Segunda opinião

Um conto erótico de Chakal
Categoria: Heterossexual
Contém 2293 palavras
Data: 01/11/2006 17:45:26
Assuntos: Heterossexual

Segunda opinião... (revisado)

O primeiro dia de aulas não se esquece quando começa bem, início de semestre, curso de Direito, uma professora despertou meus impulsos sexuais. Chamava-se Suelem, linda, 35 anos, alta, rosto bonito, pernas bem torneadas, sorriso contagiante, linguagem correta, sofisticada, sotaque alemão, um colírio para os meus olhos.

Não preciso dizer que os alunos, do sexo masculino, estavam caídos por ela e que muitas masturbações foram executadas em seu louvor nos WC da Faculdade...! Mas, era casada, parecia séria, embora provocante em seu modo de vestir-se, divertia-se bastante com o frisson que a sua presença sensual e encantadora produzia em nossa turma, predominantemente masculina.

Me considero bem informado, como diz algumas amigas, um gentleman, sou adepto do princípio, “mulher que não dá, só minha mãe”, e a professora Suelem se revelava tão inacessível a qualquer tentativa de sedução, que a idéia de transar com ela já se me afigurava como um sonho, um amor platônico, apenas uma fantasia erótica. Não obstante, nas vezes em que mantínhamos um colóquio mais pessoal, ela parecia me olhar com uma certa malícia travessa, e eu a via como uma criança fascinada por um brinquedo perigoso.

Eu sentia que ela me distinguia dos outros alunos, com uma atenção especial, sempre que podia aproximava de mansinho, como quem não quer nada e lhe tecia elogios pela matéria, preparação das aulas, sua dedicação aos alunos etc e tal, mas me recusava a acreditar que sua atenção fosse um interesse não-profissional.

Na verdade, a leitura que eu fazia da situação era a seguinte: a professora Suelem era tão bonita e tão apetitosa, mas tão fora do meu raio de ação sexual, que comê-la só seria possível se usasse a força! E eu estava tão louco por ela que fantasiava muito sobre isso. E dizia para os meus colegas mais chegados:

- Caras, se essa mulher passar por mim, numa rua escura, noite alta, sem ninguém por perto, acho que não vou agüentar. Jogo-a no chão e a estupro sem dó nem piedade, nem que depois tenha que gastar meus minguados com advogados. E é lógico que isso era motivo de gozação dos colegas.

Um dia, dirigindo em direção à Faculdade, eu a vi numa parada de ônibus. Estranhei, pois ela possuía carro, vinha sempre de Campinas, onde residia. Parei e inquiri:

- Oi, professora, cadê o seu carro?

- Está na oficina. Quer me dar uma carona?

Claro que eu dava! Eu daria tudo para aquela mulher! Existem mulheres e existem fêmeas, e a professora Suelem era um notável espécime de fêmea bem dotada pela natureza! A professora entrou no carro, sentou-se ao meu lado, e eu fiquei com medo de não poder mais dirigir, pois ela usava uma saia generosa, que mostrava as suas pernas bem delineadas e bom pedaço de suas coxas douradas pelo sol.

Além disso, vestia uma blusa decotada, dando para ver um pedacinho do seu sutiã preto e o excitante sulco de dois seios irresistíveis. Senti até calafrios ao posicionar meu olhar por tão estreita abertura e imaginar beijando tão doce criatura, que comecei a ficar excitado com tal imaginação. Em certa hora, ela virou-se de repente para mim e notou o meu olhar guloso. Sorriu, maliciosa, e falou:

- Preste atenção no trânsito, menino.

Eu aproveitei a deixa e arrisquei no tudo ou nada:

- Está difícil, professora. A senhora com essa saia e essa blusa toda sensual.

Ela deu uma risadinha irônica:

- Humm, o meu aluno parece que está querendo seduzir a sua professora...

Um pouco mais à frente, havia diariamente um constante engarrafamento pelo excesso de alunos que neste mesmo horário dirigiam-se à faculdade, e ficamos parados por uns cinco minutos. Aproveitei a oportunidade única para jogar toda xavecagem pra cima daquela mulher:

- A senhora disse querendo seduzir? Vamos tirar o verbo do Gerúndio e colocá-lo no Presente?

Ela tornou a rir maliciosamente, mas entrou no jogo:

- Então, o meu aluno QUER seduzir a sua professora? Quantos anos você tem?

Eu ri: - Não se preocupe, professora. Certamente devo ser jovem a mais tempo que a mestra, e por isto jamais será acusada de pedofilia com aluninho. Já tenho muitos anos de janela.

Ela deu uma sonora gargalhada, encostou a cabeça nos meus ombros, e falou, cativante:

- Humm...Parece que peguei carona com um garanhão de plantão, hein?

Ora, eu não poderia deixar que aquela viagem terminasse assim, impunemente.

- Garanhão, não, professora, um apaixonado pela mestra.

Ela parou de rir, mas ainda tinha um olhar travesso:

- Apaixonado! Quem diria! Está querendo brincar comigo?

- Não, professora, eu me apaixonei pela senhora desde o primeiro dia de aula.

Ela ficou mais séria ainda:

- Sabe que sou casada? Moro em Campinas, só venho a SJ Campos para dar aulas?

- Sim, professora, mas o fato de ser casada não me impede de amá-la e desejá-la. Não estou lhe pedindo que faça ou deixe de fazer alguma coisa a respeito. Só quero que respeite o meu direito de sonhar em tê-la para mim. Só isso.

Ela sorriu, mas, dessa vez, docemente, como enlevada por um pensamento delicioso:

- Caramba, estou à beira do abismo.Você é um adorável sedutor. Faz isso com todas? Pobrezinhas delas!...

Estávamos já perto da Faculdade. Uma nova paradinha, e eu continuei:

- Não, professora, não sou um sedutor profissional. Estou louco pela senhora, é isso.

Alias só isso mesmo, um sonho platônico impossível.

E a viagem chegou ao fim. Parei no estacionamento do Campus. Antes de descer, ela me encarou, com os olhos brilhantes e o peito arfando, parecendo emocionada:

- Está mesmo apaixonado por mim?

Ela pegou a minha mão, por cima do volante, e completou:

- Então, não me chame mais de professora ou de senhora. Para você eu sou a Suelem.

Deu-me um selinho nos lábios e desceu. Botei a cabeça para fora da janela do carro e perguntei:

- A conversa tem segundo turno?

Ela tornou a rir, faceira:

- Oh, meu Deus, você não desiste mesmo. Está bom, espere-me na saída, às 21h30, hoje não vou viajar a noite pra Campinas, pretendo dormir em SJ Campos, você sabe estou sem carro até amanhã.

Eu tinha em encontro marcado com a conceituada Dra. Suelem, professora de IEDI - Introdução ao Estudo do Direito! Muito tempo antes da hora marcada, eu já tinha despachado as pessoas que costumeiramente pegavam carona comigo de volta, e lá estava eu, esperando-a na saída do Campus. Ela saiu de cabeça baixa, viu-me, veio rápida para o carro, abri a porta, e ela entrou. Deu-me um rápido oi e sentou-se, parecendo um tanto tensa e preocupada.

- Aonde vamos? - perguntou ela. Eu arrisquei: - Que tal um motel?

- Mas é um motel, está indo rápido demais, mocinho!

- Escute, professora...ou melhor senhora.

Ela cortou-me a frase:

- Professora, senhora não, Suelem.

- Escute, Suelem, você não será obrigada a fazer nada que não queira fazer. Acontece que você é uma mulher conhecida, casada, e lá é bem discreto, como aliás são todos os bons motéis. Mas, repito, não acontecerá nada que você não queira.

- Está bem, mocinho, já que não tem nenhumas "segundas" intenções, vamos lá!

Repliquei:

- Para falar a verdade, Suelem, tenho segundas, terceiras e muito mais intenções que você nem imagina, mas não vou forçar barra nenhuma.

Ao chegarmos no motel e adentrarmos na suíte, ela sentou-se à cama, e convalidou:

- Escute, antes de qualquer coisa, vamos esclarecer alguns pontos.

Sentei-me e ela continuou:

- Apesar do modernismo atual, da liberação feminina, ainda sou muito careta, em função da rigorosa educação familiar que recebi. Não faço sexo por sexo, meu marido foi o meu primeiro namorado e até agora é o único homem com quem já me deitei. Estou com você aqui, confesso, porque me senti atraída por você, mas não creio que eu seja a mulher certa para você. Como já lhe disse, sou muito careta, cheia de receios e medos, talvez esteja aqui pela curiosidade em saber como é um homem diferente do que conheço. Talvez pela curiosidade de uma “segunda opinião”.

Eu a abracei carinhosamente, cheia de ternura, e com mais tesão, por causa das suas palavras! e murmurei:

- Mas é a mulher-careta mais linda que já vi.

- Relaxa amor, acredito que você seja um vulcão adormecido, um tsunami insuspeitado, e que está prestes a acordar às suas fúrias.

Ela riu e eu comecei a acariciar o seu rosto, beijar o seu pescoço, a sua boca. Pouco a pouco, o seu instinto de fêmea começou a reagir e ela foi se soltando, correspondendo plenamente ao beijo, a pele se arrepiando, o peito arfando. Quando beijei a curva dos seus seios, ela gemeu baixinho. Sentindo-a preparada para o próximo passo, deitei-a na cama, tirei-lhe a blusa e o sutiã delicadamente, não querendo demonstrar nem apressado nem ansioso, para não constrangê-la; aquela mulher era especial, fêmea de um único macho, era preciso ir devagar, carinhosamente conquistando cada centímetro de seu corpo.

A visão dos seus seios médios, de biquinhos róseos e eriçados, me enlouqueceu de tesão.

Compenetrei-me, tinha que agir devagar pra não espantar a caça. Beijei delicadamente cada mamilos, enquanto ela se arrepiava e gemia, como se um vento frio, mas delicioso, atravessasse o seu corpo. Meti a mão direita por baixo de sua saia e acariciei a sua vulva por cima da calcinha. Para minha surpresa, a calcinha já estava bastante umedecida pelo pré-orgasmo.

Nesse momento, ela abriu os olhos e disse;

- Espere. Recolheu as suas roupas apressadamente e correu para o banheiro.

PQP, pensei, imaginei com meus botões, estraguei tudo, acordei de meus sonhos!!!!!

Enquanto mil coisas passavam pela cabeça, ouço delicadamente sua voz dizendo:

- Calma, volto já, coisas de mulher, quero ficar bonita pra você.

Rapidamente, a adrenalina acendeu ainda mais meus desejos, preparei-me também para o vamos-ao-que-interessa, despindo-me rapidamente, ficando só de cueca e com o órgão copulador tão duro e apontando para cima como se fosse uma alavanca. Ela voltou enrolada numa toalha, os olhos brilhantes de excitação. Fingiu não notar o volume na cueca, olhou-me por um instante, e deixou a toalha cair aos seus pés...

Que coisa mais linda, aquela mulher toda nua! Não depilava os pêlos pubianos e aquele enorme monte de cabelos negros constratava com a brancura da sua barriga, das suas coxas! Os seios médios, durinhos, empinados, túrgidos, pediam bocas famintas de desejo...

Pelas barbas do profeta, se tesão matasse, eu cairia durinho naquela hora!... Ao diabo com o respeito pela professora (nessa hora, mulher nenhuma gosta de respeito!...), aquilo era tentação demais!..

Levantei-me nu, com o mastro em riste, abracei-a fortemente, o meu pênis duríssimo roçando a sua barriga. Deitei-a na cama e passei a viajar pelo seu corpo com a minha língua. Lambi e beijei o seu pescoço, beijei e suguei os mamilos deliciosos dos seus peitinhos. Quando cheguei aí, ela, como uma mãe faz com o seu bebê, segurou os seios, oferecendo-os para a mamada. A minha professora era toda volúpia! Mamei alguns minutos naqueles apetitosos peitos, enquanto acariciava as suas coxas e o seu sexo cabeludo. Depois, lambi o seu umbiguinho e fui descendo para a vagina, enquanto ela se se contorcia e gemia baixinho. Apesar da luxúria que me enlouquecia, eu a ouvi murmurar algumas palavras:

- Oh, tá gostoso, meu amor..

Quando comecei a lamber e depois sugar delicadamente o seu clitóris, o vulcão entrou em erupção! Levantou as pernas, abriu-se para a minha boca, apertou fortemente a minha cabeça com as coxas e gozou alucinadamente, jogando definitivamente os seus pudores e puritanismos na lixeira da volúpia:

- Aiiii,, eu morro...

Mas não morreu, é claro, e eu comecei a lamber devagarzinho aquela gruta quente e umedecida pelo orgasmo. À proporção que eu aumentava a força e a velocidade das lambidas e chupadas, ela se contorcia, arranhava-me a costa, beijava-me o pescoço. Naquele vai-e-vem ilicitamente gostoso, eu apertava e mordiscava os seus peitinhos, enquanto ela pedia:

- Pega neles, pega, morde um pouquinho, morde...

Gozamos juntos como se fosse uma deliciosa agonia, e eu juro que a ouvi gritar.

- Aiii, meu amor!... que tesão delicioso...estou tento orgasmos.

Aos poucos foi acalmando-se. Ela permaneceu algum instante completamente imóvel, grudada no meu corpo, de olhos fechados, parecendo querer aproveitar, com um sádico egoísmo de loba, o delicioso momento e o prazer que eu lhe proporcionara...

Reanimados, fomos para o toalete tomar uma chuveirada refrescante. Na claridade mais forte do banheiro, pude observar melhor o quanto a minha professora era linda. Quando ela virou as costas para mim, enquanto a água escorria pelo seu corpo, tomei um novo choque. Jamais tinha visto uma bunda assim tão convidativa! Com o pênis latejante esperando pelo prato principal, estava furiosamente ereto, abracei-a por trás e o suplicante procurou agasalhar-se na fenda das suas nádegas. Enquanto eu procurava o orifício da sua deliciosa boceta para orientar a penetração do pênis, ela retesou-se rapidamente e avisou:

- Meu bem, não se zangue, mas você disse que eu poderia ir até onde desejasse e que você respeitaria meu desejo como uma ordem.

- Tudo bem, Suelem, combinado não é caro.

Ela virou-se, beijou-me e falou suavemente:

- Vai ficar triste por eu não fazer sexo anal com você?

- Não, que isso! Tudo bem.

Mas, ela, percebendo a frustração estampada o meu rosto (afinal, mulher como a professora Suelem, não se vê assim, a pouca distância do nosso pênis, muitas vezes durante toda uma vida nem uma aparece!...).

Terminamos o banho, eu ainda louco de tesão, ela recatadamente falou com meiguice:

- Meu amor, ainda é um tabu para mim, tudo isto é novidade, é a primeira vez que conheço alguém como homem diferente de meu marido. Estava apenas curiosa em obter uma segunda opinião. Mas, sabe de uma coisa querido, hoje estou quebrando alguns tabus na minha vida.

Voltamos para a cama, ela deitou-se de bruços, olhou-me por cima dos ombros, sorriu e confirmou, libidinosa e devassa:

- Fique à vontade, querido.

(...mas isto é outra história...)

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Comentários

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Kra, tava indo super bem, forçou ne história do cuzinho.

Pena.

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