Menina-moça da fazenda

Um conto erótico de O Caçador
Categoria: Heterossexual
Contém 1690 palavras
Data: 18/07/2006 13:10:28
Assuntos: Heterossexual

Nas férias de janeiro desse ano, estive passeando para os lados de Itajubá-MG, revendo parte da família que há muito não tinha contacto. Fui destinado a ficar na cidade por pelo menos uma semana e depois de ver vários parentes, recebi um convite para passar o sábado e domingo numa fazendinha que cultiva café, do marido de uma prima, que me é muito querida.

Fomos pra lá minha prima, seu casal de filhos de 11 e 10 anos e seu marido, o tal fazendeiro. Chegamos na fazenda quase na hora do almoço, o qual foi servido por uma garota, filha de algum funcionário da fazenda, que aparentava ter seus 17 aninhos.

A garota era realmente bonita, sua pela era branca, estatura mediana e com cabelos meio loiros compridos amarrados em uma longa trança que chegava até o meio de suas costas. Mesmo através de seu vestido de xita, tipo “caipira” até os joelhos, mostrava ter bonitas formas com seios e quadris sedutores.

Sorrindo perguntei o seu nome e ela respondeu meia encabulada e com sotaque regional: “Meu nome é Karrrla e sou filha do Seu Noberrrto, que trabaia aqui na fazenda, cuidando do pessoal que cóie o café”.

De cara me senti seduzido por aquele sotaque carregado nos “erres” e meu pau latejou, logo mesmo durante o almoço.

Senti que ela me olhava bastante e toda hora que eu a encarava, ela desviava os olhos. Minha prima, nada percebeu e nem tampouco as crianças ou seu marido.

Logo depois do almoço a garota sumiu e como eu estava com segundas intenções, nada perguntei, para não levantar suspeitas.

Lá pelas três e meia da tarde, comecei a colocar meu plano em ação. Minha prima e o marido iriam a cidade e eu sugeri ficar com as crianças para dar umas voltas pela fazenda. Eles acharam ótima a idéia e partiram em seu carro.

Foi só o tempo de eu ver o carro sumir na estrada de terra, que chamei as crianças para a tal volta. Saímos pela fazenda e eu procurando ver a tal garota. Ao passarmos perto do curral e do chiqueiro, minha alegria dobrou. Karla estava dando os restos do almoço para os porcos. Me aproximei e começamos a conversar fiado. Eu percebi de imediato que eu era correspondido nos olhares e logo estávamos conversando alegremente. As crianças me chamando: “Vamos tio, vem vamos!”. Eu demonstrando para ela estar sem graça em não atender as crianças, a convidei para ir junto, já apostando que ela aceitaria nos acompanhar.

Andamos bastante e as crianças sempre correndo na frente até que chegamos num armazém escuro e empoeirado, onde fica a máquina de torrefação e lá tinha várias sacas de café depositadas. Como era sábado e não havia ninguém trabalhando, eu decidi que seria naquele momento ou nunca. Sentindo que a coisa estava boa pro meu lado, mandei as crianças irem até o córrego e que lá nos esperassem, pois eu e Karla estávamos “cansados”. As crianças hesitaram em ir, mas foi a própria Karla quem disse: “Vai sim, obedece a tia Karla e espera a gente lá, a gente não demora”. Esse foi o sinal verde que eu esperava. Logo que as crianças desceram a estradinha pro córrego, eu e Karla nos vimos sozinhos naquele escuro armazém. Nem precisou de palavras, pois já estava claro que eu e ela estávamos a fim de ficar juntos.

Me recostei numa pilha de saca de café a chamei pra perto de mim. Ela veio mansinha com olhar cabisbaixo. Delicadamente a virei de costas e a sentei em meu colo. Minha pica estava dura como ferro, por debaixo ainda das calças. Comecei a me esfregar em sua bunda carnuda. Karla permanecia de olhos fechados e eu posicionado por traz dando-lhe colo. Em determinado momento abracei seus seios duros e pontiagudos e fiquei massageando-os. Beijava sua nuca e mordia sua orelha. Amigos, vocês talvez não possam imaginar o quanto um cabelo cheirando a fogão a lenha pode ser afrodisíaco.

Como não sentia resistência de sua parte, fui me atrevendo mais e mais. Levantei suas saias e apalpava sua bocetinha que se mostrava totalmente úmida por cima da calcinha branca. Me recostei ainda mais e a coloquei toda em meu colo, suspendendo ela do chão, tamanho era o meu tesão. Deslizei a mão dentro de sua calcinha e meti o dedo fundo em sua boceta a fim de saber se a mesma era furada ou não. Pra minha alegria, meu dedo entrou todinho e olha que meu dedo não é pequeno. Afundei o dedo e a caipirinha suspirou fundo, soltando um gemido gostoso. Comecei a tocar uma siririca leve e por vezes atolava novamente o dedo. Falei em seu ouvido: “Karla, olha o meu estado”. Ele se levantou e eu abaixei as calças e cueca, lhe mostrando minha pica dura e grossa em toda sua extensão.

Ela demonstrou certo espanto devido à grossura de minha pica e logo se abaixou e começou a me chupar. Ela tinha experiência, pois me chupava por completo, até colocando meus ovos em sua boca pequena e gulosa. Ela ficou me chupando por um bom tempo. Chupava a cabeça, passava a língua no meu saco, me causando arrepios e muito tesão.

Senti que se continuasse assim eu gozaria logo e então empurrei delicadamente sua boca pra longe do meu pau, pois queria gozar dentro dela e não teria tempo de gozar duas vezes. As crianças poderiam voltar.

Fechei os olhos e dei um tempo, ficando apenas a beija-la, para passar o momento de gozar. Se eu tivesse uma camisinha seria mais fácil, pois tiraria um pouco da sensibilidade. Mas onde eu ia arrumar uma camisinha àquela altura do campeonato?

Quando me controlei novamente, inverti de posição com ela. Tirei sua calcinha por completo, levantei seu vestido até a cintura e a coloquei recostada na saca de café. Ela ficou de pé meia que deitada com as pernas entreabertas.

Encostei meu pau em sua grutinha e pressionei a cabeça. Sua boceta era muito apertadinha e meu pau custou a encaixar no buraquinho melado, várias vezes deslizando para o meio de suas coxas. Mas com jeito fui encaixando e empurrando até me alojar por completo dentro do seu corpo.

Quando tinha metido até o fundo, ela levantou as pernas e me abraçou com elas pela cintura. Ficamos então engatados. Sugava sua língua e mordia sua orelha. Em baixo minha pica trabalhava duro, socando aquela bocetinha estreita.

Eu pensava e não acreditava, como em tão pouco tempo, eu tinha aquela caipirinha toda aberta para mim, esperando o meu gozo. Não é a toda hora que homens como nós, mais velhos, temos a nossa disposição uma adolescente querendo nos dar, simplesmente por querer dar. Ela fazia rebolados sincronizados com minhas bombadas. Eu olhava par abaixo e via meu grosso pau entrando e saindo dentro daquele corpo jovem e sarado de menina-moça.

Disse que ia gozar e ela me apertou ainda mais enlaçando suas pernas em minha cintura. Ela falou pra eu gozar junto com ela. Aceleramos o ritmo e gozamos muito e juntinhos! Senti toda minha porra se depositando no fundo de sua bocetinha e o néctar de prazer da garota escorrendo pelo meu saco e virilhas. Que menina maravilhosa. Fiquei apaixonado.

Foi só tempo de gozar e ouvimos as crianças chegando fazendo a maior arruaça. Nos arrumamos rápido e as crianças entraram: “Ué tia, tio, vcs não vem não?”

Ela olhou as crianças com desaprovação, pois tinham desobedecido. Mas tudo bem! Já tínhamos tido o nosso primeiro momento.

Descemos para o córrego e quando as crianças estavam distraídas, peguei uma nota de 50,00 e entreguei despistadamente em sua mão. Disse que era pra ela comprar um presente. Ela sorriu e colocou o dinheiro dobrado dentro da calcinha. Ficou toda feliz e radiante!

Ao voltarmos do passeio apareceu por lá um rapaz que era seu namorado, mas ela o dispensou dizendo que naquele sábado estaria por conta da patroa.

Mais à noite, com todos de volta, ela disse a minha prima que dormiria na fazenda, alegando que ia ficar junto das crianças.

Durante a noite, conforme havíamos combinado, ela foi em meu quarto me dar de novo. Karla era ainda mais linda com seus cabelos soltos. Ela entrou de camisolinha e logo estava nua m pelo. Rolamos pela cama, fazendo muita sacanagem, fiquei muito tempo chupando sua xaninha gulosa e voltei a meter fundo na mesma. Na ocasião tive a oportunidade de comer seu cuzinho também. Deitados naquele colchão macio, a coloquei de bruços e com um travesseiro sob sua barriga a penetrei fundo em sua bunda. Chupei seu cuzinho, fazendo de forma a colocar saliva dentro do seu pequeno orifício e depois penetrei o meu dedo. Fazendo massagem circular de forma a alargar e preparar o seu cu para minha investida. Karla se agarrava as cobertas e gemia baixinho, demonstrando muito tesão. Com muito carinho comecei a colocar meu pau em sua bundinha apertada. Seu cuzinho era muito gostoso e muito mais apertado que sua xaninha. Karla disse baixinho que estava doendo, eu retornei e salivei mais seu cu e meu pau. Depois em nova investida, senti a cabeça do pau vencendo definitivamente seu esfíncter e seu anus se abriu para acomodar meu caralho. Confesso que senti um pouco de pena daquela menina, mas afinal eu estava dando o que ela queria. Quando senti que o meu pau estava todo dentro de seu cu, retirei mais uma vez e salivei de novo. Quando voltei a meter, ele entrou macio e suave.

Sua respiração ofegante me dizia que ela estava gostando. Percebi que ela mesma tocava uma gostosa siririca, enquanto eu atolava a pica no seu rabo. Metemos quase a noite toda. Quando ela se retirou eram quase 5 horas da manhã.

Todos acordaram tarde e o domingo transcorreu normal e não tivemos oportunidade de foder gostoso novamente. Jogamos cartas, ouvimos música e coisas assim.

Fui embora à noitinha junto com minha prima e sua família. Agora em julho lá pelo dia 28, devo ir de novo fazer uma visita na fazenda. Minha pica já está latejando por causa de minha caipirinha.

Karrrla, to indo!!!

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Comentários

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adoreii o conto ..tirando é claro a parte das crianças na beira de um córrego ..pegou mau titioo ..bjos da loOh ..

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