Cinthia gozou na linguiça
Uma série de LaydheAhh, sim. O gemido foi baixo, quase um lamento, enquanto a linguiça afundava dentro dela. Não era um pau de verdade, mas *caralho*, era melhor do que nada. A sensação de estiramento, de ser preenchida depois de tanto tempo vazio, a fez tremer. Sua buceta se fechou em torno do objeto, as paredes internas contraindo-se, como se tentassem sugar cada milímetro para dentro. Ela empurrou mais fundo, sentindo a linguiça deslizar até metade, antes de recuar um pouco, só para depois afundar de novo. Porra... sim, assim As palavras saíam entrecortadas, sua respiração ofegante enchendo a cozinha. Não havia mais espaço para vergonha, para hesitação. Só existia a necessidade, o desejo animal de ser fodida, de sentir algo qualquer coisa dentro dela. Com as duas mãos agora segurando a linguiça, ela começou a movê-la para dentro e para fora, cada vez mais rápido, os quadris se levantando da bancada para encontrar cada investida. A carne artificial batia contra seu ponto mais sensível a cada mergulho, enviando ondas de prazer que a faziam ver estrelas. Sua buceta estava encharcada, o som obsceno de líquidos se misturando aos gemidos que não conseguia mais conter. Os seios balançavam a cada movimento, os mamilos doloridos de tanto tesão, implorando por atenção. Mas ela não podia parar. Não agora. Não quando estava *tão perto*. Ai, meu Deus... eu vou gozar... vou goza que delícia As palavras se transformaram em um grito quando o orgasmo a atingiu como um trem desgovernado. Seu corpo se arqueou, as costas se curvando enquanto a linguiça afundava completamente dentro dela, enterrada até o talo. As paredes de sua xota se contraíram violentamente, espremendo o objeto como se tentassem mantê-lo preso para sempre. Seus dedos cravaram-se no mármore, as unhas arranhando a superfície enquanto ondas de prazer a varriam, uma após a outra, sem piedade. Nããão, porra... não para... não para por favor Ela gritou, as coxas tremendo, o suor escorrendo entre seus seios enquanto o clímax a consumia. A linguiça permanecia enterrada, imóvel, enquanto seu corpo pulsava em torno dela, como se ainda quisesse mais. *Sempre mais.* Mesmo depois que os espasmos começaram a diminuir, a necessidade não desapareceu. Ainda doía. Ainda ardia. Seus dedos desceram, encontrando o clitóris latejante, ainda inchado de desejo. Com um sorriso lascivo, ela começou a se tocar, sabendo que aquela não seria a última vez naquela noite. Afinal, três meses de abstinência não se resolviam com um simples orgasmo. E ela precisava de mais.