As mãos de Lídia

Um conto erótico de drakk
Categoria: Heterossexual
Contém 478 palavras
Data: 06/03/2007 00:16:56
Assuntos: Heterossexual

As mãos de Lídia

Sou afro-descendente, 29 anos, e há três anos namoro uma menina linda, onze anos

mais nova, que aqui vou chamar de Lídia. 1,70, quadris amorosos,beleza brasileira.

Nos conhecemos na faculdade de Direito, eu já no quinto ano, ela, caloura.

Frequentávamos a lanchonete da universidade, e após algum jogo de aproximação,

Já estávamos namorando. E o nosso namoro consistia em ficarmos trancados em meu

quarto ouvindo música, e enquanto beijava e mamava em seus lindos seios de mulata,

Lídia brincava e fantasiava com o meu membro ereto nas suas mãozinhas, pois o meu

dote (20 cm) sempre foi a grande surpresa e alegria para as minhas namoradas.Melado

de lubrificante natural e muito aceso e era só isso, pois mesmo sendo muito gostosa a

nossa brincadeira, Lídia me proibia de ejacular, num jogo de sedução e curiosidade.

Um dia de domingo, combinamos irmos ao cinema, e minha garota veio mais linda,

num belo vestido azul estampado. Como a sessão seria dali a três horas, fomos ao

meu quarto dos romances, e encantados um com o outro,iniciamos nossas carícias,

sentados no sofá, eu com minhas mãos deslizando por suas coxas,até a virilha, por

baixo do vestido azul ... Minha gatinha manuseava carinhosamente a cabeça do meu

bastão de carne dura,já pra fora da braguilha da minha calça, maravilhada com o

volume pulsando em seus dedos;nos beijávamos num crescendo de exitação, e não me

contendo mais,exclamei:

“Gata,’tá chegando...Dessa vez não agüento mais...”

Lídia viu,deslumbrada,enquanto me masturbava gostosamente, o meu gozo brotar para

o alto numa grande quantidade, vindo a cair sobre seu vestido,salpicando tudo

com minha semente fértil e espessa. Quase desfaleci,me debruçando sobre seu colo,

e Lídiazinha tinha na palma da mão uma bela poça de esperma, para o meu orgulho

de homem.

“O veneno dessa cobra não mata, dá a vida” Eu disse,com um sorriso.

Lídia comentou:

“É quente e tem cheiro de água sanitária, mas isso é muito lindo!...” e seu olhar em-

bevecido indicava que havia adorado. Em seus dezoito aninhos, nunca havia presen-

ciado o clímax de um um macho...

Nossas brincadeiras se apimentaram mais e mais, e mesmo que só a tivesse possuído

algum tempo depois, fazer expulsar a esporra do seu amado tornou-se o maior espeta-

culo da terra para os sentidos de Lídia. Acomodados no sofá ou num puff, vestidos,ela

me fazia derramar copiosamente o sagrado leite da vida, ora num copo vazio,ora num

prato, ou nas suas mãozinhas,às vezes levando aos lábios aquela riqueza, provando o

gosto com alegria e sensualidade naturais...

Daí em diante, o próximo passo foi convencê-la a me acolher em sua grutinha cheirosa

e apertada,que me deu um prazeroso trabalho e que resultou numa bem-vinda gravidez,

porque no fundo nos amávamos muito.

Mas essa é outra história...

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