ENRABANDO A ADOLESCENTE PEITUDA

Um conto erótico de Luiz
Categoria: Heterossexual
Contém 2472 palavras
Data: 07/08/2002 09:48:05
Assuntos: Heterossexual

Durante muito tempo eu a desejei. Mas custei muito a tomar alguma atitude.

Ela se chamava Carla, era morena, tinha 16 anos e era muito, muito bonita. O rosto era lindo, tinha olhos esverdeados e um corpo para lá de escultural.

A decisão de abordá-la surgiu durante um dia em que fui a um churrasco na casa de seu tio.

No dia seguinte eu iria pegar minha namorada, que morava perto, e sair para um fim-de-semana prolongado. Viajava totalmente equipado com brinquedos sexuais na minha bolsa. Minha cabeça só estava preocupada com trepadas, portanto. Não estava assim preparado para encontrar Carla, isto é, era claro que tornaria a desejá-la se eu a visse, idéia que eu condenava, tanto pela diferença de idade, tenho 40, quanto pela amizade que unia minha à família dela.

Realmente, quando a vi na beira da piscina, tomando sol, quase babei de tanto tesão. Ela estava com um biquíni branco com florzinhas maravilhoso, mínimo, cavado, praticamente deixando todo seu corpo esplendoroso à mostra. Ela tinha os seios grandes, redondos e firmes, que estouravam para fora do sutiã, uma bunda redonda e um belo par de pernas grossas e morenas. Não podia tirar os olhos dela. Meu pau latejava com a visão daquela mulher magnífica andando pela borda da piscina.

Passei todo o churrasco admirando aquela potranca, com um tesão incontrolável. Em determinada altura dos acontecimentos ela foi ao banheiro e eu não aguentei. Discretamente fui atrás e dei a volta na casa, para espreitá-la pelo basculante, que dava para um estreito corredor lateral.

Não a vi nua, mas flagrei o momento em que ela mexia naqueles peitos maravilhosos tentando ajeitá-los dentro daquele minúsculo sutiã. Meu pau endureceu e eu me rocei levemente na parede. De repente ela se virou para a janela e me viu. Assustou-se e eu também. Não perdi tempo. Corri para cercá-la no corredor interno. Minha vontade era jogá-la no chão, arrancar seu biquíni e devorá-la. Mas isso era impossível, é claro. Quando ela passou limitei-me a olhá-la atentamente e passei os dedos trêmulos bem de leve pela sua barriga, enfiando o indicador muito rapidamente em seu umbigo. Ela parou por um segundo, arrepiada de tesão, os lábios úmidos entreabertos, e olhou-me com um olhar de quem também queria uma boa trepada naquele momento, se fosse possível. Desde aquele instante não tiramos mais os olhos um do outro.

À noite me reservaram o quarto de hóspedes. Eu sabia que ela estava num quarto ao lado. Eu estava transtornado. Me masturbei e gozei pensando nela duas vezes, esperando que o desejo passasse, mas meu tesão era incontrolável. De madrugada, quando todos estavam deitados, tomei coragem. Me levantei e fui até seu quarto. Abri a porta com cautela. Ela estava dormindo. Olhei-a, sob a luz do luar que entrava pela janela. Vestia um short mínimo e uma camiseta. Estava deitada de bruços. Não resisti. Aproximei-me lentamente e me abaixei ao seu lado. Bem levemente corri os dedos pelas suas pernas. Comecei a lambê-las, bem de leve, a princípio, começando pelas batatas das pernas e depois subindo para as coxas grossas e morenas. Lambia-as com prazer, passando as pontas dos dedos pela sua pele. Desci para os seus pés e passei minha língua entre seus dedos, seu calcanhar, o peito do pé. Voltei a subir e lambi bem lentamente suas coxas, especialmente a parte na qual começavam suas nádegas. Minhas lambidas estavam cada vez mais intensas, mas não sabia se ela estava acordada ou dormindo, pois mantinha-se imóvel. Acariciei sua bunda. Lentamente puxei e abaixei seu short, retirando-o com alguma dificuldade por aquelas pernas maravilhosas. Suspirei fundo e devagar tirei sua calcinha. Ela continuava imóvel, as pernas levemente entreabertas. Introduzi minha língua entre suas nádegas, lambendo com delícia seu cuzinho. Circulei minha língua em torno de seu anelzinho, enfiando a pontinha bem de leve nele. Era uma delícia ter aquele rabinho na minha boca e saboreá-lo com tesão. Entreabri mais suas coxas e alcancei com a língua sua bucetinha e seu clitóris, lambendo-os devagar e tentando enfiar minha língua na sua grutinha. Introduzi minha mão entre suas coxas. Meus dedos alcançaram sua vagina e seu clitóris. Comecei a massageá-los. Ela gemeu e remexeu a bunda, discretamente, abrindo um pouco mais as pernas. Continuei por alguns instantes, mas depois desisti. Era muito arriscado. Voltei para o meu quarto, com o pau mais duro que uma rocha e decidido a não tentar mais nada. Procurei dormir. Estava quase adormecendo quando percebi alguém abrindo a porta. Meu pau levantou na hora. Era ela. Estava nua da cintura para baixo, só de camiseta e sutiã. Olhei o relógio: eram duas da manhã. Eu me levantei e me aproximei devagar, encostando muito de leve meu peito naqueles seios volumosos e espremidos atrás do sutiã.

- Tira a camiseta - eu pedi, num tom de sussurro, próximo ao seu ouvido - quero que você seja toda minha hoje... Quero te comer toda... Fazer contigo coisas que você jamais imaginou que fossem possíveis serem feitas... Quero que você sinta um macho de verdade...

- Não posso - ela disse baixinho, os olhos semicerrados, arrepiada de tesão.

- Por que? Tem medo? - eu perguntei, roçando meus lábios na sua orelha.

- Porque é uma loucura - ela disse - respirando fundo e com os olhos fechados.

Levantei as mãos e acariciei as pontinhas de seus seios, bem de leve. Ela contraiu-se toda, com um suspiro profundo, sentindo um tesão enorme. Podia adivinhar sua buceta molhadinha, toda preparada para receber um belo cacete de homem.

- Você é uma criança, é melhor você ir embora.

- Eu não sou uma criança, sou uma mulher.

- Não é. Vá embora. Você é uma menina ainda. Se você fosse uma mulher diria sim ou não, mesmo sendo uma loucura, mas jamais ficaria indecisa.

Ela fechou os olhos e suspirou fundo novamente, enquanto eu passava os dedos pela sua barriga.

- E depois - eu completei - será somente uma vez. Isso só pode acontecer uma única vez, e deve ser um segredo só nosso, por toda a vida...

Passei os dedos pelos seus pelos pubianos e enfiei meu indicador bem devagar na entrada de sua xota.

- E depois... Continuei - você deve estar doidinha pra receber um caralho bem gostoso nessa sua buceta.

Lentamente fiz um gesto de levantar sua camiseta. Ela pegou a minha mão e afastou-a. Ela mesma tomou a camiseta e retirou-a, bem devagar, olhando-me com uma cara de putinha. Estava com um sutiã transparente enlouquecedor.

- Sim - ela disse, semicerrando os olhos, quase trêmula de tesão - eu digo sim, mesmo sendo uma loucura...

- Tira o sutiã - pedi.

Ela o retirou devagar, expondo seus dois grandes seios, redondos e perfeitos. Eu não resisti e comecei a lambê-los e apertá-los. Primeiro os mamilos, com a língua, brincando com os biquinhos, que estavam durinhos. Enquanto lambia um esfregava o dedo no outro, bem devagar. Depois comecei a chupar os bicos. Chupava-os bem, pressionando com os lábios as bases dos mamilos, alternando entre um peito e outro. Logo estava mamando com força, apertando aqueles seios maravilhosos, meu pau totalmente duro. Esfregava minha cara neles, lambendo toda a extensão de suas tetas. Abaixei-me, lambendo sua barriga. Ela também se abaixou, afastou-me um pouco e deitou-se no chão, abrindo bem as pernas.

- Continua o que estava fazendo na minha bucetinha - pediu.

Eu caí de boca na sua xoxotinha, esfregando-a na minha cara, lambendo seus pelos, lambendo seu clitóris, lambendo até o fundo, encontrando o ritmo certo, enquanto enfiava o dedo na sua vagina. Minha língua corria em toda a extensão de suas coxas internas, voltava para a xota, corria para o seu cu e o chupava, lambia. Detive-me por um tempo no seu botãozinho e tornava a enfiar o dedo na buceta. Era uma loucura. Mas eu não aguentava mais. Rapidamente puxei minha bolsa, tirei uma camisinha, coloquei no meu pau que já gotejava de tanto desejo e deitei por cima dela. Nossas bocas se encontraram num beijo molhado, gostoso e profundo. Ela abriu o máximo que pode as coxas e meu cacete deslizou fundo naquela buceta gostosa, me fazendo ver estrelas. O nosso tesão era incontrolável. Nos agarramos bem juntos, minhas mãos massageando e apertando ora suas coxas, seus peitos, correndo pelo seu corpo e apertando sua bunda enquanto nos beijávamos e meu pau entrava e saía. Ficamos um bom tempo assim, totalmente transtornados. Mas eu a queria de quatro. Posicionei-a e logo enfiei meu cacete na sua buceta, bem fundo.

Era enlouquecedor ver meu pau entrar e sair daquela xotinha, enquanto sua bunda se chocava contra minha barriga. Segurava suas nádegas com força e trazia seu quadril para mim enquanto metia com decisão. Agarrei seus cabelos e comi-a como se estivesse cavalgando uma potranca, dando tapas na sua bunda e enfiando meu pau o mais fundo que podia. Metia com força, e eu sentia o cacete entrar até o colo do seu útero. Às vezes agarrava seus ombros e os utilizava como ponto de apoio, para que minhas estocadas fossem ainda mais profundas. Corri então meu dedo indicador entre suas nádegas e parei-o na entrada de seu cuzinho, enfiando só a pontinha. Ela gemeu e rebolou, bem safadinha, vi que podia ir adiante. Com a mão trouxe minha bolsa e rapidamente peguei um tubo de KY. Untei bem meu indicador e enterrei-o devagar mas com firmeza em seu rabinho, enquanto continuava arrombando sua buceta. Continuei metendo enquanto introduzia, alternadamente, meu indicador ou o meu polegar no seu cu. Mas eu queria enrabá-la. Perguntei se ela topava. Ela sussurrou um sim entrecortado, transtornado de tesão. Retirei meu cacete, lubrifiquei-o bem com KY e encostei-o na entrada de seu anus. Forcei devagar e ele foi entrando. Ela rebolava, gemendo e dando gritinhos abafados. Quando o menino entrou todo eu comecei a movimentá-lo. No princípio bem devagar, apreciando aquele cu delicioso e apertadinho. Mas logo comecei a acelerar os movimentos, e dentro de instantes já estava cravando o meu cacete sem pena naquela bunda maravilhosa, agarrando com força os seus quadris. Enrabei-a por muito tempo, com um tesão que nunca tinha sentido antes. Vi que ela estava totalmente transtornada, mas não era meu objetivo parar.

Retirei meu pau, troquei a camisinha e deitei de costas no chão. Puxei-a para mim. Ela veio por cima e mais uma vez meu pau entrou fundo na sua xota. Essa posição era ótima, pois eu podia mamar aqueles peitos maravilhosos e enlouquecedores e foi o que eu fiz enquanto metia alucinadamente. Nos beijávamos com grande tesão. Ela tinha uma língua grossa que explorava cada parte da minha boca. Estendi a mão para a minha bolsa e decidi avançar ainda mais. Retirei um consolo com vibrador e perguntei se ela topava que eu enfiasse aquilo no rabo dela enquanto a comia. Ela me abraçou e disse que sim, com a voz meio gaguejante e os olhos fechados. Com ela ainda por cima de mim eu lubrifiquei o consolo e com a mão direita apontei-o para o seu cu, introduzindo-o devagar naquela bunda empinada. Cravei o vibrador totalmente e continuei mamando nela enquanto meu cacete entrava e saía de sua buceta. Ela estava quase sem sentidos de tanto tesão, dando gemidos guturais. Imaginei que talvez estivéssemos fazendo muito barulho, mas percebi que apesar de tanto tesão estávamos sendo muito silenciosos. Com a mão direita comecei a movimentar o vibrador dentro do seu rabo, alternando os movimentos com estocadas do meu pau na sua buceta.

Fiquei com medo que aquilo fosse demais para ela, pois não tinha a certeza se ela ainda era uma criança ou já era uma mulher, mas continuei mesmo assim, pois os seus beijos eram tão quentes e apaixonados que não tinha dúvidas, pelo menos, que ela estava adorando. Olhei o relógio e me assustei: eram cinco horas da manhã! Daqui a pouco começaria a ficar perigoso. Além do mais eu não aguentava mais de vontade de gozar. Retirei o vibrador, meu pau, e disse a ela que queria gozar na boquinha dela. Ela estava toda suada e trêmula, mas me sorriu e disse, com cara de safadinha, que era o que ela mais queria. Desceu até meu pau, retirou a camisinha e ficou massageando-o por alguns instantes, esfregando-o no rosto. Lentamente começou a chupá-lo. Aquela boca deliciosa subia e descia no meu caralho, deixando-me num estado quase catatônico de prazer. Logo estava mamando-o com sofreguidão, massageando, apertando e mordendo. Vez ou outra descia sua boca para minhas bolas e as chupava e lambia com grande tesão. Outras lambia, com volúpia, todo o meu membro, rolava a boca em torno da cabeça e depois tentava introduzi-lo até a garganta. Eu não pude impedir mais que o orgasmo viesse. Tentei contê-lo, mas deixei escapar um primeiro jato, no momento em que ela lambia a base do meu cacete. Ela logo abocanhou a cabeça do meu pau e pôs-se a chupá-lo de forma sôfrega. Agarrei a cabeça dela e acelerei os movimentos até que gozei violentamente dentro daquela boquinha, sussurrando seu nome. Depois de três horas de trepada a quantidade de esperma era muito grande. Continuei tendo espasmos fortes. Ela inicialmente bebeu meu leite. Mas logo afastou a boca, e meus jatos acertaram seus lábios, seu rosto e escorreram pelo seu queixo. Deixei toda a sua cara e os seus seios melados de porra. Ela ergueu a cabeça, meu leite escorrendo dos cantos dos lábios. Limpou a boca com os dedos e depois lambeu-os devagar, me olhando com uma cara de tesão. Não aguentei aquilo. Meu pau ficou duro novamente. Ela se curvou e recomeçou a chupá-lo, limpando toda a porra que ainda havia. Mas eu não tinha mais tempo para outra. Segurei-a, puxei-a para mim e nos beijamos profundamente. Já estava amanhecendo. Eu pedi que ela se arrumasse e fosse embora.

Ela limpou seus seios com a camiseta, colocou o sutiã, arrumando seus peitos dentro deles, me deu um outro beijo na boca e levantou-se. Olhei aquela gata inacreditável, e, com o pau ainda duro, balbuciei uma despedida.

- O que você acha? Sou uma criança ou uma mulher? - perguntou, de pé na minha frente, as pernas entreabertas, de sutiã, as mãos apoiadas nos quadris.

- Uma mulher - eu respondi - mais que uma mulher... Uma superfêmea.

Ela sorriu e foi embora, fechando a porta atrás de si. Logo depois alguém acordou e percebi que o dia já estava nascendo. Tinha passado a madrugada na trepada mais inacreditável da minha vida, com uma mulher de apenas 16 anos.

No dia seguinte ela acordou tarde, mas quando eu estava indo embora ela já estava na piscina, com um outro biquíni mínimo, azul. Ela me mandou um beijo, de longe. A minha surpresa foi maior quando abri o e-mail, naquela noite. Ela me mandara uma foto dela, de biquíni, com um sutiã minúsculo, que deixava praticamente os peitos à mostra. Me masturbei de forma delirante com aquela visão. Nunca mais transamos, mas sempre me masturbo pensando naquela noite.

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Comentários

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Tú é um Zé cú. Escreve merda como se fosse uma fossa central.Tú não descreveu todo o conto. Esqueceu a parte em que ela procura o consolo pra chapar no teu rabo.Procura e procura e procura e não acha, e vc de tão lesado não se lembra de dizer que o consolo estava dentro da bolsa que ela enfiou no teu briôco com alça e tudo.KKKKKKKKKKK Quando ela tenta alcançar o consolo, descobre que tem um sapatoenterrado no teu rabo que atrapalha a saída da bolsa que....kkkkkkkkkkk. Nota 1

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