O MÉDICO E A BELA

Um conto erótico de MALDOSO
Categoria: Heterossexual
Contém 1117 palavras
Data: 23/02/2007 12:02:04
Assuntos: Heterossexual

O MÉDICO E A BELA.

Bela era seu nome. Estava na flor da idade quando veio para a cidade grande a procura de trabalho. Foi morar com seus tios na periferia da cidade.

Sua vida no interior era pacata, nada de novo: roça, casa, missa, dar voltas na pracinha, dormir cedo. Namorar, sim namorou um garoto que também trabalhava na roça. Tudo muito simplório cheio de respeito, no máximo aqueles beijinhos na bochecha às escondidas ou uma pegadinha de mão. Mas era sua vida, era a vida que ela conhecia.

Cidade grande, periferia, lá está Bela, dia seguinte após descansar da estafante viagem. Nossa! Sentada no portão da casa dos tios, seus olhos amendoados nem piscavam de ver tanta gente, tanta casa, tantas bicicletas, carros, molecada. Para ela aquilo parecia um sonho, nunca tinha visto nada igual.

Após uma semana, Bela já mais descontraída, já conhecia pelo nome algumas poucas pessoas, já sabia o nome da rua onde morava, já conhecia os arredores. Em dois meses arrumou um emprego de faxineira em uma fábrica ali perto. Em seis meses Bela já estava namorando.

Que bom, ela pensava enquanto namorava. Aprendeu beijo de boca, mais tarde beijo de língua e depois alguns tímidos amassos. Era o supra-sumo. Decorridos dois anos, Bela casou-se, não com aquele namorado e sim com o Joaquim, filho de um Português dono de uma quitanda no bairro.

Foi aquela festa: doces, picles, salgados, refrigerantes, cervejas, tudo de acordo com o modo de vida daquela gente e época. Lua de mel; foram de trem para sua cidade natal. Outra festa, seus pais orgulhosos não poupavam elogios ao casal. Reviu seus parentes, conhecidos, levou o Joaquim para conhecer a roça, tudo nos conformes.

Só uma coisa não estava legal. Na cama, Bela não sentia nada quando era penetrada. Enquanto o Joaquim morria de satisfação Bela ficava indiferente, não achava graça nem prazer, fazia por fazer.

O tempo passou e o Joaquim começou a desconfiar que algo não estava certo. A princípio perguntava assim tipo indiretamente a Bela qual era o problema. Bela por sua vez ficava toda envergonhada e não conseguia explicar o que estava acontecendo, ela achava que era normal, que só o homem gozava.

Em conversa com um amigo, Joaquim foi instruído a levar Bela a um médico entendido de problemas sexuais que tinha uma clínica no centro da cidade. Bela foi pensando tratar-se de um ginecologista. Joaquim foi junto. Chegando lá, foram atendidos pelo médico em seu consultório. Perguntas foram feitas, perguntas foram respondidas. Dalí, o médico os encaminhou para uma pequena sala, destas tipo ginecológica.

O médico explicou para o Joaquim que os procedimentos para este tipo de exame poderia parecer constrangedor, assim meio sacana, mas que ele ficasse frio pois ficaria sentadinho bem próximo à maca observando tudo. Joaquim acenou afirmativamente com a cabeça.

Bela saiu detrás do biombo completamente nua e deitou-se sobre a maca. Quem diria! Aquela roceira escondia por baixo de suas vestes uma pele alva, sedosa, seios pequenos e durinhos, quadril de mis universo, coxas e pernas perfeitamente torneadas, pezinhos de anjo e uma bucetinha de boneca, apesar de cabeluda.

Joaquim, que a tudo assistia, ficou meio cabreiro. Mas o doutor, já acostumado, puxava conversa com os dois tentando deixá-los à vontade. Porém, era impossível até para aquele profissional ficar indiferente diante daquele anjo. Notava-se certa excitação em suas palavras.

O médico começou os exames: primeiramente ele tentou descobrir as zonas chamadas erógenas de Bela. Tocava seu rosto com as costas da mão e nada, desceu a ponta do dedo pelo seu pescoço e Bela arrepiou-se. Ele parou, fez uma anotação no prontuário. Levemente espalmou aqueles lindos seios. Os bicos firam extremamente duros. Outra anotação. Massageou levemente a barriguinha da Bela. Mais arrepios. Nova anotação. Antes de continuar, olhou para o Joaquim. Este com as mãos cobrindo o rosto, provavelmente pensava na fria em que se metera. O experiente médico acalmou-o, dizendo-lhe que tudo aquilo era normal, que era uma técnica utilizada por todos os médicos do mundo, etc. e tal.

Só Deus sabia o que se passava na cabeça do Joaquim naquele momento já que a mão do médico estava indo em direção àquela bucetinha maravilhosa. Não deu outra, o médico afastou um pouco aqueles pentelhos deixando à mostra aqueles lábios vaginais perfeitos e um grelinho apontando para cima de tão durinho que estava. Era de babar. Joaquim mexia-se sem parar na cadeira. O médico fez outra anotação: grelo duro, sinal de tesão.

Com as pontas do dedo, o médico segurou aquele grelinho e fez uma leve fricção naquele biquinho durinho. Bela suspirou e suas pernas tremeram. O médico anotou. Olhou mais uma vez para o Joaquim. Coitado, a expressão do seu rosto era de desespero. Continuou com a ponta do dedo passando suavemente pela racha da Bela. Sentiu umidade. Anotou. Começou a enfiar o dedo naquela grutinha apetitosa até ele sumir nas entranhas daquele paraíso. Nisto, Joaquim que até então focava os movimentos do médico, olhou para baixo e viu um volume enorme querendo estourar a sua calça branca. Pensou em levantar-se e acabar com aquilo, mas, um suspiro mais forte de Bela o fez recuar de suas intenções. Continuou observando.

O dedo do médico, já todinho melado, entrava e saia da gruta da Bela provocando roucos gemidos e algumas contrações de seu quadril. Tudo era anotado. Enfiou o segundo dedo. Bela já não conseguia controlar seus instintos carnais. Joaquim, olhando aquele vai e vem dos dedos penetrando sua linda musa estava a ponto de sair na porrada. Conteve-se, quando o médico tirou os dedos, pegou uma toalha de papel, limpou-os e fez mais anotações.

Olhando o Joaquim, já desesperado, disse-lhe: olha Joaquim, sua esposa parece perfeita. Em todo caso, para descarga de consciência vou fazer um último teste. Joaquim, um pouco mais aliviado, acenou afirmativamente com a cabeça. O médico então pegou um tubo com vaselina e lambuzou o dedo da outra mão. Joaquim ficou cabreiro. O médico aproximou-se de Bela, enfiou-lhe novamente dois dedos na maravilhosa xaninha e o outro todo lambuzado começou a introduzir no cuzinho, ainda virgem, daquela gatinha. Com movimentos rápidos e precisos Bela não se agüentava. Gemia alto, até gritava, agitava-se toda, chorava, até que explodiu num gozo fantástico no mesmo instante em que Joaquim, já vermelho de raiva, levantava-se da cadeira para por um fim naquilo tudo, já pronto para agredir o médico quando este lhe disse: rápido Joaquim pegue minha prancheta e anote que sua esposa entrou num goza convulsivo. Anote, anote porque eu estou com os dedos todo melado. Joaquim.... anotou e sentou-se novamente.

O médico deu por terminado o exame, deu uma toalha para Bela limpar-se enquanto marcava com o Joaquim o retorno para avaliação.

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Comentários

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Humor erótico,muito bom!

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Muito bom, um misto de piada com conto parabéns.

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