No Aeroporto Pensando Nela

Um conto erótico de O Jogador
Categoria: Heterossexual
Contém 728 palavras
Data: 11/03/2008 20:14:29
Assuntos: Heterossexual

As duas semanas que se seguiram foram duras, mas eu tinha que me fazer presente em algumas reuniões da empresa, enfim chegou o dia, fui para o aeroporto sem ânimo algum, estava mal, me culpava o tempo todo pelo meu erro, no fundo eu sabia que corria este risco, mas era um jogo e eu queria jogar, agora depois de ter perdido estava mesmo acabado. Era 30 de dezembro, o voo para Málaga seria às 17:30, mas eu cheguei cedo e fiz o check-in logo, fui sem muito ânimo pra sala de espera. Derrepente, numa daquelas cadeiras vi alguem que parecia ser ela, deve ser um delírio, pensei comigo, e sentei-me num canto qualquer. Olhando os avióes não percebi quando alguém chegou por trás de mim, e com uma voz fraquinha disse: oi!, Pensei que estava ficando louco, virei-me e pra minha surpresa e espanto, era ela. Com ar de cansada, mais magra estava ali, diante de mim, sem pestanejar agarrei-a com um abraço forte levantando-a do chão, ela abriu-me aquele lindo sorriso. Fiquei mesmo feliz, beijamo-nos loucamente. Ela então me perguntou se ainda tinha a passagem fez o check-in com o passaporte, eu disse-lhe que claro que tinha, ainda que mínima eu conservava uma esperança de ter este momento.

Enquanto esperavamos entrar para o avião, ela foi me contando o que se passou.

No dia seguinte que chegou na casa do Oswaldo, já começou a sentir algo diferente, ele estava meio hostil, estava lá um cara forte, moreno todo à vontade, e ela perguntou quem era, e ele gritou que não lhe interessava. Depois de almoçarem, foram pra um passeio de barco, o cara foi junto. Já distante da margem, ele parou o barco, e começaram a beber com uns comprimidos misturados, ela também bebeu, e não demorou muito estava numa pequena orgia. Os dois começaram a atacá-la, chegaram mesmo a forçar a barra, um comia o cuzinho e o outro a buceta, ela disse-lhes que não queria assim mas eles continuaram, ela meio alucinada entrou no lance e fudeu gostoso, foram mais de uma hora e meia de foda, sem parar, e depois de fazerem-na gozar bastante, começaram a transar os dois. O cara, que se chamava Júnior, começou a comer o Oswaldo, com força lhe empurrava o pau, bem grande por sinal, no cú dele que pedia mais. Minha mulher ficou deitada só assistindo, depois de ter feito o Oswaldo gozar, tocando-lhe uma punheta, ele então enfiou-lhe o pau na boca e encheu-o de leite, ele se deliciou. Depois disso desmaiaram na cama, e minha mulher também. Voltaram para casa onde os dois foram dormir juntos, está explicado agora o outro dia em que ele me ofereceu o rabo, ele estava vivendo um relacionamento homo, minha mulher dormiu noutro quarto. No outro dia levantaram-se muito tarde, a Carina, minha mulher já estava de pé e tinha ido à praia, quando voltou os dois estavam numa sala de jogos bebendo e jogando, ofereceram à ela que começou a beber também, mais uma vez estava com algum comprimido misturado e ela se entregou aos dois novamente, chegaram a amarrá-la. Meio louca, ela se entregou à brincadeira despejavam wisky sobre ela e bebiam quando chegava à sua bucetinha, depois o Junior começou a comer sua xoxota enquanto o Oswaldo comia seu cú, ela pensou que o Júnior era só o ativo, mas estava enganada. Ela gozou, e, então os dois deixaram-na de lado e começaram a transar com uns lances sado-maso em cima da mesa de sinuca, coisa de louco ela me disse, até o taco de sinuca eles se enfiaram um ao outro. Exausta ela foi tomar um banho e depois dormiu, só acordando bem tarde, os dois tinham saido para a balada e deixaram-na. Sozinha e desiludida ela chorou a noite toda, pensando em mim e na besteira que tinha feito, tentou me ligar, mas não conseguia, eu tinha o celular desligado, pensou que eu não a queria mais. Depois desse dia quase não se viam, por duas vezes, quando chegaram da rua pela madrugada, iam para o quarto dela e forçavam-na a fazer amor com eles, e numa manhã, ao acordar, a empregada disse que os dois tinham viajado, e ela ficou ali sozinha, não tinha dinheiro para ir embora e não sabia o que fazer. Quem sabe ainda tenho chance neste pôquer?

Continua

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Comentários

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Sem comentários, até pq deixei de comentar merda..

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que conto escroto, totalmente sem nexo..se quer contar uma desilusão vá e um programa sensacionalista de uma TV qualquer!

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e um texto puramente inventado sem nada real, as vezes quem escreve pra querer subestimar nossa inteligencia nota zero

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