sodomizada por uma negra maravilhosa

Um conto erótico de babinha
Categoria: Homossexual
Contém 2656 palavras
Data: 15/11/2007 14:49:16

BABINHA – sodomizada por uma negra maravilhosa

Tinha ido almoçar com Carlos, pois o mesmo tinha prometido me levar até a casa de Sônia, a negra amiga de Martha, de um de meus contos anteriores.

Ele me disse que ela havia lhe telefonado e perguntado se poderia me ceder a ela por uma tarde inteira, mais que seria somente eu e ela, se ele quisesse poderia ficar junto, mais apenas assistindo, mais ele sabia que ela no fundo queria ficar sozinha comigo, e desculpou-se dizendo que teria algumas reuniões na tarde daquele dia, mais que me levaria, me deixaria com ela, e depois no inicio da noite me pegaria de volta. Ela concordou de imediato e agradeceu muito a ele a confiança depositada.

E assim as 14.00 horas mais ou menos, chegamos a seu apartamento, Carlos tocou a campanhia e ela apareceu na porta, estava somente de calcinhas, e sorrindo disse que estava a vontade pois já estava me esperando e estava ansiosa pela minha chegada, dei-lhe um beijo nos labios carnudos e entramos. Ela e Carlos ainda conversaram um pouco, enquanto eu tinha ido para o quarto tirar toda minha roupa, isso eu já havia combinado com Carlos e assim que chegamos e vimos como ela estava, nada mais propicio do que começar logo a esquentar o ambiente e faze-la babar de tesão. Quando voltei para a sala, estava nuazinha e ela me olhou e disse-me que tinha me adorado desde o dia em que estive com Martha em sua casa, e que ela num momento de distração de Martha havia dado seu telefone para Carlos e pedido a ele que ligasse para ela, pois ela tinha me adorado e me queria muito, e como havia sentido naquele dia que quem comandava minha vida era ele, ficou torcendo que ele lhe ligasse, e foi o que aconteceu, ele ligou, ela implorou que ele me levasse para ela, e lá estava eu, nuazinha, prontinha para ela.

Carlos despediu-se e foi trabalhar, assim que ele saiu, ela me segurou pelos ombros, apertou-me e me beijou com volúpia, senti sua língua dentro de minha boca, senti suas mãos apertarem minha bundinha e seu dedo procurar minha xota, e o que recebi foi um carinho gostoso em cima de meu grelhinho, e ela sussurrando em meu ouvido que queria me fazer de sua putinha, que queria-me bem quietinha e obediente, que ela iria me maltratar muito e que me faria gozar até ficar bem inchadinha, olhei-a nos olhos e pedi que ela me maltratasse da forma que quisesse, mais que não me machucasse, ela jurou que não iria me machucar, apenas queria se sentir minha dona, beijei novamente sua boca e descendo até ficar de joelhos de frente para ela, enfiei minha língua em sua xota. Ela de pé rebolava em minha língua, e pedia que eu enfiasse o máximo que eu pudesse, eu também a tinha adorado desde o primeiro dia, ela era muito interessante e seu corpo era um tesão, e eu queria viver naquele momento aquele tesão, eu me daria totalmente para ela.

Ela me levantou, como se eu fosse uma pena, colocou-me em seus braços e foi me levando para o quarto, e sempre sussurrando dizia-me que agora ela seria minha dona e eu seria sua escrava, que ela queria me fazer gozar muito e queria gozar muito comigo.

Deitou-me vagarosamente na cama, pediu que eu abrisse bem as minhas pernas, o que fiz de imediato, ela pegou um consolo duplo, bem maior e mais grosso do que nós havíamos usado quando Martha lá esteve com a gente, sorrindo perguntou-me se eu agüentaria, eu sorrindo para ela mandei que ela experimentasse, se eu não agüentasse eu falaria... ela pediu então que eu esticasse meu braço direito, senti então ser algemada pelo lado direito, logo ela pediu que eu esticasse o braço esquerdo, e logo senti também ser algemada pelo lado esquerdo, desceu pelo meu corpo, e abriu minhas pernas, e senti meus tornozelos serem também algemados na cama, eu estava totalmente aberta e indefesa, pois estava totalmente algemada na cama, ela sorrindo disse que agora iria começar a me torturar, a fazer eu me sentir sua putinha, sua escrava sexual e que ela iria me provar de todas as formas e jeitos, pedi que ela chupasse meu grelhinho até eu ficar totalmente melada, e assim foi feito, sua língua entrava dentro de mim, eu sentia ela explorar o interior de minha xota com aquela língua que era enorme, sentia seus labios quentes contornarem toda a minha xota, e assim nesta situação comecei a gozar e a pedir que ela me fizesse sua fêmea.

Ela então começou vagarosamente a enfiar aquele consolo super grosso e grande, sentia minha xota ser alargada, era muito mais grosso do que se pode imaginar, mais ela colocava tão vagarosamente que não me doía, pelo contrário, aquilo estava me dando um prazer indescritível, e eu gemia e pedia que ela enfiasse o máximo que pudesse, eu queria tudo que pudesse agüentar dentro de mim, e assim ela ia me enfiando e eu gemendo e gozando.

Quando finalmente ela se satisfez de ver o quanto já estava dentro de mim, pegou a outra ponta que havia sobrado, e sentando-se encima começou um vai e vem até que todo o restante também estivesse dentro dela, e ai sentimos nossas xotas de tocarem, e começamos a remexer, sempre tentando deixar as duas xotas juntinhas, pois a quentura que as mesmas transmitiam uma a outra que selvagemente começamos a berrar, gritar, gemer e gozarmos juntinhas. Ficamos espetadas uma na outra por quase uma hora, parávamos, nos beijávamos e de repente começávamos novamente a nos remexer para sentir o prazer que estávamos proporcionando uma a outra.

E ela sempre gemendo, dizia que ainda não tinha começado a me maltratar como sua escravinha, que ela ainda ia querer muito mais. Pedi então a ela que soltasse minhas mãos e meus pés, pois eu queria participar intensamente, queria aperta-la em meus braços, e que eu deixaria ela fazer o que quisesse comigo. E assim foi feito, ela soltou-me as algemas, senti-me livre novamente.

Ai foi minha vez de ver a forma violenta como ela gozava, e imediatamente enfiei minha língua dentro de sua xota, com movimentos circulares de minha língua em volta de seu grelho, ela urrava de prazer, me chamava de putinha, vadia, que Martha tinha razão em dizer que nunca tinha tido uma fêmea tão vadia quanto eu, e ela falando e eu chupando com mais vigor sua xota, ela segurava minha cabeça, me empurrando para que eu me afastasse um pouco de sua xota, mais eu continuava atrevidamente a mama-la.

Senti seu jorro de gozo em minha boca, ela parecia estar urinando de tanto gozar, molhei todo o meu rosto e dei para que ela me lambesse e beijasse minha boca, pedi a ela que me fizesse sua putinha, que eu queria muito ser a escrava que ela havia alugado ao meu dono, e que ele sabia que ela iria me deixar totalmente arrombada, mais o tesão que eu sentia era muito mais forte do que o medo, eu queria ser dela, senti-la minha dona, obedecer as suas ordens, seus desejos, suas vontades, eu queria gozar e faze-la gozar.

Ela lambeu-me inteirinha e mais uma vez gozamos juntinhas, parecia mágica nós duas, quando estávamos juntas sentíamos nossas xotas pingarem de prazer, e por diversas vezes passávamos os dedos dentro da gente, e uma chupava o dedo da outra. E assim ficamos mais uns minutos, descansando, mais no fundo nós queríamos mais, e eu lhe dizia isso ao pé do ouvido, eu sussurrava baixinho que queria ser dela, queria senti-la inteira como minha dona.

Ela então novamente pega as algemas e pede para que eu de minhas mãos e pés, pois ela me queria totalmente sodomizada, a seu inteiro dispor, colocou-me de quatro na cama e algemou-me, senti-me totalmente indefesa, totalmente aberta, mais também sentia um calor muito grande em minha xota, ela pingava no lençol da cama, já tinha uma marca grande de gozo no lençol, e isso nos dava imenso tesão.

Ela então, ajoelha-se por traz de mim, e dá uma palmada em minha xotinha, pegando de baixo até a ponta do grelhinho, imediatamente abri-me o máximo que me era possível, e ela então sentindo minha reação começou a dar palmadas em mim, ora em minha xotinha, outras em minha bundinhas, aquela dor foi iniciando um gozo forte em mim, como eu adorava levar palmadas, e da forma como ela fazia, eu tinha certeza de que meu amor Carlos o havia dito para ela como eu gostava, pois ela se esforçava ara fazer tão bem feito como ele fazia em mim.

Comecei a gozar, gritando palavras desconexas, mais me lembro bem, que sempre pedia que ela batesse mais, que eu queria sentir a dor misturada ao prazer e que quando eu gozasse ela poderia fazer o que quisesse comigo, e assim ficamos bem uns quinze minutos, cada palmada em minha xota ou na minha bundinha, era seguida de um jorro de gozo, que as vezes ela o pegava na ponta de seus dedos e dava-me a mão para que eu chupasse, o que eu fazia como se estivesse com fome e sede, deixava a palma da mão limpinha e pedia mais e assim ficamos neste curto espaço de tempo.

Depois eu ainda de quatro na cama e algemada, pedi que ela me desse um pouco de sua xotinha para mamar, e ela disse que não me daria, pois agora ela iria me fazer de sua putinha e queria ver até onde eu aguentaria. Olhei-a de soslaio, e vi que ela havia vestido uma calcinha com um consolo de mais ou menos uns vinte e cinco centimetros de comprimento por uns dez de espessura, grosso. Lindo, gostoso, totalmente lubrificado e ela rindo veio se chegando até mim, apontou na olhota de meu cuzinho e foi me penetrando suavemente, eu procurava me alargar ao maximo, era grande e grosso e eu não queria que aquilo me machucasse, eu queria gozar muito espetada nele... gemia e pedia que ela entrasse mais, ela começou com estocadas leves, e eu ia pedindo que ela aumentasse gradativamente, era maravilhoso sentir aquele consolo, que era uma caceta perfeita entrando e saindo de meu cuzinho, eu gemia, pedia mais e ela enfiava e me dava palmadinhas na bunda, me xingava de puta, piranha, mandava que eu piscasse meu cuzinho quando ele estivesse totalmente dentro de mim, e eu assim o fazia, ela olhava e delirava dizendo-me que eu seria sempre sua amante, que ela me daria o que eu quisesse, mais que eu teria que estar sempre a sua disposição e eu pedia então que ela enfiasse tudo de sua femeazinha, sei que as minhas palavras mexiam com ela, pois eu passei a comandar as investidas , dizendo a forma como eu queria ser fudida por ela, e ela sempre me atendendo, parecia ser eu a dona dela, pedi-lhe então que devagarinho me tirasse as algemas novamente, queria me sentir livre para poder aperta-la, e ela então me fez jurar que ela ainda poderia fazer tudo que quisesse comigo, jurei e beijei-lhe os seios de uma forma que ela gritou dizendo que estava mais uma vez gozando. Vi-me livre das algemas, pedi a ela que deixasse eu ficar na posição de frango assado, pois queria olhar seus olhos enquanto ela fudia meu cuzinho, fui atendida de imediato, colocou-me na posição e estocava mais forte, saboreando meu gozo e mostrando-me toda sua vontade em me fuder.

Eu estava atochada com o consolo em minha xota até o tato, sentia o calor da xota dela perto de meu cuzinho, quando ela me pede para que abrisse o maximo possível minhas pernas, pois ela agora iria fuder meu cuzinho e fuderia também minha xota, falei-lhe então que adorava ser duplamente penetrada, aquilo me dava um tesão muito grande, e ela rindo para mim, disse-me que eu não seria duplamente penetrada, mais sim triplamente, o meu gozo estava tão intenso que não havia observado a palavra triplamente e me abri o maximo que pude, joguei minhas penas para o alto e as abri formando um angulo de quase 180 graus, ela olhava-me dentro dos olhos e dizia que adorava quando eu era uma vadia obediente, enfiou novamente o consolo grande em meu cu, começou um vai e vem gostoso, sempre pedindo para que eu piscasse meu cuzinho tanto na entrada quanto na saída, e vagarosamente foi introduzindo um outro consolo de menor tamanho em minha xota, fui sentindo ser devorada pelos dois lados, e meus gozos se tornaram múltiplos, comecei mesmo a sair fora de orbita, pedia que ela me maltratasse, mais que me fizesse gozar muito, e ela estocava os dois consolos cadenciadamente, enquanto um entrava o outro sai, as vezes os dois entravam e saiam ao mesmo tempo, eu não parava de gozar, berrava, urrava de prazer, pedia mais, pegava seus dedos e chupava como se fossem uma caceta, que falta me fazia uma piroca para mamar, e parece que ela lendo meus pensamentos, pegou um outro consolo e deu-me para mama-lo, eu o engolia o maximo que podia e o babava todinho, da mesma forma como faço com uma caceta em minha boca, sentia-me toda puta, ela então pega o consolo de minha boca e diz para que eu ficasse quietinha, pois agora ela iria ver o quanto eu era a putinha que ela queria que eu fosse, e vagarosamente começou a penetra-lo em minha xota, juntamente com o outro que estava acomodado dentro de mim, comecei a sentir os labios de minha xota serem alargados, olhava para ela e pedia que ela fosse devagar, e ela transtornada de prazer, dizia que agora iria me fuder com três cacetas e que iríamos gozar muito e que se eu sangrasse ela chuparia todo meu sangue até parar, relaxei e comecei a gemer baixinho, a dor era enorme, mais o prazer era maior ainda e logo tive o prazer de Ter três consolos dentro de mim, um enorme em meu cuzinho, e dois de bom tamanho dentro de minha xota, ela então começou um vaivém cadenciado, ela sabia que eu iria gozar com aqueles movimentos dentro de mim, e foi o que aconteceu, só que o gozo foi tão forte, tão intenso que eu desmaiei, um desmaio rápido, que levou-a a loucura, pois ela enfiava cada vez mais dentro de mim e dizia baixinho e com voz de tesão que iria me arrombar todinha, que iria tirar as ultimas preguinhas que ainda existissem dentro de mim, e eu rebolando intensamente pedia que ela me fizesse de sua puta, de sua vadia, de sua vagabunda. E assim mais uma vez gozamos abundantemente, o lençol já era uma mancha só, e juntas começamos a lamber a mancha que tínhamos deixado no lençol.

Quando Carlos chegou para me buscar, eu ainda estava toda inchadinha de tanta vara dentro de minha xota, mais nos prometemos que de vez em quando iríamos nos ver e quando isso acontecesse nós iríamos gozar muito.

Quando saímos do apartamento, Carlos me disse que ela havia me adorado e que a partir daquele dia, sempre que ela ligasse para ele, eu seria dela, pois ela também atendia alguns homens, que eram clientes seus, e que me queria junta com alguns deles, pois tinha certeza que da forma como eu me entregava ao prazer, eu seria muito bem aceita em seu circulo de amizades. E assim, ganhei mais uma amiga, que acima de tudo é tão puta e vagabunda como eu, ou até mais, pois ela fode por dinheiro, coisa que com o tempo também vou aprender, mais nada como uma foda por tesão. E eu adoro fuder por tesão.

Quem quiser me fuder todinha e me tratar como putinha, vadia e vagabunda, pode se candidatar, vou adorar e vocês também... babinha... ninfadininfa@ig.com.br

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive babinha escrava a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Este comentário não está disponível