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VIAGEM PARA BONITO - MS, COM AS PRIMAS CASADAS DO RJ. PARTE I

Uma série de CabecaRosa
VIAGEM PARA BONITO - MS, COM AS PRIMAS CASADAS DO RJ.PARTE I Olá, me chamo Marcos Paulo, tenho 45 anos e sou solteiro. Tenho uma prima chamada Caroline, 48 anos, ela é morena, cor de jambo, o que por sinal eu adoro, estilo gordelícias, uma delícia de mulher, carioca, mora no Rio de Janeiro e é casada. Em agosto de 2025, nós fomos para Bonito, no Mato Grosso do Sul. Minha outra prima Irma dela também foi, acompanhada do filho dela, que mora fora do Brasil. Eu e a Caroline sempre tivemos muita intimidade, a ponto de nos vermos pelados. Desde criança, nós combinávamos de transar; às vezes ela usava calcinha, às vezes não. Porém, fazia muito tempo que não ficávamos assim — cerca de 10 anos, pois ela se casou e teve dois filhos. Certo dia, eu mudei os planos e fiquei na piscina do hotel, enquanto a minha outra prima e o filho dela foram realizar os passeios em Bonito, que são maravilhosos. A Caroline decidiu ficar comigo também. Assim que todos saíram, fomos para a piscina e, já mal-intencionado, comecei a beber e a oferecer cerveja para ela, que quase não bebe. Ela acabou ficando bêbada, foi então que, vendo ela deliciosa naquele maio de banho, fiquei morrendo de tesao de rola dura já ali dentro da piscina mesmo. Pedi para ela entrar na água para podermos conversar, nos abraçar e matarmos a saudade, etc… e tal. Neste momento, seu telefone tocou, era seu filho e marido ligando por vídeo chamada. Foi então que todos nós conversamos juntos divertidamente e tal. Seu marido logo já notou que ela estava alcoolizada e disse: “Pode esculachar ela se der trabalho”, e assim fiz, posteriormente, após encerrarmos a chamada. Ela entrou na água comigo, me levou para o canto da piscina, em que estávamos sozinhos, e começamos a nos beijar de língua e a esfregar ali mesmo, dentro da piscina. Eu fiquei com o pau duro, latejando de tesão. Falei isso para ela, que continuou se esfregando em mim. Foi aí que ela puxou o Maio de ladinho e esfregava a cabecinha do meu pau na portinha da sua bucetinha peludinha, bem aparadinha, mas com um bigodinho bem peladinho em cima da bucetinha, o que eu morro de tesao e amo, ainda. A cabeçona dele ficava encostada na portinha da buceta dela, e ela dizia no meu ouvido sussurrando que queria dar para mim, sentir toda minha rola entrando e saindo de dentro dela, que queria sentir o meu leite quente jorrando dentro dela. Eu não aguentei. Levei-a para o quarto, coloquei-a de quatro na beira da cama e comecei a pincelar a cabeça do meu pau, que já estava babando de tesão. A buceta dela estava escorrendo de tão molhada. Ela falava: "Coloca tudo, soca forte, me bate! Hoje você vai foder essa cadela, mãe de dois filhos, de 48 anos de idade". Eu não pensei duas vezes e obedeci. Foi daquele jeito: ela pedia para eu bater nela e dizia que, na hora em que eu fosse gozar, era para avisar, pois ela ajoelharia para chupar, querendo que eu derramasse todo o meu leite quente dentro da boca dela para ela engolir. Continuei socando forte, sem dó, e ela gemia pedindo para não parar. Quando percebi que ia gozar a primeira vez, ela sentiu meu pau latejar e pediu para eu não tirar de dentro. E assim eu fiz: continuei o movimento sem tirar o pau de dentro, e a buceta dela segurou todo o meu leite. Soltei sete jatos bem grossos. Ela continuava pedindo para eu não parar e para bater nela; eu batia naquela bunda enorme com as duas mãos. Com os estímulos, logo veio a segunda vontade de gozar. Foi então que ela cumpriu a promessa: ajoelhou-se na minha frente, no chão, e começou a bater punheta para mim, passando a língua na cabeça do meu pau e olhando bem nos meus olhos, dizendo: "Me dá seu leite! Filho da puta que vou engolir ele tudinho". E assim ela fez, igual uma cadela ajoelhada no chão e pedindo. Depois disso, nós deitamos na cama para descansar.