A Conquista do Morro - Parte 2: A Filha Fresca Cai na Rede

Uma série de Erosetanatos
Depois daquela noite de tempestade, Fernanda virou outra mulher. Durante o dia, era a esposa perfeita: cozinhava pro Rubens, sorria pros vizinhos ricos, fingia que tudo estava normal. Mas à noite, ou quando Rubens saía pra trabalhar, ela corria pra casa de Paulão como uma cadela no cio. — Paulão, meu negro gostoso... preciso dessa rola preta me rasgando de novo — ela mandava mensagem no WhatsApp que ele tinha obrigado ela a instalar. Ele respondia com fotos da piroca dura, pingando, e ela se masturbava no banheiro olhando, enfiando os dedos na buceta que ainda escorria porra dele do dia anterior. Rubens desconfiava de algo. Fernanda estava mais "animada", usava roupas mais curtas, perfume forte, e às vezes chegava em casa com o cabelo bagunçado, dizendo que "foi caminhar na praia". Mas o gaúcho racista não imaginava que a esposa dele agora era propriedade de um bandido preto. Paulão, satisfeito com a conquista da madame loira, já mirava o próximo troféu: Vanessa, a filhinha fresca de 18 anos. Vanessa era o oposto da mãe: magrinha, 1,65m, pele branquinha de quem nunca tomou sol direito, cabelo loiro ondulado até a cintura, rostinho de anjo com olhos verdes herdados do pai. Peitinhos pequenos e firmes, bundinha empinada de quem malhava pilates, e uma atitude de patricinha mimada. Ela odiava o Vidigal no começo. — Pai, que lugar horrível! Cheio de preto fumando maconha na rua. Eu quero voltar pro sul! Rubens concordava, mas dizia pra ela se acostumar. Paulão observava a menina da janela. Via ela na piscina da casa, de biquíni fio-dental branco, passando bronzeador nas coxas longas, os peitinhos quase pulando pra fora do top. — Aquela putinha nova tá pedindo rola — ele pensava, já se punhetando imaginando ela gemendo na sua piroca de 24cm. A oportunidade veio numa tarde quente. Vanessa estava sozinha em casa — Fernanda tinha ido "fazer compras" (na verdade, chupar Paulão na laje), e Rubens no trabalho. A menina desceu pro portão pra pegar uma entrega de roupas da Shein. Paulão estava na rua, sem camisa, suado de jogar bola com os moleques da comunidade. — E aí, princesa? Tá gostando do morro? — ele perguntou, chegando perto, o cheiro de homem forte invadindo as narinas dela. Vanessa olhou aquele negão enorme, tatuado, e sentiu um arrepio. Nunca tinha chegado tão perto de um preto daqueles. No sul, os amigos dela eram todos brancos, loiros como ela. — Ah... tá bom, eu acho. Calor pra caramba. Paulão sorriu, olhando pros peitinhos dela marcando no top fino. — Calor mesmo. Quer uma água de coco gelada? Eu tenho lá em casa, acabaram de trazer fresca. Vanessa hesitou, mas o sol estava queimando. E ela era fresca, acostumada a ser paparicada. — Tá... pode ser. Entrou na casa dele sem imaginar o que ia acontecer. Paulão fechou a porta. A casa era simples comparada à mansão deles, mas tinha ar-condicionado forte. Serviu a água de coco pra ela, sentando do lado no sofá. Conversaram bobagem: escola, namoradinhos (ela disse que terminou com um boy do sul), música. Paulão chegava mais perto, braço musculoso no encosto do sofá, quase tocando o ombro dela. — Você é bonita pra caralho, Vanessa. Essas branquinhas do sul não chegam nem perto. Ela corou, mas riu. — Para de graça, Paulão. Ele não parou. Mão enorme tocou a coxa dela, logo acima do shortinho jeans. — Não é graça não. Aposto que esses viadinhos brancos que você pega não sabem foder direito. Vanessa tentou tirar a mão. — Ei, para com isso! Eu vou embora. Mas Paulão segurou o braço dela, firme mas sem machucar. — Calma, putinha. Relaxa. Vou te mostrar o que é um macho de verdade. Ele beijou ela à força no começo, língua grossa invadindo a boquinha dela. Vanessa debateu, mas quando sentiu o volume daquela rola dura na perna, algo acendeu dentro dela. Curiosidade? Tesão proibido? Paulão não perdeu tempo. Tirou a blusinha dela, expondo os peitinhos pequenos com biquinhos rosados duros de tesão e frio do ar. — Olha esses tetinha de virgem... vou mamar até deixar roxo. Chupou com força, mordendo, enquanto a mão descia pro short, abrindo o botão. Vanessa gemia baixo, confusa. — Paulão... eu nunca... eu sou virgem... Ele riu, malicioso. — Virgem? Melhor ainda. Vou te transformar em mulher com rola preta, sua putinha racista. Tirou o short dela, a calcinha rosa já molhada. Abriu as perninhas magras, viu aquela bucetinha carequinha, rosada, apertadinha. — Caralho, que xoxota deliciosa. Seu pai ia me matar se soubesse que eu vou comer a filhinha dele. Enfiou um dedo grosso, ela gritou. — Ai! Devagar... Mas Paulão era bruto. Enfiou dois dedos, dedilhando forte, enquanto lambia o grelo. Vanessa se contorcia, gozando rápido, esguichando na mão dele. — Olha só... a princesinha já gozou. Agora vai chupar o pau do tio Paulão. Tirou a bermuda. A piroca monstruosa saltou, 24cm latejando, cabeçona roxa pingando. Vanessa arregalou os olhos, assustada. — Meu Deus... isso não cabe em mim... — Cabe sim, vadia. Abre essa boquinha. Ela obedeceu, tremendo. Abocanhou a cabeçona, mal conseguindo, língua lambendo o pré-gozo salgado. Paulão segurava o cabelo loiro, fudendo devagar a garganta dela, fazendo ela engasgar e babar. — Isso, engole rola preta, sua cachorrinha branca. Sua mãe já faz isso todo dia, sabia? Vanessa parou, chocada. — Minha... mãe? Paulão riu. — Sua mãe é minha puta. Chupa minha rola melhor que você. Mas você vai aprender. Ele deitou ela no sofá, abriu as pernas, posicionou a cabeçona na entrada da bucetinha virgem. — Vai doer um pouco, mas depois você vai pedir mais. Enfiou devagar no começo, rasgando o hímen. Vanessa gritou alto, lágrimas nos olhos. — Aiiii caralhooo! Tá me rasgando ao meioee! Mas Paulão não parou. Socou até o talo, a bucetinha apertada esticando ao redor da rola grossa. Sangue misturado com o mel dela escorrendo. — Toma, putinha! Toma piroca de bandido no seu cuzinho de princesa! Começou a meter forte, peitinhos balançando, Vanessa gemendo misturando dor e prazer. — Ai ai ai... tá gostoso agora... fode mais, Paulão... fode minha bucetinha virgem! Ele virou ela de quatro, bundinha branca empinada, socando fundo, tapas fortes deixando marcas vermelhas. — Diz que ama rola preta, sua vadia! — Eu amo rola pretaaa! Amo seu pauzão preto me destruindo! Paulão gozou dentro, enchendo a bucetinha nova de porra quente, escorrendo pelas coxas magras. Depois disso, Vanessa virou viciada também. Ia escondida pra casa dele, às vezes junto com a mãe. Paulão fodia as duas juntas: mãe lambendo a buceta da filha enquanto ele comia o cu da Fernanda, ou Vanessa chupando as bolas enquanto ele fodia a mãe. Rubens ainda não sabia de nada. Mas Paulão já planejava o gran finale: fazer o gaúcho racista assistir, ou quem sabe até obrigar ele a lamber a porra preta da buceta da esposa e da filha. A família branca do Vidigal agora pertencia ao rei do morro.