Minha filhinha e sua amiguinha

Um conto erótico de Falstaff
Categoria: Heterossexual
Contém 3283 palavras
Data: 21/04/2007 11:35:11
Assuntos: Heterossexual

(Antes da narrativa, algumas explicações: Este conto é ficção. Nada ocorreu de verdade. Publiquei-o aqui em 2002. À época, acusaram-me de plágio. Não tenho como provar minha real autoria, por isso deixo ao critério dos leitores. Sou realmente o autor do conto. Como o publiquei na interne há mais de 10 anos, perdi o controle sobre ele próprio. Já usei os nicknames Tim Drake, Bucknomade, Falstaff, Steeling, Rafael, Steve Trevor, 30Casado e tantos outros. Vocês podem ter ligo este conto cm um deles. Espero que gostem - Falstaff)

Meu nome é Alfredo. Casei-me muito jovem, aos 22 anos, com Marisa, que estava grávida. Ela tinha 20 anos. Sempre fui muito galinha, sem-vergonha mesmo. Vivia botando chifres em minha mulher, mas sabia que ela também dava os seus pulinhos sobre a cerca. Nunca a cobrei de nada. Ela agia assim comigo também. Tivemos uma filha, Valéria, que da mãe herdou os cabelos loiros e lisos e os olhos verdes. Quando completamos 35 anos nos separamos. Ninguém agüentava mais segurar as barras das paixões que ambos colhíamos pela vida. Sempre fomos muito amigos. Sabíamos que o casamento fora um erro, porque estávamos apaixonados e ela engravidou na primeira trepada. Sexo sempre foi muito bom entre nós, mas isso somente não segurava mais aquele relacionamento.

Valéria foi criada pela mãe, mas como morávamos na mesma cidade, vivia sempre no meu apartamento. Aos 15 anos ela era uma menina-moça. Acompanhei bem seu crescimento. Vi Valéria se transformar de uma adolescente magrela, cheia de sardas em uma moça alta, de 1,70, corpo todinho arredondado, cheio de curvas. Sua bunda cresceu e arrebitou. Seus seios se avolumaram, mas se mantiveram quase durinhos. Parecia-se muito nesta época com a Mari Alexandre, aquela delícia de loira que um destes cantores sertanejos comeu e jogou fora. Só seus seios eram um pouco menores.

Tínhamos um excelente relacionamento, porque diferentemente de Marisa, que era conservadora com a filha, eu era o pai que toda adolescente gostaria de ter. Antenado com as mudanças mundiais, de política a comportamento, era um sujeito descolado. Valéria tinha permissão para namorar quem quisesse, nunca a proibi de nada. Como sua mãe vivia implicando, era sempre eu que dava guarida e álibis para seus rolinhos. Isso foi nos aproximando cada vez mais.

Até sua entrada na universidade, aos 17 anos, convivi com Valéria e suas amiguinhas. E que amiguinhas! Como ela estava fazendo o colegial juntamente com um cursinho pré-vestibular, meu apartamento era um verdadeiro entra e sai de garotos e garotas de todo jeito, fazendo e refazendo trabalhos de escola ou estudando para algum simulado. Quando eu ficava sabendo que eram somente garotas quem estaria em casa dava um jeito de chagar mais cedo. Geralmente elas vinham de minissaias ou shortinhos minúsculos. Eu ficava maluco com todos aqueles peitinhos durinhos balançando sem sutiãs e aquelas coxas grossas de pelinhos aloirados. Batia muitas punhetas pensando nelas.

Quando completei 40 anos, a famosa Idade do Lobo, Valéria e suas amigas resolveram me preparar uma festa surpresa. Ela tinha recentemente completado 18 anos. Na realidade era um pretexto para que elas pudessem curtir seus namorados longe da vigilância dos pais. Resolveram fazer isso em um sítio que tenho a 10km de Campinas. Valéria tinha ido para lá com algumas amigas para curtir o final de semana. Pelo menos era isso o que eu pensava. Era um sábado, mais ou menos por volta das nove horas da noite, quando o telefone toca e ouvi Valéria choramingando que as amigas tinham ido embora depois de uma baita briga e que ela estava em depressão. Fiquei desesperado. Tinha marcado com uma namorada de passarmos uma noitada em um motel chique da cidade e desmarcar seria o mesmo que dar um tiro no próprio saco. Optei pelo tiro em favor de minha filha.

Peguei o carro e zarpei para o sítio. Estava tudo apagado na sede. O caseiro tinha se demitido uma semana antes e fiquei morrendo de medo de ter algum ladrão por lá. Quando cheguei na porta da frente pude ver que uma das janelas tinha uma fraca luz de vela. Abri e entrei já chamando por Valéria. Tomei um baita susto, porque todas as luzes se acenderam e começaram a cantar parabéns para mim. Quando me recobrei do susto tive vontade de bater em Valéria, que tinha me enganado e feito perder as maravilhosas trepadas com a minha namorada.

Depois de meia hora eu já estava bem enturmado. Só aí percebi que havia pelo menos umas 20 pessoas, a maioria garotas da classe de 3º ano de Valéria, alguns professores dela, minha ex mulher com o atual namorado e alguns completos desconhecidos. De repente me dei conta que quase todas as amigas de minha filha estavam ou de biquíni ou de saída de piscina. Era uma noite quente e a festança maior seria mesmo ao redor da piscina do sítio. Procurei minha filha em meio aos convidados e não a encontrei. Devia estar dando uns malhos com o mais recente namorado. Decidi que iria galinhar um pouco. Minha ex mulher foi embora logo e havia muitas menininhas deliciosas para garfar. Já tinha dado uns malhos com uma colega da Valéria, uma garota baixinha e dentuça. Mas ela já estava atracada com um garotão tipo surfista. Foi nesta hora que tive outro susto. Veio caminhando na minha direção a melhor amiga da minha filha, a Aninha. Elas eram inseparáveis. O contraste entre as duas era demais. Pareciam as protagonistas daquele filme babaquinha as “Patricinhas de Beverly Hills”, porque Aninha era uma mulata de olhos verdes, linda mesmo. Até aquele dia nunca havia dado muita bola para Aninha. Quer dizer, nunca a tinha olhado com olhos de homem. Devido à proximidade com Valéria - as duas chegavam a dormir juntas na casa da minha ex-mulher ou na minha uma semana seguida - a via como se também fosse minha filha. Metida sempre em modelitos pouco generosos, nunca tinha me dado conta do quanto ela era deliciosa. Aninha era a verdadeira falsa magra. Ou seja, aquela mulher que de calça jeans ou vestido fica sempre com o mesmo corpo, nem sempre suscitando desejos, porque não têm atrativos reveladores, como uma bunda arrebitada ou uns peitos salientes. Só que a Aninha que vinha na minha direção com dois copos de whisky era outra. Seu corpo parece que havia dobrado de largura. Estava com um biquíni minúsculo, daqueles de lacinhos, todo xadrezinho. Seus quadris eram redondos e os seios quase saiam pelo biquíni cortininha.

Ofereceu-me o whisky, da marca que sempre bebo, e ficou puxando conversa. Quase que não a ouvia, tamanho era a minha excitação. Corria seu corpo com os olhos, o que não passou despercebido da garotinha de 18 anos. Quando ia dar o bote uns empata-fodas, amigos dela, trataram de agarrá-la e jogá-la na piscina. Dei uma bronca nos caras, proibindo que fizessem isso de novo com qualquer pessoa, porque o risco de acidentes era imenso. Saí dali desconsolado, percebendo que os casais já estavam formados e as poucas mulheres sem ninguém eram uma professora feiosa e duas irmãs puritanas, também amigas de Valéria. Foi nesta hora que percebi alguém me olhando. Virei-me e dei de cara com Aninha fixa em mim. Bebericava seu whisky - meninas na idade dela não deveriam beber whisky, mas era festa de aniversário, do meu aniversário - do outro lado da piscina. Depois de uns cinco minutos assim ela deixou o copo de lado e seguiu em direção à sede do sítio. Parou na varanda, virou-se para mim e continuou circundando a casa. Entendi como um sinal. Dei uns três minutos de tempo, vi que todos estavam entretidos demais para notarem a minha ausência e saí. Quando cheguei do outro lado da casa vi Aninha na entrada do pomar de laranjas, olhando para mim. Entrou pelo pomar e eu a segui. No final da pomar havia um estábulo. Foi neste ponto que a encontrei. Parada. Cheguei bem perto e sem dizermos uma palavra ao outro nos beijamos. Aquela boca macia de menina-moça me deixou louco. Ela chupava a minha boca e passava a mão pelo meu peito cabeludo. Eu não medi a situação e fui logo apertando sua bunda, passando a mão nos seios dela. Foi quando Aninha me disse:

- Parece que isso é um sonho. Desejei tanto estar assim com o senhor.

- Não me chame de senhor. E por que nunca investiu no seu desejo?

- Ficava sempre com medo de como o senhor, quer dizer, você iria reagir. Sou a melhor amiga de sua filha e fiquei preocupada que você entendesse mal.

Ri e disparei, não esperando que sua resposta fosse a que ouvi.

- Podia ter pedido para a Valéria interceder por você.

- Ela sempre quis, mas eu nunca deixei.

- Quer dizer que a minha filha sabia que a melhor amiga dela tinha tesão por mim e nunca me falou nada.

Nesta hora me deu um “clique”. Apesar de sempre conversarmos sobre tudo e de Marisa e eu sempre nos preocuparmos em dar orientação sexual a nossa filha, eu nunca vi Valéria como uma mulher, alguém que tivesse desejos, que conversasse com as amigas sobre sexo. Acho que todo pai é assim. Para nós, os filhos são assexuados, mas sempre que alguém ameaça comer aquilo que não podemos, nós sempre nos afligimos e damos um jeito de ferrar o malandro.

A mão de Aninha sobre o meu pau me tirou daquele pensamento. Ela apertava com força, do jeito que eu gosto que façam comigo. Mordia-me o pescoço e esfregava a bucetinha em mim. Na beira do estábulo havia um monte de capim recém-cortado, que seria usado para auxiliar na alimentação dos cavalos. Deitei Aninha ali. Ela mesma tirou a parte de cima do biquíni, revelando um seio em formato de cone, mas com um biquinho pequeno. Sabia que não poderíamos nos demorar, porque a ausência poderia ser notada a qualquer hora. Por isso tratei de ser rápido. comeria aquela garota ali, para matar o tesão dos dois e daria um jeito de comê-la com calma outro dia.

Desatei os lacinhos da parte de baixo do biquíni e na minha frente surgiu uma bucetinha de lábios pequenos, mas com muitos pêlos. Acho que devido à noite ela não havia se preocupado em raspar direito dos cantos, para não aparecer os pêlos. Enfiei as mãos sob a bunda dela e levantei sua xota em direção da minha bica. Ela ficou apoiada somente nos ombros. Chupava com força, arrancando gemidos profundos dela. Lambi seu clitóris rápido. Estava nervoso com a possibilidade de alguém nos pegar. Ela não havia gozado e pela cara que fez estava começando a ficar decepcionada. Tratei de sacar meu pau da calça, plastificá-lo com a camisinha que a jato havia sacado do bolso pequeno da calça, e enfiá-lo na grutinha ensopada. Aí Aninha ficou maluca.

- Aí, meu Deus, que coisa maluca. Que gostoso. Me come. Fode a minha buceta com gosto! Realiza meu sonho de trepar com você!

Eu bombava cadenciadamente para que ela tivesse todo prazer do mundo. Acho que por causa do tesão acumulado não demorou mais que dois minutos e Aninha esticou o corpo, enrijeceu os músculos e desandou a gozar chorando.

- Aaaaaaaiii! Tô gozando, seo Alfredo. Mmmmmmmmmi mata, me arromba. Me faz de puta por senh...

Não terminou a frase, porque o gozo chegou ao limite e Aninha desabou no monte de capim. Eu não havia gozado, mas queria muito que isso acontecesse. Imaginava gozando no rosto da melhor amiga da minha filha e isso redobrava o meu tesão, apesar do nervosismo. Mas Aninha estava acabada, meio sonolenta e preferi deixar para outro dia o meu gozo. Ajudei-a a colocar o biquíni e nos levantamos.

Foi quando vi um vulto dentro do estábulo. Pensei primeiro que fosse um ladrão, o que me animou a virar nos calçanhares e debandar. Mas depois percebi que eram dois vultos distintos, um deles de cabelos compridos. Saquei logo que era um casal da festa que estava trepando ou coisa parecida. Meu pau subiu de novo. Aninha e eu fomos nos esgueirando nas sombras, devagar para não sermos percebidos. Da porta principal não dava para ver nada. Resolvi dar a volta e entrar pelo segundo andar. É que o estábulo fica encostado em um barranco. Quando o construí, decidi fazer também uma entrada na parte de cima, que dá diretamente onde se estoca a forração seca que é dada aos animais.

Aninha, bem menor que eu, foi na frente para procurar um local onde pudéssemos ver a transa sem sermos percebidos. Andou alguns metros e virou para a direita, sumindo da minha vista. Esperei dois intermináveis minutos e nada dela aparecer. Saí de onde estava e também virei à direita. Fui puxado pela mão delicada de Aninha para que me abaixasse. Ela tentou falar alguma coisa, mas gaguejou. Foi, então, que eu levantei os olhos e tive a maior surpresa da minha vida: a garota do casal que se atracava não era outra senão a minha própria filha, Valéria. Estávamos agachados no meio de fardos de ração, Aninha na minha frente, quase deitada no chão, olhando para o casal na andar de baixo a pouco mais de 15 metros de nós pela fresta de 20 cm. entre duas tábuas.

O rapaz era um conhecido nosso. Chamava-se Eduardo, filho de um grande amigo meu, o Tonhão. Loiro, quase dois metros de altura, musculoso, cabelos compridos, enfim, tudo aquilo que deixa fascinadas teens como Valéria. O casal não estava transando ainda. Valéria talvez fosse a única da festa que não havia colocado biquíni. Vestia um top branco justo, uma minissaia também branca, justa na cintura, mas rodadinha, esvoaçante. Uma sandalinha baixa completava o visual mais belo que uma garota daquela idade e com aquele corpo poderia desejar. Na realidade, desejável estava ela, um misto de mulher ultra-gostosa trajando roupas de adolescente.

Eduardo e Valéria se beijavam ardentemente, um querendo engolir a boca do outro. A mão direita de Eduardo foi subindo lentamente pela barriga de Valéria, levantando um de seus seios. Foi uma visão linda. Nunca em minha vida tinha visto um seio tão bonito. Com a ponta dos dedos ele apertava levemente o biquinho, fazendo com que minha filha gemesse alto, pedindo mais carinhos e apertando as coxas de tanto tesão. Foi neste momento que ela não resistiu e enfiou a mão na sunga de Eduardo e sacou de dentro uma jeba de mais ou menos 20 centímetros. Ao invés de se agachar para chupar, como ele queria, minha filha fez com que Eduardo se sentasse em um monte de sacos, de maneira que a pica dele ficasse na altura de sua boca. Ela não precisava fazer nada ao não ser chupar. Eu estava petrificado. Aninha sussurrava coisas como:

- Essa menina tem sorte. Olha o tamanho daquela pica!

Isso quase que deprimiu. Meu pinto de 17 centímetros parecia um dedinho perto do pinto de Eduardo. Ao ver a minha filhinha lambendo e chupando o pinto de um homem eu senti um misto de raiva, vergonha, ciúmes e... tesão. Isso mesmo: eu estava com um baita tesão de ver a minha própria filha chupando um pinto, quase que transando com seu namoradinho. Minha pica estava mais dura que uma barra de ferro.

Quando percebi, Aninha já havia arriado a calcinha do biquíni e estava tocando a maior siririca do mundo vendo sua melhor amiga no rala e rola. Olhei para baixo de mim e vi a bundinha de Aninha. Ela é daquelas mulheres que têm o cu bem rasinho, bastando abrir um pouquinho a bunda para que vejamos seu botãozinho. E foi isso que fiz. Abri levemente seu bumbum. Lá estava seu botãozinho. Era um cu bem cabeludo, o que me deu um tesão bom, porque parecia que estava prestes a comer uma virgenzinha da roça, que não tem lá estes pudores de se depilar inteira. Na realidade o meu sonho sempre foi comer uma mulher inteiramente lisinha, sem um único pêlo, o que não era o caso de Aninha, mas eu comeria aquele rabinho de qualquer forma.

Passei a mão em sua buceta, sem tirar os olhos do boquete que Valéria pagava para o Eduardo. Lambuzei sua bunda com o caldo que saía da sua própria buceta. Só quando encaixei o cacete na portinha do cu que Aninha percebeu a minha intenção:

- Vai devagar, porque só dei o rabo uma única vez.

O jeito desbocado de Aninha e a visão de minha filha chupando o namorado me enfureceram de tesão. Encaixei a cabeça do cacete e enfiei de uma vez. Tive o cuidado de tapar a boca de Aninha, para evitar que o grito dela alertasse o casal. Foi tiro e queda. Ela esperneou e ameaçou sair de baixo, mas dois segundos depois que meu saco bateu na sua buceta por trás ela parou. Comecei a bombar com força, com os olhos grudados na cena no andar de baixo. Sem perceber balbuciei o nome que mudou a minha vida daquela hora em diante:

- Valéria...

Nesta hora Aninha se virou, com os olhos cheios de tesão, me lambeu a boca e me disse:

- Você está morrendo de tesão de ver sua filha mamando. Queria que fosse o seu cacete na boca dela, não é mesmo?

Eu não respondi. Nem era preciso. Pela primeira vez eu estava vendo a minha própria filha, Valéria, de 18 anos, como mulher, e uma mulher que eu desejava. Talvez sempre a tivesse visto assim e nunca aceitara. Mas estava extasiado com esta revelação. O casal estava indo de vento em popa, enquanto eu enrabava a melhor amiga dela.

De repente Eduardo avisou que ia gozar. Valéria tirou o pinto da boca e esperou a porra com a língua de fora. Minha filha estava se comportando como uma putinha rampeira da melhor espécie. E eu estava gostando disso. Quando a porra voou dentro de sua boca eu empurrei mais ainda meu cacete na bunda de Aninha. Ela gozou tocando sua siririca e eu na sua bunda.

Achei que Eduardo ia se recompor rápido e partir para a buceta de Valéria e era isso que eu esperava, mais do que tudo. Mas foi a própria Valéria que insistiu para que fossem embora. Eduardo queria comê-la, mas ela resistiu e se foram do estábulo. Nós esperamos cinco minutos, nos beijando e acariciando, para depois tomarmos o rumo da saída. Aninha voltou pelo mesmo local que veio. Eu dei a volta e saí do outro lado da piscina, como quem tivesse ido ver o açude.

A festa estava animadíssima, o que me fez crer que ninguém dera pela nossa falta. De longe vi Aninha conversando com uma professora. Ela me viu, de longe piscou serelepe e sorriu um sorriso cúmplice e bonito. Eu fiquei feliz por ter transado com uma garota tão tesuda, mas a visão do sexo oral de Valéria em Eduardo não me saía da cabeça.

De longe vi os dois conversando com mais uns amigos. Aproximei-me e Valéria sorriu, vindo me dar um abraço. Ela não deve ter tido tempo de se lavar, porque assim que a abracei senti o cheiro de sexo, de porra em seu rosto. Ela, como sempre fez desde pequena, deu-me um beijinho nos lábios. Neste momento senti que ela estremeceu. Deve ter se lembrado que não havia se lavado e que o pai estava beijando os lábios que chuparam o pinto enorme de seu namorado e que receberam a porra grossa dela. Quando Valéria se desfez dos meus braços olhou-me séria nos olhos. Senti o medo em seus olhos e o vermelhidão em sua face. Decerto a pergunta que estava em sua mente devia ser: “Será que meu pai sentiu o gosto ou o cheiro da porra que engoli?” (FIM) (agente_f2004@yahoo.com.br)

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Comentários

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Cássia e Filipinha

Que bom que gostaram do conto. Fico feliz. Tentarei publicar outros. Caso queiram conversar mais, o meu e-mail está no final do texto.

Beijos

Falstaff

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pode ter sido publicado varias veses mais e´muito bom este conto...........

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