FANTASIAS REALIZADAS

Um conto erótico de otorTão
Categoria: Grupal
Contém 1740 palavras
Data: 09/01/2004 23:58:12
Assuntos: Grupal

Olha nós aqui de novo, eu sou o Roberto e minha querida esposa é a

Carol. Já contamos alguns relatos que vivenciamos, todos com muito tesão e excitação, uma verdadeira orgia a três com nossa amiga e parceira de fóda Sonia. Quem quiser saber de maiores detalhes a nosso respeito e entender como tudo se iniciou leiam os contos “ FANTASIAS DE CASAL “ e “ AS FANTASIAS CONTINUAM “ aí saberá o porque deste nosso bom relacionamento com a Sonia.

Voltando a nossa nova historia vamos relatar uma outra fantasia que ficou engavetada por algum tempo por falta de iniciativa da Carol e também por falta de imaginação minha.

Sempre que transávamos a três, eu Carol e Sonia, nossas fodas eram fantásticas, tudo o que imaginávamos eram colocadas em pratica, um verdadeiro ato de tesão, o que não faltavam era chupadas, lingüadas, dedadas, pinto no cu, na buceta, na boca, esfregação etc... até que ficássemos todos satisfeitos.

Quando trepávamos eu e a Carol, também ficávamos super excitados com as lembranças das fodas anteriores com a Sonia e as que poderiam vir, porem a Carol sempre comentava que ficava muito excitada e tesuda só de pensar que eu estava trepando com outra,

Assim que eu chegava em casa já queria meter, vinha se esfregando toda em mim, passava a mão na sua bucetinha e sentia que ela estava completamente encharcada de tesão, trepávamos feito louco que loucura!

Às vezes a Sonia passava em casa a tarde e ficava batendo papo com a Carol e indo embora um pouco antes que eu chegasse do serviço, isso quer dizer que nem sempre que a Sonia ia em casa agente trepava, porem comecei a perceber que a Carol forçava a Sonia a ficar até eu chegar em casa para depois eu ir leva-la até a sua casa.

Quando a levei pela primeira vez, ao chegar em casa Carol perguntou se eu tinha dado um malho na sua amiga antes de deixa-la em casa, respondi que não, pois quando queríamos transávamos todos juntos. Aí percebi que a Carol ficou meio decepcionada e com certa excitação.

Mais tarde quando fomos nos deitar senti que ela estava muito fogosa e doida por uma rola, metemos quase a noite toda, foi quando a perguntei se queria realmente que tivesse malhado ou trepado com a Sonia, a resposta veio quase como instinto, foi me abraçando e choramingando no meu ouvido, Roberto me fode gostoso, mete em mim como você fodeu a buceta da Sonia na ultima vez, e começou a cavalgar na minha rola que apesar de estar um pouco cansado o tesão bateu mais forte, metemos mais uma vez antes de dormir, ou melhor, dizendo desmaiarmos.

No dia seguinte não fiz nenhum comentaria a respeito do assunto e muito menos ela.

A partir deste dia toda vez que a Sonia estava em casa, Carol facilitava uma oportunidade para eu levar a nossa amiga até sua casa,

Foi quando que no meio do caminho disse a Sonia, olha aqui Sonia, hoje estou com um tesão incrível, veja só como estou com o pinto duro, estou doidinho para trepar com você, comer sua bucetinha todinha até o talo.A Sonia pediu para parar de falar assim, pois só de pensar já estava com a xaninha molhada e não era justo metermos sem a presença da Carol.

Encostei o carro na primeira rua sem movimento que encontrei e já fui abraçando e beijando-a sem dar muita opção para ela que não conseguiu relutar por muito tempo e foi cedendo aos poucos as minhas caricias, arranquei a minha rola para fora e perguntei se queria realmente que a guardasse e de pronto ela respondeu que queria sim, mas guardasse na sua buceta, comecei a chupa-la todinha até ela gozar na minha boca, malhamos por um bom tempo e no final gozei na sua bucetinha, que delicia relembrar os bons tempos dos malhos no carro.

Quando cheguei em casa Carol já estava deitada, mas acordada me esperando e comentou que eu tinha demorado em pouco, comentei que paramos para conversar um pouco só isso, apaguei a luz do quarto e acendi o abajur que tem uma luminosidade bem fraca, neste instante comecei a tirar a roupa para dormir e fiquei somente de cueca.

Cheguei bem pertinho da carol para dar um beijo de boa noite e pedi para ela dar um belo beijo no meu pinto para ele dormir bem sossegado, foi quando ela sentiu o cheiro de porra e buceta na cueca, sentando na cama quase que de imediato e pedindo para eu tirar a minha rola para fora, queria ver como estava este belo presente que eu estava dando para ela. Comentei que deveria beijar o meu pinto e tirar a cueca com os dentes, isso a deixou completamente excitada e louca de tesão, deixando até uma roda molhada no lençol, abraçou o meu quadril e começou a beijar e cheirar a minha cueca que já não suportava mais segurar a minha pica dentro dela. Carol tirou a minha cueca como eu havia dito, com os dentes, e começou a cheirar, beijar e esfregar o meu pau ainda melado na sua cara e seios, dizia que não ia agüentar eu colocar o caralho dentro da sua buceta, não ia dar tempo nem de mexer, só de colocar na portinha ela já ia gozar e gozou só se esfregando a cara e os peitos no meu cacete. Mas isso não foi o suficiente para acalmar o seu tesão, falava nos meus ouvidos choramingando se esfregando a buceta super encharcada no meu caralho e me abraçando forte pedia para eu fodela de todas as maneiras que fosse possível, me come, me fode, me arromba todinha, não estou agüentando mais essa tortura, quero que você coloque logo este pinto gostoso, melado, ralado e com cheiro da outra bucetinha, até o fundo da minha xaninha, quero gozar até não agüentar mais. A Carol estava tão alucinada que não se dava conta do quanto ela estava excitada, só de abraça-la e falar em seu ouvido ela começou a gozar novamente, isso já estava me deixando muito louco, ela dizia que queria gozar no meu pau, ficou de quatro e pediu para eu colocar logo na sua buceta. Não resisti a tentação ao ver bem de pertinho aquele grelinho todo inchado, passei a mão para sentir o volume da sua bucetinha que estava até escorregando de melada, comecei a esfregar a cara o nariz e por ultimo a língua, que tesão que me dava, e grelinho estava tão inchado que quase não dava para chupa-lo inteiro, foi quando a Carol pediu para parar porque ia gozar de novo e queria uma pica na sua xana, mas acabou gozando na minha língua quase tendo vertigens de tão forte que foi o seu gozo, caindo de bruços, neste momento meu cacete estava latejando e tão duro que até doía, aproveitei a oportunidade de estar caída de bruços com a bundinha para cima e fui enfiando a rola entre as pernas da carol, que estava toda melada de tanto gozar, nem precisei forçar muito que meu pau já foi escorregando entre as pernas até chegar na grutinha inchada que por sua vez também não ofereceu muita resistência e foi logo engolindo todinho o meu caralho, num golpe só, a única coisa que senti foi quando a cabeça do meu pau passou pressionando o grelinho da carol que imediatamente respondeu com um longo e gostoso gemido ficando de quatro novamente e começou a rebolar feita louca na ponta da minha vara, tirava e colocava a rola todinha na buceta numa mexida só, eu sentia que a cabeça do meu caralho estava tão inchada de tesão que sentia cada milímetro da sua buceta no jogo do vai e vem, até que a xaninha começou a dar contrações tão fortes na cabeça do meu pau, que delicia, anunciando que estava começando a gozar novamente, só que agora era no meu cacete, comecei a dar estocadas cada vez mais forte e profunda, o que a deixava mais excitada ainda, gritava para fode-la mais, arromba logo a minha buceta, me puxa pela cintura com força, coloca até o saco, mete gostoso na sua putinha, quero gozar gostoso na cabeça do seu pinto, bem gostoooooooosoooooooooooo ! e começou a gozar como uma louca vadia, quando senti que sua buceta estava mais que encharcada ainda, e meu pau estava mais que lambuzado, tirei o cacete rapidinho da sua bucetinha e encostei bem na portinha do seu cuzinho, e pedi para ela continuar rebolando que devagarzinho iria entrar todinho no seu cuzinho, mas seu tesão era tanto que em duas reboladas ela engoliu o meu caralho todinho e começou a me puxar e gritar para fode-la todinha, coloca tudo seu filho da puta, mexe com força, arromba o meu cuzinho bem gostoso que eu estou gozando de novo, com esse clima todo e com suas palavras desconexas, peguei-a pela cintura e comecei a bombear a rola no seu cuzinho até que comecei a gozar, enchendo seu cuzinho de porra, nossos movimentos eram tão intensos que de tanto bombear a rola no seu cuzinho a porra escorria entre suas pernas, foi uma verdadeira alucinação, que tesão gostoso que sentimos, caímos um em cima do outro e adormecemos.

No dia seguinte quando acordamos fizemos comentários sobre as nossas loucuras e isso nos deixou muito excitados, concluímos que somos pessoas normais, só querendo gozar a vida da melhor maneira possível, tanto é que no dia seguinte a Carol estava conversando com a nossa vizinha que é casada e muito gostosa, parei no portão e despedi-me da minha mulher e da gostosa da vizinha e fui trabalhar.

A nossa vizinha fez comentários a meu respeito, dizendo que ela deveria tomar cuidado, pois muitas mulheres deveriam dar em cima do seu marido.

A Carol percebeu o interesse da vizinha e deu com os ombros, como dizendo que não tinha importância e comentou, as vezes acho que sou meio louca, pois só de pensar ele está transando com outra me dá um tesão danado, quando ele chega do trabalho, já caio com tudo em cima dele, doidinha pra meter. A vizinha fez cara de espanto, mas demonstrou que gostou do assunto e convidou a Carol para tomar um café em sua casa.

Quando cheguei em casa Carol me comentou todinho o ocorrido e resolvemos contar pra vocês tudo o que aconteceu, mas isso fica para outra história.

Aguardem!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários