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Na Cama do Corno – Parte 2: A Descoberta

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Um conto erótico de RicardoNatal
Categoria: Heterossexual
Contém 602 palavras
Data: 17/07/2026 14:17:12

Na Cama do Corno – Parte 2: A Confissão

Dois dias depois, Ronaldo voltou da viagem mais cedo do que o previsto. Entrou em casa silenciosamente. Encontrou o celular da esposa carregando na mesinha de cabeceira do quarto. Abriu o WhatsApp e foi direto na conversa com o contato “Macho”.

Ele leu tudo. Mensagens de meses. Fotos. Áudios. Detalhes explícitos. Não era um caso isolado. Era um amante fixo. Um homem que ela encontrava regularmente há mais de um ano.

Quando ela saiu do banho, enrolada na toalha, deu de cara com o marido sentado na cama, lágrimas escorrendo pelo rosto, o celular dela na mão e uma ereção evidente na calça.

— Quem é esse cara? — perguntou ele, a voz embargada. — Não é só uma vez… vocês se encontram há quanto tempo?

Ela parou por um segundo, depois soltou a toalha, ficando completamente nua na frente dele. A bunda ainda estava levemente marcada dos tapas.

— Há quase um ano e meio — respondeu com calma, mas com um brilho safado nos olhos. — Ele não é qualquer homem. É meu macho. O homem que me fode de verdade.

Ronaldo soluçou, mas não conseguia parar de olhar para o corpo dela. As lágrimas desciam enquanto ele segurava o celular.

— Me conta… — pediu, quase sussurrando. — Quero saber tudo.

Ela sorriu, maliciosa, e subiu na cama, ficando de joelhos na frente dele.

— Tem certeza, Ronaldo? Porque se eu começar a contar, não vou parar.

Ele fez que sim com a cabeça, chorando de raiva, humilhação e excitação.

Ela começou a falar devagar, passando a mão na própria boceta:

— A primeira vez foi aqui mesmo, nessa cama, quando você viajou pra São Paulo. Ele me comeu de quatro bem onde você está sentado agora. Me deu tapas tão fortes que fiquei marcada por dias. Depois ele gozou dentro de mim… e eu dormi do seu lado com a porra dele escorrendo.

Ronaldo respirava pesado.

— Continua…

— Tem vezes que ele me pega no carro, no estacionamento do supermercado. Outras vezes ele vem aqui em casa quando você sai pra trabalhar. Uma vez ele me fodeu na cozinha, me colocou em cima da mesa onde a gente janta. Outra vez no sofá da sala, enquanto você estava no banho.

Ela se aproximou mais, quase encostando os seios no rosto dele.

— Ele me fode de um jeito que você nunca conseguiu. Me chama de puta casada, me arromba o cu, me faz gozar várias vezes. E eu adoro. Adoro trair você com ele. Adoro voltar pra casa e dormir do seu lado ainda sentindo o cheiro e a porra dele em mim.

Ronaldo chorava abertamente agora, mas o pau dele estava latejando dentro da calça.

— Por quê? — perguntou, a voz falhando.

— Porque você não me satisfaz — respondeu ela com frieza e tesão ao mesmo tempo. — Você me trata como esposa… ele me trata como puta. E eu preciso das duas coisas.

Ela pegou a mão dele e colocou sobre a boceta molhada.

— Quer que eu te conte como ele me fodeu ontem à tarde, bem aqui nessa cama? Ou prefere que eu chame ele agora pra você assistir?

Ronaldo não respondeu. Apenas chorou, apertando os dedos na boceta da esposa, dividido entre o desejo de separar e a excitação insuportável de saber que ela era, de verdade, a puta de outro homem.

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Comentários

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No meu caso, e da minha amada esposa, somos maduros, conhecemo-nos já maduros, vindo de outros relacionamentos. Desde o início, abri pra ela que eu era bi, adorava dar, e ela também adorou pois ama ver dois caras se comendo. Com poucos dias de namoro pedi pra ela contar sobre outros relacionamentos, e pedi pra ela procurar 2 ou 3 exs, para dar pros caras. Ela o fêz, e ficou dando pra um deles por mais de 1 ano, até resolvermos casar, e ai ela passou a noite antes do casamento com ele, e enquanto eu a beijava e assinava o livro no cartório, o leite do comedor escorria na calcinha. Voltamos pra casa, cai de boca, e no dia seguinte levei ela pra ele comer. Em comemoração, acabei caindo de boca nos 2, depois de gozarem. Mas no caso do teu conto, ele foi traido (que obviamente, não foi meu caso), aí é complicado. Só temos duas regras: ela não me esconde (ai sim, seria uma traição por negar-me o prazer imenso em saber que ela deu pra outro macho melhor que eu) e não usar camisinha. Se ela quebrasse uma dessas regras, aí sim, consideraria uma traição.

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Olá Mike, obrigado pelo comentário tão detalhado e sincero! 😊

Que legal conhecer a dinâmica de vocês. Dá pra ver que é um casamento bem maduro, aberto e com regras claras — o que faz total sentido pro prazer de vocês. O fato dela não esconder nada e você participar ativamente muda completamente o jogo. É um tipo de cuckold mais “consensual e compartilhado”, bem diferente do que aconteceu no conto (onde a traição foi escondida e provocativa).

Gostei bastante de ler sua experiência, especialmente a parte do dia do casamento e do dia seguinte. Isso é bem forte e tesudo.

No caso desse conto, quis explorar justamente o lado mais “proibido” e conflituoso da traição, com o marido descobrindo tudo de forma dolorosa e excitante ao mesmo tempo. Mas adoro ver como cada casal vive esse fetiche de um jeito diferente.

Se quiser, me conta mais:

Qual foi a situação mais intensa que vocês já viveram juntos?

Ou qual tipo de história você mais gosta de ler/ver nesse nicho?

Fico no aguardo e obrigado mais uma vez pela contribuição!

Abraço e sucesso no casamento de vocês 🔥

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Mais um do mesmo, a puta safada traindo e o corno aceitando. Traição tá virando coisa banal e normal nesse CDC.

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Olá Ze Luiz, obrigado pelo comentário.

Entendo sua visão. Realmente, nesse nicho de contos (CDC), a traição é o elemento central da fantasia. O foco não é o casamento perfeito ou o respeito total, mas justamente o proibido, a humilhação e a excitação que vem da quebra da confiança.

É fantasia mesmo, e nesse universo a traição costuma ser banalizada e erotizada. Se você prefere histórias com mais respeito ou casamentos abertos, pode não ser o melhor nicho. Mas fico grato pelo feedback sincero.

Abraço!

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Ah, cara, fala sério? Do nada a puta trataria isso na maior naturalidade, ferindo o marido, mesmo que ele não a satisfaça. Descoberta de traição, e ele a vagabunda pegar na mão e colocar na buceta? Nada de consentimento, e vc acha que isso seria assim normal. Não caia na mesmice de corno frouxo, a menos que ela tenha poder sobre ele, dinheiro, ele está com a corda no pescoço, mas só pela vontade dela sem amparo algum, daí é muita fantasia de manso escroto e frouxo. A reação dum homem que não se preparou a isso é perder a cabeça. Invente algo diferente

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Olá Mestra_Moral, obrigado pelo comentário e pela opinião sincera.

Você tem razão em um ponto: na vida real, uma traição descoberta costuma gerar uma reação explosiva de raiva, dor e perda de controle. Porém, esse conto (e essa categoria) é justamente sobre fantasia de traição, humilhação e o conflito interno do corno (raiva + excitação).

Aqui a “naturalidade” da esposa e a reação ambígua do marido fazem parte do fetiche. Não é para ser realista, é para explorar o lado mais proibido e submisso.

Se você prefere histórias com mais consequências reais ou reações mais agressivas, entendo perfeitamente. Mas nesse nicho, a mesmice do “corno aceitando” é exatamente o que a maioria busca.

Obrigado pelo feedback e um abraço!

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Traição não.pode ser normalizada e muito menos romantizada, nem mesmo em um conto erótico, na minha opinião tem q ter um próximo capítulo e nesse ele coloca a traidora pra fora de casa,.pra fora da vida dele e de quebra dar uma boas pancadas no Talarico, ele tem q arrumar alguém q o veja como suficiente, chega de passar pano pra vagabunda nesse saite, se ela não se sente satisfeita com o marido q tenha vergonha na cara e se separe dele, aí sim vai ser a vagabunda q ela tanto deseja ser

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Olá Velhaco, obrigado pelo comentário sincero.

Entendo perfeitamente sua opinião. Na vida real, traição é algo grave e que costuma ter consequências sérias, como você disse. Porém, esse conto (e essa categoria) é fantasia erótica focada justamente na traição, humilhação e no conflito interno do corno.

Aqui a “normalização” da traição faz parte do fetiche. Não é um conto sobre justiça ou moral, é sobre explorar o lado proibido e submisso.

Se você prefere histórias com final de separação, vingança ou consequências pesadas, é uma ótima sugestão. Pode ser que eu explore isso em alguma continuação.

Obrigado pelo feedback e um abraço!

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Só pq e um conto erotico não podemos normatizar a traição ela já não respeita mais nada mesmo que no futuro eles se resolvam no momento ela tem que arcar com as consequências

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Olá R@faela, obrigado pelo comentário!

Concordo que na vida real a traição tem que ter consequências. Mas nesse tipo de conto erótico, o foco é exatamente na fantasia da traição, na quebra de confiança e na excitação que vem disso — mesmo que seja imoral ou errado.

Não é sobre normalizar a traição na vida real, mas sim sobre explorar esse universo de corno, humilhação e desejo proibido.

Se quiser, posso tentar escrever alguma continuação com mais consequências ou um tom mais “justiça”.

Obrigado pelo feedback e um abraço!

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Na minha opinião, considerando o que ela fez na primeira parte, em que confessa o que está fazendo na ligação e ele fala que ela está fudida se estiver traindo, ainda que fique com tesao, ele tem que fazer ela se fuder. Se fosse um casamento aberto, ok. Não era. Ela foi fdp e tem que sofrer as consequências, ainda que eles se acertem no futuro e fiquem juntos.

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Olá Normal, obrigado pelo comentário e pela opinião sincera! 👍

Entendo perfeitamente seu ponto. Realmente, o que ela fez foi uma traição pesada (ainda mais ligando pra ele e provocando). Muitos leitores concordam que, na vida real, isso teria consequências sérias e dolorosas.

No entanto, como é um conto erótico de cunho cuckold/humilhação, optei por explorar o lado da excitação misturada com raiva e humilhação do marido — aquele conflito interno bem comum nesse fetiche (querer punir, mas ao mesmo tempo ficar excitado).

Mas sua visão faz total sentido. Talvez numa continuação eu explore mais o lado da consequência e do “acerto de contas”, como você sugeriu.

O que você acha que ele deveria fazer com ela nessa situação? Castigo? Separação? Ou algo mais pesado? Gostaria muito de ouvir sua ideia.

Abraço e obrigado mais uma vez pelo feedback!

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Entendo o lado da excitação, do conflito, mas existem várias questões. Ela tem um amante. Não são transas com desconhecidos sem repetição. Há uma vontade de estar com o cara. Levar o amante para transar na casa deles? Falar com ele ao telefone? Ela queria ser descoberta (já que ele não descobriu) e queria saber a reação dele, mas com intenção de humilhar e talvez submeter a aceitar. Ainda que o conto desenvolva para um esclarecimento que ele negligenciou a esposa, ele tem que tomar uma atitude para tentar recuperar o respeito. Acho que um acerto de contas é necessário. Separar é o mínimo que se espera, até pq no primeiro episódio ele ameaça a esposa. Ainda que tenha ficado excitado, não há no relato nada que indique que ele não tenha imaginado que ela tenha simulado para provocar, por exemplo.

A história é sua. Você é soberano para decidir, mas como pediu minha opinião (rs), acho que ele tem dar umas porradas no amante, colocar a mulher para fora, fazer ela sofrer, correr atrás dele, ele pegar alguém que ela conheça e, a partir daí, voltar ou não depende de como a história desenvolver…rs

Desculpe pelo pitaco gigante…

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