No meu penúltimo dia de férias, como despedida, o meu primo Denis nos convidou para uma noite do pijama. Tio Diogo e tio Dante liberaram meus primos para participarem. Claro que eu fiz um delicioso boquete no tio Dener quando pedi a permissão para ser na casa dele. E mamei igualmente o tio Diogo e o tio Dante quando fui com o Denis convidar nossos outros primos. Cada um, na sua vez, gozou litros e litros de esperma quente na minha garganta, me deixando de estômago cheio. Meus primos ficavam espiando pelas frestas enquanto eu satisfazia seus pais com meus dotes de putinha e sempre se surpreendiam de eu conseguir chupar aqueles enormes cacetes duros.
Na vez de tio Dante, eu engolia sua pica até minha boca tocar na base, fazendo movimentos rápidos e compassados. Ver o pau imenso e duro do nosso tio, entrando e saindo todo melado da minha garganta, deixava os meus primos com uma inquietação em suas calças. Ainda mais quando me viram fazer o mesmo no tio Dener antes e no tio Diogo depois. Eu sempre piscava para eles como quem dizia “vocês terão sua vez”.
À noite, nos organizamos no quarto de Denis. Ele e eu dividimos o mesmo colchão e Samuca e Joel, outro. Toninho ficara sozinho em um. Todos nós ficamos de cueca. Denis, como sempre, usava uma cueca boxer azul marinho, que contornava bem o seu bumbum redondinho e duro. Toninho vestia uma samba canção com estampa xadrez, que exibia bastante suas coxas grossas e desenhadas e acomodava sua rola grossa. Joel usava uma cueca cavada branca, marcando seu saco e seu pau, e Samuca vestia uma boxer bege que marcava a cabeça do seu pau comprido e suas bolas. Eu, que resolvera surpreendê-los, usava uma calcinha fio dental vermelha, deixando toda a minha bunda redonda e grande a amostra.
— Caralho, Theozinho, que delícia, hein! — Disse Denis.
— Porra, Theo, agora tu pegou pesado, cara! — Foi a vez de Toninho.
— Desse jeito eu não vou resistir não! — Completou Samuca.
— Gostaram? — Perguntei — Peguei escondido da minha mãe.
— Shhh... Falem baixo! — Murmurou Joel e finalizou: — Você tá uma delícia, Theozinho!
— Olha aqui como eu já tô — disse Toninho segurando no pau e mexendo.
— E eu também! — Sussurrou Denis repetindo o gesto.
— O meu nem se fala! — Samuca contraiu a pica enorme que já estava dura.
— Boa noite, menin- — Uma voz familiar parou no meio da frase fazendo todos olharem para a porta ao mesmo tempo, onde era possível ver tio Dener em pé, sem camisa, só de bermuda, com o os olhos fixos em meu corpo. Minha única reação foi me virar de frente para ele.
— B-boa noite, tio Dener! — Disse em um tom quase inaudível.
— Boa noite, tio Dener! — Disseram meus primos.
— Boa noite, pai! — Denis concluiu.
— F-filho, sua mãe foi deitar mais cedo hoje. Ela estava com dor de cabeça. Tomou um remédio e foi dormir. Vamos tentar se divertir sem acordá-la, certo? — Se podia ouvir um pouco de hesitação enquanto tio Dener falava e seus olhos não paravam de percorrer meu corpo.
— Certo pai, a gente vai tomar cuidado. Né meninos? — Disse Denis se voltando aos nossos primos.
— Pode deixar, tio Dener, a gente vai ficar quietinho — Disse Joel e todos anuíram concordando com ele.
— Theo... — Tio Dener falou — você fica muito bem de vermelho — terminou e saiu, fechando a porta do quarto. Depois disso, eu finalmente soltei a lufada de ar que estava prendendo no peito.
— Será que ele ficou bravo? — Questionei.
— Hahaha, que nada! — Riu Denis — Se ele tivesse ficado bravo, teria, no mínimo, cancelado nossa noite do pijama.
— Verdade! — Todos concordaram.
— Ele teria pelo menos mandado você vestir outra coisa — disse Joel.
— Hm... Será que o tio Dener gostou de ver o Theozinho de calcinha? — Questionou Samuca.
— Olha eu não duvido de nada, viu! — Disse Denis — Um dia desses, meu pai deixou o celular moscando e eu dei uma espiada por curiosidade. No histórico dele tinha “homem de calcinha”. Aquilo me deixou intrigado por semanas, mas depois dessa olhada dele pro Theo...
— É e além do mais a gente viu quando ele gozou enquanto o Theo chupava o pau dele — completou Toninho e todos concordaram.
— Rapaz... Nunca imaginei que nossos pais curtiam — disse Joel.
— Pois eu sempre imaginei! — Retrucou Samuca.
— Não, de desconfiar, eu desconfiava, mas certeza mesmo... Eu não tinha não. — Finalizou Toninho.
— Falando nesses assuntos, eu ainda tô assim, ó. — Disse Samuca, dessa vez arrastando o cós da cueca para baixo e colocando o pau duro todo para fora. Não resisti e fiquei de quatro para mamá-lo.
— Que delícia, vamo começar cedo hoje! — Exclamou Denis, repetindo o gesto de Samuca. Eu me revezava entre o pau dele e o do nosso primo, enquanto Toninho e Joel faziam mão amiga um no outro. Em seguida, comecei a me revezar chupando os quatro paus simultaneamente, tirando gemidos baixos dos meus primos. A televisão do quarto de Denis ligada em volume baixo abafava os pequenos ruídos provocados. Os sons de saliva, os resfolegados e as expressões de prazer se misturavam a um filme adolescente que passava.
Por volta da meia-noite, tio Dener abre novamente a porta do quarto e nos deparamos com ele, tio Dante e tio Diogo. Os três portavam sorrisos maliciosos em seus rostos e fomos surpreendidos com sua chegada. Eu estava de quatro no colchão, chupando avidamente a rola de Toninho, que abaixara sua samba canção para receber o boquete e estava de olhos fechados quando a porta se abriu. Denis, Joel e Samuca batiam punheta no pau um do outro, também pelados. Assim que nossos tios abriram a porta, paramos.
— Não parem! — Ordenou tio Dener enquanto entrava com os irmãos no quarto e fechava a porta atrás de si — Hoje é a noite dos garotos! — Ouvindo isso, continuamos o que estávamos fazendo. De repente, nossos tios tiraram as roupas, mas permaneceram de pé de costas para a porta fechada, nos dando segurança e certeza que devíamos continuar. Seus três grandes membros duros brilhavam de tesão e desejo, e eles lentamente massageavam a região. Inesperadamente, Denis abocanhou o pau de tio Dante sugando sua glande com calma. Nosso tio soltou um gemido grave, pouco antes de Joel agarrar o pau do próprio pai e colocá-lo na boca, passando antes a língua em sua pequena abertura na cabeça.
Tio Dener se aproveitando que eu estava de quatro, afastou o fio da calcinha e começou a linguar meu cu. Ele segurava minha bunda com as duas mãos, abrindo-a ao máximo que podia e metendo a língua cada vez mais fundo, me deixando com a abertura toda melada de saliva. Isso me deixava louco e eu chupava Toninho com mais avidez. Denis agora mamava o próprio pai enquanto eu era linguado e sugava a pica de tio Dante. Joel chupava o irmão, que boqueteava o pai deles. Os dedos de tio Dener percorriam o cu do filho e eu pressentia que não ia demorar a todos gozarem.
Denis então empurra sua rola no meu cu de uma vez só, me fazendo sentir um ardor momentâneo, mas sem parar com o boquete em Toninho. Seu pai dedava seu cu enquanto se masturbava por alguns instantes. Em seguida, Denis sai e tio Dener penetra meu rabo com sua tora. Nesse momento, tive que me segurar para não soltar um gemido alto. Tio Dener e meu primo Denis se revezavam fodendo meu rabo, me levando à loucura.
— Isso papai, mostra como é que se faz! — Dizia Denis quase sussurrando.
— Abre bem, filho, abre bem pro papai meter fundo — dizia tio Dener se referindo a Denis abrir minha bunda para abrir espaço para ele. Tio Dante pedia espaço e continuava a foder meu cu. Enquanto isso, tio Dener penetrava a bunda de Joel ao mesmo tempo em que meu primo chupava a pica de Denis. Tio Diogo fodia Samuca, que mamava Toninho. E assim ficamos por horas, até que vi tio Dener penetrando o rabo lindo de Denis. Ele gemia de prazer e eu me sentia um pouco tonto com tudo o que acontecia naquele quarto. Jamais imaginaria ver meus tios fodendo seus filhos e seus sobrinhos.
— Que delícia, putinha, você vai ser nosso depósito de leite hoje! — Anunciou tio Dante aumentando as estocadas. Eu continuava de quatro, apoiado nos meus cotovelos, empinando bem o rabo para cima. Cada investida de tio Dante me fazia revirar os olhos de prazer. Saber que meu cuzinho seria o receptáculo para seu sêmen mais uma vez era uma sensação indescritível.
Aquela foda deliciosa já me deixava em êxtase, quando começo a sentir algo quente dentro de mim. Era tio Dante que já gozava enquanto metia fundo no meu cu. De quatro, era possível sentir cada centímetro do seu grande membro entrando e saindo, e batendo com força na minha próstata. Sem perder tempo, Toninho engatou no meu rabo guloso e meteu forte e fundo, usando a porra do próprio pai como lubrificante. Eu, como de praxe, chupava o pau gozado de tio Dante para saborear até a última gota do seu esperma. O prazer era tanto que eu não queria que aquilo acabasse nunca mais! Então Toninho também gozou, me inundando com a sensação do líquido quente enchendo meu interior. Mal ele retirou seu pau, tio Diogo já meteu com tudo e não parou, nem diminuiu o ritmo das estocadas. Todos me usavam e cochichavam putarias, me deixando ainda mais excitado. Um por um, todos encheram meu cuzinho de porra quente: tio Dener, Denis, Toninho, tio Diogo, Joel, Samuca e tio Dante. Os três últimos faziam o leite esguichar do meu rabo no momento em que metiam, pois já era uma quantidade razoável de leite, e eu não possuía prática em guardar tanto sêmen dentro do cu. Era uma sensação esquisita. Não chegava a ser dor, mas com certeza dava um desconforto que ia se tornando em prazer. Eu, porém, permanecia na posição inicial.
Depois que eu limpei o pau de tio Dener, ele já havia penetrado Denis e os outros meninos. Tio Diogo fez o mesmo. Eles diziam que não podiam desperdiçar a chance de saber se o cuzinho dos outros era macio e apertado como o meu. Tio Dante preferiu só ser mamado por Toninho e nossos primos. Até nossos tios deram algumas chupadas na sua pica. Ao final, eu já havia recebido leitada de todos e fora fodido por todos. Nossos tios se sentaram no colchão conosco e fomos conversar baixinho depois de eu colocar todo o leite para fora. E assim foi minha penúltima noite de férias.
