A Conquista do Morro I

Uma série de Erosetanatos
Rubens era um gaúcho típico, nascido e criado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Pele branca, olhos azuis, cabelo loiro penteado para trás, daqueles que se orgulhava da "herança europeia" da família. Casado há 20 anos com Fernanda, uma loira mimada, filhinha de papai de família rica, que nunca precisou trabalhar na vida. Eles tinham uma filha única, Vanessa, 18 anos recém-completos, uma patricinha fresca, corpo magrinho mas com peitinhos empinados e bundinha durinha, sempre de shortinho jeans apertado e top mostrando a barriguinha tanquinho. A vida deles era perfeita no sul: churrasco aos fins de semana, clube com amigos brancos iguais a eles, e Rubens não escondia seu racismo. "Esses pretos só trazem problema, Fernanda. Ficam no morro fumando maconha e roubando o que é nosso", ele vivia dizendo, enquanto assistia jornal na TV. Mas o trabalho de Rubens, gerente de uma empresa de agronegócio, exigiu uma transferência pro Rio de Janeiro. Eles venderam a casa em Porto Alegre e compraram uma mansão no Vidigal, aquele morro famoso com vista pro mar, pensando que era "seguro" pros ricos. "Aqui é diferente, amor. Tem vista pra Ipanema, e os pobres ficam lá embaixo", Fernanda disse, animada com a mudança. Mal sabiam eles que o Vidigal tinha dono: Paulão. Um negão enorme, 1,95m de altura, corpo malhado de academia de favela, tatuagens pelo peito todo, cabelo rastafári curto. Bandido conhecido na comunidade, traficante de médio porte, mas com fama de comedor de esposas alheias. Paulão era o rei do morro, e sua piroca era lendária: 24cm de rola grossa, preta, veiosa, cabeçuda, que fazia qualquer mulher gemer como cachorra no cio. A família chegou no Vidigal numa tarde quente de verão. A mudança estava sendo feita, caixas por todo lado, quando Paulão apareceu na porta, "dando as boas-vindas". Ele era vizinho da casa ao lado, uma mansão que ele "conquistara" de um antigo dono. — E aí, doutor? Bem-vindo ao morro! — Paulão disse com um sorriso largo, dentes brancos contrastando com a pele escura, estendendo a mão enorme pra Rubens. Rubens apertou a mão com nojo mal disfarçado, sentindo a força daquele negão. — Obrigado... Paulo, né? Somos novos aqui. Fernanda estava na cozinha, arrumando as coisas, vestindo um vestidinho leve de verão, branco, que marcava suas curvas. Aos 42 anos, ela ainda era uma gostosa: peitos grandes naturais, cintura fina, bunda empinada de academia, cabelo loiro liso até os ombros. Paulão viu ela de relance e já sentiu a rola pulsar na bermuda folgada. — E essa é sua esposa? Que mulherona, hein, doutor! Posso ajudar em alguma coisa? Vanessa estava no quarto upstairs, ouvindo música no fone, mas desceu pra ver o barulho. Shortinho jeans enfiado no rego da bunda, top cropped mostrando os peitinhos durinhos sem sutiã. Paulão cumprimentou as duas com olhares famintos, mas focou em Fernanda. Nos dias seguintes, Paulão começou devagar. Aparecia "pra ajudar" com a mudança: carregava caixas pesadas que Rubens não dava conta, consertava uma torneira quebrada, trazia frutas do mercadinho da comunidade. Fernanda, educada, sempre oferecia um suco, um café. "Obrigada, Paulão. Você é tão forte..." Ele ria, mostrando os músculos. — Imagina, dona Fernanda. Pra uma mulher bonita como a senhora, eu faço qualquer coisa. Rubens resmungava baixo: "Esse preto filho da puta acha que pode invadir minha casa?" Mas não dizia nada na frente, com medo da fama de Paulão. Uma noite, Rubens viajou a trabalho pro interior. Ficou só Fernanda e Vanessa em casa. Choveu forte, um temporal carioca. A luz caiu no bairro todo. Fernanda, assustada — ela odiava escuro —, bateu na porta de Paulão. — Paulão... a luz caiu aqui. Você tem vela ou gerador? Ele abriu a porta só de cueca samba-canção, o volume da rola marcando obscenamente. — Entra aí, dona Fernanda. Eu tenho gerador sim. Fica à vontade. Ela entrou, vestindo uma camisola fina, sem sutiã, os bicos dos peitos marcando no tecido. O ar condicionado dele estava ligado, fresquinho. Paulão serviu uma cerveja gelada pra ela. — Relaxa, loirinha. Aqui no morro a gente tá acostumado com isso. Eles conversaram. Fernanda bebeu mais do que devia, rindo das histórias dele. Paulão contava como mandava na comunidade, com orgulho. De repente, ele chegou mais perto. — Sabe, Fernanda... vocês brancos ricos acham que a gente é tudo bandido. Mas eu trato mulher direito. Mulher como você merece um macho de verdade. Ela corou, mas não saiu do lugar. — Paulão... eu sou casada. Ele riu, mão enorme tocando a coxa dela. — Casada com aquele viadinho gaúcho? Ele não dá conta de uma puta gostosa como você. Fernanda tentou afastar a mão, mas sentiu um calor subindo na buceta. Fazia anos que Rubens não a fodia direito — rapidinho, luz apagada, sem graça. Paulão não pediu licença. Puxou ela pro colo dele no sofá, beijando sua boca com língua grossa, cheirando a homem de verdade. — Hmmm... que boquinha doce, loirinha. Ela resistiu no começo, mas quando sentiu aquela rola dura encostando na sua bunda, 24cm latejando, ela gemeu. — Não... Paulão... isso é errado... Mas ele já estava enfiando a mão por baixo da camisola, apertando aqueles peitões brancos. — Errado uma ova. Você tá molhada pra caralho, sua vadia. Aposto que nunca chupou uma rola preta de verdade. Ele tirou a cueca. A piroca saltou pra fora: grossa como braço, cabeçuda, pingando pré-gozo. Fernanda arregalou os olhos. — Meu Deus... é enorme... — Chupa, puta. Chupa essa rola de bandido preto que seu maridinho racista odeia. Hipnotizada, ela ajoelhou no chão. Abocanhou aquela cabeçona preta, lambendo, engasgando. Paulão segurava o cabelo loiro dela, fudendo a boca. — Isso, engole tudo, sua cachorra branca. Seu marido vai chegar e você vai tá com gosto de porra preta na garganta. Ele gozou rápido na primeira vez, enchendo a boca dela de leitinho grosso, quente. Fernanda engoliu tudo, olhos lacrimejando, buceta ensopada. Depois, Paulão jogou ela no sofá, rasgou a calcinha, abriu aquelas pernas brancas. — Olha essa bucetinha rosa... depiladinha pra daddy rico. Agora vai ser buceta de preto. Enfiou os 24cm de uma vez. Fernanda gritou de dor e prazer. — Aiiii caralhoooo! Tá rasgando minha bucetaaa! — Toma, vadia! Toma rola preta no cu de madame! Ele socava forte, peitões balançando, Paulão chupando os bicos rosados, mordendo. — Diz que ama rola preta, sua puta racista! — Eu amo... amo rola pretaaa... fode mais, Paulão... destrói minha bucetinha casadaaa! Ele fodeu ela de quatro, de ladinho, gozou dentro duas vezes, enchendo a buceta de porra preta escorrendo pelas coxas brancas. Naquela noite, Fernanda virou puta de Paulão. Quando Rubens voltou da viagem, ela já estava viciada, inventando desculpas pra ir "pedir ajuda" ao vizinho. Paulão sorria: o primeiro passo estava dado. A esposa do racista gaúcho agora era sua cadela. Logo viria a filha fresca... e quem sabe o próprio Rubens aprenderia a respeitar o dono do morro.