No dia seguinte ao torneio, o nosso treinador, o Carlos, deu-nos o dia de folga. Eu ainda não acreditava bem nas fodas fantásticas que tive com o Diego durante toda aquela semana, mas, tal como ele me tinha dito, não voltou a procurar-me. Afinal, ele era casado, pai de dois filhos e, segundo ele, estava muito satisfeito com a esposa e não gostava de a trair, embora fosse bastante safado e, na sua opinião, transar com outro homem não contasse como traição.
Quando voltamos aos treinos no dojo, estávamos mais próximos do que antes; ele me tratava bem, conversávamos muito, mas sem nunca tocar no assunto. Mas eu já me dava por feliz com aquela semana incrível que passei com ele; ele foi maravilhoso e, agora, somos bons amigos. O Daniel e o Bruno continuavam na competição deles, mas estávamos sempre trocando mensagens. Eles estavam ansiosos para estar comigo, eu sabia que aqueles safados queriam era me comer, mas eu também queria muito ser fodido por eles; sentia falta deles. Era, então, a primeira vez em semanas que não fodia. Nossa, como eu já sentia falta dos meus machos e das suas pirocas tesudas, mas não tinha outra solução: aquela semana passei na punheta, a sonhar com aqueles meus três machos maravilhosos me fodendo. Chegou o fim de semana; e no sábado, ao fim do dia, eu estava a descansar no meu quarto quando alguém bateu à minha porta; era o Nelson. O Nelson é namorado de uma das garotas do dojo, que mora na mesma residência que eu. Já tinha conversado algumas vezes com ele, pois passa a vida no quarto da namorada, e eles transam muito; estou sempre a ouvi‑la gemer alto, mas não éramos próximos e fiquei surpreso ao vê‑lo bater na porta do meu quarto.
- Posso entrar, Diogo?
- Claro! Está tudo bem, Nelson?
- Cara, eu vou ser direto: é um assunto que anda mexendo comigo – ele tinha entrado e fechado a porta, e dava para notar que estava muito ansioso –, há duas semanas, numa quarta-feira, tive que regressar para pegar a minha carteira que havia esquecido no quarto da Diana e, quando entrei na residência, ouvi uns barulhos estranhos vindos da cozinha; fui lá espreitar e te vi fodendo com o Daniel. No dia seguinte, reparei que o Bruno meteu a mão na tua bunda enquanto subias as escadas… – eu confesso que não contava com aquilo, mas não tenho qualquer problema que saibam que gosto de ser bem enrabado por um cara e fiz questão logo de lhe mostrar.
- E qual é o problema nisso? Estou sempre a ouvir‑te foder a Diana e não digo nada – eu então reparei que, no meio das suas pernas, havia um volume do caralho, ele estava completamente teso.
- O problema é que, desde quarta-feira, eu estou assim — ele disse, olhando para o próprio volume e apertando-o. É claro que eu olhei; o cara estava pegando fogo. — Diogo, desde o primeiro dia que te vi aqui, sinto um tesão louco por ti, porra. Saber que tu curtes uma piroca nesse teu rabo gostoso é demais para mim…
O Nelson é jogador de rugby, é um cara gato, bem grandão, todo musculado, com voz grossa e aquela barba por fazer; confesso que já tinha batido algumas punhetas pensando nele e, com a fome de foda que eu andava, ao vê-lo daquele jeito, fui logo ter com ele.
- E depois?
- Cara, o meu pau não baixa por tua causa – já estávamos bem juntinhos; ele segurou na minha mão e a levou ao seu pau, e senti a sua pirocona, devia ser enorme e estava bem dura, mas eu afastei a minha mão; afinal de contas, ele era namorado de uma colega minha.
- Tens namorada para te resolver esse problema.
Ele agarrou-me, ficamos bem coladinhos um ao outro e ele apertou a minha bunda. Que maravilha de homem, tem uma pegada gostosa para caralho; ele tem uma mão grande e senti-a escorregar deliciosamente para dentro da minha cueca e desceu até ao meu rego, até estremeci de tesão.
- Tu não estás a perceber, este é um daqueles problemas que ela nunca poderá me ajudar a resolver, só tu, porque este tesão é por ti, cara – eu não sou de ferro, só de sentir o calor daquele tesão de cara, o meu cu piscou.
- Não sei, não, cara, a Luísa é minha amiga... não devo me envolver contigo — falei sem convicção nenhuma, pois eu estava a adorar a mão dele na minha bunda e eu apertei o seu pau, e senti o quanto estava duro e era grande.
- Isto é só tesão, cara, não haverá envolvimento nenhum. Ando louco para te comer, cara, e sei que tu também estás louco para dar para mim — e senti ele começar a coçar o meu buraquinho.
- Ai, porra, nisso tu tens razão — cedi na hora.
- Deixa rolar, eu não via a hora de estar assim contigo.
Não resisti, aquele cara era gostoso demais, fui assanhado e beijei-o; estava cheio de vontade de o agarrar. Ele correspondeu ao meu beijo, também cheio de tesão, e ficamos ali enrolados um no outro nos beijando. Eu estava com tanto desejo por aquele gostosão que comecei a tirar a sua roupa, primeiro a sua camiseta, e vi aquele seu corpão gostoso, ombros largos, braços e peito bem musculados, parecia um touro. Ele fez logo o mesmo comigo e tirou a minha camiseta e ficou a olhar para mim.
- Nossa, como tu és gostoso, Diogo!
- Tu então…
- Chega cá, cara. - Não conseguíamos parar de nos beijar; ele metia a língua na minha boca e eu a sugava, era uma delícia, enquanto ele colocava as mãos sobre a minha bunda e lhe dava umas boas apertadas e eu adorava e o beijava ainda com mais vontade. Sempre nos beijando, fomos nos despindo até ficarmos totalmente pelados; ele então agarrou‑me mais forte e deu uma boa passada com a mão bem no meu reguinho, dando‑me um beijo de tirar o fôlego; eu o agarrava também, ele é bastante mais alto do que eu, e o seu pau duro roçava na minha barriga peludinha enquanto nos beijávamos, eu já estava completamente entregue a ele.
- Vou te foder muito, Diogo. Tenho muito tesão acumulado por ti.
- Nossa, nunca imaginei que tu… — mas ele não me deixou terminar e me calou com um beijo.
- Eu sou louco pela Diana, mas um cara assim como tu me deixa fora de mim – confessou, enquanto segurava o meu pau.
- Gostas dele?
- Tens aqui um belo pau também, rsrsrs... – e largou-o logo e depois começou a me empurrar para baixo, bem bruto – mas o que eu gosto mesmo é de foder um cara assim como tu, que nada parece ser viado, mas que sabe rebolar num pau.
- E se sei, rsrsrs... – e agarrei no seu pau – adoro mesmo mamar um pau assim – e dei uma lambida só para sentir o gosto daquela maravilha, e ele tremeu todo.
- Tu és perfeito, Diogo…
- Perfeita é esta tua vara.
O pau dele estava delicioso; era mais um pau grandão, praticamente do tamanho do meu, bem retinho, e tinha aquele gosto salgadinho de vara que ainda não tinha sido lavada, e como ele estava cheio de tesão, já soltava algumas gotinhas de porra, por isso dei logo uma boa sugada.
- Ah, seu filho da puta, tu chupas bem demais, caralho!
- Uhmmm… gostas? Rsrsrs…
- Adoro, seu safadinho – ele afastou-me do seu pau e começou a bater com o pau na minha cara – mas tu ainda vais mamar mais esta vara, não é, seu safado?
- Quero mamá-la muito… é uma delícia essa vara.
- Então abre essa boquinha, abre, seu safado - eu abri e ele começou a bater com o seu pau na minha língua – isso, seu filho da puta – ele ficava batendo e não me deixava chupar – queres mamar, não é?
- Ai, se quero…
- Então faz o meu pau desaparecer nessa boquinha gulosa.
Ele forçou a minha cabeça contra o seu pau e eu engoli-o todinho; ele foi até bem fundo na minha garganta e eu senti os seus pentelhos raspadinhos na minha boca.
- Isso mesmo, seu filho da puta, engole a minha vara toda… que porra de boquinha mais safada!
Que tesão que me dava ser tratado assim por ele, adoro que um cara me domine. O Nelson é um tourão cheio de músculos, muito abrutalhado, e começou a foder a minha boca, mas eu já estava bem treinado em paus grandes e não me engasgava nem um pouquinho, só apreciava aquela maravilha e as gotinhas que ele ia liberando.
- Nunca ninguém mamou assim o meu pau, sabias, seu filho da puta?
- Isso é porque, antes de mim, ninguém soube apreciar esta vara como deve ser. [Riso safado]
- Que putinha… tu precisas é de levar com ela nessa bunda.
- Não vejo a hora, cara, estou ansioso para receber esta maravilha no meu cu – e dei mais uma chupada gostosa naquele pau; eu não me continha, sabia como o provocar, e isso dava mais tesão à nossa foda, e ele ficou ainda mais putão.
- Levanta logo desse chão, seu filho da puta, que eu já te vou dar vara.
Ele agarrou-me por um braço e eu me levantei num ápice, ele me posicionou logo de quatro na beira da cama e começou a ajeitar a minha bunda à sua maneira.
- Empina bem essa bundinha para mim. – eu arrebitei o mais que pude a minha bunda para ele e senti a mão dele ir direta ao meu botãozinho.
- Caralho, que tesão de bunda, Dioguinho! É toda musculadinha e peludinha como eu gosto. - O safado começou a meter o seu dedão, e eu fiquei logo todo siririca.
- Isso, issoooo, fode-me, Nelson!
- Este cu nem vai precisar de lubrificante; já está piscando, deve estar muito ansioso para ser enrabado.
- Ansiosíssimo, cara, fode assim a seco que eu gosto.
- Que putinha safada, me deixas louco, caralho... mas eu já vou acabar com essa ansiedade.
Senti-o encaixar aquela piroca em mim e começou logo a meter; me arrepiei todo, nossa, como é bom ter o pau de um macho a me foder.
- Uhmmm, isso... fode-me, aí, que delícia!
- Cuzinho do caralho, a minha pica escorrega por ele adentro bem fácil – ele enfiou bem rápido o seu pau todo em mim, e posso dizer que era uma delícia senti-lo pulsar todo atoladinho no meu cu. Eu estava com tanto tesão para ser fodido por aquele touro que comecei logo a rebolar o meu rabo naquele picão.
- Aiii, simmmmm, uhmmmm… me fode, cara, me arrebenta com essa picona gostosa!
- Seu filho da puta, já estás com esse cuzinho todo assanhado; eu já te dou pica como mereces, seu safado.
Agarrou bem forte na minha cintura; eu senti ele a tirar o seu pau todo e depois a meter tudo bem rápido e forte. Senti aquele prazerinho bem no fundo do meu cu, que delícia de macho que eu tinha a me foder.
- Aiiiiii… nosssaaaaaa….
- É assim que tu gostas de levar no cu, seu filho da puta?
- É, caralhooo… uhmmm!
- Então toma!
O Nelson tirava e colocava o seu pau bem rápido, e socava o meu cu com tudo; dava até para ouvir o barulho das suas bolas contra a minha bunda, e eu estava adorando ser fodido assim por aquele tourão. Meu pau estava duro que nem pedra e já começava a largar gotinhas de tanto prazer que aquele cara me estava dando.
- Aiiiiiii, issoooooo… fode-me, meu touro, uhmmmm.... que piroca mais tesuda é essa, uhmmmm.
- Caramba, tu és muito, muito gostoso a dar esta bunda, seu safado.
- É toda tua, meu touro, me arrebenta todo…
- Aí é, em toma….
Me virei para ele e abracei o seu pescoço, empurrando-o para bem junto de mim; queria que aquele garanhão continuasse a me socar com tudo, tinha que estimulá-lo, pois ele estava a abrandar o ritmo.
- Fode-me com força, meu garanhão, enterra essa piroca toda no meu cu.
- Caralho, pensas que só eu é que vou ter o trabalho todo? Se queres mais vara neste cu, tens de rebolar essa bundinha também – ele era bem inteligente e safado, e eu fiz logo o que ele pediu e comecei a mexer a minha bunda de um jeito bem gostoso contra o seu pau.
- É assim que tu gostas, meu touro?
- Isso aí, putinha… - e deu um tapa na minha bunda – que delícia… isso, rebola assim bem gostoso para o teu touro…
Continuámos a foder daquela maneira durante muito tempo, até que ele sai de dentro de mim, vira-me, deita-me na cama de barriga para cima e afasta as minhas pernas, deixando o meu rabo totalmente à mercê dele.
- Ai, que tesão – eu adorava aquele jeito bruto como ele me agarrava.
- Tu gostas de dar o cu, não é, seu safado?
- Adorooooooo!
- Então toma lá, piroca…
De uma só vez, ele enterrou aquele picão gostoso todo de novo em mim e eu me arrepiei todo; depois, fiquei a observar aquele homem lindo e gostoso a meter, de um jeito maravilhoso, a sua piroca na minha bunda.
- Ahhhhhhh… ai, que delícia... uhmmmm…
- Este teu cuzinho está a ficar bem arreganhadinho, seu putinho.
O Nelson tirava o seu pau quase todo e depois o enfiava bem forte dentro de mim. Nossa, aquele touro tinha um jeito tão gostoso de foder que me fazia gemer a cada metida, e o meu tesão já me estava a deixar a ponto de gozar.
- Aiiii, Nelson!
- Que foi, seu filho da puta?
- É tesão demais, cara, tu fodes bem pra caralho.
- Caralho, gostas assim tanto de levar com a minha vara nesta bunda, seu viado?
- Aiii, é bom demais, cara, ser fodido assim, uhmmmm – ele sorriu e deu uma metida bem forte.
- Ninguém dá o cu como tu, porra!
- Ai, então me fode com tudo, meu touro, porra, que eu não vou aguentar muito mais este tesão dessa tua vara deliciosa!
- Já estás quase gozando, é, seu safado?
- Estou, cara, uhmmmm…
- Então toma! – e deu uma estocada bem forte na minha bunda.
- Aiiiiii, caralhooooooo!
- Não querias vara? – e deu mais uma estocada bem forte e bem funda – Então toma, caralhooooo!
- Aiii, aiii, Nelsonnnn…. Seu filho da puta gostosooooooo…. – e o meu primeiro jato saiu a toda a velocidade do meu pau e encheu logo o meu peito de porra.
- Isso... goza, caralho — ele não parava de dar estocadas fortes no meu cu; era um prazer incrível que eu estava a ter com aquela delícia de gozada.
- Aiiii, nossa... Uhmmmmm... issooo, me fode assim... aiii que tesão — eu jorrei um monte de porra enquanto sentia aquela vara gostosa sair e entrar em mim sem dó; estávamos os dois completamente suados, a delirar com aquela minha gozada, gozei um monte de porra em cima de mim, e ele sempre a me foder sem parar.
- Aiiii, seu safado... Já gozaste tudo, caralho — a voz dele estava a ficar mais aflita, ele também estava quase a gozar.
- Já, meu touro, me fizeste gozar gostoso demais.
- Aiiii caralhooooo, te fiz gozar pelo cu, e agora é este cu que vai me fazer gozar gostoso também.
- Goza, seu tesudo delicioso.
- Aiiii, porra — ele continuava a dar estocadas bem fortes na minha bunda com a sua respiração cada vez mais aflita, e eu o incentivava só dizendo besteiras.
- Goza meu macho, enche o meu cu de porra — eu tinha gozado, mas já estava de novo todo envolvido pelo tesão daquela foda, afinal o meu macho ia gozar.
- Aiiii, caralhoooooooooo — ele então tirou o pau de dentro de mim e o seu primeiro jato saiu com toda a força em direção ao meu buraquinho, que sentiu logo a falta da sua vara.
- Goza dentro de mim, meu macho.
- Ah, viado do caralho... ainda tenho muita porra para encher esse teu cu — e enfiou então de novo o seu pau em mim e senti os seus jatos a encher o meu cuzinho, uhmmm... nossa, como adoro sentir um cara a gozar dentro de mim.
- Isso, meu macho... Enche o meu cu de porra. — Ele começou a acalmar; já tinha despejado o seu leitinho todo dentro de mim.
- Caralho, Diogo, ninguém dá o cu assim tão gostoso.
- Ainda não acabou, Nélson. [Riso safado]
Ele já ia sair de dentro de mim, mas eu agarrei no pau gigante dele e o empurrei de novo para dentro de mim.
- O que está fazendo, cara? [Riso malicioso]
- Quero ter esta delícia dentro de mim até amolecer.
- Caralho... tu és foda.
Ele então deu uma estocada forte e o seu pau entrou todinho de novo em mim; ainda estava bem duro, e começamos a nos beijar bem demoradamente; eu estava outra vez com o meu pau bem duro e o dele também não baixava, e comecei a senti-lo latejar de novo dentro de mim.
- Este teu cu aguenta mais uma foda? rsrsr... — perguntou ele bem maliciosamente.
- Aguenta as vezes que tu quiseres.
Fodeu-me logo de seguida naquela posição, sem nunca parar de me beijar até encher o meu cu de novo de porra e eu o meu peito; naquele dia ganhei mais um macho gostoso para me foder. A Diana tinha ido passar o fim de semana com os pais dela, e o sacana passou o fim de semana todo comigo. Adorei, fodemos dia e noite; ele acabou com a minha fome de piroca.
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