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Conhecendo um novo comedor

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Um conto erótico de Casal Hotwife Corno
Categoria: Heterossexual
Contém 1866 palavras
Data: 13/07/2026 20:06:06

Continuando os relatos que tivemos, agora quem escreve é a Paula. Como tinha dito nos primeiros contos, esta página é variada entre mim e meu marido, para relatar os acontecimentos.

Eu e o Marcio, desde que ele descobriu, havíamos combinado que as relações que eu tivesse deveriam ser contadas para ele. ele não queria que gozassem na minha boca, que me comessem sem camisinha ou que gozasse na minha bucetinha. KKK coitadinho. Foi tudo isso caindo.

Mas eu percebia que, a cada dia, o Márcio ficava excitado com as minhas relações com o Evandro e seus amigos. Ele realmente ficava excitado em ver ou saber que eu transava.

Comecei a querer provocar ele. Ia para a academia e mandava vídeos chupando aquela rola maravilhosa do Evandro, mas sempre dizendo que tudo o que eu fazia eu mostrava para ele.

Comecei realmente a gostar de ser uma hotwife e, acima disso, comecei a sentir tesão em homens aleatórios. Tipo, um homem sarado que fosse à academia, ou algum colega de trabalho. Vizinhos bonitos e sarados do condomínio, etc.

eu estava me sentindo uma vadia, mas sempre eu costumava sair com o Evandro como meu amante fixo e somente saía com outros com a ciência (e muitas vezes presenta ou gravação dos vídeos) do Marcio. Ele tinha deixado bem claro as condições das minhas aventuras. Mas eu estava começando a ter muito mais tesão pelo que era escondido. Comentei isso um dia com o Evandro e ele disse que tinha me transformado em uma putinha safada e vagabunda e que me ajudaria com isso, me apresentando a alguns alunos aleatórios dele ou amigos, de forma que, seu eu achasse eles atraentes ficaria com eles. Mas disse que a condição, como sempre era de que ele pudesse continuar gozando dentro da minha bucetinha.

Um desses dias eu fui para a academia e, antes de começar o treino, conversando com o Evandro, ele me confessou que todas as vezes que me comia ele fantasiava me engravidando e meu marido, como um bom corno, criando um filho que era dele. Ele me disse isso e eu percebi que o volume da calça dele aumentou quando disse isso. Ele realmente se sentia um comedor de casadas pensando nisso. É óbvio que as vezes que ele gozou dentro de mim eu estava tomando anticoncepcional ou tomava a pílula do dia seguinte. Mas aquele comentário do Evandro me encheu de tesão.

Eu sabia que o acordo com o Márcio era de que ele sempre soubesse quando eu transava com alguém (mesmo o Evandro). Mas aquele assunto que o Evandro me deixou tão excitada que eu e ele fomos para um quartinho reservado da academia e começamos a transar enlouquecidamente. Todo o cardio que eu faria naquele dia eu fiz me atracando com o Evandro. E, naquele dia, ele, como era de costume, gozou dentro da minha bucetinha. O que eu não esperava é que, naquele dia, tinha um amigo dele que entrou na salinha bem na hora que estávamos terminando e nos vestindo de volta.

O cara ficou sem graça, eu fiquei sem raça. Ele pediu desculpas e foi embora, eu fui tomar uma ducha e o Evandro foi fazer as coisas dele.

O Problema era que o cara era um vizinho do nosso condomínio, da mesma torre que eu moro, apenas uns andares mais pra baixo.

Desta vez eu não falei nada ao Marcio, nem que tinha transado com o Evandro, nem que tinha sido vista por um de nossos vizinhos

Fiquei sem graça com esta situação, mas vida que segue.

Nos outros dias que eu ia para a academia comecei a perceber com maior ênfase este meu vizinho. Um homem moreno, mas não negro. Alto, com seus 1,80m, atlético mas não marombado, só definido e muito bem afeiçoado. Comecei a trocar olhares com ele e dia a dia flertar com ele nos treinos. Aquela passada de mão no ombro, risadinhas e passadas de mão que eu dava no cabelo, olhando para ele. Ele sempre tocava no assunto, dizendo que tinha visto meu marido andando pelo condomínio - com um sorriso de desdém no canto da boca, como quem julgava o corno do condomínio, afinal, eu estava traindo ele com o personal da academia.

Certo dia o vizinho me ofereceu uma carona pra casa, após o treino e fui com ele, pois estava sem carro naquele dia. Conversamos bastante, ele me disse que era divorciado e que estava em sua melhor fase, curtindo a vida e sendo feliz. trocamos muita conversa.

Ele me elogiou, disse que me achava muito gata e que meu marido tinha muita sorte de ter uma mulher "gostosa" como eu e que o Evandro também era um homem bem sortudo por, naquele dia, poder ter tirado uma casquinha.

Eu disse à ele que não foi só naquele dia e que não foi só o Evandro.

Ele ficou muito curioso com o que eu havia dito e quis saber mais do assunto.

Eu expliquei: "olha, sou casada há anos já. Amo meu marido e tudo, mas às vezes uma mulher precisa de algumas aventuras pra sair da mesmice né?".

Ele ficou calado, como quem não acreditava nisso. Depois de alguns segundos de silêncio ele disse que o importante era eu amar o meu marido mesmo, mas, nunca traiu não é verdade? Deu uma risadinha e disse que estava mais curioso com os outros, pois od Evandro ele já sabia.

Eu disse à ele que o Evandro me apresentou alguns amigos e que eu cheguei a sair com "um ou dois" amigos do Evandro.

Ele disse: "Muito prazer, sou amigo do Evandro também. Eu e ele somos carne e unha, amigo desde criança, pode acreditar". E deu risada.

Continuou dizendo: "Quando precisar sair da rotina, estarei à disposição".

eu ri, com cara de sem vergonha, mordi o canto da minha boca olhando pra ele e disse: Quem bom saber que é amigo do Evandro. Isso já quebra uma boa parte do gelo. Falei isso chegando bem perto da boca ele e olhando fixamente para ele. Ele foi pra cima de mim e nos beijamos muito. Beijamos e, logo ele estava passando a mão na minha cintura. Eu retirei o cinto de segurança meu e o dele e começamos a nos beijar ardentemente, já no estacionamento do condomínio. Não sei se alguém viu.

Houve muita passada de mão aqui e ali, mas foi só amasso dentro do carro.

Saímos do carro com ele dizendo que queria me ver novamente na academia, mas agora não só para amassos. Me pediu o numero do zap, mas eu não forneci. Queria ter ele em segredo. Não queria que o Márcio soubesse disto. Queria ser uma puta de novo, com novidades.

Os dias foram passando e fomos nos vendo todos os dias, comigo voltando da academia com ele. Nestes dias eu parei, inclusive, de ter as rapidinhas na academia com o Evandro. Queria deixar o Evandro na seca pra me pegar e o meu vizinho também doidinho pra me pegar.

Este joguinho durou uns 5 dias. Certa noite resolvi não ir à academia. O Márcio Foi viajar e eu fiquei em casa me arrumando. tomei um belo banho, coloquei uma roupinha de academia bem justa que mostrava todas as curvas do meu corpo e esperei dar o horário do meu vizinho chegar. Quando ele chegou (eu estava de campana pela varanda para ver o carro dele entrar), eu peguei o elevador e fui até o andar dele. Esperei o elevador abrir, era ele, sozinho, que deu de cara comigo. Tomou um susto e perguntou o que eu fazia lá. Eu disse que não pude ir pra a academia, mas estava vestida pra fazer meus exercícios de cárdio.

Ele disse: Poxa vida, estava com um tesão fora do normal hoje, querendo ver você, e voc~e vai pra a academia só essa hora?

Eu disse: Não. Você que vai me treinar e me fazer suar hoje. Não quer me deixar entrar?

Ele mais que prontamente abriu a porta do apartamento dele, me colocou pra dentro e começamos a nos atracar. Logo eu fui pra o sofá dele e fiquei de quatro pra ele, batendo a bunda, disse que já havíamos feito muita preliminar nestes dias.

Ele concordou e pude ver o volume daquela rola crescendo no short dele. Ele logo me colocou de joelhos, tirou a rola pra fora e começou a me fazer mamar aquela rola todinha. Era uma rola grossa, mas não grande. Tamanho normal. Comecei a chupar aquele pau com uma vontade e com um gosto enormes. Como da primeira vez que saí com o Evandro. Eu estava tomada pelo tesão. Ele percebeu isso e começou a comer a minha boca com a rola, segurando atrás da minha cabeça e forçando o pau até a minha garganta. Fez isso várias vezes e disse que estava esperando isso há dias. Me fez chupar muito aquele pau, me engasgou, saía baba da minha boca, por conta da rola ir até o fundo da minha garganta. Estava sentindo um tesão enorme. Sentei no sofá e ele continuou metendo aquela rola na minha boca. Até que logo fiquei de quatro e ele começou a comer minha bucetinha. Metia com vontade mesmo.

Pedi à ele que deitasse no sofá e eu subi nele e comecei a cavalgar muito. Sentava com vontade mesmo.

Em certo momento, ainda sentando nele, retirei o pau dele da minha bucetinha, taquei um pouco de cuspe entre meus dedos e molhei um pouco mais a cabeça da rola dele, e, sem avisar ou sem dizer que eu iria fazer isso, coloquei o pau dele no meu cuzinho. Havia dias que não dava o cuzinho.

Eu consegui ver a cara dele na hora, Mostrava uma excitação sem tamanho. Ele disse: "Vizinha, eu não imaginava que você dava o cuzinho. Eu respeito muito uma putinha assim como você que dá o cuzinho".

Disse isso e, me levantando, me mandou ficar de quatro. Fiquei de quatro e ele começou a comer meu cú parecendo um animal. COmeu meu cuzinho de quatro por um tempo, e me mandou ficar de frango assado. Aí começou a me comer, me beijamdo, como se não houvesse o amanhã. Me comeu muito mesmo. Me comeu muito mesmo, sem dó, me fazendo sentir uma vagabunda, uma atriz pornô. Ele comia meu cuzinho, puxava meu cabelo, me enforcava, dava tapa na minha cara. Depois me comeu de várias formas diferentes, sempre no cuzinho. ME fez gozar pelo cuzinho umas 2 vezes. Quando estava quase gozando ele anunciou que iria gozar, tirou o pau, me fez ajoelhar, me segurou pelo cabelo com uma das mãos e, se punhetando, mandou eu abrir a boca, e gozou. Mas o safado gozou só um pouquinho na boca. a maior prate dos jatos fortes foram na minha cara, olho e até no cabelo. Me lambuzou todinha, depois começou a bater na minha cara com aquele pau.

foi uma transa incrível. Me senti renovada e, obviamente, fiquei toada assada. MAs valeu a pena.

Tomei um banho na casa dele e voltei para o meu apartamento. Não contei ao Márcio e não queria contar. Aquele novo segredo tinha me deixado extremamente excitada.

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