🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Mais uma CASADA DA ROÇA que me deo O CU HOJE, 02 de Agosto 2026.

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Daniel
Categoria: Heterossexual
Contém 1032 palavras
Data: 02/08/2026 07:00:05

Eu sou Daniel. Cada dia tô fodendo um CU DE CASADAS aqui no sertão. Veja os contos meus no perfil.

Quem já leu os outros relatos sabe como eu faço. Ando pelo interior de Pernambuco e pelas comunidades carentes da Grande Recife prestando serviço, instalando, consertando, o que der. E quando aparece uma mulher comum, casada, simples, com cheiro de casa e de trabalho, eu tento. Nem sempre dá certo. Quando dá, eu registro tudo. Para ver, clica em meu nome acima, no perfil tem o caminho para tudo meu.

Ontem foi em Carnaíba, sertão. Calor de rachar, poeira, cheiro de terra seca e de gado. Eu estava terminando um serviço numa casa simples quando ela apareceu. Vinte e quatro anos, casada, um filho pequeno. Vestido tie-dye rosa curto, suado nas costas e nas axilas, cabelo longo solto, bunda grande e pesada que o tecido marcava sem dó. Ela estava descascando milho num banquinho de madeira no quintal.

Fiquei olhando. Ela notou.

— Desliga esse celular, sem filmar, por favor — falou baixo, olhando em volta.

Eu guardei o celular, mas já tinha pego o suficiente. Continuei conversando. Em menos de uma hora eu já sabia que o marido era um inútil, desempregado, só bebia e dormia. Que ela trabalhava dobrado e que o dinheiro nunca dava. Que ela nunca tinha dado o cu pra ninguém.

Eu fui direto.

— Eu te pago bem. Uma grana que resolve o mês. Mas eu quero a bunda. Aqui no mato, agora. Ninguém vai saber.

Ela ficou vermelha, negou, falou que era nojo, que nunca tinha feito, que o marido matava ela se soubesse. Mas o valor que eu falei fez ela pensar. Ficamos em silêncio um tempo. Ela mexia nos milhos sem olhar pra mim.

— Vamos lá pro meio do mato — ela disse por fim, voz baixa. — É melhor. Mas não vai dizer pra ninguém, viu? Isso é sério. Nunca dei a bunda. Ninguém pode saber.

Peguei a toalha que tinha no carro e seguimos por uma trilha estreita entre o mato. O sol batia forte. Em cinco minutos já estávamos longe o bastante. Achei um lugar com terra macia e um pouco de sombra.

Ela ficou em pé, nervosa, olhando pro chão. Eu cheguei perto e passei a mão na bunda dela por cima do vestido. Quente, suada, pesada. O cheiro já subia. Suor forte de quem trabalha o dia inteiro no sertão, misturado com o cheiro natural de mulher.

— Tira o vestido.

Ela tirou. Ficou só de calcinha. A bunda era ainda melhor nua: grande, redonda, com aquelas covinhas laterais e a pele brilhando de suor. As axilas também estavam molhadas. Eu cheirei o pescoço dela e desci até a axila. Ela se encolheu.

— Que nojo… — murmurou.

— Eu gosto.

Beijei a boca dela. Ela respondeu devagar, ainda com vergonha. Eu ajoelhei atrás dela, puxei a calcinha pro lado e abri as nádegas. O cheiro bateu forte. Suor acumulado, cheiro de bunda quente, quase ácido. Eu tentei aproximar o rosto pra lamber, mas o odor era pesado demais. Senti nojo e tesão ao mesmo tempo. A língua chegou perto, mas eu não consegui. Só respirei fundo e passei o dedo no meio, sentindo o cu fechado, quente, apertado.

— Devagar… por favor… — ela pediu.

Eu cuspi no dedo e fui entrando. O cu dela era estreito pra caralho. Ela gemeu alto e apertou as mãos nas próprias coxas.

— Ai, dói… para…

Parei. Esperei. Continuei. Quando o dedo inteiro entrou, ela já estava tremendo.

— Não aguento… tá doendo muito…

Tirei o dedo, passei mais saliva e coloquei a cabeça do pau. Empurrei devagar. O cu abriu com dificuldade. Ela gritou.

— Aih, caralho! Para! Tá arrebentando!

Parei com só a cabeça dentro. Fiquei parado, sentindo o aperto quente. Ela respirava rápido, quase chorando.

— Eu não consigo… vai doer demais…

— Respira. Vai devagar.

Empurrei mais um pouco. Ela soltou um gemido longo e se peidou no pau. Um peido curto, nervoso. Ficou com vergonha.

— Desculpa… eu não consigo segurar… parece que eu vou cagar…

— Não tem problema. Continua.

Fui entrando centímetro por centímetro. Cada vez que avançava ela pedia pra parar, gemia, falava que doía, que estava com vergonha, que o cheiro estava forte. Eu sentia o mesmo. O cheiro da bunda dela subia quente, misturado com suor e com a terra. Eu quase enjoei, mas o cu apertado me fazia continuar.

Quando cheguei no fundo ela estava chorando baixo, a testa encostada no braço.

— Tá tudo dentro… meu Deus… nunca senti isso…

Comecei a meter bem devagar. Ela gemia a cada estocada, pedindo pra ir mais devagar, falando que doía, que estava com vontade de cagar de novo. Peidava de vez em quando, curtos e vergonhosos. Eu segurava a bunda dela com as duas mãos, abrindo, olhando o pau sumir e voltar sujo de saliva e de suor.

— Você é louco… nojento… — ela falava entre gemidos. — Que tesão doentio é esse de cheiro de bunda suada?

Eu não respondi. Só continuei. Depois de um tempo ela parou de pedir pra parar. A mão dela desceu e começou a se tocar. Os dedos rápidos na buceta enquanto eu metia no cu.

— Continua… assim… — ela pediu, voz diferente. — Tá doendo, mas tá gostoso… nunca gozei assim…

Meti um pouco mais forte. Ela gozou tremendo, o cu se contraindo em volta do meu pau, peidando de novo sem conseguir controlar. Eu não aguentei. Gozei dentro, fundo, sentindo os jatos quentes encherem ela.

Ficamos parados. Meu pau ainda pulsava dentro do cu dela. O cheiro estava ainda mais forte agora, misturado com porra. Eu saí devagar. O cu dela ficou aberto, vermelho, escorrendo.

Ela se vestiu rápido, sem olhar pra mim.

— Ninguém pode saber — repetiu. — Nunca.

Eu limpei o pau na toalha, guardei o celular que tinha filmado tudo escondido e voltei com ela até a estrada.

Paguei o valor combinado. Ela pegou o dinheiro sem falar mais nada e foi embora andando rápido, a bunda ainda doendo dentro do vestido suado.

Eu fiquei ali mais um pouco, no meio do mato, sentindo o cheiro dela ainda nas mãos.

Mais uma.

Casada, simples, do sertão.

Cu virgem arrombado, peidando de vergonha e de prazer.

Registrado.

O Brasil inteiro vai baixar e se deliciar.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive clica aqui a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de clica aquiclica aquiContos: 3Seguidores: 6Seguindo: 0Mensagem Em www.bit.ly/telemanu você tem ANOS de vídeos, fotos e contos meus e de minhas amigas.

Comentários

Foto de perfil genérica

vendo videos incesto, zoo e outros videos, interessados chamar telegram @ANDERSONAGUIARSP1977 ou 62981371007..

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →