Na cama sou putinha!!!

Um conto erótico de Julia
Categoria: Heterossexual
Contém 1644 palavras
Data: 11/09/2006 21:05:57
Assuntos: Heterossexual

Me chamo Julia, tenho 25 anos, olhos verdes, cabelos lisos castanho claro na altura do ombro, 1.70, 56k, pernas grossas e seios fartos. Perdi meu cabaço aos 15 anos com um namoradinho do colégio, e desde então sempre fui uma apreciadora do bom sexo, praticado sem pudor, sem frescuras e com entrega total de ambas as partes envolvidas na relação.

Embora eu seja uma verdadeira “putinha” na cama, sou super discreta, faço sim o que dá na telha, não me atenho ao fato de que meu desejo possa ser amoral ou imoral, afinal “passar vontade” é uma expressão que não compõem meu vocabulário. Quando dentro de quatro paredes tudo é valido, esqueçamos os princípios, costumes, e façamos aquilo que nos realize, que nos proporcione prazer sem culpa.

Sábado passado estava sozinha em casa, esperando que meu namorado me ligasse para sairmos, sempre fui muito orgulhosa e por conta disto esperei que ele ligasse, as horas não passavam, os minutos se davam de forma mais lenta, e nada dele ligar, e de fato não ligou. Até que o telefone tocou, não era ele, e sim uma amiga me convidando para sairmos, disse que rolaria uma festinha na casa de um amigo em comum, teus pais haviam viajado e a noite seria toda nossa. Por alguns minutos hesitei, afinal ainda tinha esperanças que Jonas ligasse, mas como perdurava a demora resolvi ir com Márcia à festa.

Chegando lá, estava tudo bem calmo, a maioria das pessoas ainda não havia chegado, rolava um som de fundo, bebidas e um churrasco. Fábio o dono da casa nos recepcionou, era um amigo de infância e por conta disto nunca o olhei como “homem” e sim como apenas um amigo, mas este dia estava muito gostoso, é um moreno de arrancar suspiros incontestavelmente.

As pessoas começaram a chegar, a bebida rolava a vontade, alguns já se mostravam meio “altos” no início da noite, eu bebi umas cervejas, misturei com um tal de “disco voador” e depois arrematei com tequila, nossa! me senti fora de mim, aquelas bebidas fizeram meu sangue esquentar. Pouco me lembro do que de fato ocorreu nos instantes que sucederam, apenas ouvi relatos provenientes de alguns amigos que se mantiveram sóbrios.

Disseram-me que subi em cima de uma mesa localizada no meio do jardim e comecei a fazer um strip, envolvida e ritmada por um funk que tocava, eu rebolava até em baixo e subia, mexendo minha bundinha, e aos poucos fui me despindo, até que fiquei apenas de sutiã e calcinha, esta por sinal era bem pequena, sempre gostei de calcinha fio dental. Neste momento Márcia disse que me fez descer e me levou até um quarto, justificando sua atitude falava “Julia você não está bem, vou tirar você daqui”, lembro-me que ouvi estas palavras e apaguei.

Quando acordei, pouco tempo depois, já me sentia melhor, com maior domínio sobre meu corpo, mas eu estava quente, meu corpo clamava por calor humano, queria foder, e isto se impregnou no meu pensamento. Até que Fábio entrou no quarto e perguntou-me se eu já estava bem, que praticamente todos haviam partido e que Márcia o encarregou de levar-me para casa.

Percebi que estava diante de um homem espetacular, corpo definido, um tesão. Não pude me conter, aproximando-se o beijei com vontade, ele retribuiu de forma que parecia não entender. Agora se iniciava nossa “festinha particular”. Disse que o desejava e que queria tê-lo todo e tão somente para mim, e num ato selvagem o puxei para junto do meu corpo com firmeza, e beijando-o passei a acariciar suas costas, respirava ofegante, já estava molhada, cheia de tesão por aquele macho que detinha em meu poder. Pude sentir seu pau duro roçando em minha xaninha e isto me deixou pirada, enlouquecida. Arranhava suas costas e deslizava minhas mãos sobre elas.

O joguei na cama e comecei a comandar como eu gosto, eu dito as regras iniciais. Beijando seus lábios sentia quão quente eram, nossas línguas mutuamente devoravam-se, desci um pouco e comecei a acariciar suas coxas, chupava as partes internas, sugadas que deixavam marcas seguidas de mordidinhas que o faziam delirar de tesão. Fui subindo vagarosamente e para o instigar ainda mais apenas segurei em seu pau ligeiramente e soltei-o, me atendo novamente ao seu tórax e às demais partes do seu corpo. Quando percebi que estava louco por mim, segurei aquela pica com segurança e comecei a lambê-la, passava minha língua por toda a extensão, com vontade, com muita vontade, a sentia latejando, pulsando, duríssima, e ele gemia, apenas gemia. Abocanhei com anseio aquele pau maravilhoso, o tratando como um instrumento pertencente a mim, fui tocando com carinho, punhetava e chupava concomitantemente, e este se enrijecia a cada toque meu, enfiei quase que todo em minha boca e comecei a passar por ela toda, pela parte interna da bochecha, pelo meu rosto, estava me deliciando. Até que Fábio passou a fuder minha boca, metendo em um vai-e-vem que me deixava delirando, na hora de gozar tirou a pica da minha boca e gozou pelo meu corpo, isto me deu ainda mais tesão e vontade de ser penetrada por aquele homem tão voraz. Ainda de calcinha e sutiã eu passei a mão na minha bucetinha que estava ensopada e passei nos lábios dele “sente como ela está, clamando pra ser comida por você”, este ato parece ter esquentado ainda mais o clima, e agora não mais pacifico às minhas atitudes, ele pegou-me pela cintura de pé e passou a acariciar minha xaninha por cima da calcinha, tirou meu sutiã e passava a língua em movimentos circulares, mordiscava os biquinhos duros, mamava em um dos meus seios e passava a mão no outro, agora era ele quem me atiçava, foi descendo lambendo meu corpo, me deu literalmente um banho de língua, até que afastou minha calcinha e começou a chupar minha grutinha, língua quente, ligeira, delicada que me molhava ainda mais. Chupava com vontade, enfiava a língua lá dentro e juntamente com um dedo me masturbava, já estava prestes a gozar, quando de repente enfiou um dedinho no meu cuzinho, aí não resisti e gozei abundantemente em sua boca, e ele não parava de sugar, de tentar devorar meu grelindo, eu nunca havia sentido tanto prazer em minha vida.

Peguei a camisinha e fui colocando naquele pau rígido com a boca, me deitei e ele por cima passou a enfiar lentamente a pica na minha bucetinha, que por estar completamente lambuzada facilitava a entrada. Sua pica deslizou gostosamente para dentro da minha xoxota, foi quando senti suas bolas batendo em minha bundinha, ele bombava devagar, até que pedi para que fosse mais rápido, com mais força, e em obediência ao meu pedido assim ele fez. Metia com energia, me comendo de forma que jamais havia sido comida. Ficou por baixo e eu fui sentando em seu pau, rebolava, rebolava até que o senti totalmente dentro de mim, neste momento me inclinei para ele, deitando ligeiramente sobre seu corpo e passei a ditar o ritmo, alucinadamente queria sentir aquela pica me rasgar, fudemos muito gostoso e ao olhar para seu rosto via o quanto estava sentindo prazer com aquela situação, quando percebi que ia gozar aumentei a intensidade, e quase que no mesmo momento explodimos em um gozo excepcional que me deixou até mole, com as pernas bambas, sem força para continuar.

Demos um tempinho para recuperar a energia e logo eu já estava de quatro em uma espécie de mesinha situada próxima à cama, ele pegou-me pela cintura e sem dó meteu com força, num gemido agudo de prazer e dor ele cadenciava as estocadas, passava a língua pelas minhas costas e às vezes puxava meu cabelo, confesso que isto só tendia a aumentar meu tesão, “vai minha putinha gostosa geme, quero ver você gritando de prazer minha vagabundinha”, estas palavras me estimulavam ainda mais e o desejo aumentava. Meu namorado nunca havia fudido com tanta vontade, determinação, e sem pudor algum. Até que tirou seu pau da minha bucetinha, e enfiou na minha boca, pude sentir sua porra invadir minha garganta, e parte dela escorrer pelos cantos de meus lábios, engolia-a e me deliciava com aquele néctar.

Me deitei de bruços, empinei minha bundinha e pedi para que comesse meu cuzinho, seria um prazer tremendo ter aquele cacete bombando fundo na minha bundinha. Percebi que ele estranhou, afinal, difícil é encontrar mulheres que gostem e que peçam este tipo de coisa, “você está esperando o que? Meu cuzinho já está piscando, doido para ser arrombando pela sua pica”, passando a língua foi me atiçando. Pegou um lubrificante na gaveta e lambuzou seu pau e a entradinha do meu cuzinho, foi metendo devagar e eu apenas gemia, que sensação esplendorosa, quanto prazer para uma única noite, até que enfiou seu cacete inteiro e nos movimentos de vai-e-vem me arrancava suspiros, gemidos de dor, mas mais ainda de tesão, bombava e estimulava me clitóris ao mesmo tempo e isto me fez gozar sucessivamente algumas vezes, em orgasmos deliciosos.

Senti-me exausta, cansada, sem forças para prosseguir, extremamente satisfeita, afinal trepei como uma cadela no cio, não passei vontade, fiz aquilo que achei conveniente, gostei e gozei muito, assim como ele. Tomamos um banho, nos recompomos e ele me levou para casa, sobre o assunto só pronunciou as seguintes palavras: “você pode até ser dama à mesa, mas na cama é uma putinha de primeira, valeu pela noite, espero repeti-la outras vezes”, com um sorriso nos lábios respondi: “pode ter certeza que esta foi uma de muitas”, desci do carro e entrei em casa.

Ah... No dia seguinte meu namorado me ligou, pediu-me desculpas por não termos saído no sábado, é... sinto muito, mas meu instinto e minha ânsia por sexo naquele momento não me permitiu lembrar da existência dele, claro que ainda não chegou ao seu conhecimento o assunto, por enquanto!!!

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Comentários

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vc é doidinha....rsrsrs

Mais concordo plenamente com vc...

"Quando dentro de quatro paredes tudo é valido, esqueçamos os princípios, costumes, e façamos aquilo que nos realize, que nos proporcione prazer sem culpa."

Espero que vc conte mais de suas aventuras...bjs

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Lindo conto adoraria ter contato com vc delicia

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