntei qual a natureza do problema e o guarda me disse que era o parceiro dele, o Jonas, muito conhecido na região e que estava numa pior. Quando me virei, vi o tal de Jonas se aproximando, um negão de quase dois metros de altura. Vinha caminhado em minha direção. O problema moça é que ele não consegue trepar com ninguém na região porque todas tem medo do pau dele, me disse o guarda, com um sorriso maroto. O Jonas puxou para fora da calça o pau dele e entendi imediatamente a razão: nunca havia visto um pau daquele tamanho. Era grosso e cumprido. Ele chegou ofegante do meu lado e eu tive um arrepio. Imaginei aquele pau na minha boca e, com o tesão acumulado, fiquei alucinada. O Jonas encostou no traseira do carro e eu, sem pensar, fiquei de joelhos e enfiei a cabeça daquela enorme pica na minha boca. Quase engasguei quando ele enfiou o pau na minha boca. Eu estava alucinada e comecei a chupar freneticamente. Estava toda molhada, louca para que me comessem. O outro guarda deve ter percebido o meu desejo, porque me pegou pelas quadris, me levantou, puxou a minha saia e a minha calcinha e enfiou o pau na minha xota, que a essa altura devia estar um forno. Foi uma sensação alucinante, enquanto eu chupava o pau do Jonas, o outro me comia por trás. Eu delirava. Nunca tinha sentido tanto prazer na vida. Jonas começou a se agitar e estourou num orgasmo inacreditável. Engasguei com a porra quente e salgada, que foi até o fundo da minha garganta. Puxei o pau dele para fora da boca e me encheu a cara de porra, que começou a escorrer pelo meu pescoço. Foi uma loucura, com o pau do Jonas esfregando na minha cara e o outro me comendo por trás. Gozei como nunca. O outro guarda gozou também nesse momento e eu senti a porra dele me invadindo a xota. Sentia as pernas bambas e só conseguia me sustentar em pé, porque o Jonas me segurava pelas axilas e o outro tinha o pau dele ainda enfiado na minha boceta.

Nos separamos e eu me encostei na traseira do carro enquanto os dois, com os paus ainda fora do uniforme me olhavam. Prestei atenção no pau do Jonas e vi que realmente era enorme, não imagino como consegui enfiar na minha boca. Voltei a me excitar, estava pegando fogo. Queria que ele enfiasse aquele pauzão na minha xota. Me aproximei dele e peguei no pau, ainda estava duro. Me abaixei e comecei a lambê-lo, ainda cheio de porra salgada. Ele me segurou com força, me levantou e me encostou de costas no carro e enfiou o pau na minha xota. Quase explodi de prazer. Enquanto ele me comia com força, o outro guarda se aproximou de mim e enfiou o pau na boca. Chupei com prazer aquele pau enquanto o Jonas me enfiava todo o pau dele. Sentia dor e prazer ao mesmo tempo, achei que ia me rasgar toda. Num certo momento, tirou o pau da boceta e entendi que ia enfiar na minha bunda, quis reclamar, mas não consegui porque estava com o pau do outro guarda na minha boca. Fechei os olhos e me preparei para o pior. Mas ele foi entrando devagarinho, com uma habilidade enorme. Imaginando aquele enorme pau na minha bundinha, quase sem sentir dor, o prazer foi enorme. Comecei a mexer os quadris, enquanto chupava com força o pau do guarda. Gozamos os três juntos. Senti que o Jonas me enchia o rabo de porra, enquanto eu engolia a porra do outro guarda. Me deitei na estrada, exausta. Toda melada, sentindo a porra saindo da minha xota e do rabo.

Passado um momento, me levantei e disse aos guardas que não poderia chegar na casa do meu namorado naquele estado, que precisava tomar um banho, trocar de roupa. Jonas, visivelmente satisfeito, abriu um sorriso e disse, que morava ali perto, que poderia tomar banho na casa dele. Entrei no meu carro e segui o carro da policia até uma casinha modesta, na beira da estrada. Quando entrei vi na sala um outro rapaz alto, que soube era o irmão do Jonas. Fui direto para o banheiro, me lavar. Escutava os três falando e rindo na sala, enquanto pensava no que havia acontecido, no prazer enorme que havia tido, o irmão do Jonas entrou no banheiro. Estava pelado, segurando o pau que era quase tão grande como o do irmão. Entrou no chuveiro e antes que eu pudesse falar nada, me levantou, me encostou na parede e enfiou o pau dele na minha xota. Eu estava exausta, mas ao sentir aquele pauzão na minha boceta e as mãos dele apertando os meus quadris fiquei logo excitada. Me comeu, ali no chuveiro, a água quente escorrendo pelo meu corpo. Senti o pau dele pulsando dentro da minha xota quando gozou e gozei forte, de novo.

Cheguei na casa do meu namorado super atrasada, acompanhada pelo carro da policia. Os dois foram gentis, explicaram que me encontraram perdida na estrada, com o pneu furado e que me haviam acompanhado até a fazenda, porque podia ser perigoso para uma moça sozinha, andar naquelas estradas. O Ronaldo agradeceu a gentileza e deu uma boa gorjeta para os dois.

Após as apresentações, Ronaldo me mostrou o meu quarto, longe do dele e muito próximo do quarto dos pais. Percebi que naquela casa não ia rolar a trepada que eu havia imaginado. Almoçamos os quatro. Os pais do Ronaldo são encantadores, principalmente o pai. Um homem de uns 50 anos, bonitão e de fala mansa. Depois do almoço, disse ao Ronaldo que estava um pouco cansada e que iria dormir. Perguntei se viria comigo e desconversou, falou dos pais caretas, etc.. Fui deitar sozinha, me preparando para pegá-lo mais tarde. Quando levantei, vi o bilhete do Ronaldo em que dizia que havia ido, com a mãe, até a cidadezinha próxima fazer compras para o jantar e que demoraria um pouco. Fiquei puta da vida.

Sai para passear pela fazenda. Lembrei da historia dos guardas e voltei a sentir tesão, que aumentava a cada momento, mais ainda pensando na desfeita do Ronaldo. Passando perto da casa dos empregados escutei o som da água de chuveiro e alguém cantando. Me lembrei de quando era criança e, com as amigas ficávamos espiando os garotos que tomavam banho no ginásio da escola. Entrei na casa e me aproximei do banheiro. A porta estava entre aberta e espiei para dentro do banheiro. O caseiro, que quando cheguei carregou a minha mala até o quarto, estava pelado tomando banho. Estava de olhos fechados, batendo uma punheta enquanto se ensaboava. Fiquei ainda mais excitada, ver um homem bater uma punheta me deixa logo acessa. O garoto abriu os olhos e me viu. Ficou visivelmente constrangido, fechou a torneira de água e tentou pegar a toalha. Mais rápida do que ele, peguei antes que ele e me aproximei para entregar a ele. Aproveitei o momento para pegar no pau dele que continuava duro como uma estaca. O garoto não sabia o que fazer. Peguei ele pela mão e o levei para o quarto ao lado. Deitei ele de costas na cama e comecei a chupar o pau dele lentamente, olhando para ele com cara de sacana. Montei encima ele, enfiei o pau na minha xota, que estava molhada e quente. O garoto gozou na hora. Fiquei frustrada e ainda mais excitada. Ele me olhou e me disse: “desculpe dona, mas é a primeira vez que estou com uma mulher e não sei o que fazer.” “Pode deixar que eu explico”, disse. Deitei do seu lado e comecei a lamber o corpo virando devagar até colocar a minha xota na cara dele. Pedi que chupasse a minha boceta enquanto eu abocanhava o pau dele. Não foi uma grande chupada, mas deu para o gasto. Gozamos juntos. Ainda estava frustrada, e com tesão, parecia uma égua no cio. Deixei o garoto no quarto e voltei à casa principal.

O Ronaldo e a mãe chegaram com as compras e sentamos na varanda para tomar umas biritas enquanto aguardávamos o jantar. Eu estava tesuda, esperando que o Ronaldo me levasse para o quarto. Nada. Jantamos. Peguei o Ronaldo para dar uma volta pela fazenda. Perto da casa havia uma enorme árvore. O encostei na árvore e comecei a boliná-lo. Ficou de pau duro e eu num tesão da porra. Abri a calça dele e botei o pau pra fora e comecei a chupar. O Ronaldo pegou na minha cabeça e me pediu para parar. Disse que o pai, a mãe ou algum dos empregados poderiam aparecer a qualquer momento e não ia pegar bem para a gente. Estava puta da vida. A essa altura comecei a achar que o Ronaldo era veado. Fui para o meu quarto e me deitei. Não conseguia dormir, sentia calor, não conseguia deixar de pensar nos guardas, no caseiro e, principalmente, no Ronaldo. Já era tarde. Estava morrendo de calor, não sei se porque estava fazendo calor ou porque eu estava com tesão. Levantei-me para buscar água e tomar um pouco de ar fresco na varanda. Estava escuro, apenas a fraca luz da lua crescente iluminava a noite. Ao chegar a varanda, percebi que alguém estava fumando deitado na rede. Me aproximei, um pouco constrangida porque estava vestindo apenas a camisola de seda que havia escolhido para o Ronaldo. Era o seu Carlos, pai do Ronaldo. Me perguntou se precisava de alguma coisa, disse que não, que estava com calor e havia saído para tomar um pouco de ar fresco. Ele disse apenas: “entendo”. Sentei na cadeira do lado dele e ficamos uns minutos em silêncio. Ai o pai me perguntou há quanto tempo eu namorava o Ronaldo. Disse que há pouco tempo, mas que a gente se entendia muito bem, que o Ronaldo era muito gentil e que eu estava apaixonada por ele. Ele repetiu apenas: “entendo”. Ele sentou na rede e segurou a minha mão. Senti então uma descarga elétrica que percorreu o meu corpo até chegar na minha xota. Senti a boceta inchada, latejante e toda molhada. Imaginei que ele teria percebido os bicos dos meus seios que pareciam querer rasgar a camisola e o cheiro do meu sexo, fiquei constrangida. Ele se levantou da rede calmamente. Me pegou pelos braços, me fez ficar em pé, e, sem dizer uma palavra, começou a acariciar os meus seios, fazendo pequenos círculos nos bicos duros. Se aproximou devagar e, enquanto me beijava e mordia de leve o meu pescoço, levantou a minha camisola e acariciava as minhas coxas e a minha xoxota. Eu sentia o pau duro dele encostado na minha perna. Eu estava louca de tesão. Carlos me deitou na rede, puxou a minha calcinha e começou a chupar a minha boceta, dando pequenas mordidas em volta dos lábios, fiquei alucinada. Passava a língua inteira pela minha xota, como se estivesse lambendo um sorvete. Cada vez que passava a língua pelo meu grelo tinha vontade de gritar de prazer, mas me continha, porque sabia que o Ronaldo e a mãe estavam dormindo ali do lado. Continuou chupando a minha xota até que gozei. Foi tão forte que fiquei dando pulos na rede até ficar sentada. Ele então puxou a calça do pijama e deixou ver o pau dele, duro, apontando para mim. Enfiei o pau na minha boca e chupei com vontade. O Carlos gemia baixinho. Chupei aquele pau até gozar na minha boca. Engoli a porra toda, que sentia descer quente pela minha garganta. Estava exausta. Deitei na rede, do lado do Carlos. Sem uma palavra. Ficamos um tempo assim, os dois deitados. Senti que o pau dele dava sinais de voltar à luta. Comecei a acariciá-lo, enquanto ele me alisava os peitos. Senti a respiração ofegante. Ele me virou de costas. Sentia o bafo quente na minha nuca e o pau dele passando na minha xota e na minha bunda. Mexia os quadris para que pudesse enfiar o pau na minha xota. Quando o pau dele entrou na minha boceta pensei que fosse desmaiar de prazer. Me comeu devagarinho, os dois balançando na rede. Senti quando tirou o pau dele da minha boceta e procurou a minha bunda, acomodei os quadris para facilitar a entrada e senti como o pau dele entrava lentamente no meu rabo. Enquanto comia o meu rabo, acariciava o meu grelo. Gozamos juntos. Tive um dos mais fortes orgasmos da minha vida. Adormecei, na rede, abraçada com o Carlos, pensando na merda que daria se o Ronaldo ou a mãe acordassem naquele momento. Quando acordei, já era de madrugada. Estava sozinha na rede, coberta com um cobertor grosso. Levantei-me e fui para o meu quarto. Durante o café da manhã, olhei para seu Carlos, mas nada na expressão dele deixava imaginar que a cena da noite anterior tivesse acontecido. Depois do almoço, nos despedimos e Ronaldo e eu voltamos para a cidade. A minha relação com o Ronaldo durou pouco. Alguns anos depois, conheci uma outra namorada do Ronaldo que me contou que quando o visitou na fazenda, o pai a havia comido na rede, numa noite de lua cheia.

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