Surpresa?...ou talvez não

Um conto erótico de artsexo
Categoria: Heterossexual
Contém 2006 palavras
Data: 24/09/2007 15:57:53
Assuntos: Heterossexual

O que vou passar a contar é relativamente recente, por isso mesmo, vou omitir lugares e grandes descrições das pessoas envolvidas. Não estou preocupado em que acreditem ou não na sua veracidade . Isso basta-me e à putinha laroca (minha esposa) que me vai incentivando a escrever, e que ao mesmo tempo me ajuda a ser o mais fiel possível no que nos tem acontecido. Posto isto, vamos então aos factos:

Para abreviar, reconheço que desde a minha juventude, naquilo que ao sexo diz respeito sempre fui um tremendo debochado, mas só no que diz respeito a mulheres, pois sou hetero. Só para terem uma ideia, uma das coisas que mais tesão me dava era ir às putas e ficar num ponto estratégico a controlar quantas fodas, uma ou duas delas (de preferência na casa dos quarenta anos) davam com os seus clientes. Ao fim da noite aquela que mais caralhos aviasse, era a que eu escolhia. Controlava isso ao ver quantas vezes elas se ausentavam para uma pensão que fica ao lado do bar. Ia com a eleita para a pensão e aquilo que adorava fazer, era lamber-lhe a cona toda. Especialmente bom, era quando me calhava uma daquelas que tinham farta pintelheira, muitas vezes ainda com resquícios de esporra dos clientes anteriores e com a cona toda vermelha de levar com uma quantidade enorme de caralhos. Aí não demorava a esporrar-me todo. Isto aqui foi um pequeno intróito só para verem que tipo de pessoa sou.

Cheguei aos vinte e poucos anos e pensava nunca vir a casar, pois com o tipo de vida que levava, achava que não me realizaria com o casamento. Só que ninguém pode cuspir para o ar, pois a vida trocou-me as voltas. Há cerca de três anos conheci aquela que é hoje a minha putinha (acho melhor dizer a putinha do meu chefe como adiante perceberão). Apaixonei-me pela sua carinha tipo inocente, ingénua, com uns lábios grossos, mas também pelo seu corpinho. Tinha 17 aninhos 1,66 mts, nem magra nem gorda, talvez um pouquinho mais para o gordo, peitos médios, um cu do tipo prateleira, (empinadinho) em resumo não era nada do outro mundo, agora a sua carinha, é que deu cabo de mim. Eu tinha 24 anos 1,68 mts também nem gordo nem magro. Namoramos oito meses, só estando juntos ao fim de semana pois vivíamos em terras diferentes. Nesses fins-de-semana, apesar da vigilância da mãe e de duas irmãs dela deu para tudo. Cona, cu, broche, minete, não faltou nada. A cada fim de semana eu me surpreendia cada vez mais. Se eu tinha tesão, ela tinha a triplicar. Às vezes até me assustava pois ela começava com convulsões e quase perdia os sentidos. Notava que isso acontecia mais quando estávamos na despedida para eu vir para a Capital e ela sabia que a irmã mais nova estava por perto e nos vigiava por ordem da mãe que não ia com a minha cara. Durante a semana era só telefone. Gastava uma fortuna, mas muita punheta eu batia a falar com ela. Gostava de lhe dizer que ainda tinha o sabor da cona na minha boca. Aos poucos fui sabendo como é que ela tinha perdido os três, disse-me que foi um tio dela quando tinha 15 anos e que nunca tinha namorado ninguém, pois a mãe era muito antiquada e estava sempre em cima. O pai estava emigrado na Alemanha e às vezes vinha cá nas férias outras vezes ia lá a mãe. Numa das vezes em que me vim embora, fez-me uma valente brochada que lhe inundou a boca e como estávamos sentados engasgou-se e abrindo a camisola pelo decote derramou toda a esporra para as mamas. Ficou aflita, tossiu que se fartou até a irmã lhe vir bater nas costas para ver se lhe passava, enquanto eu todo atrapalhado a esconder o caralho nas calças. Depois no telefone fartámo-nos de rir até ela me dizer que (dois dias depois) ainda se não tinha lavado e que às vezes molhava os dedos com saliva, passava nas mamas para derreter a esporra que estava seca e chupava os dedos. Tive de largar o telefone e ir às putas. Já não dava mais, estava a ficar com a cabeça do caralho dorida de tanta punheta que batia. Podem pensar que sou totó, mas já tinha visto que se ela não tinha namorado, tinha tido ou ainda tinha alguém sem ser eu que lhe dava em cima. Não fui eu que lhe ensinei a fazer um broche fenomenal como ela me faz e até hoje mais ninguém conseguiu sequer uma aproximação. É certo que no primeiro, ao principio ela tentou mostrar que não sabia como era, mas é impossível que em menos de trinta segundos tenha aprendido que nem uma profissional. Eu fazia de conta que engolia as patranhas, pois isso me dava uma enorme tesão. O que conhecia do seu passado era unicamente aquilo que ela me contava, pois na terra dela eu não conhecia ninguém e além disso ela desde os 14 anos que estava numa outra terra em que estudava à noite e dormia em casa de umas pessoas onde durante o dia prestava trabalho de criada. Só aos fins de semana é que ia para a terra que fica a uns 40 kms. Depois de casados ela me contou que foi nessa casa onde trabalhava, que deu tudo para um dos filhos do casal. Os patrões são médicos e por isso ausentavam-se muito de casa para irem a congressos e outras coisas do género. Ela me contou que uma vez ao fazer a cama de um dos filhos (o mais novo) com 27 anos na altura, encontrou debaixo do travesseiro uma foto e umas cuecas dela própria. As cuecas estavam todas esporradas, ele tinha batido uma punheta para elas e ainda estavam ensopadas. Não resistiu e começou a lamber tudo como uma depravada. Bateu uma punheta a pensar o que havia de fazer para conseguir ir para a cama com ele sem se mostrar oferecida. Deixou as cuecas e a foto no mesmo sítio e durante dois dias aquilo não lhe saiu da cabeça. Nas aulas não pensava noutra coisa e tinha de ir para a casa de banho para se masturbar e arquitectar planos. Depois de muito pensar encontrou uma maneira de se aproximar de "C" ( o filho mais novo que de agora em diante passarei a tratar assim). Numa Quinta feira à tarde, ao estar a limpar o pó no escritório entrou "C" que a vendo pediu desculpa de atrapalhar, mas ia só buscar uma pasta. Ela então resolveu pôr o seu plano em acção. Disse-lhe: - não atrapalha nada, mas até calha bem, pois se tivesse um pouco de tempo, queria pedir-lhe o favor de ver na internet um assunto da escola. Ele solícito logo se dispôs a ajudar. Foi para a secretária ligou o computador e a minha putinha foi colocar-se ao seu lado. Quando estava a ler o assunto, foi encostando o peitinho no ombro dele e com a anca roçava-lhe as coxas. É evidente que ele depois de uns dois ou três minutos não aguentou mais. Agarrou-lhe as mamas por cima da bata e toca de apalpar.

Ela sabida, fazia que tentava fugir e dizia para ele ter cuidado, pois podia entrar alguém. Ele parou e massajando-lhe a cona por cima das cuecas, disse-lhe para à noite não fechar a porta do quarto. Antes de ir embora, meteu-lhe a língua na boca e foi uma troca de linguado até a minha putinha se esporrar toda. Daquelas de entrar em espasmos consecutivos. Ele saiu sem ela dizer se ia deixar ou não a porta do quarto aberta. Nessa noite foi para as aulas e diz-me ela agora que passou o tempo quase todo na casa de banho a tocar punhetas. Foram tantas que tinha a cona toda assada. No caminho de casa resolveu que não ia deixar a porta do quarto aberta nessa noite. Não queria outra coisa, mas resolveu pôr o "C" maluco de desejo. Vejam bem a maquiavélica que ela é. Por volta da uma hora da manhã ouviu o puxador da porta a rodar. Ele tentou duas ou três vezes, mas como viu que a porta estava fechada, ao fim de algum tempo desistiu. A minha putinha estava na cama toda nua a ver duas revistas pornográficas que tinha retirado de um armário de "C" em que estavam mais de cem e onde ela se ia abastecendo às duas de cada vez, para que ele não se apercebesse. Esteve quase a não resistir e a abrir a porta. Tinha uma mão na maçaneta e a outra na coninha que já estava muito maltratada pelas punhetas, mas mesmo assim não parava. Eram orgasmos atrás uns dos outros até que adormeceu. Na manhã seguinte quando foi servir o pequeno almoço, viu as olheiras de "C" e calculou que devia ter passado a noite a tocar punhetas tal como ela. Durante esse dia a patroa esteve em casa e o "C" não teve oportunidade de se aproximar dela. Como era Sexta feira às 4 horas foi apanhar o autocarro para a terra para passar o fim de semana com a mãe e as irmãs. Diz ela que durante o fim de semana arquitetava planos atrás de planos o que lhe dava uma enorme tesão. Na semana seguinte e logo na Segunda feira de manhã ao passar por "C" entregou-lhe um papel onde tinha escrito que ia deixar a porta do quarto aberta, mas só na Quarta feira, pois não podia ser antes. Durante estes três dias ia evitar bater punhetas (era só uma ou duas por dia) a imaginar como seria o caralho de "C".

Finalmente, chegou a Quarta feira, tentou andar o mais naturalmente possível, mas à medida que se aproximava a noite ia ficando com as cuecas encharcadas. Na escola até estava com medo do cheiro que exalava da cona e olhava para os colegas para ver se alguém detectara alguma coisa. Acabou as aulas e foi para casa. No caminho ia a pensar que desde os 12 anos não se lembrava de outro dia em que não tivesse tocado nem que fosse uma punheta. Tudo era motivo para as bater, principalmente quando algum homem já feito a olhava.

Chegou a casa eram 23,30 e depois de tomar um café com leite na cozinha, foi para o quarto. Aí já estava preparada a roupa que tinha escolhido para vestir. Vestiu uma mini-cuequinha vermelha, fio dental e que à frente só tapava o reduzido triângulo de pentelhos. Colocou um sutiã também vermelho daqueles que deixam os bicos das mamas à mostra e para terminar uma camisa de dormir branca mas que deixa ver tudo por baixo.

Estava pronta para o "C", mas com a porta fechada à chave. Não passaram 10 minutos e ouviu o puxador rodar, ela sorriu e esperou pela segunda tentativa, aí levantou-se da cama e foi abrir a porta, pois teve medo que ele desistisse. (sádica,não?) ( Ela está aqui ao meu lado a rir e a perguntar-me como é que eu sei). Como se eu ainda não tivesse tido tempo de conhecer esta putinha com carinha de não partir um prato.

Vou interromper um pouco a escrita, pois já não aguento mais. Estou de pau feito e estou todo sujo de esporra. O capítulo já vai longo. A minha putinha está aqui a dizer que vou ter de alterar algumas coisas aqui que não estão exactamente como foram e ela quer tudo como se passou. Nem mais nem menos, vocês têm de saber que ela no inicio não me contava tudo como se tinha passado, pois tinha medo da minha reacção, apesar de eu a pôr à vontade desde o principio e lhe dizer que em sexo, sou um autentico depravado,mas vocês sabem como é, a pessoa sempre tem medoToquem muitas punhetas enquanto eu vou comer a minha putinha que já me está aqui a mamar no pau... Continua....

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