Minha familia Parte I

Um conto erótico de Cratos
Categoria: Heterossexual
Contém 843 palavras
Data: 08/02/2008 13:26:09
Assuntos: Heterossexual

Bom a vida sempre nos reserva surpresas, pois hoje tenho uma relação digamos diferente com minha família. Sou de uma família tradicional, (Pai, mãe, irmã mais velha e já casada). Meu pai um taxista e por isso fica o dia todo fora de casa. Eu só estudo e minha mãe (gilca 44 anos) é uma legitima dona de casa. Porém com um jeito peculiar, pois não é uma gata estonteante, mas possui atributos como uma cintura bem torneada, coxas grossas e um quadril muito gostoso. Minha irmã (Rosângela 23 anos) é do tipo potranca. Coxas grossas, bumbum grande, seios médios, porém como se encontrava grávida de 7 meses, estava com os seios inchados.

Sempre fui de ficar espiando elas, mas nunca tive coragem de fazer nada além de bater muita punheta. Certa feita viajamos para praia era final de ano, passamos vários dias e tudo normal, até que no dia 31 daquele ano fui para a praia com minha irmã e seu marido, estávamos lá até que minha irmã pediu para voltar pois estava ficando com fome, e como a casa fica perto da praia ela foi sozinha, Logo minha mãe aparece , e quando ela tira a tanga para deitar na areia para se bronzear, meu pau quase explode, ela não estava com esses biquínis minúsculos, mas ele estava modestamente guardardo naquela bunda maravilhosa, percebi que meu cunhado também reparou e me chamou para irmos para a água, aceitei pq meu pau tava quase sendo notado no calção. Passado alguns minutos sinto alguém agarrando minhas pernas e quando olho é minha mãe. Gostei da brincadeira e comecei a perseguir minha mãe para aproveitar e passar a mão nela. Logo ela se atraca com as pernas em minha cintura e prende meus braços para baixo. Não sei da onde veio tanta coragem, mas enchi a mão naquela bunda senti meu pau inchar e senti o macio daquela bunda gostosa, e a reação foi trágica, ela me soltou e disse que a brincadeira tinha acabado e que aquilo era muito feio. Fiquei tão sem graça que sai da água e fui direto para casa. Bom não sei se isso foi minha salvação, mas quando cheguei flagrei minha irmã punhetando um primo meu que estava em uma casa próxima da nossa. Corri para dentro da casa e peguei meu celular e pude fotografar aquilo, ela só o punhetou coisa que achei estranho, mas tudo bem. Me certifiquei que aquela foto me ajudaria a alguma coisa e fui até a lan house descarregar a foto e mandar para meu e-mail. Por segurança.

Aquela tarde passou sem novidades, a noite todos saíram e minha irmã ficou, eu até então nem encarei minha mãe, mas encontrei minha chance para falar com minha irmã ela estava maravillhosa usava um Top pois queria exibir o barrigão e uma saia rodada não curta, chamei até meu quarto e logo mostrei a foto, ela assustada disse que não contasse isso para ninguém pois tinha sido a única vez e não aconteceria de novo, concordei claro, mas coloquei uma exigência, ela teria que dar pra mim, ela disse que era impossível, ai é que vem a surpresa, ela disse: - Não posso fuder com você, meu médico me proibiu, pelo menos até ter o bebê, mas pra não te deixar na mão posso dar uma chupadinha. Afinal vc sabe que grávida vive escorrendo de tesão.

Não acreditei, coloquei meu pau pra fora e ela prontamente o agarrou e começou a me punhetar, eu estava no céu, aquela mulher que eu tinha espiado minha vida toda estava ali naquela situação, logo comecei a passar a mão nas coxas dela subindo pela barriga e caído nos peitos que de tão inchados estavam quase pulando pra fora. Ela então me pediu que passasse a mão em sua bucetinha que estava muito molhada, fiquei acariciando até que enfiei um dedo em sua xoxotinha e ela disse para mim tirar, logo concordei pois não sabia os problemas que ela enfrentara. A punheta tava muito boa, porém ela e eu queríamos mais, ela pediu que eu ficasse em pé na cama deixando meu pau na frente da sua boca. Ela prontamente abocanhou eu cheguei a tremer as pernas de tanto tesão, não resisti muito e comecei a gozar muito e ela encheu a boca de porra, mas engoliu tudinho. E como se fosse uma comemoração os fogos de entrada de ano começaram a explodir. Cai na cama ela deitou no meu lado fiquei alisando sua coxa, quando derrepente ela vira de lado e pede para que eu continue o carinho em sua xoxota até que ela começa a gozar muito. Passado aquele momento comecei a me perguntar pq ela tava sem calcinha. Alguns meses depois a questionei e ela me confessou que tinha me visto e que sabia que eu tentaria algo do tipo.

Minha irmã disse que quando seu filho nascer e ela sair do resguardo vai liberar a xoxotinha pra mim. Mas a minha semana ainda não tinha acabado e eu ainda teria que encarar a minha mãe.

Continua...

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Comentários

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adorei seu conto estou curioso para ler o proximo.parabéns

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É verdade, tem que comer a mamãe também!!!

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