Meu primo sabia, mas quis assim mesmo

Um conto erótico de pra casadas df
Categoria: Heterossexual
Contém 1836 palavras
Data: 14/10/2007 19:13:36
Assuntos: Heterossexual

Quando ainda solteiro, dividia o aluguel de uma casinha de fundos com um primo numa cidade satélite aqui em Brasília. Levávamos as namoradas, até putas para fudermos lá. Ele ficava em um quarto e eu em outro. Tinha uma sacanazinha que sempre que eu queria e não tinha outra, saía com ela. Era um tesãozinho a danada, mas muito piranha. Da minha idade, dezoito anos, na época. Fudia muito e fazia porque gostava. Tudo o que acontecia entre eu e meu primo contávamos um pro outro. Inclusive as putarias com as garotas e é lógico com a Elizângela. O certo é que eu e meu primo deixamos de morar juntos e foi cada um pro seu canto. Fui morar em outra satélite. A Eli ainda vi umas duas ou três vezes, uma inclusive na minha nova residência, que era um dos muitos quartinhos de aluguel no fundo de uma casa de família, mas como a entrada era independente. Depois da meia-noite a rapaziada costumava levar o “gado” – como chamávamos as meninas – pra fuder, tudo no maior silêncio, para os senhorios não perceberem. As minhas idas ao Guará, onde meu primo ficara, foram rareando. Sei que havia passado uns oito meses que a gente tinha deixado de morar juntos, eu e meu primo nos encontramos e enquanto tomávamos uma gelada, íamos colocando o papo em dia. Falávamos de tudo um pouco, até que ele resolveu se abrir e dizer que estava namorando a Eli (ele sempre a chamava assim). Eu fiquei na minha. Ele sabia que ela era uma cachorra barata, bem vagabundinha, e que já tinha passado pela pica de muita gente, inclusive a minha. Mas queria assim mesmo... fazer o quê... Falou que sabia do passado dela, mas que estava disposto a esquecer tudo, inclusive que eu esquecesse que já tinha fudido com ela. – por mim, tudo bem, cara, não tem nada a ver – respondi. Mas cá no fundo eu me vi naquele momento fudendo a safada de novo. Mas em nome da nossa amizade e do parentesco eu não ia sacanear. Afinal éramos amigos pacas. Ele tinha ficado noivo e me convidou para o casamento dois meses depois. Confirmei. Ele disse que tinha falado com ela que eu seria seu padrinho pois gostava muito de mim. Casamento realizado, tudo nos conformes. Igreja, recepção, salgados e muita dança. Dancei com algumas meninas e até com a noiva. Tudo normal. Conversamos, sorrimos. De vez em quando via meu primo nos olhando, talvez apenas para conferir.

Três meses depois era o aniversário dele e me telefonou chamando para a festa. Que seria um churrasco num clube campestre na saída para Belo Horizonte. Fui. Lá foi muito legal. Passamos o dia todo, muitos amigos que não via a tempos. Muitas mulheres. Dei uns amassos, coisas de adolescentes, mas ficou só nisso. Seis meses depois do casamento, novo convite do meu primo. Só que desta vez quem telefonou foi Elizângela. Ela sempre fora muito simpática e agora tinha motivos de sobra para tanta euforia. Seria a inauguração da casa própria, lá mesmo no Guará. Cheguei por volta do meio dia já havia umas quinze pessoas, entre homens e mulheres. Inclusive alguns casais de amigos nossos. Era uma casa simples com um quintal legal, onde se realizava um churrasco regado a muita cerveja. Já era noite e um dos amigos começou a tocar em seu violão, formando logo uma rodinha de bêbados para cantarem juntos ao tocador. Eli chegou perto de mim e me tirou para dançar, falando que queria dançar com o padrinho. Fui na melhor das intenções, mas parece que ela não. Me apertava além do normal. Fiquei receoso mas não podia fazer nada. Meu primo estava cuidando do churrasco e também fazia parte da rodinha de cantores, nem ligando para o pessoal dançando. Ela usava uma calça bem apertada, de cós baixo – na época chamavam de cocota (rs) – e uma blusa que deixava boa parte da sua barriguinha lisa à mostra. Os que dançavam parece que se preocupavam só com seus pares e os da música, com a música. Resolvi colaborar com a parceira e passei a deslizar minhas mãos por suas costas, que eu tão bem conhecia. Logo já estava aproveitando quando ela ficava de costas para o muro e enfiava discretamente a mão por dentro da blusa e deslisava a mão diretamente nas suas costas. Ela dava leves mordidas na minha orelha e dizia que tava com saudades da minha rola. Aquilo estava muito excitante, principalmente pelo fato de todos estarem ali bem próximos. Já estávamos na quinta música mais ou menos, falei que estava a fim de ir ao banheiro. Ela me pegou pela mão e saiu me puxando para me mostrar. Fiquei assustado com a atitude dela, mas não podia fazer nada. Olhava para os lados e parecia que ninguém percebia. Entramos na casa e ela me levou até a porta do banheiro. Tinha mais gente dentro de casa, que também não prestavam atenção para o que tava acontecendo. – é aqui, quando voltar vamos continuar dançando – disse. E completou: - hoje você não me escapa. Vai dormir aqui e comigo. – você ta louca. – tô sim, to louca pela sua rola. Ela falava bem próximo de mim.

Quando sai e fui ao quintal ela já veio me encontrar na porta, me puxando pelo braço para o meio dos outros que dançavam. Recomeçamos. Parece que ela tinha ficado mais afoita. Rebolava de uma forma quase que escandalosa no meu cacete, que a essa altura tava super duro. Foi me empurrando no ritmo da música rumo a um beco entre a casa e o muro. Lá ela me puxou para a frente da casa, onde tinha um pequeno jardim com um arbusto de flores amarelas. Fomos pra trás do arbusto e começamos a nos beijar. Eu praticamente tremia de medo de alguém nos flagrar. Mas tava delicioso. Levantei sua blusa e comecei a sugar seus seios. Ainda lembrava do tesão que ela sentia nos biquinhos. Abrir o zíper da minha calça e ela enfiou a mão e começou a brincar com meu pau. Disse que queria chupar, mas alertei do perigo de alguém ver. – hoje você tem que me comer – repetiu. – Mas como? Daqui a pouco eu vou embora. – não senhor. Você vai dormir aqui. Eu já tinha pensado nisso e arrumei um colchonete com a vizinha. Já falei com o Tizin (como ela chamava meu primo Toninho) e ele achou melhor, porque nessa hora não tem mais ônibus e voltar de táxi sai muito caro – a filha da puta tinha pensado em tudo. Coitado do meu primo. Pensava que a putinha ia mudar depois de casada.

Já passava da uma da manhã quando só restava eu e o casal. Chamei o Toninho para me despedir, não queria mesmo dormir lá pra não ter que meter chifre nele, afinal era meu amigo, além de primo. – quem disse que você vai embora. Só vai amanha a tarde – ele praticamente ordenou, e bêbado do jeito que estava decerto ia apagar até o meio dia de domingo. Ainda quis ir contra a idéia, mas não teve conversa. Entramos ele foi tomar um banho. Elizângela preparou meu colchonete na sala (a casa tinha apenas um quarto). Deitei. Meu primo ainda quis puxar papo depois que saiu do banho, mas não tinha condições e fui obrigado a levantar e ajudar a mulher a leva-lo pra cama. Deitei novamente e não deu dez minutos ela chegou, vestida apenas de calcinha branca. – você ta louca. Ele pode acordar e não te encontrar na cama. Vai dá bode – briguei. – que nada, você parece que não conhece seu primo, agora só amanha meio dia – eu sabia que isso era verdade. Ela já foi deitando ao meu lado e me beijando. Confesso que agora eu não tava mais nem ai. E beijei com gosto aquela boquinha de piranha que eu tanto conhecia. Chupei seus seios, seus biquinhos estavam durinhos e eu os sugava com fome e sede. Minha mão já brincava com seu grelo, enquanto ela não ficava pra trás e tinha a mão cheia por minha pica. Manipulava lentamente como que tentando me tocar uma punheta. Tirei sua calcinha branca e enfiei minha língua na xoxota da pilantra. Eu a xingava de vadia, de vagabunda e ela a cada nome crescia ainda mais o tesão. Meu pau queria buceta e tinha uma logo ao lado dele pedindo pica, foi só apontar para a fenda e empurrar. Em poucas estocadas ela começou a revirar os olhos e as lágrimas começaram a descer. Eu bem sabia que aquele era o sinal do seu primeiro gozo. Iniciei um vai-e-vem gostoso na xoxota da mulher do meu primo. Ela gemia baixinho e eu socava forte e ela pedia mais: - mete padrinho gostoso. Mete a rola na sua afilhada. O corninho do seu primo ta lá roncando enquanto a mulherzinha dele ta levando pica, sem dó. Enfia, vai. Quero sentir ela todinha dentro de mim. Tava morrendo de saudades da sua vara. Já fui atrás de você várias vezes, mas não encontrei. Agora que ta aqui me fode com gosto. Vamos descontar esse tempo todo. Mete tudo. Minha buceta ta querendo sua rola a muito tempo.

Na época ninguém se preocupava com camisinha, e jorrei minha porra diretamente no útero da safada. Meu pau ficou meio bambo, mas foi só ela começar a tocar nele e endureceu novamente. Agora coloquei Elis de quatro e soquei minha vara com tudo na xoxota de pelos ralos. Depois a comi de ladinho, sempre com a ela me pedindo para empurrar com mais força que ela queria morrer de tanto gozar. Até que teve energia para sobreviver (rsrs), mas gozou uma infinidade de vezes, ah! isso sim. Nessa noite ela dormiu comigo no colchonete. Acordei com ela me chupando. Eram umas seis da manhã. Empurrei sua cabeça e mandei que ela fosse pra cama. Mas ela era muito teimosa e voltou a me chupar. Logo eu tava comendo sua buceta. Agora eu fui mais além e enfiei também na sua bundona. Ficamos fudendo até umas oito horas. Depois levantei e tomei um banho. Em seguida foi a vez dela. Banhou e foi pro quarto deitar com o maridinho. Ele só levantou lá pelas onze horas, e com a cara mais lavada do mundo me disse que passou uma noite maravilhosa. E contou que sonhou comendo a vizinha gostosa. Disse que foi uma foda e tanto. Menos mal.

Esta história aconteceu de fato, mas há muitos anos. Alguns anos depois eles foram embora para o norte de goiás. Já visitei a casa deles e ainda fudi a Elizângela todas as vezes que fui lá. Há uns sete anos eles se separaram, não sei o motivo. Mas imagino. Hoje ele está no sul e ela continua no interior de goiás, mas nunca mais nos encontramos. Do casamento tiveram dois filhos, um casal, o primeiro, eu até que acho parecido comigo, deve ser por causa do parentesco, tem até olhos azuis, iguais ao do tio. pracasadasdf@hotmail.com

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Comentários

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Amigo Wando, o conto não é péssimo. Você se esqueceu que essas trepadas foram meramente para recordar o passado? Já não tinham o mesmo gosto daquelas primeiras vezes. As fodas, quando se tornam muito repetitivas, com a mesma pessoa, parece que não têm novidades. E nós sabemos que têm. Faltaram detalhes, isso sim. Nesas comidas de rabo, por exemplo, ele poderia ter sido mais explícito, provocando ainda mais o tesão da gente. Mas, logo, logo, deve ter mais. Sempre haverá tempo para consertar e começar tudo de novo...

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