Sacanagem na Van

Um conto erótico de Shacall
Categoria: Heterossexual
Contém 581 palavras
Data: 08/05/2008 18:46:02

Meu nome é Maurício, tenho 24 anos e sou casado. A história que vou contar aconteceu comigo quando tinha 16 anos e vivia o meu primeiro namoro sério. Na época eu namorava a Janaina e ela era uma garota bem safadinha. Tinha perdido a virgindade desde os 14 anos e quando começamos a namorar ela já estava com o “motor amaciado”. Morena, de cabelos bem pretos até o meio das costas, 1,65m de altura, seios médios e bem durinhos e com um bumbum que metia inveja em qualquer mulher, ela me tinha nas mãos de tão gostosa que era. Logo no começo do namoro (que durou 1 ano e 7 meses), ainda nos conhecendo, tivemos uns pegas na primeira semana e ela me pediu pra dar um beijinho no seu peitinho. Nem preciso dizer que aquilo abriu o caminho pra mim que não imaginava o quanto safada ela era. Um belo dia fomos ao litoral com as duas famílias numa praia a uns 45 minutos de onde marávamos. O dia foi ótimo e ficamos nos pegando dentro d'água e isso até chamou a atenção da minha mãe que chegou a comentar com a mãe dela sobre nosso “avanço' em tão pouco tempo de namoro. Voltamos pra casa já ao anoitecer. Meu pai tinha uma Van e estávamos todos no mesmo carro. Nos sentamos sozinhos no último banco e à nossa frente estava apenas o meu primo. Só lá na frente é que estavam as outras pessoas (minha irmã, a irmã dela, o pai e a mão dela dela) e meus pais que viajavam no primeiro banco. Enfim, tínhamos ficado reservados e não demorou pra eu começar a acariciar sua xota que já estava molhada de tanto tesão guardado de todo aquele dia de safadeza na praia. Ela estava deitada em meu colo e querendo retribuir minha carícias começou a me masturbar de um jeito bem delicado. Tivemos que mudar de posição pra não dar bandeira do que estávamos aprontando e eu passei para o lado esquerdo, ficando bem atrás do meu primo que viajava inocentemente com o resto da turma. A estrada escura só favoreceu aquela situação que caminhava para a primeira chupeta que ela faria em mim. Ela continuava a me punhetar deitada em meu colo com a mão dentro da minha sunga que de tão apertada não dava liberdade a meu caralho que quase furava a roupa. Não demorou e eu coloquei o cacete pra fora bem perto da sua boca. A resposta veio com um sorriso safado e o gesto da cabeça dizendo sim. Começou lambendo a cabecinha com umas linguadas suaves que logo se transformaram em fortes e vigorosas. Ela segurava com força meu cacete pela base e lambia como se fosse a última coisas que ela ia fazer na vida. Começou a engolir o meu caralho com movimentos de vai e vem que me deixavam doido. Daí em diante ela me chupou por cerca de 25 minutos e eu chegava a conversar com as pessoas e dizia que ela estava dormindo em meu colo. Com a mão, eu dedava sua buceta que a cada minuto focava mais molhada. Já chegando em casa ela ia se despedindo do meu pau e resolveu guardá-lo, mas eu já estava quase gozando e coloquei-o de volta em sua boca esporrando-a alucinadamente. Ela não deixou cair uma gota sequer do meu gozo e engoliu toda a porra com um sorriso no rosto que até hoje me lembro com saudade.

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