Casa dos Contos Eróticos

Coisa Extraordinária

Autor: peristilo
Categoria: Heterossexual
Data: 08/05/2008 20:01:20
Última revisão: 14/04/2015 02:30:28
Nota 9.27
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Certa manhã, acompanhei Maria, a bela e jovem empregada de meu primo Eduardo, até o local onde os pescadores vendiam seus peixes recém-pescados. Foi em Águas Verdes, um lugarzinho pitoresco, com praias quase desertas, dunas alvíssimas e jangadas flutuando na água verde-azulada.

Íamos nos aproximando de um jovem caiçara negro consertando sua rede quando Maria, de repente, me puxa pelo braço e me arrasta para outra direção. Assustei-me com aquele gesto brusco dela e exigi que se explicasse. Pediu-me desculpas e respondeu, sorrindo encabulada:

- É aquele homem, D. Fernanda! Me persegue, quer me paquerar e tenho medo dele!

- Medo?! Por que, menina?! Um rapaz tão bonito!

- É que a Senhora não sabe da estória, ela disse dando risadinhas daquele seu jeito sonso e infantil.

- Mas que estória?!

- Deixa pra lá; não é nada, não.

- Vamos, Maria! Não me mate de curiosidade, criatura! Conta logo qual o problema com o rapaz!

Andamos alguns passos sem que ela falasse ou olhasse para mim, apenas tapava a boca com a mão e ria baixinho sem parar.

- Fala logo, menina! Deixa de coisas! ordenei, parando em sua frente, pois sou uma pessoa curiosíssima.

- É meio vergonhoso falar, D.Fernanda, ela se desculpou.

- Vamos! Diga!

- Promete que não vai se zangar comigo?

Prometi com muita impaciência.

- É que aquele é o Zé Enguia...

Deu mais risadas, e continuou:

- Dizem as más línguas que ele tem...ele tem...ai. D. Fernanda! nem tenho coragem de falar!

- Maria! Fala!

- Ai! meu Jesus! ele tem...tem um pinto ENORME! hi, hi... as moças daqui morrem de medo dele!

Explodi numa forte gargalhada ao ouvir explicação tão surpreendente.

- A Senhora ri então? É porque não é a Senhora que ele persegue. É doido por mim e não pode me ver que vem puxar conversa. Mas eu quero é distância! Sai pra lá, pintudo!

- Meu Deus! Você me mata de rir, Maria!

Achei a estória tão cômica que, quando retornamos à casa, contei-a ao pessoal - meu primo, meu marido Júlio e os amigos que passavam o fim-de-semana conosco. Foi a piada do dia.

Claro que eu não levava a estória de Maria a sério; era bem provável que aquilo fosse invenção dos locais, resultado de alguma brincadeira de mau-gosto. Se era verdade, deveria ser mesmo uma coisa extraordinária para gerar comentários assim tão embaraçosos, inclusive entre moças. Porém a conversa com Maria ficou dando voltas em minha mente e, ao me deitar com Júlio à noite, minha imaginação se inquietou com a idéia de haver um homem com um pênis descomunal andando por aquelas praias desertas. Fui adormecendo com estranhas imagens em minha mente. Pensei em Zé Enguia e meu marido nus lado a lado. Cena engraçada: a enguia gigante e a minhoca tímida. Dei risadas, mas logo me arrependi daqueles pensamentos perversos. Sempre amei meu marido, apesar de ele ter mesmo uma coisinha minúscula que me dá pouco prazer. Talvez até por isso é que eu tenha ficado com aquilo na cabeça, pois sou uma mulher sem perversões, muito bem casada e que nunca cogitou nenhuma experiência anormal, nada que não fosse convencionalmente aceitável entre marido e mulher.

Entretanto, na manhã seguinte, não sei que me deu que eu quis sair sozinha e andar pela praia, apreciando a encantadora paisagem marítima e a movimentação dos jangadeiros em sua labuta matinal.

Quando já pensava em retornar para casa, avistei o tal Zé Enguia acabando de arrastar uma rede de pesca para fora da água, ajudado por um velho e um outro rapaz. Meu coração se agitou sem motivo e, por um instante, fiquei paralisada, perdida, sem saber se prosseguia em meu caminho ou se me aproximava do grupo. Para fazer o quê? Não sabia. Mas, quase sem me sentir, aproximei-me. Os homens me olharam com curiosidade e eu, por pretexto, disse para o Zé Enguia, bastante nervosa:

- Quero comprar uns peixes, moço.

- É só escolher, Dona, disse ele sorrindo com a simpatia natural do caiçara na presença de visitantes estrangeiros, e abriu as mãos na direção da rede cheia de pescados.

Atarantada, escolhi dois ou três peixinhos sem nenhum critério. Depois procurei dinheiro nos bolsos de meu vestido, mas não encontrava.

- Não se dê ao trabalho, moça; pode levar, que não é nada.

Protestei contra sua generosidade, mas ele insistiu e eu aceitei o presente. Depois não consegui encontrar palavras que pudessem dar início a uma conversação aceitável e me senti uma boba. Agradeci acanhada e me afastei com passos apressados.

A partir de então, não consegui parar de pensar em Zé Enguia e em seu mistério fálico. Perguntava-me até que ponto seriam verdadeiros os boatos sobre suas proporções. Os dias de nossas férias ali em Águas Verdes iam se passando e, sempre que eu avistava o homem pela praia, minha imaginação começava a se perturbar. “Será mesmo?!” eu me questionava. Pensava no pênis dentro do calção, enrolado como uma jibóia, escondida entre as pernas fortes e bonitas dele, uma coisa tremenda, três ou quatro vezes maior do que o pintinho de meu pobre esposo. Não que eu fosse uma tarada com obsessões por tamanhos. Nem ao menos tinha uma noção do que seria um pênis de tamanho normal, pois o único que já tinha visto e “medido” era o de Júlio. Mas tentava-me a idéia de ver um homem bem-dotado nu e ao vivo. Apenas para ver, claro; nem passava pela minha cabeça outro propósito.

Outra vez me encontrei sozinha em passeios matinais pela praia. Minhas pernas já sabiam aonde ir e acabei avistando o rapaz consertando sua rede sentado na jangada. Que grande vontade não tive de me aproximar e perguntar, assim na lata, se era mesmo verdade o que se comentava dele! Obviamente eu jamais faria isso. Contudo, meu interesse por seu segredo era insuportável. De repente me veio coragem e aproximei-me. A princípio não soube o que dizer, mas logo me ocorreu uma ousada idéia e, antes que eu pudesse refletir sobre meus atos, as palavras saíam de minha boca:

- Quanto o Senhor cobra pra me levar num passeio de jangada?

Ele me olhou surpreso, depois interessado. Não sei se me reconheceu, mas passou rapidamente os olhos por meu corpo , sorriu de leve e disse:

- Pra Senhora é de graça, Dona!

Girei meu anel de casamento no dedo para deixá-lo bem avisado e disse com sequidão:

- Prefiro pagar, por favor!

- Como queira, Senhora, ele disse fazendo-se sério de repente, muito mais cerimonioso.

Entramos num bom acordo. O passeio seria rápido, ao longo da costa apenas. Lá fomos.

Quando enfim nos afastamos da rebentação e o passeio tornou-se mais tranqüilo, começamos a conversar. Ele era bastante tagarela e logo foi me contando suas estórias inverossímeis de pescador, suas aventuras de jangadeiro. Em pouco tempo estabeleceu-se alguma intimidade entre nós e eu me senti mais à vontade para lhe fazer algumas perguntas, mas só consegui ficar dando voltas e voltas, sem coragem de abordar a questão que me angustiava. Mais de uma vez procurei convencer-me de que não havia mal nenhum em lhe pedir uma confirmação ou negação dos boatos que rolavam a seu respeito. Mas quando as palavras iam sair de minha boca, eu me dava conta do ridículo de meus pensamentos.

No apertado espaço da jangadinha, ele ia de pé controlando a vela e eu, sentada num banquinho de pau, ficava com o rosto à altura de sua cintura, de modo que eu não podia evitar olhar muito para a parte do calção onde supostamente se escondia um pênis gigante. Eu tentava manter a cara voltada para o mar, mas meus olhos sempre giravam em direção ao mistério. Só pelo volume, não dava para supor nada de incomum. Porém minha imaginação não sossegava: “Aninhada entre as pernas, bem enrolada”, eu pensava. E o coração ia se perturbando mais a cada silêncio entre nós.

Após percorrermos considerável distância, concordamos em que já era hora de retornar. Com sua voz rude, ele prosseguia em suas estórias. Embora me tratasse com respeito, eu quase podia sentir seus olhos sensuais se enfiando entre meus seios no biquíni, lambendo minhas coxas, minha virilha e barriga. Eu estava toda molhada e minha canga se colava a minha pele e revelava formas que eu não conseguia esconder. Apesar disso, eu mantinha meu ar sereno e natural, sorrindo e demonstrando interesse em sua conversa. Por dentro eu morria de vontade de lhe fazer a pergunta crucial e até de pedir-lhe que baixasse o calção e matasse de uma vez aquela minha louca curiosidade. Houve momentos em que estive a ponto de eu mesma arrancar-lhe a roupa para ver tudo com meus próprios olhos. Imaginei-me fazendo isso e sorri do vexame que seria. Depois voltei a considerar a idéia, dizendo para mim mesma: “Por que não?! Por que não cometer uma loucura uma vez na vida?! Puxo-lhe o calção de repente e...voilá! a verdade vem à luz! Pronto, está decidido! Vou fazê-lo agora!”

Mas não ousei, claro! Ainda me restava alguma sanidade.

Mas nosso passeio se aproximava do fim e tomei coragem de sondar o mistério de um modo menos comprometedor:

- Você é bem conhecido por aqui, não é mesmo? perguntei num tom casual.

Ele sorriu, mudou a posição da vela e finalmente disse:

- Sou mesmo, mas como a Senhora sabe?!

- Maria, a empregada do seu Álvaro, meu primo...

- Ah! Claro! Mariazinha do seu Álvaro...então a Senhora é de lá da casa?

- Sou, sim. Meu marido e eu estamos passando férias por aqui. Comemoramos dez anos de casados.

- Vixe! uma moça tão nova e formosa como a Dona...ninguém diz que já tem marido esse tempo todo!

- Ouvi dizer que você anda caído por Maria, é verdade, José?

- He!he! é verdade, sim, ele confessou um tanto encabulado.

- Mas parece que ela tem medo de você; por que será, hein?

Imediatamente arrependi-me da pergunta, pois ele me olhou com expressão risonha e debochada de quem parecia dizer: “Então a Senhora já sabe, a Senhora já sabe, né?” Senti meu rosto queimar de vergonha, mas já tinha ido longe demais para recuar.

- Por que, hein! José ? insisti, como se fizesse uma pergunta inocente.

Dessa vez ele baixou a cabeça, sacudindo-a com um sorriso.

- Não sei, não, Senhora...acho que é umas coisas que dizem de mim por aí...

- Que coisas dizem de você?!

- Ah! falação do povo; coisa que dá vergonha de falar...

- Por que vergonha? É coisa tão ruim assim?

- Sei não...

- Se você não me disser do que se trata, vou ficar pensando coisas horríveis de você.

- A Senhora vai se ofender se eu falar; é coisa feia, sim.

- Pode dizer, José; não pode ser tão mau.

- Bem...se a Senhora insiste, he!he!, ele riu, mas calou-se por um instante, de cabeça baixa.

- Fale, homem!

- A Senhora quer saber, né?

- Claro!

- É que espalharam que tenho...tenho a piroca muito grande, he!he!

Já não deveria ser surpresa essa revelação, mas ainda assim escandalizei-me com as palavras. Meu sangue ferveu, faltou-me ar, remexi-me no banco. Porém dominei-me logo e dei uma risada para mostrar naturalidade, como se não tivesse ouvido nada de extraordinário.

- Então é isso?! Mas não é uma coisa ruim, não é mesmo?

- He!he! é...não é mesmo!

Ficamos em silêncio por alguns minutos. Continuávamos velejando de volta ao ponto de partida, dando grandes voltas de forma que quase não avançávamos, como se ele se retardasse de propósito, à espera de algo que se anunciava. Eu procurava palavras para dizer, mas elas vinham até minha garganta e enganchavam. Então arrisquei:

- E é verdade ?

- O quê?

- É muito grande?

- O povo é que diz...

- Sei, sei...

O que fazer?! O que dizer?! Para onde olhar?! Mesmo com o rosto virado para a praia, eu pressentia os olhos dele em busca dos meus, o sorriso malicioso. E como se adivinhasse meus pensamentos:

- A Senhora quer ver?

- Ver o que, rapaz?!

-A coisa; não quer saber de que tamanho é?

- Como?! Ora, me respeite! Onde já se viu?! reagi, indignada, fuzilando-o com os olhos. E acrescentei: - Chega dessa conversa! apresse-se e me leve logo de volta, por favor!

- Como queira, Dona, disse ele zangado como se eu é que o tivesse insultado.

Movemo-nos mais rápido rumo à praia. Ao redor apenas um grande círculo de água e de perturbador silêncio. Não sei descrever o que senti naqueles breves segundos, mas era como se algo me sufocasse. De repente, eu desembuxei, nervosa:

- Espere! Mostre-me! Mostre-me! Vamos! Mas só quero ver, só ver, é só curiosidade, compreendeu?!

A cara fechada dele abriu-se num enorme sorriso e ele apressou-se em baixar o calção. Quando a cueca desceu... Cristo! surgiu, a poucos centímetros de meus olhos, uma coisa medonha, uma tromba negra que começou a se erguer como se fosse animada por minha presença.

- Chega! chega! Guarde isso! guarde! Já vi o suficiente, eu gritei histericamente, virando o rosto, a garganta quase fechando de nervosismo, o coração aos saltos.

Ele assustou-se e suspendeu as roupas. Eu nunca tinha visto nada parecido, nem em revistas. Quantas vezes maior do que a de Júlio? Oh! Jesus! senti um incontrolável desejo de ver novamente.

- Vamos! Vamos! Deixe-me ver mais uma vez!

Ele sorriu e logo baixou o calção e a cueca juntos. A coisa saltou como uma mola dessa vez.

- Nossa! deixei escapar, abismada, pois o início de ereção dava um aspecto ainda mais estarrecedor ao negro rolo de carne.

A jangada flutuava e ondulava mansamente. Eu estava hipnotizada. A coisa tinha inchado e ficado tesa como uma enorme linguiça negra. Pendia pesada de um lado para o outro e sacudia de excitação.

A cabeça era roxa, meio arredondada, como um suculento tomate. Entre as pernas, o saco cabeludo e negro balançando. Fascinada, não pude evitar que minha mão se estendesse e o empunhasse. Cristo! que delícia segurar e apertar aquela coisa quente e roliça! Como latejava! Sacudi, balancei, e vi como era pesada! Agarrada ao pênis do homem, foi como se nada mais existisse à minha volta. Punhetei o tronco, massageei, apertei o saco, fiz tudo que me deu vontade.

- Tem calma, Dona! Tem calma! ele gemeu porque eu o maltratava, de tão empolgada que estava.

Então, já sem me importar com mais nada, abri a boca e engoli o quanto foi possível. E chupei! Chupei com vontade enquanto esfregava meu próprio sexo com a mão. Às vezes fazia uma pausa só para admirá-lo. Então esfregava-o no meu rosto e cheirava. Até o saco também cheirei e lambi! Depois voltava a mamar. E mamei tanto no fim que ele começou a gemer.

- Oh! Dona! oh! Dona!

Então agarrou o gigantesco membro, retirou da minha boca e apontou-o para meu rosto, masturbando-se febrilmente, urrando como um animal. De repente, sem que eu esperasse, um jato de seu caldo quente explodiu na minha cara. Mais parecia uma mangueira jorrando sêmen! E assim ele encheu minha boca. A porção que não engoli foi a que desceu pelo queixo e pescoço até os seios. Quando me dei conta, estava gozando também com a mão entre as pernas, deliciosamente.

Depois de um tempo, abraçada as pernas dele, senti-me recobrando a consciência do mundo em volta. O senso da realidade envolvendo meu corpo e minha alma, pesadamente.

Recuperada de todo a loucura, não sei como consegui permanecer na jangada com ele. Enquanto limpava o creme grudento de minha pele com a água salgada, tinha vontade de mergulhar e desaparecer no fundo do oceano.Ele tentou outro contato, mas reagi violentamente. Ele quis dizer alguma coisa, mas ordenei que se calasse e seguisse logo reto para a praia, antes mesmo de aportarmos no ponto de partida. Atingimos o raso, saltei e saí quase correndo pela areia molhada. Não sei como ainda tinha encontrado coragem para pronunciar um inaudível “obrigada”. Só quando me afastei, e senti-me segura, foi que não contive uma risada.

Foi a última vez que vi Zé Enguia; nunca mais tive coragem de retornar à praia, nem mesmo com meu marido. Pedi que antecipássemos nosso retorno para casa e ele me atendeu, apesar de bastante contrariado.

Comentários

06/02/2018 20:16:31
DENTRE MAIS DE CENTO E TRINTA MIL CONTOS, ESTE ESTÁ ENTRE OS 130 MAIS COMENTADOS DO SITE, COM 87 VOTOS. Bem escrito, merece a nota máxima!
09/08/2015 01:55:06
Muito bom! Parabéns! Até eu queria colocar minha mão nesse pinto maravilhoso
12/06/2015 14:16:55
Fantástico seu conto, parabéns! Eu no lugar dela teria me aproveitado muuuito do Zé Enguia kkkkk. Bjokas.
19/08/2014 16:12:21
Como vc é bom!! que delícia, não é a toa que sou sua fã...olha que escrita primorosa, bem trabalhada... perfeição *--*
16/08/2014 20:41:49
Olá, Peristilo. Gosto muito do jeito que você escreve os contos eróticos. Dou muita risada durante a leitura. Gosto porque o conto não fica só no cômico, mas mantém o essencial, o erotismo. Você é de uma naturalidade incrível. Meus parabéns. Beijos!!!
16/07/2014 17:59:53
Simplesmente espetacular. Nota 10, seus contos são sensacionais. Parabens.
30/06/2014 00:02:40
Meu indo Peristilo!!!... lindo conto!!...imaginei cada detalhe da narrativa...Adorei como vc teceu o jeito conflituoso e introspectivo da protagonista...perfeito!! adorei *---*
19/01/2014 20:20:58
Sem palavras, um baita conto. Um dos melhores da casa. Podia apresentar a tal Dona Fernanda meu amigo, não é preto como o Enguia, mas é bem grandão. Concordo com o comentário da colega abaixo deveria estar nos melhores da casa. Parabéns.
14/01/2014 21:14:21
Vim agradecer a visita recente. Quanto ao conto AMEI! Por vários motivos: Otimamente bem redigido, um conto contextual, arranjado, rico em detalhes, olha! Uma maravilha, chegou a ser cômico em instantes e extremamente erótico. Depois, minha realidade, tenho meus "Zé Enguias" por aqui, se lestes todos meus contos sabe como é. Eu também sou grandona, e as "enguias, não são tão grandes assim, ao menos para mim. Mas, este Zé seu também me parece ótimo, suculento e grande, pena que não dê choque, né, era só o que faltava! Era um conto para o ranking se não fosse essa turma dos zeros, como podem dar zero a um conto tão bom? Reclame ao webmaster, sensibilize ele, chame até o tal do enguia, viva!!! Belíssimo adorei, mesmo!
13/12/2013 21:30:55
Realmente, um lástima nunca eu ter lido nada seu, nem ter sequer ouvido falar no seu nome até à poucos dias. Adorei este conto, vc escreve do jeito que eu gosto, bem detalhado, descrevendo o local, os pensamentos e a ação. Fiquei com gosto de quero mais, para mim, terminou rápido demais. Espero que a madame volte uns anos mais tarde para rever o Caiçara....rsrs. Parabéns, adoreiii
02/11/2013 00:34:55
Muito bom! Super divertido, ri muito. Parabéns.
01/11/2013 14:31:25
Conto excelente
16/10/2013 23:08:05
Obrigado, mallu!
16/10/2013 23:07:16
Coroalibertina, além de libetina você também é malvada, hein! rs.
Eos
20/12/2009 16:48:49
Se você escrever um livro me avisa tá, quero ser a primeira a comprar. ADOREI!!!!
13/08/2009 10:39:22
peristilo, seu otário, vai escrever um livro e ganhar dinheiro e comer muita gata por aí véi... powwta merda! Conto muito bom, muito bem escrito! É UM NINJAA! 10zão pra você!
12/08/2009 23:25:00
IMPRESSIONANTEMENTE INCRÍVEL!!! Nada mais a declarar...
22/05/2009 16:09:27
Pouco importa se é verídico, é um conto que prende a atenção do leitor, fazendo-o imaginar e flutuar nas ondas entre o verdadeiro e o fictício. Parabéns.
07/05/2009 14:51:29
Nota 10 !
19/04/2009 15:40:32
Sacanagem os caras virem dar zero em um conto bom e bem escrito. Neste site sempre tem disso. Os frustrados que não conseguem escrever geralmente são os que zeram os contos bons. Parabéns! Nem de longe mereceria um zero...
15/04/2009 00:42:50
gostei.
12/04/2009 00:09:43
mto bom msmo. Peço que leiam meu conto. obrigado
10/04/2009 21:31:21
Um artista plástico diante de uma tela virgem, um escritor diante de uma folha em branco ou um músico com uma partitura inatacada vai parir uma obra que nem sempre irá se tornar uma ¨obra de arte¨ e isto faz parte do nosso dia-a-dia. Você é classificado como um dos melhores escritores do site e pode se orgulhar disto. Diante de tantos lixos de semi-analfabetos que infestam neste site, os teus contos tem beleza estética, boa distribuição e bom portugues, coisas que se não estiverem presentes num conto, não perco tempo lendo-o, mesmo que tenha um enredo interessante. Este teu conto tem quilometros de comentários e ajudo a aumenta-lo na tentativa de incentiva-lo a produzir cada vez mais. Críticas destrutivas irão sempre existir, o que fará com que as contrutivas tenham uma referencia (só nota 10 enjoa e insensibiliza). Taí, enjoe mais um pouquinho. Nota MIR. Abraços!
06/04/2009 23:19:29
AH QUE SAUDADES DO DAICO DAICO ONDE ANDA VOCE MEU NEGO??? VOCE TAMBEM EH PESCADOR TAMBEM TEM A PICA GRANDE E GOSTOSO TAMBEM QUANDO TE LAMBIA SENTIA O SOL DO SEU CORPO AI DAICO!!! ILHA BELA S SEBASTIAO CARAGUATATUBA QUE SAUDADES DAQUELES DIAS QUE SAIAMOS PESCAR COM SOL A PINO E EU DANDO PRA VOCE NO MEIO DO MAR AS NOITE ENLUARADAS NO CANAL DE S SEBASTIAO AI DAICO NAO AGUENTO MAIS A SAUDADES VOU VOLTAR ME ESPERE A NARRACAO ACIMA ME DESPERTOU VOCE EM MIM PARABENS NOTA 10 MAS....NAO CONSEGUI GOZAR PORQUE SERAH HEIM! BEIJOS ZE BUSCAPE
31/03/2009 20:15:53
Diante de tantos elgios, o meu provavelmente passaria despercebido, mas votar sem comentar os seu textos seria o mesmo que ver algo belo e não suspirar...parabéns. bjs
20/03/2009 21:05:36
Reescrevi esse texto para torná-lo um pouco mais conciso e fácil de ler. Espero que gostem dessa versão também.
12/03/2009 19:17:04
Adorei o conto....bjos!
21/12/2008 12:31:31
HUM...EXCITANTE PORÉM EVAZIVO....DEVERIA TER UMDESFECHO MELHOR..QUANDO O TESÃO COMEÇA A CHEGAR LENDO O SEU CONTO Q POR SINAL MUITO BEM ESCRITO O FINAL DÁ UMA PARADA Q A GENTE ATÉ PERDE A GRAÇA....DA PROXIMA VEZ AVENTURE-SE MAIS..JA Q É FICTICIO MESMO.....
21/11/2008 10:47:14
Muito bom, se eu fiquei querendo mais, imagino o Zé!!!
13/11/2008 09:52:51
Ah quanto tempo não leio algo desta qualidade no gênero erótico? Creio que desde Contos de Eva Luna... Excelente produção a sua Peristilo.. Qualidade textual, sabe seduzir o leitor e conduzi-lo dentro da sua narrativa, guiando suas expectativas e percepções.. No entanto, creio que o clímax do conto não acompanha a qualidade do restante do conto... Você sabe muito bem como criar uma história e envolver o leitor, no entanto, cria uma imensa expectativa..que não é satisfeita de forma plena... Mas, enfim, é apenas um ponto de vista... Ès muito bom autor. Escreve algo além de eróticos? Gostaria muito de ler... Admiro-te!!
11/11/2008 01:04:15
Nossa , que delícia de conto , adorei , muito boa sua narrativa , nota 10
07/11/2008 13:08:28
Super Legal, foi uma aventura e tanta
07/11/2008 09:54:03
ótimo conto Peristilo adorei a narrativa. Se vc puder de uma visitada na minha pagina, seu comentário e voto seria apreciado. Abraços,
Ale
18/09/2008 11:45:17
Pra quem gosta de merda! um prato cheio!!!!
24/07/2008 18:46:57
Oi, Allie, muito obrigado. Fico feliz por ter gostado. Se quiser entrar em contato, meu e-mail é peristilo@yahoo.com. Porém acho que não aceitarei proposta, não. Escrevo para me divertir. Mas se quiser escrever você mesma suas histórias, eu teria muito prazer em ajudar no que eu fosse capaz. Um abraço!
23/07/2008 11:01:37
"Casadabaiana :36 Adorei. Nota 10. Temos muita coisa para contar de nossas aventuras, mas não temos o dom necessário para transcrever para o papel o que passa na nossa cabeça. Estamos pensando em te contratar para escrever nossas histórias. Parabéns." } BIS! está aberto para contactos? lool! *
16/07/2008 08:36:39
Adorei. Nota 10. Temos muita coisa para contar de nossas aventuras, mas não temos o dom necessário para transcrever para o papel o que passa na nossa cabeça. Estamos pensando em te contratar para escrever nossas histórias. Parabéns.
16/07/2008 00:40:59
Muito bom o conto, de ótima qualidade... A forma como escreve, a forma de como são usada as palavras, muito bom mesmo cara!!!! Você é um profissional nato. Sou nova aqui no site, e esse é o primeiro conto seu que eu leio, espero encontrar muito deles por aqui. Viajei no seu conto, fiquei com um baita tesão ao ler, rsrs...
01/07/2008 08:20:41
Muito bom! Realmente surpreendente a forma como você entra dentro da psique de uma personagem feminina e a torna como que real para quem a lê.
23/06/2008 17:28:15
Obrigado a todos que comentaram. Oi, Nizzy, obrigado a você também, apesar do voto fraco e do comentário ressentido. Lerei com prazer seus textos, mas não me peça pra votar nem comentar, pois não me sentiria mais à vontade pra dar minha opinião sincera. Um abraço, colega.
23/06/2008 15:50:06
Bom eu ia dar nota 2, mas não quero correr o risco de parecer que tenho pinto pequeno, então...kkkkkkkkkkk Brincadeirinha, vc sabe que eu adoro seus contos né, além do mais, nem pinto eu tenho kkkkk Nota 10
23/06/2008 10:50:14
Gostei de seu conto, escreve bem, so esperava mais de vc, por ser tao crítico(a), mas vou continuar tentando, rsss e espero que tu ainda leia outros contos meus e de nota ok?
21/06/2008 17:56:07
excelente , pena que não é verídico nota 9
21/06/2008 11:35:50
Extraordinário sua maneira de escrever contos eróticos, mas que acabam se tornando uma..ah "comédia sexy", se assim posso dizer. rs Eu, particularmente não sorrio muito e detesto esses contos de quinta, mas sou persistente e fico com a vaga no entanto mortal esperança de que encontrarei um bom, e cá estou, rindo até as orelhas, com lágrimas nos olhos. Adorei seus contos, meus parabéns e por favor continue assim. PS: por acaso, você não teria outras estórias, que não fossem contos eróticos? adoraria ler se vc tivesse. para o caso fica meu e-mail >> bibipott@yahoo.com.br..Grata Beijos e abraços...^^
19/06/2008 21:44:18
gostei muito do conto,sou novo no pedaço,mas vai me ver dando notas a respeito de seus contos,pois não é o primeiro que leio,dou nota 9,e com certeza darei notas superiores para seus contos,é de primeira sim...não é de hj que venho lendo,mas só agora tive coragem de me cadastrar.abraço!
16/06/2008 19:49:20
Ah! andyloko, agora fiquei emocionado! Valeu mesmo! Um abraço, colega!
16/06/2008 13:07:56
Peristilo, para mim você e o lobo são os melhores aqui no site não canso de ler seus contos parabens nota 1000 ,se não pode vai 10 então com louvor
16/06/2008 13:06:04
Peristilo, para mim você e o lobo são os melhores aqui no site não canso de ler seus contos parabens nota 1000 ,se não pode vai 10 então com louvor
15/06/2008 19:43:17
Minha gostosa, se eu te pego não gozaria apenas em seu, enchia sem pudor todo seu cuzinho de porra.
03/06/2008 18:12:57
Nimrod,eu havia retirado quase todos os contos. Publicarei outros depois. Esse de que você fala causou-me tantos aborrecimentos por ser polêmico que o deletei e não consigo encontrar o manuscrito. Perdeu-se. Graças a Deus!rs,rs!
03/06/2008 14:10:36
Recomendei a leitura do seu conto "casada, virgem e morta" a alguns amigos e me retornaram não haver encontrado. Vim confereir e não encontrei. Poderias republicá-lo, por favor?
29/05/2008 20:21:00
Arre! Eu que estou no armário desde os 13 anos e nunca vi ou senti uma pica destas(que deve ser gostosa), não perderia a oportunidade e pediria prá me traçar todo!!!!!!!!!!!!!!!!
27/05/2008 20:20:06
Não gosta e leu os dois,hein? Gaiato! Tá me enganando!Quando publicar o próximo, eu te aviso.
27/05/2008 20:16:31
Ah! obrigado pelos dois pontos. Mostrou que não é nada pessoal. É só crítica justa, não é mesmo? Eu que entendi mal.
27/05/2008 20:13:28
Hei, menino, pára de me perseguir por tudo que é site! Tu não tem idade pra entender certos textos ainda. É por isso que é tão difícil. Eu entendo, meu filho. Mas estuda que tu chega lá um dia. Acredita no teu sonho!
27/05/2008 18:34:58
olha esse foi melhor, mas tu e muito arrogante cara aposto que tu sai pedindo.
27/05/2008 11:15:25
Ótimo o seu conto. Um dos melhores que já li. Escreve somente contos eróticos ou "passeia" também por outros estilos? Grande abraço!
22/05/2008 00:52:08
Só um escritor(a) nato(a) tem essa capacidade: de nos fazer vislumbrar toda a cena nos mínimos detalhes, parabéns. Nota 10.
22/05/2008 00:15:35
Pô, cara muito legal!Embora, eu goste de ler sobre sexo completo, do oral ao anal, e com mais sacanagem do que romantismo - sexo hardcore mesmo - temos de admitir que você escreve muito bem.Aliás, cadê aquele texto da mulher que foi visitar o marido na cadeia?Aquele é ótimo.
20/05/2008 15:37:12
Puta merda cara!!!!!!!!!!! Fico parecendo uma retardada, com um tesão doido, sorrindo descontroladamente... Vc é o bom por aqui... Vc quem enche o meu dia de fantasias... Tenho vontade de fuder a toda hora quando penso nos seus contos... Nunca pare de escrever... Mesmo sendo ruim... Vc consegue ser bom...
17/05/2008 18:39:55
Juro que não entendi!!!Explique-se melhor, Roberto. Tudo que escrevo é de minha autoria. Se quiser, escrevo até um conto em sua homenagem. É só dizer uma fantasia que te faço de personagem, como fiz comigo e a autora Moline. E não malho nada; apenas comento. Às vezes de forma dura, debochada ou bem-humorada.Devo ter extrapolado alguma vez, mas acredite que não foi por maldade. Procuro ser pertinente e justo. Sou duro, mas sou franco.Não digo nada pra derrubar ninguém gratuitamente. Se os caras querem mandar porcaria, têm todo o direito. Mas também tenho o direito de comentar e expressar meu aborrecimento após perder tempo lendo textos horríveis, pois gosto mais de ler do que de escrever, como pode perceber pelo meu perfil. Por favor, manifeste-se a respeito e se, quiser pode até entrar em contato comigo através do e-mail "virgingirlnomore@yahoo.com". Obrigado e um abraço sem ressentimento. Você mora em Fortaleza, não é? Eu também. Bye, amigo
17/05/2008 15:04:51
Tu és um cara de pau mesmo. Não é peristilo . Fica malhando a escrita dos outros e não escreve PORRA nenhuma (não tem cérebro nem nada para relatar mesmo!) pajeia o relato dos outros e nem se nem ao trabalho de corrigi-lo, Sai desta cara. Ver se na próxima não deixa tua opinião de otário. Depois desta ninguém mais vai dá mínima para ti. LADRÃO DECONTOS.
12/05/2008 18:44:18
Valeu pela força, Instrutor e Gato! Foi besteira minha, mas acho que vou dar um tempo mesmo. É que, sem os votos, o conto é menosprezado por aqueles que só olham a nota antes de ler. É muito frustrante saber que o conto não é tão ruim e ter uma nota quase abaixo de sete, havendo tantos de péssima qualidade com notas altíssimas. Por menos vaidoso e humilde que eu queira ser, não dá pra engolir uma coisa dessas. Mal sei digitar e perco um tempão escrevendo pra entreter o pessoal. Por enquanto estou sem saco! Depois acho que publico alguma coisa nova aqui. Realmente, Instrutor, são leitores assim como você que nos pagam a mais alta recompensa. Obrigado, gente!
12/05/2008 09:34:42
Meu caro Peristilo, concordo com você quando ficairado com a sua média, não sei se é 171 do pessoal do site ou do pessoal que comenta, às vezes a galera acha o conto legal mas esquece de votar. De qualquer forma já votei umas quatro vezes no 10, espero que isto aumente a sua média e faça você ficar conosco. Valeu parceiro! Um abraço.
12/05/2008 01:33:24
Mais uma coisinha... Alguém conhece ou já tentou escrever para o responsável pelo sítio através do e-mail casa_dos_contos@yahoo.com.br? Talvez pudéssemos convencê-lo de que para votar seria obrigatório a prévia identificação, assim como nos comentários. Desculpem se estou falando alguma besteira, mas passei a freqüentar o sítio há menos de um mês, e só recentemente (semana passada) resolvi me inscrever para poder comentar e votar. Um abraço aos homens e um beijo bem gostoso às mulheres!
12/05/2008 01:21:50
Realmente, Peristilo, me desculpe. Existem várias ocorrências como esta, principalmente, nos textos em português de Portugal. Trata-se de Pleonasmo , se não me engano, tal qual a expressão "entrar para dentro", "encarar de frente" e "há muito tempo atrás"... Pode ser considerado um "vício" ou um estilo (no seu caso, penso fazer parte de seu estilo), principalmente quando queremos enfatizar. Por favor, acho que falo por todos (os identificados) ao pedir que não abandones este sítio, você e nós sabemos qual a sua verdadeira nota e quem acompanha o seu trabalho irá sempre prestigiá-lo (afinal são estas as pessoas que realmente importam)! Gostaria de ter sido mais breve... Um grande abraço e continue a nos excitar! :)
10/05/2008 20:51:46
Peristilo me responde por favor fala comigoooooooooo
10/05/2008 15:13:06
eu como novato nos conto achei muito bom parabéns 10
10/05/2008 03:07:14
Este é meu primeiro comentário neste sítio e eu ainda não sei como votar... Já que ainda falta revisar aqui vai uma dica (pelo que pude notar em suas críticas em outros contos você é bastante exigente e leva os contos a sério, tal qual obras literárias): "Mais de uma vez procurei convencer-me a mim mesma...". Esta redundância não ficou legal... Nota 9.
09/05/2008 19:51:21
Muito bem escrito. Narrativa clara, sem enrolação. Nota 9.
09/05/2008 09:20:13
Tem uma homenagem à você e ao Gato Félix no conto "Encontro a três", espero que goste! bjs
09/05/2008 09:05:34
Muito bom o seu conto. Realmente parece que estamos vivenciando a cena, com as riquezas de detalhes que escreve. Confesso que esperava ver o caiçara fuder a recatada mulher, mas tudo bem. Nota 9. Fui.
09/05/2008 01:45:43
kkkk! muito bommmm!!! é incrível como vc nos faz imaginar toda a cena...tive que tapar minha boca pra não rir alto e acordar meu marido...kkkkk! muito bom mesmo! adorei! vc é demais...tb quero vc no meu msn viu? beijooooooooooossss!
08/05/2008 21:15:36
Showwwwwwwwwwwwwwwwww!!! Muito bom, ri , me diverti e imaginei a cena de uma mulher recatada abismada com um monumento! Palavras perfeitas, descrições sensacionais.... Não preciso nem dizer né?!?! Um cheiro gostoso bem lá!!!

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