Achei que ia me dar bem

Um conto erótico de Alexandre
Categoria: Heterossexual
Contém 1282 palavras
Data: 09/02/2007 00:38:57
Assuntos: Heterossexual

Aula do quinto período de Jornalismo da Universo de Niterói, o dia estava monótono como sempre, até que entra na sala Gabriela, ou simplesmente Gabi, 22 anos, tem um rosto comum exceto por seus lindos olhos verdes e seu cabelo comprido bem negro cacheado nas pontas, mas o que chama atenção de todos os machos da turma, é seu corpo que parece ter sido esculpido à mão, coxa bem torneada, uma bunda deliciosa sem ser vulgar, seios redondinhos, do tamanho ideal, daqueles que dá pra encher a mão.

Além de seus atributos, o que a torna diferente das demais é seu comportamento, enquanto todas as meninas da sala vão as festas, tem namorados, as que não têm já saíram com vários de nós, elas falam de sexo abertamente, a gente sabe quem gosta de chupar, de dar o rabo, quem já ficou com outras meninas. Mas Gabi é um completo mistério, nem Orkut a menina tem, é reservada, não tímida, muito gentil e delicada no trato com todos os colegas, sempre se livrou com muita graça das cantadas dos caras, não tem namorado, diz que quer se dedicar integralmente aos estudos para ajudar seus pais, que ela diz viverem em Pinheiral, que acho que é no interior do estado. Nunca participou de nenhuma festa da turma porque todo fim de semana viajava pra casa.

Mas, voltando à aula, naquele dia ela estava excepcionalmente sensual, usava um vestido rosa de um tecido fininho, não era curto, mas o tecido deixava desenhado a marca de sua calcinha, que parecia ser minúscula. Ela foi o comentário do dia entre a galera da rodinha da cerveja depois da aula.

A noite estava em casa com uns amigos do curso, quando meu pai chega, ele é separado da minha mãe e mora em Sampa, disse que tinha que resolver uns negócios no Rio, e resolveu atravessar a baía pra me ver, conversa vai conversa vem, depois de umas cervejas, ele fala que tem uma coisa pra me mostrar, segundo ele, é a sua "bíblia sagrada", fico curioso, ele pega na pasta um fichário grande, que depois descubro ser um catálogo de meninas de alto nível que atendem em hotéis de sampa. Eu e meus amigos logo avançamos sobre o livro, pra ver qual era das "meninas", meu pai na pilha diz: "Pensa como se fosse um cardápio, escolhe uma que semana que vem você vai lá comer", em meio a risadas de todos nós, de repente eu fico atônito, não acreditava no que meus olhos viam, uma foto de Gabi, apenas com uma camisola azul curtinha semi-transparente, que deixa os bicos de seus seios a mostra.

Chamei meus amigos e eles também ficaram boquiabertos, como era possível a menina mais recatada da turma estar num livro como aquele? Não tinha nome, apenas um número, tipo um código, que era usado pra quando o cliente ligasse e escolhesse a garota; ainda ficamos um pouco na dúvida, quando meu pai nota que paramos numa página, ele olha, e rindo, fala: " É, a Gabi é demais mesmo", ficamos paralisados ao ouvir aquilo, era mesmo nossa Gabi naquela foto , continuando meu pai disse que saía com ela duas vezes por mês, e que só não se encontrava mais com ela porque ela só estava disponível nos fins de semana, que ela já o tinha acompanhado a diversos eventos, que por ter um bom nível intelectual agia com naturalidade em qualquer ambiente, perguntamos quanto ela cobrava, 300 reais três horas de sexo e 200 para sair como acompanhante.

Meu pai estranhou nossa curiosidade em cima de uma mulher que nem era a mais bonita do catálogo, não enrolamos e abrimos o jogo logo, contamos o que era nossa colega de turma, ele não acreditou, aí contamos sobre como ela era objeto de desejo de todos os homens da nossa faculdade, tinha até o lance do troféu "Pica de Mel" pra quem levasse aquela gostosa pra cama.

Vendo nossa excitação, meu pai resolveu nos ajudar, ele disse que ela já tinha se oferecido para viajar com ele quando ele quisesse. papai combinou então que na semana seguinte, viria com ela pro Rio. Passada a semana ele me ligou dizendo que pegariam a ponte aérea sábado de tardinha, disse qual hotel eles iriam ficar.

Então, domingo de manhã, marquei com meus amigos mais chegados o Beto e o Bruno, meu pai disse que ia sair e deixar ela no hotel, ela não queria sair e ia ficar sozinha, teríamos o dia todo pra transar com ela.

Chegamos ao hotel, meu pai tinha deixado recado na recepção que poderíamos subir, fomos direto pro quarto, nossos paus duros com aço já marcavam volume em nossas calças, chegamos quarto 725, lentamente entramos, lá estava Gabi, apenas de calcinha dormindo, antes de fazer qualquer coisa, pegamos nossos celulares e tiramos fotos, vá rias fotos, após isso, ficamos em volta da cama, e combinamos de acordar ela com um pequeno susto, gritamos: "Oi Gabiiiiii", ela despertou em pânico, ameaçou correr, mas caiu em prantos, a vagabunda achou que ia enrolar a gente. logo falamos que já sabíamos de tudo, que se ela não fizesse o que a gente queria as fotos dela iam parar no mural da faculdade.

Já sabendo que não havia como escapar, pediu cinco minutos pra tomar banho, voltou com outro semblante, trocou o rostinho de menina assustada pela feição de uma mulher safada que sabia dar prazer como ninguém, já estava totalmente nua, pensávamos que nós íamos dominar a situação mas foi o contrário, ela se aproximou de nós, deu um beijo de língua ardente em cada um de nós, ao mesmo tempo que nos acariava com suas mãos habilidosas, rapidamente estamos nus, ela pega no pau de Beto, e ameaça começar uma punheta, ele não aguenta e logo explode em gozo nas mãozinhas de Gabi, ela dá gargalhadas e debocha, nós também rimos, ela se ajoelha na minha frente e começa um boquete, o melhor boquete que já recebi, seus lábios percorriam meu pau de cima a baixo, suas mãos tocam meu saco, ela me joga na cama sobe sobre mim, e continua a chupar, ficando com sua bunda deliciosa exposta, ela para a chupeta por um instante, e diz para o Bruno: " Como é vai ficar só olhando??", eu quando escuto essas palavras também gozo rios de porra, ele se aproxima sobe na cama, meio sem jeito tenta meter em sua buceta carnuda e lisinha, ela pede pra le meter na bundinha dela, ele tenta, não consegue, ela manda o Bruno sentar, na cama e vem de costas para sentar no seu cacete, mas mal passando a cabeça, Bruno já urra de tesão, havia também chegado ao gozo.

Ela então, começa a debochar da gente, em menos de 20 minutos fez nós três gozar. Nisso, entra meu pai, rindo demais, ela se vira e diz: "Sabia que os franguinhos não davam conta ", e em meio a gargalhadas, ela despe meu pai, que começa a comer ela com absoluto controle da situação. Novamente ela se transforma, volta a cara de inocente, se submete a todas as vontades de meu pai, chupa, rebola, vai por cima por baixo, e geme, como ela gemia gostoso, o Beto que tinha gozado primeiro já tava tocando uma punheta alucinada, e meu pai coloca ela de quatro e mete com toda a força naquela bunda linda.

Acabada a sessão de foda, ela se veste,e sentada no colo do meu pai, pede 200 reais de cada um de nós, caso contrário todo mundo na faculdade ia saber que não conseguimos dar conta dela.

Ao sairmos do quarto, escutamos ela dizer as gargalhadas: " Por isso que não saio com garotos"...

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