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Mamei o morador de rua

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Um conto erótico de Guipassivo
Categoria: Gay
Contém 1357 palavras
Data: 21/07/2026 12:05:29
Última revisão: 21/07/2026 13:22:21

Tenho43 anos , casado, discreto . Adoro umas aventuras com machos ativos.

À uns dois meses , sai pada caminhar em uma parque aqui da minha cidade, conhecido por ser uma zona de pegacao entre machos . Por incrível que isso possa parecer, fui somente caminhar , sem pretenções . Vi muita coisa . Chupadas, fodas , mas eu estava tranquilo. Na volta , já estava escurecendo . Resolvi voltar por uma trilha , no meio do mato . Acendi a lanterna do meu celular e num ponto da trilha , avistei uma sombra parada. Conforme me aproximei , vi que era um homem . Grande, barbudo, braços peludos , usava uma mochila nas costas e tentava abotoar as calças . Aproximei-me mais e cumprimentei com um boa noite . Ele me respondeu sem olhar e continuou ali tentando abotoar as calças. Passei por ele , mas já fiquei atiçado, com meu cuzinho piscando. Andei um pouco e resolvi voltar , ele já vinha ao meu encontro. Me fiz de perdido e perguntei se pôr ali havia saída. Ele parou , cambaleante e respondeu-me que sim , que se continuasse encontraria a saída . Como uma boa putinha safada , enquanto ele me respondia , medi o corpo todo daquele macho. Devia ter 1,90m de altura , barba que chegava quase no peito, parrudo , braços peludos e usava um boné , com a camisa com alguns botões abertos , evidenciando os pêlos do peito grisalhos, assim como sua barba . O cheiro de bebida exalava dó hálito dele. Depois percebi que ele tinha um litro nas mãos de vinho. Puxei assunto perguntando o que ele fazia ali , ele me respondeu com aquela voz mole com um sotaque portugues que eu adoro , que estava procurando um local para passar a noite. Perguntei se ele não tinha casa, ele respondeu-me que não que havia se separado da mulher e havia virado sem teto. Enquanto ele falava , fui prestando atenção em cada detalhe daquele macho. Não estava sujo, tinha todos os dentes , barba , apesar de grande bem cortada , mãos enormes , com dedos grossos e peludos , sobrancelhas grossas , ombros largos . Depois , para dar prosseguimento a conversa , perguntei quantos anos ele tinha , ele disse 48 e que seu nome era Nuno. Perguntei o que ele estava bebendo e ele me mostrou uma garrafa de vinho pela metade e me ofereceu um gole. Para o espanto dele eu aceitei, mas ele disse que tinha que ser direto na garrafa, pois não tinha copo. Este deu o braço e me passou a garrafa e peguei e coloquei minha boca , levei minha língua e percebi que estava toda babada . Lambi casa gota de saliva dele no bico daquela garrafa e dei um gole . Estava quente . Senti minhas pernas bambearem e minhas orelhas pegarem fogo. Devolvi para ele e ele deu mais um gole grande , deixando escorrer pelo canto da boca e pela barba . Enquanto ele bebia , eu me aproximei mais e meti minha mão entre as pernas dele . Ele assustou-se e encolheu a cintura e soltou um”opá”. Correndo o risco de levar uma garrafada , insisti e levei novamente minha mão , mas para meu espanto ele não teve mais reação de rejeição . O zíper estava aberto e estava com as calças molhadas, muito provavelmente de mijo. Eu fiquei louco de tesão e meti minha mão pela abertura da calça , sentindo o pano mole da cueca dele , também toda molhada . Tinha uma almofada de pêlos e um membro mole e roliço , pesado, caído para o lado esquerdo e com bolas enormes . Ele então disse que sua “piça “ estava mole . Eu respondi que mesmo mole era grande e grossa . Sem retirar minha mão de dentro , aproximei-me mais e ajoelhei-me na sua frente . O cheiro de mijo tomou conta das minhas narinas e com sede , meti meu nariz e boca no tecido molhado e comecei a sugar . De

baixo , eu ficava encarando-o . Ele não dizia nada e colocou uma das mãos na minha cabeça , forçando contra o seu volume mole todo mijado. Abri o botão e comecei a molhar todo meu rosto com o mijo daquele macho. Abocanhei o pau dele por cima do tecido da cueca e sugava . O pau começou a dar sinal de vida . Então ele me disse que eu podia continuar se eu desse 10 euros para ele . Respondi que sim … mas sabendo que ali comigo não tinha nada . Mas não queria interromper . Ele entao me segurava pelos cabelos , fazendo -me olhar para ele e pedindo que mostrasse o dinheiro. Sem responder nada continuava sugando toda a urina dele no tecido . Puxei o elástico da cueca para baixo e o pau , ja meia bomba pulou na minha cara . Grosso , tinha a pele do prepúcio e com cheiro forte de urina. Devagar , segurei o pau pela base e meto meu nariz na ponta

do pau … que delícia !!! Cheiro de macho, com o pau endurecendo , fui puxando a pele para deixar a cabeçona daquela vara à mostra e para neu deleite , a pele toda esbranquiçada , cheia de queijinho .. com a ponta da minha língua fui limpando toda a crosta daquele pau. Para terem uma ideia da grossura , meus dedos não se encontravam . Limpei cada centímetro daquele mastro , saboreando cada pedacinho daquele néctar . Depois de limpar tudo , fiquei em pé , segurando aquela pauzão já duro . Ergui minha camiseta e com uma das mãos apertava meus biquinhos com força , enquanto manuseava a ferramenta dele que de vez quando, soltava um gemidos grossos “ui paneleiro… tu mamas melhor que muita gaja .”permaneci ali por algum tempo , mas eu queria mais . Desabotoei os botões da camisa dele , peito forte, peludo. Beijava, lambia , engolia os pêlos que ficavam na minha língua , ouvindo ele gemer e dizer”…foda-se “ mordi seus mamilos e senti o cheiro de suor que vinha dos pêlos dos suvaco … tirei a camisa dele , enfiei três dedos dele na minha boca e sugava , subi para os braços e ele então sentou-se numa pedra , ergui os braços dele . Os pêlos do sovaco encontravam com os de peito. Meti meu nariz embaixo do braço e lambi com gosto . Fiquei impregnado com o cheiro de mijo e de suor daquele macho . Ele soltava umas expressões com o sotaque português …. Meti minhas mãos na barba dele é ele disse que não beijava, mas mesmo assim

, na loucura do momento , passava minha boca em toda aquela barba . Então ele começou a apertar meus mamilos que já enrijecidos pediam umas boas mordidas. E foi o que ele fez . Encaixou sua boca nos meus peitinhos , mordia e chupava com gosto …. “””” uiiii… tetinhas durinhas puta””””” aquilo me deixava mais louca ainda . Até que me ajoelhei na sua frente e comecei a mamar feito uma bezerrinha . Uma mamada bem feita, bem babada , com minha língua parecendo uma ventoinha na cabeça . Metia até a garganta segurando-o pela bolas . A vara dele pulsava na minha boca , enquanto com as mãos ele forçava para que eu engolisse toda . Engasgava e babava mais …. Até que para minha surpresa , ele segurou-me pelos cabelos e meteu a língua grossa dele dentro da minha boca . Fui nas nuvens e voltei . Além de gostoso , beijava bem e deixou-me sugar a língua dele por alguns bons minutos , enquanto com os dedos , forçava a entrada do meu cuzinho , com as mãos dentro da minha calça . Me apaixonei por aquele morador de rua . Quando desci novamente para mamar aquele mastro , ele começou a urrar feito um touro e forçar aquele cacetao para o fundo da minha garganta e recebi o primeiro jato de porra . Engoli e vieram outros jatos , enchendo minha boca toda . Me deliciei com aquele leite e suguei até a última gota , deixando o pau dele limpinho . Senti amolecer na boca , enquanto ele tinha espasmos . Para meu espanto , depois de gozar , ele permaneceu ali , entregue . Fiquei abraçadinho com ele , encostados nas pedras . Até que ele me pediu o dinheiro. Eu entao me vesti . Disse que esperasse ali que eu voltava com o dinheiro. Ele duvidou mas foi o que fiz . Fui até um multibanco e retirei 20 euros e levei para ele . Estou louco de vontade encontra-lo novamente . Hoje mesmo vou dar uma volta pelo parque para ver se o encontro . Lógico que com o dinheiro… mas desta vez quero sentar no mastro dele . Se o encontrar novamente, posto aqui , com detalhes , nosso segundo encontro

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Comentários

Foto de perfil de Foresteer

Fui lá apenas caminhar, vi tudinho, mas estava calminho, porém no caminho de volta, em uma via erma que permitia até usar lanterna do celular (!) nesse país nórdico do qual digito, encontrei um homem também sem luz no meio da via erma e ele estava com dificuldade de fechar a braguilha. foi quando eu não estava mais calminho porque vocês devem entender que no escuro profundo a gente fica diferente.

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