Papai e mamãe e cunhada

Um conto erótico de Gonçalo
Categoria: Heterossexual
Contém 869 palavras
Data: 17/03/2007 10:28:52
Última revisão: 22/04/2008 22:17:26

Eu tinha 19 anos e namorava a Inês. Era ligadão nela. Aliás, todo o mundo era, íamos juntos ao cursinho e eu ficava puto quando os caras comentavam sobre seu corpo. Mas Inês era cabação convicto. Não deixava pôr nem nas coxinhas. Eu só sonhava quando seria o dia!

Há dois meses, eu estava sem carro e nos fins de semana a gente ficava assistindo a filmes na tevê a cabo na casa dela. Os pais de Inês saíam de vez em quando, mas voltavam logo. Claro que nesses intervalos dava pra gente tirar um sarrinho. Beijo na boca; chupada nos peitos e passada de mão nas coxas - isso era tudo o que ela permitia. Meu saco inchado latejava e meu pau parecia que ia explodir de tanto tesão sem poder se aliviar.

Não estava aguentando mais. O pior era a irmã mais nova de Inês, Maura, de 16 anos. Silenciosa, muito na dela, mas não ficava nos regulando. Aliás, era bem gostosinha: pernas torneadas, bunda cheinha e uns peitinhos de dar água na boca. Confesso que tinha um tesão por ela, mas disfarçava. Maura era mais sacaninha que a irmã. Como o banheiro era embaixo, ela saía do banho só de toalha e subia correndo descalça pela escada dando gritinhos. Às vezes ficava deitada no sofá com um camisetão que modelava as curvas de seu corpinho novo. Eu não aguentava ver isso e um volume roliço despontava na minha calça... Sob os olhares curiosos dela.

Num feriado de sexta à tarde, eu estava na cozinha tomando um café e ela saiu do banheiro. Ao subir a escada, uma parte da toalha se abriu e eu vi sua bunda redonda, carnuda e rosada. Fiquei de pau duro na hora, mas continuei sentado para Inês não ver. Naquele dia, ralei Inês mais do que nunca. Eu estava supertesudo. Supliquei por uma chupetinha leve. A durona não cedeu. Supliquei por uma punhetinha chorada, mas nada feito. Porra meu, é foda!

No sábado, os pais de Inês tinham ido viajar e me pediram para tomar conta das donzelas. Aceitei, lógico, apesar de ser obrigado a dormir no sofá! Ficamos os três sozinhos à noite e nos divertimos rindo e jogando. Maura estava radiante e excitada. Parecia que tinha visto passarinho verde. Era tão graciosa que seu jeitinho me deixava tesudo. Ficamos na sala vendo tevê. Quando já era tarde, Inês levantou-se para dormir. Logo depois, Maura levantou-se também... Subiu a escada e lá de cima disse: “Você num vai dar um beijinho de boa-noite na Inês?”.

Fiquei achando que talvez fosse dica da irmã para uma surpresa da Inês. “É hoje!” - pensei, excitado. Subi de mansinho, tentei abrir a porta. Estava trancada. Forcei levemente e a Inês respondeu brava: “Vá dormir lá embaixo!”.

Não entendi nada. Minha esperança acabou e resolvi ir ao banheiro bater uma punheta. Ao passar pelo corredor, vi que a porta do quarto de Maura - que ficava perto da escada - estava entreaberta. Pus a cabeça para dentro e na penumbra vi que ela estava dormindo. Uma parte do lençol cobria o corpo deitado de lado, mas as nádegas (viradas para a porta) estavam nuas e totalmente à mostra. Que bunda redondinha. Meu saco latejou. Por instinto, entrei. Sentei suavemente ao lado da cama e comecei a passar a mão naquela pele supermacia. Percebi que ela se arrepiou toda. Uma bunda gostosa e... Sem calcinha!!! Decidi bater uma punheta ali mesmo. Depois, achei melhor pincelar e gozar no vãozinho das nádegas dela. Pus o pau pra fora, fiquei meio de lado e ataquei. Maura não se mexeu. Arrisquei encaixar a chapeleta no reguinho. Forcei e Maura não se mexeu, mas se arrepiou outra vez. A sacana estava acordada. Então, aproveitei e enfiei o pau mais um pouquinho. Quando a chapeleta molhada encostou no cuzinho fervente, ela se remexeu, virou-se e ficou de bruços. Aquela bunda lisa e empinada me deixou louco. Fiquei de joelhos. De pau duro na mão, admirei aquela bunda novinha e desejosa de ser penetrada. Encaixei no rego e forcei. O cuzinho cedeu à pressão e a chapeleta entrou. Forcei levemente e o pau deslizou para dentro. Senti a rodinha quente me apertando e ouvi Maura respirando mais rápido. Enfiei mais um pouco e comecei a movimentar para dentro e para fora daquela rosquinha apertada.

Não resisti e gozei. Os jatos eram tão fortes que Maura estremecia a cada ejaculada. Fiquei ainda uns segundos gozando, gozando, gozando e Maura não deu um pio sequer. Esperei um pouco, tirei o pau do cuzinho apertado dela e saí do quarto em silêncio.

Desci as escadas e fiquei na sala. Nisso, ouvi um barulho no corredor. Era Maura indo ao banheiro. Reconheci pelos passos de pés descalços. Acho que gozei tanto no cuzinho dela que deu diarréia - pensei.

Fiquei ali, esparramado no sofá, muito satisfeito, lembrando a deliciosa enrabada. Então, ouvi um “psiu”, olhei para cima da escada e era Maura com seu sorriso sacana. Ela virou-se de costas e mostrou a bunda... Rebolando como uma profissional!

Não preciso dizer que fiquei comendo a rosquinha de Maura até casar com Inês. Depois continuei comendo também, pois Inês só aceitava o tradicional. Enfim eu tinha tudo: papai-mamãe... E a cunhada!

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Comentários

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Sorte a sua viu, se não fosse a cunhada eu queria ver vc convencer sua mulher! Muito bom seu conto, faça alguma fantasia com sua cunhada e nos conte depois tá!

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Quer eu te ajudo a convencer a Ines a dar o rabinho?

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