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Helena, a suja 4

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1179 palavras
Data: 12/07/2026 06:22:45
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 5: À Beira do Abismo

Acredito que os leitores já entenderam a dinâmica dos últimos dois anos. Eu era casada com Marcos, vivia uma vida aparentemente perfeita ao lado dele, mas meu tesão havia se transformado em um fogo incontrolável. Incentivada por Aline, minha melhor amiga e cúmplice de todas as safadezas, comecei a entregar meu cuzinho guloso para todos os machos que despertavam desejo em mim. Aquela vida dupla me enchia de vitalidade. Eu transava com estranhos, chegava em casa molhada, ardendo e cheia de porra alheia, e fodia meu marido com uma fome ainda maior. O prazer proibido dos outros machos aumentava meu tesão por Marcos, e o sexo com ele me deixava ainda mais faminta por novas aventuras. Era uma espiral viciante de tesão, segredo e perigo.

Mas todo equilíbrio frágil um dia se rompe. E o meu estava prestes a desabar.

Conheci Fred numa festa animada na casa de Aline. Ele era um empresário de aproximadamente 50 anos, muito bem cuidado: alto, porte imponente, cabelo grisalho nas têmporas, corpo definido por academias caras e ternos sob medida. Tinha um jeito de falar que dominava o ambiente, convincente e sedutor. Em menos de cinco minutos de conversa, minha buceta já estava melada e meu cu piscando de excitação. Fred pediu meu número com a desculpa de um possível trabalho na área de design gráfico.

— Vou adorar trabalhar com você, Fred — respondi, entregando meu cartão com um sorriso carregado de segundas intenções. — Pode me ligar a hora que quiser.

Aline me cutucou assim que ele se afastou, com um olhar cúmplice.

— Helena, Helena… o que você está aprontando agora?

— Por enquanto, nada — respondi, tomando um gole generoso de vinho.

— Sei. Você não me engana.

— Você não, mas o Marcos sim — rimos alto.

Aline era minha confidente desde os tempos de escola. Ela me dava cobertura, eu a ensinei a dar o cu, e juntas já havíamos vivido aventuras inesquecíveis, como o stripper que comeu nós duas na minha despedida de solteira. Toda nova conquista eu contava para ela nos mínimos detalhes, e ela retribuía com as suas: a chupada no provador com o cliente casado, ou a rapidinha com o primo do marido durante um churrasco em família. Éramos duas vadias assumidas, sem arrependimentos.

Dias depois da festa, Fred me ligou. Conversamos por quase uma hora, cheios de insinuações quentes. Em seguida vieram as reuniões online. Toda vez eu entrava sem calcinha, plug anal bem enfiado e um consolo grosso na mão. Enquanto ele falava de prazos e ajustes no projeto, eu me masturbava devagar, gozando uma ou duas vezes, mordendo o lábio para abafar os gemidos. O tesão entre nós só aumentava.

Na quinta à tarde entreguei o projeto final. Na sexta de manhã, mandei uma mensagem direta:

“Preciso fazer uma videochamada urgente com você. É importante.”

Ele ligou em menos de um minuto. Atendi deitada na cama onde tinha acabado de foder com Marcos, completamente nua, pernas bem abertas, o plug brilhando no meu cu e a buceta ainda melada da porra fresca do meu marido.

— Precisava te mostrar o quanto estou louca de tesão por você, Fred — falei com a voz rouca, abrindo ainda mais as pernas para a câmera.

Ele se recostou na cadeira do escritório, olhos escurecendo de desejo.

— É uma puta vagabunda mesmo…

Contei, sem filtro, que me tocava e gozava em todas as reuniões. Ele confessou que desconfiava, que em uma delas tinha quase certeza de ter visto meu rosto se contorcendo de prazer.

— Aposto que o corno do seu marido não dá conta — provocou, baixando a mão para se masturbar.

— Ele dá conta, sim — respondi, aproximando a câmera e mostrando minha buceta inchada e brilhando de porra. — Mas preciso de um macho de verdade pra foder meu rabo. Um macho pra encher meu cu guloso.

Virei de quatro na cama, empinei a bunda e abri as nádegas com as mãos. Puxei o plug devagar, mostrando o buraco piscando, rosado e convidativo.

— Olha como ele está pedindo seu pau…

Fred respirava pesado, punhetando visivelmente.

— Você vai dar esse cu de puta casada pra mim. E eu não tô pedindo, sua vagabunda.

Meu corpo inteiro se arrepiou com o tom dominante.

— Vou sim… e você vai judiar muito dele?

— Vou deixar você toda arrombada.

— Amo ficar arrombada.

— Ponha uma roupa e venha pro meu escritório. Agora.

— Vou tomar banho e…

— Você não ouviu, vadia. Eu disse agora. Traz esse cu pra mim imediatamente — ordenou com voz firme que não admitia discussão, e desligou a chamada.

Gozei no mesmo instante, tremendo na cama, o corpo convulsionando de tesão e adrenalina pura. Ainda suada, descabelada e com o cheiro de sexo no corpo, vesti um vestido curto leve, enfiei o plug de volta no cu e saí de casa com o coração martelando no peito.

No elevador de serviço, a sorte (ou o destino) me pregou uma peça. João, o porteiro do prédio, estava lá com sua caixa de ferramentas no chão. O cheiro forte de suor masculino dele encheu o espaço pequeno imediatamente. Meu cu apertou o plug instintivamente, como se tivesse vida própria.

— Bom dia, dona Helena — disse ele, com aquele sorriso safado que eu já conhecia bem. Seus olhos desceram pelo meu vestido curto. — Tá gostosa demais hoje… saindo assim, toda arrumada?

Fiquei de frente para ele, mordendo o lábio, e respondi sem rodeios:

— Safado… aposto que você quer foder meu rabo agora mesmo, né?

— Sempre quero. Você tem o cu mais guloso que já comi na vida.

— Tenho mesmo. Agora, por exemplo, estou indo dar pra um empresário lá no centro. Um macho mandão que me chamou pra foder.

— Caralho, dona Helena! — exclamou ele, surpreso e excitado, ajustando o volume na calça.

Subi um pouco o vestido, enfiei dois dedos na buceta melada e mostrei para ele.

— Olha só como meu corninho me deixou hoje cedo… me fez gozar duas vezes antes de sair pro trabalho. Tá tudo cheio da porra dele.

João não pensou duas vezes. Segurou minha mão e abocanhou os dois dedos, chupando com fome, sugando a mistura de gozo meu e de Marcos. Seus olhos estavam vidrados de tesão.

— Puta merda… eu chuparia essa buceta suja agora mesmo.

— Nada disso — respondi, puxando os dedos devagar e lambendo o resto. — Minha buceta é só do meu corninho. Mas quando eu voltar, se você estiver por aqui, deixo você chupar meu cuzinho bem cheio… que tal?

O elevador chegou ao térreo. Saí rebolando, deixando João com o pau duro e a boca entreaberta. Confesso que quase voltei e deixei ele me comer ali mesmo, mas o tesão por Fred era maior. Entrei no carro, ainda sentindo os dedos molhados e o plug pressionando meu cu a cada movimento.

Dirigi até o escritório de Fred com as mãos trêmulas no volante, a buceta latejando e o cu mordendo o plug sem parar. Quando cheguei, a recepcionista me olhou de cima a baixo com certo desdém, mas eu não me importei. Meu corpo inteiro queimava de expectativa.

— O senhor Fred está? — perguntei, sentindo meu cu piscar de ansiedade.

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