minhas princesas

Um conto erótico de willy
Categoria: Heterossexual
Contém 1844 palavras
Data: 20/07/2004 09:35:34
Assuntos: Heterossexual

Meu nome é Roberto e vou contar aqui o que aconteceu comigo. Tenho 18 anos e duas irmãs: Cristina de 19 e Renata de 18. Ambas são muito bonitas, duas verdadeiras princesinhas. Cabelos negros e compridos, pele branquinha parecendo ser feita de porcelana, olhos azuis e corpos que parecem ter sido esculpidos por um artista.

Cristina, por ser mais velha, tem o corpo mais desenvolvido. Coxas grossas, seios lindos, não muito grandes nem muito pequenos, do tipo que se encaixa direitinho na mão, com os bicos clarinhos, pelos ralinhos e lisos que deixam transparecer a rachinha, e um bumbum durinho e empinadinho. Renata, apesar de mais nova, não fica para trás também. Também é linda, os seios ainda pequeninos um pouco menores que o da irmã, só que mais bicudinhos, pouquinho pelo, mas uma xaninha mais cheinha.

Lá em casa fomos criados sempre bem à vontade. Tanto meus pais quanto minhas irmãs e eu nunca tivemos vergonha de andar nus um na frente do outro, sendo muito comum nos trocarmos um na frente do outro, usar o banheiro e até tomar banho juntos quando a pressa é grande, mas sem ter nenhuma maldade. A casa tem três quartos, mas como um é usado como biblioteca, eu divido um quarto grande com minhas irmãs enquanto meus pais ficam com outro.

Certo dia estava tomando banho quando Renata, a minha irmã mais nova, entrou correndo no banheiro. Coisa até normal, pois ela tinha aula de balé depois do colégio e às vezes, por estar muito quente, gostava de tomar um banho antes de ir para a aula. Como era o horário que eu costumo tomar banho, não era raro dividirmos o chuveiro, só que neste dia aconteceu algo diferente.

Estava enxaguando a cabeça quando Renata de repente se abaixou na minha frente. Sem querer, a bundinha dela roçou no meu pau, que reagiu na hora. Era como seda aquele bumbum lisinho e quentinho. Eu abri os olhos na hora e Renata olhou assustada para trás com o volume que sentiu atrás. Ficou olhando para o meu pau duro enquanto eu não sabia o que dizer, até que ela quebrou o silêncio e disse: "Nossa, como cresceu... não sabia que ficava assim." E eu, sem palavras. "Posso pegar?" Fiquei meio indeciso, mas o tesão falou mais alto e eu deixei. Parecia estar indo aos céus quando aquela mãozinha segurou ele e ficou acariciando, apalpando, até que não deu para segurar e eu gozei na mãozinha dela. Renata olhava curiosa para aquilo na mão dela, até que perguntou: "O que é isto?" Eu, como não sabia o que falar, afinal nunca tinha acontecido nada parecido até aquele dia, respondi: "Depois eu explico. Acabe de tomar o seu banho que já está atrasada." Renata acabou o seu banho e saiu. Eu ainda fiquei um bom tempo na ducha pensando no que tinha acontecido, não sabia no que pensar.

Depois do banho resolvi dar uma saída para espairecer e só retornei para casa muito tarde. Entrei em casa tomando o maior cuidado para não fazer nenhum barulho, afinal pensava que todos já estavam dormindo. Mas quando cheguei perto da porta do quarto, pude escutar uns sussurros vindo de dentro. Eram minhas irmãs que estavam acordadas ainda. Me aproximei da porta, que estava só encostada, e fiquei olhando pela fechadura. As duas estavam com a camisolinha fina que usavam quando estava muito calor, ambas sem o sutiã. Cristina com uma calcinha branquinha e Renata com uma com o piu piu desenhado. Estavam conversando sentadas em cima da cama, dando risadinhas e cochichando alguma coisa.

Fiquei lá prestando atenção e pude escutar Cristina explicando para Renata o que tinha acontecido naquele dia no banho. Renata sorvia as palavras da irmã que, segundo pude escutar, ainda era virgem mas já tinha algum conhecimento sobre o sexo, muito embora até ali só tivesse experimentado uns beijos e amassos sem nunca ter algum contato mais íntimo. Quando já estava pensando em me afastar de fininho, escuto Cristina dizendo estar molhadinha, no que Renata também diz estar abrindo as perninhas e mostrando a calcinha molhada para a irmã, que fez o mesmo. Ficaram ambas uma olhando para a calcinha encharcada da outra e rindo. Como estavam sentadas lado a lado com as pernas sobre a cama e viradas para a porta, pude ver tudo pela fechadura. Até que Renata, num movimento rápido, colocou a mão por dentro da calcinha da irmã e ficou com a mão lá. Cristina se assustou um pouco, mas logo fechou os olhos e segurou a mão da irmã (que eu já conhecia) por cima da calcinha e dava uns gemidos. Ficaram assim por um tempo, até que Renata perguntou o que a irmã estava sentindo. Cristina então mandou a irmã tirar a calcinha que iria lhe mostrar. Ambas tiraram a calcinha e Cristina, abrindo as perninhas da irmã, começou a passar a mão sobre a xoxota da Renata, massageando e ao mesmo tempo olhando para o rosto de Renata, que virava os olhos e gemia baixinho. De repente Cristina para e se encaixa nas pernas da irmã, ficando as duas com as pernas entrelaçadas como se fossem dois Y esfregando as xaninhas. Se contorciam e gemiam baixinho, aquelas carnes se esfregando. Ficaram por mais algum tempo até que gozaram e caíram cada uma para o seu lado. Tinha presenciado ali a primeira gozada de minhas irmãs. Com o pau duro que nem ferro, corri para o banheiro e toquei várias punhetas debaixo do chuveiro. Ao entrar no quarto, as duas já estavam dormindo (ou pelo menos fingindo dormir), cada uma em sua cama.

Os dias seguintes foram normais, sem nenhum comentário ou reação por parte de minhas irmãs. Parecia que nada tinha acontecido, até que no terceiro dia tinha acabado de chegar em casa e estava me trocando quando Cristina entra no quarto saindo do banho com uma toalha enrolada. Chega por trás de mim e splash... lascou o cabelo molhado nas minhas costas. Começa então uma brincadeira de agarra agarra, um tentando fazer cócegas no outro, até que me encaixei por trás de minha irmã e de repente a toalha cai. Sentindo aquela pele que parecia veludo tocando minha pele (já que estava só de cueca), o meu pau endureceu na hora. Para minha surpresa, Cristina, em vez de se afastar, parou de se debater e ficou com o bumbum encostado no meu pau, agora duro e quente como ferro em brasa. E foi levantando o corpo e encostando suas costas em meu peito e esfregando. Estava completamente nua. Seu corpo tremia e sentia a pele arrepiada. Não resistindo, comecei a acariciar os seios de minha irmã, a bolinar os biquinhos, massageá-los, até que uma de minhas mãos foi descendo pelo seu corpo enquanto eu beijava seu pescoço, sua nuca, orelhas. Foi descendo até que envolveu toda sua xaninha. Estava muito molhada, chegando a escorrer pelas pernas. Nunca tinha visto ou sequer imaginado minha irmã com tanto tesão como estávamos naquela hora. Acho que tivemos sorte por não ter ninguém em casa, caso contrário certamente teria nos pego uma vez que estávamos cegos de desejo.

Peguei Cristina nos braços, deitei ela na cama e comecei a chupar aquela xoxotinha. Ela se contorcia toda, segurava minha cabeça entre suas pernas, gemia e ficava cada vez mais encharcada. Minha língua lambendo e sugando todo aquele mel. Depois de um tempinho fui subindo, beijando seu umbigo, a barriguinha, até chegar nos seios. Sugava eles enquanto massageava a xoxota dela. Fui subindo um pouco mais, me encaixando entre suas pernas até que meu pau ficou bem na entradinha na xaninha da Cristina. Eu vacilei um pouco em penetrá-la. Foi quando Cristina abriu os olhos e disse com uma voz que demonstrava todo o tesão que estava sentindo na hora: "Coloca na minha xaninha... me come, Beto... me faz mulher." Eu, com o tesão já à flor da pele, comecei a colocar devagarzinho, parando de tempo em tempo, sentindo meu pau abrindo caminho pela xaninha da minha irmã, vendo sua cara de dor e prazer ao mesmo tempo, até que quando entrou tudo ela me segurou firme pelas nádegas, me apertando contra o seu corpo e dando um urro, como uma loba ferida. Comecei um vai e vem gostoso, sentindo cada milímetro daquela xoxota apertadinha, escutando Cristina gemendo, contorcendo o corpo todo, até que como se uma descarga elétrica percorresse os nossos corpos, gozamos juntos, inundando a xoxota de minha irmã. Fiquei ali em cima dela por um tempo, vendo ela de olhos fechados, com um sorriso nos lábios, acariciando meus cabelos.

A noite chegou e ficamos como se nada tivesse acontecido, muito embora não conseguisse esquecer o que tinha acontecido. O jantar correu normalmente e após algum tempo fui me deitar. Minhas irmãs ficaram ajudando minha mãe e não vi a hora que acabaram, pois acabei adormecendo. Já bem tarde da noite, senti meu pau sendo massageado e quando olhei para baixo, tive uma surpresa: Renata e Cristina tinham tirado minha cueca e estavam brincando com meu pau. Quando viram que eu acordei, se entreolharam e deram uma risadinha marota. Já tinha entendido tudo. Subiram cada uma em uma perna e ficaram alisando meu pau, até que pedi para chuparem ele. Começaram meio sem jeito, mas fui falando e elas fazendo. Não tem como descrever a sensação: uma chupando meu saco e outra sugando a pontinha no meu pau, as duas beijando a ponta dele, engolindo, lambendo, sugando, e eu com o dedão do pé esfregando nas suas calcinhas encharcadas. Rebolavam em meu peito enquanto chupavam e se deliciavam com meu pau, até que não aguentei e comecei a gozar. Renata chupou um pouco e Cristina protestou e também quis um pouco. Minhas princesas estavam bebendo toda minha porra. Pedi então que ficassem totalmente nuas, no que obedeceram prontamente. Deitaram com as pernas abertinhas uma do lado da outra. Comecei massageando as duas xoxotinhas, as duas gemiam e se contorciam passando a mão pelos seios, mordendo os lábios. O meu pau começou a ficar duro de novo. Então Renata me pede para comer ela também, minha princesinha também queria sentir meu pau dentro dela. Pedi para ela levantar e ficar de quatro, chupando a xoxota da Cristina com aquela bundinha toda levantadinha para mim. Coloquei na portinha e fui empurrando devagar. Ela deu um gritinho abafado pela xoxota da irmã, que segurava a cabeça dela de encontro à xana. Eu ia metendo e sentindo a xaninha se abrindo e indo mais fundo, até que entrou tudinho. Dei um tempinho lá dentro para ela se acostumar e comecei a bombear. E para minha surpresa, Renata pedia mais e chupava a xoxota da irmã com força. Estávamos lá os três suados, gemendo, até que gozamos. Enchi a xaninha da Renata de porra enquanto Cristina gozava na boca da irmã, e Renatinha com aquele monte de gozo escorrendo pelas pernas.

Depois disso tivemos e ainda temos noites maravilhosas. Minhas princesinhas me surpreendem a cada dia que passa, cada dia mais maravilhosas, mas isso já é outra história.

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