Meu Primeiro Conto

Um conto erótico de Superman
Categoria: Heterossexual
Contém 1465 palavras
Data: 22/02/2007 13:13:11
Assuntos: Heterossexual

Autor: O Senhor dos Contos

Esse foi o primeiro conto que escrevi. Publiquei em outro site, mas acho que poucas pessoas o leram. Resolvi então divulgá-lo aqui, espero que gostem:

Em primeiro lugar, quero me apresentar: vou me identificar como o Senhor dos Contos. Tenho 41 anos, formado em Administração de Empresas, sou moreno (afro descentente), 1,78m. Posso me considerar um homem bem dotado, tenho um pênis grande e bem grosso e essa é a pura verdade. Algumas pessoas as vezes mentem ou fantasiam tamanho do pênis, mas posso assegurar-lhes que o meu é exatamente o que declarei.

Bom de hoje em diante vou passar a contar-lhes frequentemente um pouco da minha sexual através de contos que escreverei.

O primeiro que contarei será uma experiência que tive há alguns anos. Moro na cidade de Belo Horizonte e nessa época com 23 anos, eu trabalhava em uma construtora de médio porte na área administrativa. Havia um colega de trabalho responsável pelo depto. de compras que um dia me comentou que estava levando altos papos por telefone com uma moça (que chamarei de Cintia) venderora de uma empresa de máquinas para construção. Começei a participar dessas conversas, primeiro apenas como um mero ouvinte do meu amigo, posteriormente ele comentou sobre com ela e um dia ela pediu para falar comigo. Como meu amigo me disse que tinha receio de convidá-la para sair e se decepcionar, na primeira oportunidade que tive a chamei para uma cervejinha após o trabalho. Ela topou e marcamos de nos encontrar em local às 19:30h.

Lembro-me que era uma 5a. feira., sai do trabalho e fui em casa tomei um banho e fui me encontrar com Cintia. Pensei, passo de carro pelo local e olho, se for muito feia vou embora e amanhã dou uma desculpa qualquer. Pra minha surpresa quando cheguei deparei com uma moça branca (bem branquinha mesmo) vestida com uma saia na altura dos joelhos e blusa de malha de manga longa. Tinha um rosto normal, não era bonita.

Parei o carro desci e me apresentei, entramos novamente no carro e fui para um restaurante na beira da lagoa da pampulha chamado Los Remos (hoje não existe mais) especializado em peixes e frutos do mar. Tomamos algumas cervejas e batemos um papo legal, ela me disse que tinha 21 anos, não tinha namorado e morava com as irmãs no bairro Floresta. Depois de mais algumas cervejas ficamos mais íntimos dando gargalhadas e contando casos engraçados. Num dado momento olhei bem em seus olhos, ela também me olhou fixamente e nos beijamos. Ficamos ali um tempo na troca de beijos e carinhos.

Decidi pedir a conta e convidei-a para irmos para outro lugar melhor, mais aconchegante. Ela me olhou séria e disse que já era tarde e que deveria ir embora, pois no outro dia levantaria cedo. Tentei mais uma vez dizendo que não faríamos nada de mais, apenas procuraríamos um lugar mais reservado e aconchegante, mas ela novamente recusou-se.

Fomos embora e no caminho fui tentando convecê-la e nada, pelo contrário ela ficava cada vez mais séria e calada. Imaginei que ela deveria ter ficado com raiva pela minha investida logo no primeiro encontro e que talvez nem quizesse mais sair comigo. Chegamos então à porta de sua casa, parei o carro e desliguei, era uma rua escura e de pouco movimento, quase nenhum. Nesse momento achei que deveria pedir desculpas e o fiz, ela sorriu e me disse que estava tudo bem, ela tinha ficado um pouco decepcionada, pois havia terminado seu namoro há dez meses. O cara a tinha traído com sua melhor amiga.

Então começamos a conversar e ela me contou detalhes de seu relacionamento, namorou por seis anos, o cara foi o primeiro namorado e único homem da vida dela e pelo visto não era lá um bom amante. Ela me confidenciou que tinha medo de transar com outro homem e que nunca tinha ficado nem num clima mais quente com outro cara. Falei que tudo bem, pra mim não tinha problema, quem sabe uma hora dessas ela encontrava um cara legal e quando se sentisse segura que se entregasse pra ele. Nesse momento ela me olhou e começou a me beijar, os beijos foram ficando mais quentes e árduos, comecei a passar as mão pelo seu corpo sore a roupa e ela massageando minhas costas com muita força suspirando fundo. Percebi seu tesão e começei a beijar sua nuca e suas orelhas, ela se contorcia e esfregava os dentes, enfiei minha mão por baixo de sua blusa até atingir os seios, ela, extasiada como estava, não esboçou reação e permitiu minha investida. Tirei seu sutiã e passei a acariciar aqueles peitinhos durinhos, cujos mamilos estavam totalmente enrijecidos.

Levantei um pouco a cabeça e observei a rua, nem uma viva alma, continuei minha batalha, levei minha boca aos seus seios, ela soltou um leve gemido, com minha mão direita segurava sua blusa e com a esquerda avancei rumo a suas pernas alisando e levantando lentamente sua saia, quando atingi sua calcinha ela retirou minha mão e baixou a saia. Segundos depois estava eu novamente subindo a mão por entre suas pernas, ela, me cortou novamente, então susurrei em seu ouvido: - "só que sentir seu calor" ela quase se derreteu abrindo as pernas devagar, já quase sem ação. Acariciei sua bucetinha por sobre a calcinha sentindo seus pelinhos. Enfiei meu dedo pela lateral da calcinha e fui me aproximando de sua grutinha cabeludinha, ela disse: - não, por favor! Continuei bem devagar sem nada dizer e ela foi gemendo, fui avançando o dedo e senti sua bucetinha umidamente quente, meladinha pra dizer a verdade. Nesse momento ela me pediu: - pare por favor! Eu então fui recuando. Ela me olhou e disse: - poxa, durante seis anos com meu namorado nunca senti um tesão tão forte. Falei pra ela que já não aguentava mais de tesão que meu pau estava duro demais, foi quando peguei sua mão e coloquei sobre minha calça, ela deu um grito recolhendo a mão e dizendo: - Jesus Cristo que isso? E apontou para meu pau. Eu disse: - é meu pinto duro de tesão por você! Ela disse: mais essa coisa é enorme, o do Fernando não era assim!

Perguntei se ela queria ver e ela a princípio ficou com receio mas depois disse que sim. Tirei o pau pra fora, e vou falar a verdade, poucas vezes vi nos olhos de uma mulher tamanha surpresa e admiração ao ver um pinto. Ela olhou e disse: - o do Fernando era quase metade e muito mais fino, meu Deus seu negócio é muito grande! Falei com ela pra ficar tranquila, que estava tudo sobre controle e perguntei se ela quewria pegar um pouquinho, só pra sentir o volume e ela disse: só vou pegar um pouquinho e pôs a mão com um certo receio, segurei na mão dela e pressionei com firmeza contra meu pau e falei: - pode pegar, não vai te morder não.

Ela pegou e começão a acariciar, encantada com meu pinto, ficou alguns minutos admirando, olhando centímetro por centimetro. Olhei de novo para a rua, sem movimento algum. Falei com ela: - Cínta, dá um beijinho nele. Ela abaixou-se e deu beijo na cabeça do pau, depois outro e mais outro, depois passou a língua por toda a extensão da cabeça e enfiou na boca, tirou, olhou pra mim e disse: - quase não cabe na minha boca. E voltou a chupar. Eu me contorcia e dizia: - vai minha princesa chupa bem gostoso. Enquanto ela chupava e fazia barulho, como se chupasse um sorvete, ia me punhetando, suas mãos pequenas quase não seguravam direito meu pau, assim ficamos por uns 15 minutos até quando falei pra ela que iria gozar, ela imediatamente tirou a boca e eu disse: - não, não pare! E ela me disse: - mas você não vai ficar com nojo depois? Eu disse: - claro que não!!! E ela caiu de boca de novo, dessa vez com mais vontade ainda até que eu inundasse sua boca com minha porra, ela recolheu um pouco a cabeça, parece ter engasgado, deu uma tossidinha e continuou sugando tudo, até a última gota.

Depois de passado o calor nos refizemos, ela me confidenciou que sempre chupou seu nomorado, mas que ele nunca quis gozar em sua boca, pois teria nojo de beijá-la depois. Beijei então sua boca com ternura, nesse momento sua irmã abriu o portão da casa, ela baixou o vidro, deu um aceno para a irmã e disse que já estava entrando. Virou-se pra mim e disse: - tenho que ir, me liga de novo, quero ver essa coisa mais de perto! Desceu do carro e entrou no portão. Liguei o carro e fui embora.

Quer saber o que aconteceu depois? No próximo conto eu digo!

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