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Minha linda e delicada esposa se tornou uma hotwife decidida (3ª parte)

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Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 3695 palavras
Data: 10/07/2026 15:17:41

Num gesto rápido, beijei Manu e apalpei com força seu bumbum, mesmo assustada, ela correspondeu por vários segundos, porém, depois, acabou se desvencilhando de mim e perguntou aflita, mas num baixo para não correr o risco de sua mãe ouvir:

-Tá doido, Wagner? O que que é isso?

Ainda embriagado de tesão, respondi:

-Estou doido sim, de vontade de te comer a noite inteira. Não aguentei ver você assim, está mais gostosa do que sempre foi.

Manu arregalou os olhos surpresa, pois desde que nos separamos, há um ano e seis meses, nunca houve uma tentativa de minha parte para termos algo, recaída, como alguns ex-casais fazem. Ela foi até a porta do quarto e a encostou:

-É algum tipo de brincadeira isso, Wagner? Ou acha que porque estou nesse rolo com 2, agora vou estar à disposição de qualquer um, inclusive sua?

Já percebendo que tinha feito merda por tentar uma abordagem daquela forma, decidi baixar a guarda e mandar a real:

-Não, nada disso, não sei explicar, Manu, mas tenho sentindo um tesão louco por você, acredite ou não, já me masturbei e mais de uma vez pensando em seu corpo, te comendo em todas as posições, sentindo novamente o gosto e o cheiro do teu corpo todo, especialmente durante e depois o sexo, como fazíamos nos bons tempos, essa vontade não passa, agora mesmo, estou de pau duro, poderia ir me encontrar com a patricinha que tenho caso, ela é linda, mas, será como das últimas vezes, foderei com a garota, mas pensando em você.

Manu ficou me encarando sem dizer nada, o olhar de surpresa permanecia, mas ficou mais séria e calada. Aquilo me deixou desconcertado a tal ponto de sentir como se tivesse levado uma ducha fria. Sem graça, resolvi encerrar aquela situação que havia se tornado constrangedora. Levei a mão na testa, esfregando-a e com os olhos fechados e disse:

-Que bobagem que eu fiz, porra! Peço desculpas, nunca mais farei tamanha babaquice.

Virei-me para me encaminhar até a porta do quarto, já pensando na vergonha que sentiria nas próximas vezes que nos encontrássemos, porém, quando já estava prestes a colocar a mão na maçaneta, Manu foi ágil e entrou na minha frente bloqueando a minha saída. Seu olhar já estava diferente, eu a conhecia bem, quando os olhos ficam meio semicerrados, parecendo estar aérea, era porque estava excitada. Ela me perguntou:

- É verdade mesmo que se tem se masturbado pensando em mim?

-Sim...

Manu se jogou para cima de mim, me beijando desesperada e eu voltei a alisar sua bunda espetacular. Após um beijo demorado, quase nos esquecemos de que a mãe dela e nosso filho poderiam escutar e com muito custo, nos afastamos, porém, eu disse:

-Quero você e tem que ser hoje!

-Mas como? Aqui não dá e o Guilherme, daqui a pouco tá chegando.

-Inventa uma desculpa para ele e vamos para o meu apartamento.

-Ele não vai acreditar, conversamos há coisa de uma hora.

-Inventa que uma grande amiga sua teve uma briga feia com o marido, saiu de casa e está precisando de ajuda, ou outra coisa, só não fala que é algo relacionado a doença porque ele é médico e vai querer ir junto para bancar o bom namorado.

Manu riu alto:

-Você é ágil em inventar histórias, hein?

-É vontade te comer logo. Vamos fazer assim, para não dar bandeira para a tua mãe, depois que eu sair, conta a mesma versão para ela, em seguida liga para ele, vou te esperar no outro quarteirão, perto da padaria e de lá, a gente vai para o meu apartamento.

Manu concordou e fingi ir embora após me despedir de meu filho e minha ex-sogra. Esperei por uns 20 minutos, já estava até achando que ela tinha desistido, mas finalmente minha ex apareceu, estava com uma blusinha preta e branca, uma calça jeans apertada e salto alto. Assim que entrou, segurou meu queixo com os dedos e disse, meio que rangendo os dentes, demonstrando tesão:

-Por que você tinha que dizer aquelas coisas e me agarrar, hein, seu safado?

E antes que eu respondesse, me beijou. Depois disso, arranquei com o carro em direção ao meu apartamento. Manu parecia tensa, mas ao mesmo tempo, sorria. Perguntei se Guilherme tinha aceitado de boa a história e ela me disse:

-Acreditou e disse que entendia. Ontem, a gente saiu então, ele não ficará chateado.

Surpreso perguntei:

-Vocês transaram ontem?

-Sim, ué, nada espetacular, mas deu para o gasto.

Na hora pensei. “Caramba! Passou a quarta à tarde transando com o tal de Anderson, dois dias depois, deu para o Guilherme e hoje vai dar para mim. Três homens diferentes num prazo de quatro dias”.

Estranhamente, aquilo me deixou ainda mais excitado. Ao chegarmos ao meu apartamento, Manu já foi me agarrando e me empurrando para o sofá, mas, apesar de também estar louco para fodê-la, pedi um tempo para tomar um banho rápido, pois estava suado. Ela exigiu que eu fosse rápido.

Quando terminei o banho e fui para a sala, não encontrei-a, Manu já estava no quarto e ao chegar a encontrei deitada, com uma camisolinha curta e calcinha ambas brancas que ela tinha colocado por baixo da roupa, Sem enrolação, subi na cama, deitei ao seu lado e passamos a nos beijar.

Após um bom tempo assim, pedi que ela ficasse de 4 com a bunda virada para mim. Minha ex atendeu e puxou a camisolinha um pouco mais para cima para que pudesse ver sua bunda. Um ano e meio depois, estava novamente com Manu na cama. Fiquei admirando seus glúteos e suas coxas, ela sabia o quanto eu adorava olhá-la e isso também a excitava. A calcinha branca no rego.

Não resisti por muito tempo e passei a alisar sua bunda, abrindo suas nádegas e já conseguindo ver parte do seu cuzinho. Beijei e mordi aquele rabo lindo por um tempo. Manu não resistiu e se virou já me beijando e puxando minha cueca para fora para poder tocar em meu pau. Ambos estavam loucos para trepar. Ela me punhetou um pouco, depois se jogou de costas na cama, arrancou a calcinha desesperada, abriu as pernas e disse com a voz ofegante:

-Vem, me chupa, mas só um pouco porque tô com muito tesão, mas quero gozar na sua pica.

Atendi seu pedido e passei a chupá-la, que prazer maravilhoso sentir o cheiro e o gosto daquela bocetona morena e carnuda após tanto tempo. Eu sabia como chupá-la e não demorou muito pouco para que minha ex passasse a gemer e a balançar os quadris. Aproveitei e também chupei seu cuzinho. Após uns 4 minutos, ela disse aflita:

-Nossa! Tá muito gostoso...muito bom... não sei se me solto para gozar na sua boca ou espero enfiar.

-Goza assim. Depois a gente trepa.

-Tá bom...mas vou segurar porque tá muito bom...chupa ela, chupa, castiga meu grelo como fazia antigamente.

Brinquei bastante com minha língua em seu clitóris grande, passeei pelos pequenos lábios e também a enfiei dentro da boceta que no dia anterior tinha levado pica do médico e 3 dias antes, do empresário. Manu passou a gemer alto e sentindo que iria gozar, tratei de mexer a língua um pouco mais rápido, até que a mesma passou a gritar e tremer desesperadamente num gozo incrível. O cheiro daquela boceta ficou impregnado no meu nariz, o que me deixou doido para fodê-la.

Manu precisou de um tempo, pois sempre que gozava sendo chupada, ficava muito ofegante. Porém, após se recuperar, riu de maneira travessa e meu beijou novamente. Ela quis me chupar, mas disse que já queria comê-la. Minha ex se deitou de pernas abertas e direcionei meu pau duro feito aço, para a entrada de sua boceta. Após tanto tempo, eu voltava a fodê-la.

Ficamos num papai-mamãe cadenciado, pois queria que ela voltasse a ficar excitada, o que não demorou muito, passei então a socar com mais força e Manu dava alguns gemidos. No meio da foda, voltei a lembrar que eu era o 3º em 4 dias que a fodia, jamais imaginaria que minha ex, toda certinha e até tímida teria coragem de fazer algo assim, aquilo me deixou mais doido.

Coloquei-a de 4 e passei a estocar forte, puxando seus cabelos. Manu arfava e dizia que meu pau estava muito gostoso. Num dado momento, não resisti e ainda na mesma posição me aproximei do ouvido dela e disse:

-Sua safada, está levando a 3ª pica diferente em 4 dias e mesmo assim segue com fogo, olha como a boceta está molhada, chega a escorrer.

Manu deixou seu jeito delicado de ser e disse rangendo os dentes de tesão:

-Assim que é bom, sentir paus diferentes, mas só de homens gostosos e limpos, se soubesse que era tão bom já tinha feito bem antes.

Surtei ao ouvir aquilo e passei a socar com todas as minhas forças, arrancando gritos dela.

-Me come, Wagner, me come bastante, me puni por ser uma mulher infiel, que trai o namorado com um super dotadão, quem sabe gozando na rola do homem que amo, minha boceta se acalma.

Seguimos trepando ferozmente, minha cama, apesar de pesada, estralava pela força que eu estava empregando. Creio que dois ou três minutos depois senti que ela iria gozar novamente e também não consegui segurar mais. Gozamos juntos, berrando. Soltei um mar de porra nela e depois me joguei na cama.

Ficamos deitados bem ofegantes por alguns minutos, mas logo recomeçamos tudo e a 2ª trepada foi ainda melhor, pois trepamos por mais tempo em diversas posições. Manu tinha não só recobrado o fogo dos nossos primeiros meses de namoro e casamento, mas também melhorado ainda mais. Quando estávamos fodendo numa posição que alguns chamam de cara a cara, que era eu sentado na cama com os pés no chão e ela sentada de frente para mim com as pernas dobradas, Manu acabou tendo uma série de orgasmos seguidos, algo que já havia algumas vezes, no meio disso, ela falou:

-Eu te amo, Wagner.

E e eu disse que também a amava. Quando finalmente gozei. Paramos um pouco, bebemos algo e decidimos tomar um banho, pois estávamos completamente suados e cheirando a sexo. Ela quis ir embora, mas pedi que desse uma desculpa à mãe e passasse à noite comigo. Acabamos nos pegando novamente e após Manu gozar cavalgando feito louca em meu pau, fizemos anal de um jeito diferente, que eu gostava muito, fiquei deitado de barriga para cima com as pernas abertas como um tesoura, ela ficou de joelhos entre minhas pernas, encaixou meu pau na entrada de seu cuzinho já lubrificado e começou a descer suavemente, a partir daí, passou a fazer um delicioso movimento de sobe e desce cadenciado, descia até que minha rola entrasse toda em seu rabo, depois subia vagarosamente até próximo da glande sair e aí voltava descer. Aquilo me deixava louco, via seu cu marrom dilatado, as preguinhas bem esgarçadas.

-Que cu gostoso você tem, Manu. Tem dado muito ele?

-Não. O Guilherme come, mas só de vez em quando, já o Anderson, te falei, é doido para enfiar, mas me machucaria.

Ela seguiu subindo e descendo por um bom tempo, quando notou que eu estava gemendo, passou a quicar e logo gozei urrando em seu cu. Foi uma noite espetacular e ali vi que não poderia mais perder aquela mulher. Dormimos num sono pesado.

No dia seguinte, ao acordar, vi que Manu já tinha se levantado e estava no banho. Tomamos café juntos. Eu estava um pouco tenso sobre tocar no assunto de reatarmos, mas tinha que falar. De maneira sorridente, perguntei:

-E agora, como ficamos?

-Acho que a gente precisa conversar.

Senti algo estranha no tom com que Manu respondeu, mas segui:

-Claro, quero muito saber o que pensa.

-Foi ótimo! Não pensei que ainda me desejasse assim, até porque, quando voltamos a conversar numa boa, apesar de ser totalmente gentil, nunca deixou transparecer que queria algo comigo novamente, ainda que uma rapidinha.

Acreditei que Manu, assim como eu, estava disposta a tentarmos novamente

-Vou te falar a verdade, percebi que ainda sinto algo muito forte por você, e apesar de sempre estar linda, estou te achando mais sexy, segura, isso mexeu comigo, me deu um tesão e por isso agi daquela forma ontem. Acho que a gente deve pensar com calma, não nos precipitarmos, mas queria te propor de estudar a possibilidade de voltarmos a viver juntos, não precisa ser agora, vamos conversar com calma e...

Manu me cortou:

-Essa noite nossa foi excelente, mas acho melhor não confundirmos, uma coisa é bater aquele tesão na ou no ex, como sentimos, outra, é acreditar que voltaremos e será sempre assim.

Ela não disse num tom seco ou de raiva, mas com profunda naturalidade e doçura. Foi um baque:

-Ontem, durante a transa você disse que me ama e eu também disse que te amo, acho que isso significa mais do que bater um tesão no ou na ex.

-Mas é verdade! Eu te amo e para dizer a verdade, não sei se um dia amarei outro com a mesma intensidade. Apesar da sua traição e de ter tido a ideia de nos separarmos, não consegui te esquecer, fiquei com muita raiva nos primeiros meses, mas entendi seu lado, nossa vida sexual estava bem morna. Só que apesar de ainda ter esse sentimento, estou curtindo essa nova vida de não ter um parceiro fixo, poder transar com 2 homens na mesma semana ou 3 como ocorreu agora, é algo que mexeu muito comigo, claro, não vou ser como umas que gostam de suruba, vários ao mesmo tempo, mas é legal, saber que posso transar com 1 hoje e daqui a alguns dias com outro, sem compromisso depois, sabe? Acho que homens e mulheres deveriam poder variar, mas, sem exageros, 2 encontros diferentes por semana, vai.

Espantado com a nova Manu, que em nenhum momento demonstrava vulgaridade, mas naturalidade, mesmo dizendo coisas impactantes, decidi questioná-la:

-Então você não vai terminar coisa nenhuma com o Guilherme, vai seguir transando com o trouxa e tendo o Andersom, às quartas?

Manu fez uma cara de dúvida:

-Não, quer dizer...se o Guilherme soubesse e aceitasse até poderia ser, eu transaria só uma vez na semana com o Anderson, mas seguiria transando também com ele, além de sairmos, passearmos, etc. Mas como sei que ele não irá aceitar um acordo desses, a melhor solução é terminar e depois ter apenas encontros casuais, além do Anderson que esse, nossa! Não posso ficar sem.

Sem conseguir esconder minha desolação pelo que ouvi, apenas respondi:

-Entendi.

Manu notou meu desapontamento e disse:

-Já sobre nós...

-O que tem?

-Poderíamos seguir transando, sem compromisso.

-Acho que não é uma boa ideia...

-Por que não? Tivemos uma noite maravilhosa.

-Mas temos sentimento envolvido, só de ouvir o jeito que você fala desse Anderson, fico louco de ciúme, não daria certo, eu pensei tolamente antes de pegarmos no sono que voltaríamos a viver juntos, como um casal monogâmico.

Mantendo um tom calmo, Manu respondeu:

-Acha que conseguiria transar apenas comigo? Depois do divórcio, quando finalmente passou minha raiva e voltamos a conversar abertamente, você me disse que tinha uma amante fixa, que é bancada por um coroa rico, mas que sai com várias em encontros casuais. Será mesmo que após uns meses comigo, não vai te bater o desejo de variar? Não vai se arrepender e me deixar novamente?

-Não, agora, tenho certeza que não. Quero só você.

Acabei sendo sincero demais, mas pior foi a reação de Manu que se sentou ao meu lado e alisou meu braço como que me consolando.

-Não fique assim, como te falei, estou curtindo essa coisa nova na minha vida, mas isso não significa que não podemos continuar transando de vez em quando ou sendo só amigos como estávamos sendo.

Fiz um cara do tipo “Ah! Não fode, não preciso de consolo” e me levantei:

-Tudo bem, a gente segue sendo só amigos, só que nunca mais transaremos.

Nesse momento, o interfone tocou e puto da vida, fui atender, era Leila, a linda garota viciada em anal com quem eu tinha um caso, por ironia, minutos antes, tínhamos falado dela. Resmunguei bravo:

-É a garota bancada pelo sugar daddy, mora no prédio aqui ao lado e deve ter vindo me convidar para correr no Parque do Ibirapuera, vou mandar o porteiro despachá-la.

Manu me surpreendeu e disse:

-Não! Deixe-a a subir. Você é super educado com o Guilherme, está na hora de eu retribuir, além disso, já estou de saída.

Leila subiu e quando fui abrir a porta, a safada já veio querendo colocar a mão no meu pau e dizendo:

-Você me deu um bolo ontem, né, seu gostoso? Te mandei várias mensagens e nem visualizou. Mas hoje, não me escapa, vamos fazer uma corrida e...

Ela viu Manu e ficou bem sem graça.

-Ai, desculpa, não sabia que estava com outra.

-Não, não tudo bem, essa é minha ex e passou aqui para tratarmos de um assunto sobre o nosso filho. Manu essa é Leila, uma amiga, Leila essa é Manu.

As duas se cumprimentaram educadamente, mas notei que Manu se surpreendeu com a beleza de Leila. Pudera, apesar de safada, parecia uma boneca de porcelana, com lindos olhos azuis piscina, branca, cabelos negros, corpo esguio com seios e bumbum médios, e ainda por cima, estava com uma calça de legging preta e um top azul que além de destacarem suas curvas, mostravam sua grande forma física.

Manu logo se despediu e eu desabei no sofá nem dando atenção ao que Leila tagalerava. Acabei indo correr, assim me livraria dela mais rápido, mas estava despedaçado.

No final da tarde, Manu me ligou queria saber se “eu estava bem” após a conversa que tivemos. Na hora pensei: “Só me faltava essa, ela ter pena de mim”. Tratei de disfarçar e disse que:

-Claro! Foi legal saber a sintonia em que você está, se fosse a mesma que a minha, daríamos sequência à conversa, mas como não é bem assim, seguimos como antes, nos tratando bem, sem problemas.

-Huuum! E ela tá aí agora?

-Não, corremos no parque e depois ela foi para o apartamento dela, mas por que quer saber?

-É que ao vê-la chegar tão cedo, achei que já estivessem tão íntimos a ponto de passarem o domingo juntos.

-Não, já te falei, é só sexo, mas como moramos em prédios vizinhos, vez ou outra, ela me chama para correr. Mais tarde sim, nos encontraremos.

-Eu também sairei com o Guilherme, só não sei se termino hoje ou durante a semana.

Procurei encurtar a conversa:

-Já dei minha opinião.

Passei uns dias bem deprê, não conseguia entender como podia estar naquele estado, sendo que tínhamos nos separado há um ano e meio e levei de boa, até porque foi minha a decisão. Mas o motivo era óbvio, a “nova Manu” que seguia delicada e calma, estava louca por pica, ou melhor, picas diferentes, e aquilo despertou em mim, tesão, ciúmes e insegurança. Só que agora ela não me queria mais, pelo menos não em uma relação monogâmica.

Para tentar espantar a tristeza, fodi muito com Leila, era outra também que enganava bem com um jeitinho de mimada, mas que na hora H, se revelava. Gozava berrando levando pica no cuzinho rosado, chegava até a ter espasmos e ainda tinha o fetiche de chupar meu pau depois que eu fodia sua bunda. Aprontei muitas com ela, enquanto isso, o sugar daddy quase sessentão pagava o aluguel do apartamento da garota, a fatura do cartão de crédito da mesma e ainda dava belos e caros presentes.

Uma semana após minha transa com Manu, fui visitar meu filho e quando voltei do passeio, ela entrou em meu carro e contou que havia terminado com Guilherme. Em seguida, me disse, meio receosa com a minha reação:

-A gente agora pode transar e mais de uma vez na semana. Que tal hoje?

Claro que fiquei muito tentado com a proposta, mas sabia que não obteria exclusividade, o tal Anderson ainda estava no páreo.

-Você está sugerindo que eu assuma o lugar do Guilherme e que seja o corno quando você for se encontrar com o cara da Range Rover?

-Credo! Não é assim! O Guilherme, realmente, estava sendo traído, mas com você sabendo, não seria a mesma coisa, além disso, você poderia continuar com suas saídas como com aquela branquinha de olhos azuis.

Passei a mão no rosto chateado e disse:

-Vou te perguntar só mais uma vez: você não quer abrir mão dessa maluquice de transar com 2, 3 por semana e voltarmos a viver juntos, como éramos antes, só que agora mais experientes para fazer dar certo. Você disse que me ama há uma semana e eu também te amo, vamos voltar.

Manu abaixou a cabeça triste por um tempo e depois me disse:

-Me desculpa, Wagner, eu te amo, mas não posso te prometer, pelo menos nesse momento, que conseguirei não ir me encontrar com o Anderson. Não pense que amo o cara, mas amo dar para ele, amo a pica dele dentro de mim e fazer quase tudo o que aquela puto gosto pede, sei que agora não vou conseguir parar, não agora, por isso, não quero te enganar. Você pode sair com outras, mesmo sabendo que morrerei de ciúme, aceitarei também, mas desde que seja só sexo e uma vez por semana, isso pode dar certo. Aceito até a gente voltar a morar juntos e prometo que só transarei com o Anderson, aliás, tá aí... pensando bem essa é uma ótima solução, porque teria você que amo e que trepa bem e toda quarta daria uma escapada com meu amante selvagem, mais nenhum.

Cortei-a e disse:

-Isso é totalmente sem cabimento. Boa noite, Manu, vá curtir a vida e seu amante pauzudo de todas as quartas.

Manu abriu a porta do carro triste e disse:

-É uma pena...mas pensa, talvez seja só uma fase e depois voltemos a ficar monogâmicos.

Arranquei com o carro, estava com ódio, mas logo minha cabeça começaria a cogitar a proposta...

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 333Seguidores: 877Seguindo: 12Mensagem Aviso: o site está infestado de contos produzidos por IA e/ou copiados de sites gringos. Mais grave: a maioria desses contos está sendo postada apenas por UMA OU DUAS PESSOAS, porém com nicks diferentes. Resta saber o que e se será feito algo realmente enérgico para que o site volte a ter apenas contos produzidos por autores de verdade. Aos leitores atentos e decepcionados que vêm falar comigo, quero dizer que entendo a frustração, mas o que poderia fazer, já fiz: informar e mostrar provas ao dono do site. Se algo será feito, já não depende mais de mim.

Comentários

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Caraca que conto , o marido é gente boa demais , e a esposa esta sendo sincera , tranparente e honesta .

Adorei os personagens .

Conto maravilhoso , escrita dispensa comentários.

Sera q o marido vai aceitar essa nova "esposa" ? Vamos aguardar

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