Casa dos Contos Eróticos

Incesto: minha experiência de vida com meu filho

Um conto erótico de Rosana
Categoria: Heterossexual
Data: 30/11/2004 20:37:11
Nota 8.74

É estranho como um relacionamento incestuouso, como um entre uma mãe e seu filho, poder começar. O meu ocorreu não porque eu pulei na cama com meu filho, mas progrediu a partir de um pensamento completamente inocente até a sua realização total. Tudo teve início quando meu filho, Rogério, se decidiu que precisava de um passatempo. Rogério sempre se interessou por todo os tipo de coisas artísticas. Um dia, iria aprender a desenhar e a pintar, e comprou todos os tipos das coisas para isso, como lápis, pinceis, tintas, papeis de pintura e até mesmo um cavalete. Passou um ano, e ele, estudando desenho artístico na faculdade de propaganda de marketing, já conseguia esboçar paisagens imaginativas, dinâmicas e empolgantes. Algo que me deixa empolgada era a sua tendência para tomar-me como sua modelo. Sempre que podia, desenhava-me cumprindo tarefas domésticas ordinárias, como lavando pratos, arrumando a sala, tirando o pó daqui e dali, e em outras situações casuais. Um dia, durante a tarde, tomei um chuveirada refrescante. Quando saí do box, enrolarei-me numa toalha felpuda e macia e desci para a cozinha. Notei que peguei Rogério surpreendido, desenhando algo que ele imediatamente cobriu com as mãos. Peguei a cafeteira e enchi uma xícara. "O que você está aprontando?", perguntei-lhe marotamente. Pela minha mente passou a idéia de que ele se dedicava a retratar mulheres em poses eróticas. Isso imediatamente aguçou minha curiosidade. Qual seria o modelo de beleza para o meu filho? "Você se importaria em me mostrar o desenho?", perguntei-lhe docemente. Ele meneou o rosto negativamente, enrubescendo. "Por que não, Rogério? Fiquei muito curiosa", insisti sorrindo. "Isso não é para você ver", ele disse num fio de voz. Deixei a xícara de café a um canto e sentei-me à mesa ao seu lado. Afastei sua mão do desenho e quando vi o que ele estava a fazer, fiquei sem fôlego. Eu era a modelo que ele retratava. Mas eu estava nua nesse desenho. A pose era até mesmo inocente. Eu andava pela cozinha, carregando uma xícara na mão. Sinceramente, eu achei particularmente bonito seu esforço. Possuía um traço ingênuo, mas seguro e doce. Porém, percebi que ele estava muito encabulado. Resolvi aliviar o clima de tensão no ar. "Maravilhoso. Você é um artista mesmo, querido. Só que eu avalio que meus seios sejam um pouco maiores". Ele estremeceu perceptivelmente. Olhou-me na região do busto e disse. "Eu não acho isso". "Você é um artista. Pode contrastar o que desenho com a realidade e tirar suas conclusões", contestei delicadamente, suavizando minha voz. Sinceramente, não descobri, naquele momento, mal algum em rumas minhas mãos pela borda do robe e abri-lo, expondo meus seios a ele. Sempre tivemos um clima de naturalidade e descontração em casa. As pessoas atualmente tem a mente muita aberta. Acreditei que agia de forma consistente e nada provocante. No entanto, notei um brilho incandescente no olhar do meu filho. "Mais, por favor", ele pediu. Fiquei incerta. Mas ele era um artista. E eu estava, no fundo, apreciando o fato dele me usar como sua modelo para posses mais íntimas e pessoais. Abri o nó do cordão do robe e livrei-me dele, expondo todo meu corpo. Ele respirou profundamente, ruidosamente. Mordeu o lábio inferior e abriu a mão deixando cair o lápis. "O que aconteceu?", perguntei-lhe incerta. "Não quer continuar o desenho?" Ele nada disse. Aproximou o rosto do meus seios e a sensação da sua respiração quente sobre minha pele provocou uma onda de calor que correu todo meu corpo. Contra minha vontade, senti os mamilos enrijecendo, denunciando minha excitação repentinamente intensa e proibida. Ele recuou. Tomou o lápis, olhando alternadamente meus seios e minha boceta intumescida e úmida. Por minha parte, notei a protuberância do seu pênis sob o tecido de jeans da sua calça. No entanto, ele tentou concentra-se no desenho. Apagou a linha dos seios no papel e tentou traçá-la a observar-me. Suas mãos tremeram, seu traço era errante. Ele tentou agir rofissionalmente enquanto eu permanecia na mesma pose ao seu lado. No entanto, ele inclinou o rosto na direção dos meus seios. Seus lábios roçaram no mamilo suavemente. Sua língua quente traçou-lhe o contorno. E eu tive que lutar para não gemer de prazer e tesão. Meu filho afastou a boca do mamilo, e lambeu e mordiscou a base do meu seio. A língua tórrida e erótica subiu-me todo o seio, e sua boca sugou-me o mamilo inicialmente com ternura, depois com volúpia, querendo incendiar-me, querendo fazer-me entregar por inteira. Depois, ele devorou, lambeu e sugou o outro seio, massagendo os dois com as mãos. Deixando-os pesados e latejantes, os tão mamilos rijos que doíam. Fechei meus olhos, e sua mão desceu, explorando meu corpo, meu abdômen liso, o vale entre minha coxas. "Você gosta disso, mamãe?", ele sussurou no meu ouvido. Assenti um movimento de rosto em resposta. No limite da minha resistência, levantei-me num pulo. "Fiz uma coisa errada?", ele perguntou. Estendi-lhe a mão. "Venha comigo", disse rapidamente, guiando-o até meu quarto. La´ ajudei-o a despir-se. Quando ele se libertou da última peça, seu pênis, que era delineados pelas formas atraentes da juventude, mostrou-se rígido e tremulante para mim. "Você é lindo", ronronei, segurando-lhe o pênis com uma mão e percorrendo seu tórax maravilhosamente musculoso com a outra. "Beije-me", pedi, e quando senti sua língua explorando o interior da minha boca iniciei uma massagem sensual com a mão no seu pênis aveludado e maciço. Eu rompi o beijo e percorri-lhe o tórax, depois o abdômen com a língua. Fiquei de joelhos na frente dele e encareio-o. Ansiava provar seu pau, sentir seu caralho quente e duro dentro da minha boca por alguns minutos. Sempre recusei ou protestei em fazer isso com qualquer outro homem, mas frente ao meu filho era impossível resistir ao impulso de serví-lo como seu eu fosse uma escrava sensual e ele meu senhor. Com receio de assustá-lo, e deliciando-me em servi-lo, perguntei-lhe. "Posso sentir você na minha boca?". Ele fez que sim. "Me chupa com força, mamãe". Ao registrar seu consentimento, beijei todo o corpo do seu pênis até a extremidade. Lá esperava-me uma gota do seu liquido, como a me convidar e apontar o que devia fazer. Ofereci-lhe meus lábios entreabertos e os quadris do meu filhos arquearam-se para frente, deslizando o pênis pelo interior da minha boca. O calor do seu pênis transmitia-se a mim. Sentia-me unida e dirigida por ele a cada movimento. A sensação de volume, ardor, o gosto picante da sua masculinidade devassando-me o interior da boca era arrebatador. A região entre as minhas coxas umidecia-se cada vez mais em resposta. Meus seios doíam. Eu não podia resistir mais. Levantei-me, atirei na cama e implorei. "Me fode, me come". Ele apanhou minhas pernas entre suas mãos possantes e decididas e separou-as ainda mais. Cobriu meu corpo com o seu e beijou-me enquanto seu pau invadia meu sexo e ele, finalmente, me possuía toda para si. Eu gemei de prazer e ondulei meu corpo sob o dele, orientei o rosto do meu filho na direção do meu seio. Ele entendeu rapidamente o que eu queria, e ao mesmo tempo que sugava-me e beijava o mamilo rijo, me fudia com arremetidas poderosas e velozes. "Vou gozar, mamãe", ele arfou. Abraceio-o com força entre os meus braços e enlacei seu quadril com as minhas pernas. Beijamo-nos e quando notei que ele olho para cima, com os olhos vidrados, descobri que ele gozava. Essa descoberta bastou para acender em mim a chama voluptuosa do orgasmo e meu corpo tremeu inteiro, liberando todo o prazer que existia em meu ser. Separamo-nos em exaustão e felicidade. Contemplamei absorvida sua nudez e as proporções magníficas daquele pênis viril e enorme. Ele sorriu para mim. Levantei os olhos até lhe capturar o olhar e indaquei. "Nunca pensei que fosse tão bom repartir a cama com você". Demonstrando sabedoria, meu filho insinuou. "Quando se ama, tudo é bom, não?". Concordei rindo-me baixinho. "Você me ama? Me ama como mulher?" Ele beijou-me apaixonadamente. "Sim, eu a amo, mãe, como a mulher maravilhosamente deslumbrante que você é". Essa foi a primeira noite do nosso amor proibido. Pedi o divórcio e mudei-me de São Paulo para Florianopolis com meu filho. Lá todos nos julgam um casal normal e adequado à sociedade. Ele trabalha numa agencia de publicidade e eu cuido da casa, e, claro, sempre lhe sirvo de modelo excitar sua imaginação erótica. Queria finalizar dizendo um só coisa: se você sente-se atraída pelo seu filho, como eu, não tente dissimular suas fantasias. Se não puder realizá-las, masturbe-se secretamente imaginando-o entre seus braços. Afinal, qual mãe não tem secretamente um tesão carnal enorme pela sua proble? Beijos, Rosana.

Comentários

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27/06/2018 01:03:29
Fantástico!!!!!!
16/04/2018 04:30:39
Vamos conversar anonimo163264@gmail.com
25/11/2017 15:00:26
Adorei a sua história, quando se têm amor pela pessoa deve passar por cima de tudo que acredita, esquecer os preconceitos e tabús.
03/06/2017 00:04:34
Perfeito. Nota 10 papajc_82@hotmail.com
31/05/2014 09:51:30
Ja havia comentado esse conto! acabei lendo novamente! mto exitante.. leiam meus contos! tenho um caso de incesto com minha filha..joaosilas2013@yahoo.com.br abç..
06/11/2013 22:10:50
muito bem escrito...
06/11/2013 22:09:56
nossa rosa, eu juro que poderia escrever um texto aludindo a todas as características de sua escrita, mas uma frase basta
14/07/2013 09:32:18
ótimo conto ñ ligue para comentário infelizes. seu filho é um homem de sorte pq afinal que filho ñ deseja a mãe podem negar mais todos sentem este desejo.
09/11/2012 12:40:41
belo conto,por incrivel que pareça os casos de incesto existe mesmo eu sou testemunha e isso é comum nos dias de hoje desde que seja baseado. no "ninguém pode saber disso" ou "fica só entre nos dois" rola de tudo mas é bom não ficar comentando que fez isso ou fez aquilo entre meios comunicativos ou ficar falando pra outras pessoas porque é uma coisa que provoca escandalos comparados a grandes calamidades por ser uma coisa muito proibida em todas as culturas,mas só quem se entendem profundamente é que consegue fazer isso.pra falar a verdade sobre pecados humanos no inferno existe bilhões de almas porque só vai ao inferno quem não quis se salvar e os que serviram ao diabo quando era vivo.na verdade por uma simples palavra e ofensa a Deus pode fazer uma alma ser castigada para sempre mas se quiser se livrar de lá tem que se confessar sinceramente e não voltar a pecar.a misericordia de Deus é infinita assim como sua justiça.
17/11/2011 21:43:49
eu amei o seu conto super dez. só um recado pra essas´pessoas q ler o conto e fica falando mal. se vc não gosta desse tipo de conto esta no lugar errado.vc fala mal dela ,mas esqcer do dia de amanha ,um dia poder ser vc fazendo a mesma coisa.beijos pra todos
29/07/2011 16:07:44
perfeito!!!! 10. Obrigado! o conto me fez feliz.
01/06/2011 01:42:57
rosa queria que minha mãe e eu tivesse-mos essa oportunidade pois eu a desejo e ela tambem me deseja me masturbo sempre pensando nela
02/04/2011 01:15:36
ATÉ ONDE EU SEI ,"CONTOS"SÃO APENAS HISTÓRIAS . NÃO EXISTE A POSSIBILIDADE DE SER VERDADE UMA COISA TÃO ESCABROSA COMO ESSA. TEM PESSOAS QUE NÃO TEM NENHUMA OCUPAÇÃO NA VIDA ,E FICA ESCREVENDO UM MONTE DE MERDA DESSE TIPO, E O PIOR SÃO OS IMBECIS QUE ACHAM LEGAL .APOSTO QUE NUNCA COMERAM A MÃE DELES , E FICAM APOIANDO ESSA BARBARIDADE, E AS MULHERES QUE DIZEM QUE ISSO É BACANA ,TAMBÉM NÃO DERAM PARA SEUS FILHOS,EM VEZ DE ESCREVER PORCARIA SEM PÉ NEM CABEÇA ,VC DEVERIA LER A BÍBLIA ,PRA SABER O PESO QUE TEM UM INCESTO NA VIDA DE UMA PESSOA . SERÁ QUE VC ACHA QUE DEUS NÃO EXISTE, SUA LOUCA?
02/04/2011 01:06:38
ATÉ ONDE EU SEI , "contos" SÃO APENAS HISTÓRIAS MENTIROSAS DE QUEM NÃO TEM O QUE FAZER DA VIDA E FICA ESCREVENDO UM MONTE DE MERDA, E SE FOSSE VERDADE SERIA UM ABSURDO ACONTECER RELACÕES ENTRE MÃE E FILHO ,A MAIORIA DOS COMENTÁRIOS QUE SÃO A FAVOR SÃO DE HOMENS ,QUE APOSTO QUE NUMCA COMERAM A MÃE DELES ,E AS MULHERES QUE ACHAM LEGAL TAMBÉM NUNCA DERAM PARA SEUS FLHOS EM VEZ DE ESCREVER TANTAS MERDAS ,VC DEVERIALER A BÍBLIA E SABER O PESO QUE UM INCESTO TEM NA VIDA DE QUALQUER SER HUMANOSUYANE.
06/03/2011 07:25:00
Bem escrito, e singelo, vale apena, espero mais...
03/02/2011 00:21:03
Excelente,muito bom...
14/01/2011 20:40:38
Muito bonito sua história,achei interessante...eu gostaria de dizer pra esse pessoal que tá xingando,para irem chupar um canavial de ROLA!!!cambada de PAU NO CÚ que não tem o que fazer e fica falando uma pá de merda pela internet por tá com inveja,cada um tem o direito de fazer o que bem entende,ALÔ PESSOAL!!!O LIVRE ARBITRIO EXISTE PARA ISSO!!!
03/05/2010 22:37:09
nos tempos antigos, suprir a necessidades do filho adolecente era obrigacao de mae. quem meteu o pau em vc foram aqueles que so conhecem orkut e outros lixos da internet parabens vc é uma otima pessoa
04/04/2010 00:01:00
Muito bom, bem escrito, me deixou de páu duro! Eu também comi minha mãe, ela que tomou eniciativa, eu estava só de sunguinha, e de páu duro, e ela chegou em meu ouvido e disse: "vamos fazer uma besteira que ficará em segredo entre nos até a morte!"Ai fomos pra cama e fizemos de tudo! Inclusive o cuzinho dela eu comi!
13/02/2010 21:02:37
OLA EU ADOREI VEJA OS MEUS CONTOS ENTRA EM CONTATO COMIGO ROBERTOSOARES1959@BOL.COM.BR