OS PINTORES...

Um conto erótico de Elaine
Categoria: Grupal
Contém 4532 palavras
Data: 07/08/2002 14:58:29
Assuntos: Grupal

Eu queria mudar a cor das paredes do nosso apartamento e após muito relutar, meu maridinho acabou concordando e me deu carta branca para contratar um pintor para fazer o serviço.

Peguei a lista telefônica em uma hora eu já havia contratado e acertado tudo, marcando para o dia seguinte o início do trabalho.

Assim que meu marido saiu para o trabalho o porteiro anunciou a chegada do pintor. Era um homem simpático, chamava-se João, aparentava ter uns 30 e poucos anos, não muito alto, bem moreno e parecia ser muito forte. Mostrei a ele o apartamento, foi quando ele falou que era maior do que pensava e se eu quisesse que o serviço terminasse logo, precisaria da ajuda de mais dois ajudantes e isso implicaria em uma pequeno aumento no orçamento anterior. Disse a ele que não tinha problema algum, desde que a pintura ficasse boa. Conversamos por mais alguns instantes e chegamos a um acordo. Dei-lhe um adiantamento para a compra das tintas.

Lá pelas 10 da manhã ele voltou com as tintas e 2 rapazes enormes, pareciam halterofilistas, um chamava-se Mauro e o outro Luiz. Ambos eram jovens, o Mauro tinha um rostinho bonitinho que contrastava com o seu corpanzil, já o Luiz tinha cara de mau, barba por fazer, tatuagens no braço... Dava até medo de olhar pra ele pois tinha quase 2 metros de altura e era o mais forte de todos.

Era impressionante vê-los em ação. Carregavam os móveis como se fossem feitos de espuma. Em minutos eles esvaziaram o quarto e começaram a pintar. Fiquei feliz por ter escolhido os serviços do João, ele realmente era um bom profissional e o melhor de tudo, não fazia sujeira.

No fim do dia já tinham pintado os quartos e os banheiros, ficando para o dia seguinte o resto do apartamento. Para não estragar a pintura dos banheiros o João me pediu para usar a minha suíte pois eles gostariam de tomar um banho. Concordei e eles foram, um a um tomar banho. O primeiro a entrar no chuveiro foi o João, fiquei na sala conversando com os outros dois. Mauro falava bastante, era simpático mas o Luiz era meio bronco, quase não falava mas me olhava com uma cara de safado...

O próximo a ir para o chuveiro foi o Mauro. João saiu para comprar cigarros e eu fiquei sozinha com aquele brutamontes, que permanecia quieto, apenas me olhando. Puxei conversa e perguntei se ele sempre tinha trabalhado como pintor. Ele me olhou e pela primeira vez no dia sorriu dizendo:

- Não dona é o meu primeiro trabalho, eu era bandido, puxei cana três anos. Agora o seu João me deu uma chance de trabalhar com ele e eu tô aqui.

- Faz tempo que você saiu da cadeia?

- Tem 2 meses.

Não sei porque mas eu não fiquei espantada por saber que ele era um ex-presidiário, pelo contrário, achei bonita a atitude do João e fiquei comovida em ver um jovem se esforçando para sobreviver honestamente.

Meu marido chegou em casa assim que o Mauro saiu do banho. Apresentei meu marido aos pintores e ficamos todos conversando enquanto o Luiz ia tomar o seu banho. Sem saber bem porque fui até o meu quarto e vi a porta do banheiro aberta, caminhei até ela e... o box estava aberto e o Luiz estava todo ensaboado, de costas para mim. Que corpo bonito! As costas largas... pernas peludas... Fiquei observando quietinha, queria ver um pouquinho mais. Ele começou a enxaguar o corpo, foi virando... Virando... Enfim eu via o que queria, seu pau era tão grande quanto ele, mesmo mole era impressionante e o melhor de tudo, era grosso, muito grosso. Fiquei molhadinha na hora, tinha vontade de invadir o banheiro e cair de boca no pau dele mas, meu maridinho já estava em casa e... Saí da suíte sem ser percebida e voltei para a sala. Naquela noite eu trepei com meu maridinho imaginado que ele era o Luiz, não deu muito certo pois o pau do meu marido não é nem a terça parte do dele mas...

Na manhã seguinte eu estava um escândalo. Usava um shortinho jeans hiper cavado que ficava enterrado na minha bundinha deixando-a quase toda de fora, assim como na frente mal escondia minha bucetinha, que aliás, estava toda depiladinha, sem nenhum pelinho. Escolhi uma camiseta que recortei na altura dos seios fazendo com que toda vez que levantasse os braços, meus seios ficassem nus. Cabelos soltos, perfume, baton...

Ao som da campainha abri a porta e vi na hora que tinha alcançado o meu objetivo inicial. Os três ficaram parados na porta me olhando, calados, demoraram alguns segundos para reagirem e entrarem.

Passei a manhã toda observando e sendo observada por eles. Eu estava decidida a realizar uma antiga fantasia, queria sentir o gosto daqueles homens simples que ralavam para ganhar a vida, totalmente diferentes dos que eu estava acostumada a me relacionar. A toda hora eu ia verificar como a pintura estava indo... Me abaixava empinando a bundinha... Apontava para cima revelando os meus peitinhos... Lançava olhares sensuais para os três... Rebolava desavergonhadamente... Fazia carinha de menininha carente...

Naquele dia o trabalho não estava rendendo nada, o mais assanhado era o Mauro, que a todo instante sorria pra mim e dizia alguma coisa. Podia ver que o João estava tenso e teso, tentava disfarçar o volume enorme que se formava em seu macacão, seu pau devia estar duríssimo e parecia ser enorme. O Luiz era o mais tímido, ou pelo menos era o que mais evitava me olhar mas dava para perceber que ele estava inquieto, como que se segurando para não me agarrar. Fiquei naquela brincadeira de ir e vir, provocando-os até a hora do almoço. Como eu tinha dado folga aos empregados, pedi comida a um restaurante perto de casa. Preparei a mesa, na sala, algumas garrafas de cerveja e chamei os três pintores para almoçar comigo. João não queria vir, dizia que não “pegava” bem almoçar na mesa da sala, mas diante da minha insistência... Eles pareciam encabulados mas aos poucos, com a ajuda da cerveja, foram se soltando até ficarem completamente a vontade. Acabou sendo um almoço super animado, tão animado que eu sugeri a eles para descansarem um pouco antes de recomeçarem o trabalho, dizendo que poderiam ficar na salinha de TV pois iria preparar um cafezinho pra eles. O clima estava tão descontraído que eles nem pensaram duas vezes e foram direto pra lá. Quando cheguei com o café, encontrei o João e o Mauro sentados confortavelmente no sofá enquanto o Luiz estava deitado no chão sobre algumas almofadas. Todos eles tinha algumas fitas de vídeo nas mãos que eu havia deixado, propositadamente, bem a vista. Eram fitas eróticas, daquelas bem barra pesada, com surubas, dupla penetração... Eles tentaram disfarçar pois estavam todos de pau duro mas diante do meu sorriso e a pergunta:

- Querem ver um filminho?

Eu estava nervosa, minhas mãos tremiam de excitação. Podia sentir os olhares gulosos dos três em meu rabinho empinado enquanto eu colocava uma fita no vídeo. Me sentei no chão, ao lado do Luiz e entre João e Mauro que ainda estavam no sofá. A situação em que eu me encontrava mais as cenas do filme foram me deixando maluquinha de tesão. Olhava em minha volta e via homens excitadíssimos que já não faziam questão nenhuma de esconderem seu desejo. Eu comecei a acariciar meus peitinhos com uma das mãos enquanto com a outra fui descendo até minha bucetinha. com o dedinho eu acariciava lentamente minha buceta, já não olhava mais para a TV, tinha os olhos fixos no pau do Luiz que estava sendo acariciado por ele sobre a calça. Eu cheguei mais perto dele, encostei minhas coxas na perna dele... Ele pousou sua mãozona na minha perna, pegou a minha mãozinha e colocou-a sobre o seu pau, já fora da calça. Segurar aquela coisa enorme me fez delirar, era tão grosso que eu não conseguia envolvê-la apenas com uma das mãos. Mauro veio do meu lado e foi logo metendo a mão em meu bumbum e lambendo o meu pescoço. João começou a tirar a roupa e foi o primeiro a ficar nu. Luiz pegou minha cabeça e foi forçando para baixo, até chegar em seu pau. Abri minha boca e abocanhei o que pude, dando início a uma deliciosa felação, arrancando gemidos do meu macho. Enquanto eu chupava, o Mauro ia tirando minha roupa. Eu já estava nua, de joelhos no centro de uma roda formada pelos três, chupava-os alternadamente. Era demais ter aqueles três belíssimos cacetões a minha disposição, todos eram enormes, mas o meu preferido ainda era o do Luiz, o maior e mais grosso de todos. Até aquele momento eles estava sendo delicados e eu parecia estar comandando o joguinho mas, conforme a excitação deles aumentava eles iam se liberando, se soltando até...

Me colocaram em pé e os três me apertavam, puxavam meus cabelos, enfiavam seus dedos no meu cuzinho, na bucetinha... Eu passava de mão em mão, era beijada por todos. Luiz era o mais empolgado e comandava o jogo. Ele dizia coisas do tipo:

- Queria levar ferro dona? Agora você vai ver o que é bom. A gente vai te estuprar aqui mesmo.

Comecei a fingir que não queria, só pra botar mais fogo na brincadeira, pois na verdade o que eu mais queria era ser fodida pelos três ao mesmo tempo. Já estava com as pernas abertas tendo o João entre elas pronto para meter seu pau em minha bucetinha, enquanto os outros dois seguravam meus braços. Desesperada eu pedi a eles que pegassem as camisinhas que estavam na gaveta do móvel da TV. Graças a Deus eles me atenderam pois não sei o que faria se eles tivesse recusado. Eu mesma coloquei a primeira camisinha no pau do João, deitei no chão e implorei para ele me comer. Ele veio pra cima de mim como um animal faminto, meteu tudo na minha buceta enquanto mordia meus seios, rosnava ferozmente, socava com força... Os outros dois se aproximaram e ficavam esfregando suas picas em meu rostinho... Mauro praticamente arrancou o João de cima de mim e ocupou o seu lugar, metendo com a mesma fúria do seu amigo. Ele meteu até quase gozar, saindo de dentro de mim para o João novamente ocupar seu lugar. Fizeram isso por algum tempo, eu já estava quase desmaiando de tanto gozar pois eles metiam pra valer, estocavam fundo e com muita força. De repente o Mauro me mandou ficar de 4 pois queria foder o meu cuzinho. Foi ai que Luiz falou:

- Nada disso! O cu dela é meu.

- Que e isso cara, você vai arrebentar o cu dela com essa sua pica de cavalo!!!

- Mas é isso que ela tá querendo! Não é dona??? Fala! Conta pra gente! Não e isso que você quer? Levar um cacetão igual ao meu no rabo?

Não respondi, permaneci quieta de 4 sobre o tapete. Ansiosa e com muito medo vi o Luiz colocar uma camisinha no seu mastro gigantesco e caminhar em minha direção. Vi quando ele cuspiu na cabeça do seu pau. Como era enorme! Ele ficou atrás de mim e encostou em meu cuzinho. Eu estou acostumada a levar picas enormes em meu rabinho pois isso é o que eu mais adoro fazer. Mas não posso dizer que não dói. Dói e muito, principalmente quando é de um calibre como o dele. Mas quanto maior e mais grosso, quanto mais violentamente sou enrabada... Maior é o meu prazer. Ele forçou a entrada... Gritei... Mauro enfiou seu pau em minha boca... Luiz forçou novamente e a cabeçona entrou em meu cuzinho... Gritei alto... lagrimas escorriam dos meu olhos... Ele forçou mais e seu pau entrou até a metade... Mauro socava o pau na minha boca abafando meus gritos... João estava deitado embaixo de mim, sugava meus peitinhos, mordia meus mamilos... Luiz enterrou tudo, até o saco, dentro do meu cuzinho... Eu chorava, gemia, gritava, gozava... Mauro me agarrou pelos cabelos e passou a foder minha boquinha com a sua pica enquanto o Luiz arregaçava meu cuzinho... Senti o pau do Mauro esporrando forte dentro da minha boquinha, sua porra foi direto na minha garganta me fazendo engasgar. Comecei a tossir e isso fazia com que meu cuzinho se contraísse, apertando o pau do Luiz e causando mais dor a mim. Entrei em desespero, tentei me livrar daquele monstro que invadia minha bundinha mas, o esforço foi inútil. Luiz agarrou minha cintura e depositou todo o seu peso sobre mim, caindo por sobre minhas costas... Segurou meus pulsos e levantou meus braços, me deixando esticadinha sob ele. Com uma das mãos ele imobilizou meus pulsos e com a outra começou a bater em meu bumbum, enquanto metia fundo dentro do meu cuzinho, cada vez mais forte. A sensação de ter um homem daqueles sobre mim metendo sua picona sem dó nenhuma dentro do meu cuzinho é indescritível. Gozei um sem número de vezes... Meu cuzinho queimava, me sentia rasgada, completamente arrombada... Bufando como um bicho ele gozou, fazendo seu pau pulsar dentro de mim. Demorou ainda um tempo enterrado em meu cuzinho, quando ele sacou seu mastro de dentro do meu cu foi como se estivesse saindo um poste. Ia me levantar mas o João me atacou imediatamente e aproveitando a largura do meu rabinho, enterrou o seu pau nele. Vi estrela pois, apesar do pau dele ser bem menor o meu cuzinho estava todo esfolado. Ele metia com tanta força que eu pensei que ia desmaiar. Quando ele gozou eu já estava mole de tanto gozar. O Luiz já estava pronto pra outra, me pegou pelos braços e me colocou em seu colo, mandando eu sentar sobre ele. Foi uma delícia sentir minha bucetinha sendo arrombada por aquele mastro, mas o melhor foi quando Mauro chegou por detrás de mim e, aproveitando minha bundinha empinada, atolou o seu pau no meu cuzinho. Tinha duas picas enormes dentro de mim, eu rebolava como uma profissional, pedia mais... Ainda tive forças para chamar o João, o pau dele ainda estava mole mas foi só ele colocá-lo em minha boca para ir crescendo... Pronto, estava completa, tinha um pau em cada buraquinho do meu corpo.

Eles meteram em mim o resto da tarde e só pararam porque meu marido estava chegando. A pintura do meu apartamento, que antes ia durar apenas dois dias, acabou perdurando por uma semana, e que semana... Meus três pintores fizeram um ótimo trabalho, nas paredes e em meu corpo.

UM EX-NAMORADO... by Elaine

Eduardo tinha sido o meu último namorado, antes de me casar. Ele tinha 42 anos, barba farta, peito super cabeludo, musculoso... Beijava super bem e sempre me deixava maluquinha quando esfregava seu pau em minhas coxas.

Nunca tinha sido penetrada por ele mas, toda vez que o encontrava, deixava ele gozar em minha boquinha. Eu sonhava em ser penetrada pelo pauzão dele (22 cm. x 8, 5 cm. - bem medidos) mas, na época, eu estava confusa demais para poder seguir meu instintos sexuais, tinha conhecido o Paulo (meu maridinho) e acreditava estar apaixonada por ele. Era difícil para mim conviver com minhas taras e fantasias, achava que eu era maluca, tinha medo de falar sobre sexo, reprimia minhas vontades... Eduardo, por sua vez, deixava claro que queria apenas se aproveitar do meu corpinho de ninfeta, 18 aninhos, 1,68m, 52kg, cabelos longos, olhos azuis, carinha de princesinha, bumbum grande e arrebitadinho... Ele sempre tentava me comer, eu chegava até a chorar, pedindo para ele parar de forçar a barra. Como fui boba!

Terminei meu namoro com ele e passei a namorar meu atual marido, 6 meses depois estava me casando com o Paulo e nem bem terminei a lua de mel, já o estava traindo com outro homem, depois outro... Outro...

Encontrei Eduardo por acaso em um shopping de SP. Conversamos rapidamente pois ele estava atrasado para um encontro de negócios e eu aguardava o meu maridinho para almoçarmos. Ele insistiu tanto que dei meu telefone, pedindo apenas que tomasse cuidado quando fosse me ligar, para evitar problemas com meu marido. Passei o dia todo pensando em Eduardo. Lembrava de como ele gostava de passar a sua mãozona no meu bumbum enquanto eu chupava o seu pau. Tentava entender porque eu nunca tinha dado para ele. Eu era tão boba! Ao mesmo que aquela picona me excitava me dava medo, achava que ia me machucar... Quanta besteira!!!! Na verdade ele era o maior culpado por nunca ter me comido. Apesar de tarado, era cheio de gentilezas e fazia tudo que eu queria, me tratava como uma princesa, sempre respeitando meus limites. Como eu sempre dava um jeitinho dele gozar... Sentia-se satisfeito e se controlava. Se ao menos ele tivesse entendido que eu queria justamente o contrário... Queria ter sido violentada por ele.... Queria ter sentido seu pau grandão arrombando minha bucetinha... Rasgando o meu cuzinho... Ah! Como eu gostaria de ter sido fodida por ele.

Quase não dormi naquela noite, precisei me masturbar para apagar o fogo que tinha se acendido em mim. Só pensava no Eduardo, estava torcendo para que ele me ligasse. Pela primeira vez, em muito tempo, eu estava desejando um homem ardentemente. Quanto mais eu olhava meu maridinho dormindo ao meu lado, mais eu sentia tesão em dar para o Eduardo. Imaginava que quando eu contasse ao Eduardo que tinha preferido dar para o Paulo em vez dele... Eles nunca gostaram um do outro.

Os dias se passaram e nada dele ligar. Tinha perdido as esperanças quando numa sexta-feira, logo pela manhã, toca o telefone. Era ele. Me derreti toda ao telefone, dizia estar com saudades dele e que apesar de estar casada, adoraria me encontrar com ele. Não foi difícil convencê-lo, pelo contrário, era essa a sua intenção ao me telefonar. Ele também falou que estava com saudades, que jamais tinha me esquecido... Essas coisa que todo homem fala quando quer comer uma ex-namorada... O papo foi ficando cada vez mais quente e ele começou a perguntar do meu marido, se ele não ficaria bravo ao saber que eu iria me encontrar com um ex namorado. Eu disse:

- E por que ele precisa saber? Sabe com quem me casei? O Paulo, lembra dele?

- Não acredito que você se casou com aquele cuzão!

- Foi com ele mesmo. Já cheguei até a me arrepender de ter casado com ele, mas agora... Arrumei um jeitinho de reverter as coisas e tirar proveito dessa situação.

- Que jeitinho?

- Por que você não vem aqui em casa, almoça comigo e descobre o “jeitinho”?.

Por volta das 13:00 ele chegou. Eu estava uma verdadeira putinha com aquela micro saia, blusinha transparente, salto alto, batom vermelho... Toda perfumada. Ele nem bem entrou e foi logo me agarrando, correspondi ao seu beijo mas, sentindo que ele queria ir direto ao ponto me esquivei, queria brincar mais um pouco. Servi um vinho e ficamos conversando na sala. Ele não tirava os olhos de mim, passava as mãos em minhas coxas enquanto me ouvia falar do meu casamento e da minha vida sexual com meu marido. Não sei porque mas naquele dia eu queria humilhar o meu maridinho, isso me dá o maior tesão, comecei a falar que ele tinha um pau pequenininho, que não me satisfazia na cama, que gozava rápido demais, que jamais tinha dado minha bundinha para ele... Via o pau do Eduardo querendo arrebentar as calças de tão duro que estava. Ele ouvia a tudo atentamente e botava fogo na conversa me provocando, dizendo que se eu fosse dele a coisa seria diferente. Eu disse que ele tinha tido a chance de me fazer a mulher dele e não soube aproveitar:

- Mas como? Você nunca deixou em meter em você!!!

- Vai ver que é porque você é tão frouxo quanto o Paulo.

- Como é?

- Fala a verdade! Você não foi homem bastante para me comer.

Ele me deu um tapão na cara, mandou que eu calasse a boca... Disse que ia embora.

- Vai, pode ir. Mostra que você é frouxo mesmo. Bunda mole!!!

Eu não devia ter dito isso. Ele ficou furioso, partiu para cima de mim, me pegou pelos cabelos, mandando eu mostrar onde era o meu quarto. Eu andava na frente dele, sendo segura pelos cabelos, mostrei meu quarto e ele me empurrou para lá. Me jogou na cama e rasgou minha blusa, caiu de boca em meus seios e começou a chupá-los. Ele chupava com força, mordia meus mamilos, apertava meus peitinhos... lambia minha barriguinha. Um tesão louco se apoderou de mim, comecei a provocá-lo um pouco mais:

- Você pensa que isso me excita? Eu gosto é de homem de verdade! Seu bundão.

Num gesto rápido ele arrancou minha saia, afastou minha calcinha e meteu o dedo em minha bucetinha, que estava completamente depiladinha e toda encharcada de tesão.

- O que é isso sua vaca! Agora você raspa a buceta? E por que tá molhadinha? Você gosta assim né! Piranha você vai ver o que é bom.

Ele me deixou na cama e se levantou. Tirou sua camisa, calça, cueca... A visão daquele pauzão apontando para mim foi maravilhosa. Não é o maior pau que já vi em minha vida mas sem dúvida alguma é o que mais me deu tesão. Ele tem o pau retinho, uma cabeçona vermelha enorme, veias bem salientes, grosso... Muito grosso. Caminhou em minha direção, me virou de bruços, ajoelhou-se ao meu lado, pegou em meus cabelos e me mandou chupá-lo. Disse que não e um tapa forte em meu bumbum me fez gritar. Continuei negando e ele deu mais um tapa, depois outro... Outro... Comecei a chupar aquele caralho maravilhoso enquanto apanhava na bundinha. Ele batia para valer, doía mesmo. Eu estava adorando aquilo, tinha conseguido deixá-lo bravo de verdade. Enquanto me batia ele falava:

- Você virou uma putinha não é? Tá chifrando o corno do teu marido com todo mundo não é? Vaca! Chegou a minha vez.

Num puxão ele rasgou minha calcinha, subiu em cima de mim e comigo ainda de bruços meteu sua rola em minha bucetinha. Entrou tudo de uma vez fazendo com que eu começasse a gozar na hora. Como ele metia bem, do jeitinho que eu gosto, com força e em estocadas bem profundas. Eu empinava minha bundinha para sentir toda a potência daquele mastro. Ele socava com vontade, estava possuído, selvagem, grosso, rude... Me tratava como uma puta... Me fodia com violência. Ele saiu de cima de mim, deitou-se na cama e mandou que eu montasse nele. Nessa posição pude sentir cm. por cm. do seu pau entrando na minha bucetinha. Que delicia!!! Coloquei tudinho e comecei a cavalgá-lo, a rebolar, a gozar... Ele segurava minha bundinha com as duas mãos, abria bem e de vez em quando dava um tapa. Colocou um dedinho no meu cuzinho, enfiou até a metade e:

- Gosta de levar no cu, não é?

- Adoro!!!!

- Levanta e põe o meu pau no teu cu.

Tirei aquele cacetão da minha bucetinha e coloquei na portinha do meu cuzinho. Mesmo estando acostumada a levar um pau na bundinha, não é fácil sentar numa rola como aquela. Fiz força, rebolei, tentei de todos os jeitos mas não entrava. Eu estava travada, meu cuzinho todo fechadinho... Ele foi ficando bravo, gritava comigo, mandava eu sentar de uma vez. Eu comecei a chorar e tentei sair de cima dele. Ele me deu um tapa na cara, com uma das mão pegou em seu pau, colocou-o na entrada do meu cuzinho, pegou em minha cintura e me puxou para baixo. Abri minha bundinha com as duas mãos e soltei o meu corpo. O meu peso mais a força do Eduardo fez com que o pauzão dele entrasse tudinho no meu cuzinho. Foi uma penetração tão profunda que tive a impressão de estar com o seu pau em meu estômago. Eu estava sentada no pau do Eduardo, nem conseguia me mexer direito, gozando alucinadamente. Entre berros e orgasmos eu me declarei para ele, dizendo que era dele, que estava apaixonada por ele novamente, que queria dar para ele todos os dias... Perdi o controle.

Ele, segurando em minha cintura, levantava o meu corpo até seu pau quase sair e puxava meu corpinho para baixo fazendo com que eu sentasse violentamente sobre o seu cacete, cada vez mais rápido e forte. Eu já estava soluçando quando ele anunciou que ia gozar. Senti seu pau pulsando e expelindo uma enorme quantidade de esperma dentro de mim. Gozei com ele. Permanecemos um tempinho quietos, eu sobre ele e o seu pau, ainda duro, dentro do meu rabinho. Ele começou a me beijar e a dar mais tapinhas em minha bundinha, me chamava de vaquinha, piranha, putinha... Não estava acreditando ele ia continuar a me comer. Sem tirar de dentro ele me colocou debaixo do seu corpanzil, abrindo minhas pernas e iniciando um vai e vem alucinado em meu cuzinho. Nessa posição eu, levantando a cabeça, podia ver sua rola invadindo meu cuzinho. A visão do seu pauzão imenso arrombando o meu cuzinho era maravilhosa. Seu peito cabeludo... Seu suor escorrendo pelo corpo... Seu pau machucando meu cuzinho... Ele estava me dominando completamente. Tirou seu pau do meu cu, me virou de lado, abriu minha bundinha e meteu novamente. Assim eu ficava a mercê do ataque do seu cacete que me rasgava o cuzinho, indo até o fundo, fazendo suas bolas baterem em minha bundinha. Me colocou de 4 e assim meteu até gozar novamente.

Tomamos um delicioso banho juntinho, sempre nos beijando. Estávamos nos preparando para um segundo tempo quando o telefone tocou. Era o meu maridinho avisando que chegaria mais tarde pois tinha uma reunião. Não sei como pude ser tão cara de pau assim. Fingi que fiquei brava e dei uma sonora bronca nele, dizendo que ele era um babaca e que se continuasse assim eu ia procurar outro homem para me satisfazer. Falava com ele enquanto Eduardo me chupava na bucetinha e esfregava o seu cacetão em meu corpinho. Ao desligar o telefone eu já estava alucinada e implorei para o Eduardo me comer como nunca tinha comido mulher alguma. Ele me fodeu de todas as maneiras, arrombando minha bucetinha tanto quanto o meu cuzinho. O melhor de tudo é que eu estava dando para um ex namorado em minha casa, na mesma cama que durmo com o meu maridinho. Foi uma tarde maravilhosa. Quando Eduardo foi embora já era noite, de fato 15 minutos depois dele sair o meu maridinho chegou. Eu nem tinha tomado banho, ainda estava com cheiro de sexo, quando meu maridinho, todo carinhoso me deu um lindo colar de presente. Era demais, além de corno é trouxa, acreditou que eu estava zangada com ele, achava que tinha que pedir desculpas. Melhor para mim.

Continuei a ver o Eduardo por alguns meses mas, ele começou a sentir ciúmes pois eu não dava só para ele e tive que cortar o nosso relacionamento. Foi uma pena mas... Valeu enquanto durou, mesmo porque depois dele conheci um tal de Enzo... Gostou do meu conto? Acha que eu sou safada demais?

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Comentários

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Picudão? Adoro picudão... quer mostrar para mim... allesandra.ambra@folha.com.br

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Vc é demais. E seu maridinho, homem de menos.

Fala a verdade, ele sabe que vc chifra ele.

Entra em contato comigo pra gente fuder gostoso...

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