Brankinha acordou bem cedo no dia seguinte e foi com a fillha para a casa de seus pais. Ela contou para a mãe, sem detalhar os motivos, que havia brigado com Wagner e passaria o dia lá para esfriar a cabeça e evitar mais brigas.
Enquanto tomava café, seu celular vibrou com a mensagem do marido.
- Bom dia Má. Cadê você?
- Tô na minha mãe.
- Vou me arrumar rapidinho e já vou.
- Nem vem pra cá. Me deixa hoje. Vou passar o dia aqui e quando eu chegar a noite a gente conversa. Aproveita que hoje a casa é toda sua pra você bater quantas punhetas quiser.
- Caralho Má. Juro que não vou. Me desculpa.
- Pode bater. Eu não tô nem aí mais.
Wagner ainda tentou argumentar mas sua esposa não lhe respondeu mais. Se ele se masturbasse naquele dia, teria que gozar com muito peso na consciência.
Quando Brankinha chegou em casa encontrou o marido assistindo televisão na sala. Ela explicou que estava cansada e pediu que ele desse banho na filha, a colocasse para dormir e só depois fosse encontrá-la.
Ele atendeu os pedidos da esposa e foi conversar com ela. A porta estava fechada e ele a chamou dando duas batidas.
- Espera, não entra.
Brankinha não estava fazendo nada dentro do quarto e apenas quis saborear o poder de fazer seu marido esperar sua autorização. Após alguns segundos ela deu o aval.
- Oi Má, a gente precisa conversar.
- Pode falar.
- Me desculpa por ontem.
- Tá bom, tanto faz mesmo.
Wagner demonstrava não compreender a esposa.
- Como assim tanto faz?
- Eu já vi que não tem jeito e você não consegue me respeitar. É tão humilhante que eu fico até com vergonha de falar mas eu descobri que o meu marido, pai dos meus filhos, só pensa em putaria e em ficar batendo punheta todo dia.
- Porra Má, não é assim também.
- Como que não? Você já falou pra mim que batia punheta todo dia mesmo gozando sempre comigo. Aí você me prometeu que agora tava me respeitando, mas oque você tava fazendo escondido ontem enquanto eu dormia?
Wagner estava extremamente tenso e envergonhado, não conseguindo encarar a esposa.
- Me desculpa, Má. Eu tava meio bêbado ontem.
- Que desculpa ridícula Wagner. Então a culpa é minha que tentei ser legal e deixei você jogar bola e ficar bebendo com seus amigos?
- Claro que não.
- E outra. Você curte essas putarias nojentas. Tenho certeza que você adoraria estar no lugar daquele cara e gozar em cima de mim enquanto faz vídeos pra todo mundo ver sua mulher puta na internet.
- Pelo amor de Deus, Má. Você sabe que não.
- Mas de qualquer jeito foda-se também. Eu desisti de esperar que você me respeitasse e guardasse seu tesão só pra mim. Como eu te falei, eu não tô nem aí mais, pode bater punheta todo dia, quantas vezes quiser.
- Eu juro que eu não vou, confia em mim, eu te amo.
- Você pode até me amar, Wagner. Mas nós dois sabemos que você não consegue se controlar para me respeitar. Eu andei me informando sobre homens viciados em masturbação e agora já decidi. Enquanto você não reconhecer esse problema de vício em punheta que você tem, eu não vou mais te encher o saco e você pode bater punheta a vontade, só que o meu corpo você não encosta mais. E não esquece de uma coisa, eu não vou ficar grávida pra sempre e vou ficar magrinha de novo.
A fala de Brankinha fez Wagner responder assustado.
- Você tá louca né? Eu sou seu marido.
- E vai continuar sendo, mas você não pode me agarrar a força se eu não quiser. Só depende de você reconhecer seu problema.
- Todo homem bate punheta, você tá viajando.
- Eu já te falei que tô me informando bastante sobre isso pra tentar salvar nosso casamento e descobri que nem todo homem é assim. E os que conseguiram tratar esse problema melhoraram muito o relacionamento com a mulher. Olha só o quanto eu tenho me esforçado para pensar na gente, mesmo grávida. Mas fica tranquilo Wagner, agora você só vai brincar sozinho e vai poder refletir bastante se não era melhor reconhecer que precisa tratar isso pra voltar a ter prazer com sua mulher.
O corno tentou se aproximar para abraçar a esposa mas ela o empurrou com frieza.
- Sai fora, tira a mão. Eu tô cansada e quero deitar. Você vai dormir no outro quarto, assim você pode bater punheta a vontade.
- Eu não vou, essa cama aqui é nossa.
- Eu já disse. Eu não quero você me abraçando e se esfregando em mim enquanto continua me humilhando. Para mim é bem melhor estar ao lado do banheiro por causa da gravidez, mas já que você prefere piorar ainda mais as coisas, pode deixar que eu vou para lá.
Wagner não quis irritar ainda mais a esposa e foi para o outro quarto, deixando-a na suíte do casal.
Durante a semana o relacionamento continuou péssimo e eles pouco se falaram, mas na sexta-feira a noite Wagner procurou Brankinha quando chegou do trabalho.
- Oi meu amor. Não aguento mais esse clima entre a gente. Vamos ficar bem.
- Não sei do que você tá reclamando. Eu tô me sentindo péssima com essa gravidez e mesmo assim não tô te atormentando.
- Mas eu não quero você brava comigo e quero voltar a namorar minha mulher.
- Você sabe que eu não ando nem um pouco afim de sexo no momento.
- Eu sei, mas eu sou louco por você, Má. Aquelas nossas brincadeiras estavam uma delícia, mesmo sem a gente transar.
- Mas enquanto você preferir ficar brincando sozinho e me traindo pensando em outras, sem chance.
- Eu não quero mais brincar sozinho.
- Você tem certeza? Você jura mesmo que tá disposto a nunca mais bater punheta sozinho? Porque eu não consigo acreditar nisso.
- Eu juro, Má. Eu sei que vai ser muito difícil mas eu quero tentar, por você e por nós.
- Só que eu não quero mais ser enganada, não nasci pra ser trouxa de homem. Você disse tentar e isso pra mim não resolve, eu preciso ter certeza. Nós dois sabemos que você é viciado em bater punheta e não vai conseguir nunca se controlar sozinho, mas enquanto você não reconhecer isso eu não tenho como te ajudar.
Wagner estava cabisbaixo e a vergonha mal permitia que as palavras saíssem de sua boca.
- Porra Má. Não é fácil pra mim assumir isso também, né. Dá vergonha. Mas talvez você tenha razão. É muito difícil eu conseguir me segurar quando dá vontade.
- Eu sei, você fez isso a vida toda. Então me deixa te ajudar a largar esse vício de adolescente pra você poder virar um homem de verdade. Um monte de homem tem esse mesmo problema mas não tem coragem de pedir ajuda, eu tava lendo sobre isso.
- Então me ajuda.
Brankinha se entusiasmou e beijou o marido.
- Claro Wagner, tudo que eu quero é ajudar você a parar com essa coisa ridícula de moleque, mas você tem que confiar em mim.
- Tá bom Má, eu confio.
- Então amanhã eu vou precisar sair pra comprar uma coisa que vai te ajudar.
- Como assim, o quê?
- Você vai confiar em mim ou não?
- Tá bom, amor. Posso deitar com você aqui no quarto hoje, então?
- Ainda não, né. Só amanhã, depois que eu começar a te ajudar.
- Caramba Má.
- Não estraga tudo. Vai lá dormir e amanhã a gente volta a dormir juntos se você colaborar.
O marido se despediu de Brankinha e foi dormir sem imaginar o tipo de ajuda que ela desejava que ele aceitasse.
No dia seguinte ela preparou o almoço e após a refeição deixou o marido com sua filha.
- Tô indo lá pra frente, o Uber chega em dois minutos.
- Você chamou por aplicativo dessa vez?
- Claro. Tem coisas da nossa vida que ninguém tem que saber né. Acho que eu morreria de tanta vergonha se alguém que a gente conhece soubesse que eu sou casada com um punheteiro.
Wagner ficou constrangido e calado vendo sua esposa sair para buscar o instrumento que seria fundamental para a submissão dele.
Eu indiquei para Brankinha um sex shop na zona sul de São José, onde trabalhava minha colega Juliana, uma típica "japinha gostosa". Ela era toda estilosa e abusava das roupas curtas para exibir, provocantemente, um corpo coberto de tatuagens e piercings.
Brankinha nunca havia entrado em uma loja daquela. Sentia seu coração palpitar e seu rosto queimar ao se aproximar do balcão.
- Boa tarde, eu queria... desculpa, é que eu tô morrendo do vergonha.
Ela gaguejava e tinha dificuldade para falar mas Juliana sabia muito bem como conduzir essa situação.
- Boa tarde, fica tranquila, aqui a gente não tem preconceito nenhum e eu tô aqui pra te ajudar.
- É que eu tenho vergonha de falar o que eu preciso.
- Pode falar sem medo, eu já trabalho aqui faz um tempo e tô acostumada com fetiches exóticos.
- Mas oque eu preciso não é pra fetiche, é pra não deixar meu marido ficar batendo punheta escondido.
- Ahhh, isso é super normal. Acho que sei oque você quer.
- Eu descobri que tem um cinto de castidade que prende o pinto do homem e não deixa ele ficar duro.
- Sim, tem vários modelos e hoje em dia é cada vez mais utilizado. Eu mesma já fiz um namorado usar algumas vezes, hahaha.
Elas continuaram conversando e Brankinha acabou levando, intencionalmente, um modelo onde a gaiolinha de tamanho médio era um pouco maior e mais larga, para que o pintinho de seu marido ficasse folgado e parecesse menor.
Wagner estava visivelmente ansioso e passou o resto do dia olhando curioso para sua esposa, mas ela tinha deixado claro ao chegar em casa que eles só conversariam após a filha dormir.
Brankinha vestia uma pequena calcinha vermelha e colocou um shorts de pijama bem curtinho e transparente que permitia uma bela e provocante visão de sua bunda.
Wagner assitia televisão na sala e sentiu seu corpo todo arrepiar quando sua esposa sussurrou em seu ouvido.
- Vamos lá pro quarto, tá na hora da gente conversar.
Ela foi caminhando a frente de seu marido e sabia que ele ficaria excitado com aquela visão que, há tempos, já não tinha. Quando estava entrando no quarto, Brankinha virou-se rapidamente para trás e flagrou Wagner olhando diretamente para sua bunda. Ele olhou assustado para ela, que apenas sorriu e sentou na poltrona ao lado da cama.
- Estou mega feliz que você, enfim, tá reconhecendo seu problema de ser viciado em bater punheta.
- Porra Má, você falando assim é foda também.
- Ué, vamos começar do zero, de novo? A gente já conversou sobre deixar as coisas bem claras entre nós e você já reconheceu que não consegue se controlar. Eu não tenho o direito de não querer meu marido gozando pensando em outras? Já tô cansada desse tipo de traição, é humilhante pra mim.
- Me desculpa Má.
- Eu tava adorando você todo carinhoso comigo nas últimas semanas. Me dando presente, me fazendo massagem. E eu vi você cheio de tesão olhando minha bunda, tenho certeza que você também tá com saudade da gente junto de novo.
- Claro que tô né.
- Então você vai parar, de vez, com esse negócio de bater punheta sozinho e ficar pensando num monte de vagabunda?
- Já falei que vou.
Brankinha se levantou, foi até o guarda-roupa e entregou uma caixinha para Wagner.
- Como a gente sabe que sozinho você não ia conseguir, eu descobri um jeito de você não ficar mais de pinto duro se eu não estiver junto, daí não tem como você bater punheta escondido.
Ele olhou assustado para a esposa.
- Que porra é essa Má?
- É uma gaiola masculina. Eu pesquisei bastante sobre seu problema e vi vários casais que usaram isso pra melhorar o casamento. Até casal que já tava se separando ficou junto de novo.
- Você deve tá louca, isso daqui vai prender meu pau.
- Claro que vai Wagner, por isso chama gaiola. É pra deixar o passarinho preso. Mas não machuca, um monte de homem usa.
Wagner olhava para a gaiolinha com curiosidade e medo.
- Não conheço nenhum que usa.
- Claro que não conhece, nenhum homem que usa tem coragem de contar para ninguém né. Ou você vai querer que alguém saiba que você tá usando uma porque não consegue parar de bater punheta?
- Claro que não.
- Então, eu juro que me informei bastante e até conversei com a moça da loja. Ela disse que um namorado dela já usou também.
- E eu vou ter que usar isso por quanto tempo?
- Aí depende de cada homem. Você passou a vida inteira batendo punheta quase todo dia, então, provavelmente, não vai ser tão rápido desacostumar seu corpo e fazer você conseguir se controlar. Vai depender muito do seu esforço.
- Não sei Má, isso parece loucura.
Brankinha demonstrou seu desapontamento, falando desanimada.
- Eu sabia que você só tava querendo um jeito de me enrolar. Se você quisesse mesmo parar com isso você usaria.
- Eu quero parar mas não quero ficar com meu pau preso nisso.
- Quer saber? Cansei. Minha vida tá horrível com essa gravidez e mesmo assim eu fico tentando me preocupar e fazer de tudo para melhorar nosso casamento e nossa família. Não quer usar, não usa. Mas eu nunca mais vou confiar em você, porque eu sei que não posso e você sempre me engana pelas minhas costas.
- Caralho Má, se coloca no meu lugar também. Eu vou ficar com meu pinto preso.
- E qual o problema dele ficar preso quando eu não estiver junto? Se você não vai se masturbar porque você precisa ficar com o pinto duro? E você já se colocou no meu lugar? E se fosse eu que ficasse me masturbando e gozando pensando em outros homens?
Wagner ruborizou envergonhado e ficou calado enquanto sua esposa pegava a gaiola da mão dele.
- Como eu sou idiota. Eu vou guardar então. Vai pro outro quarto bater sua punheta e me deixa dormir, pelo menos.
A noite terminou de um jeito que nenhum dos dois desejava. Brankinha não conseguiu prender seu marido na gaiolinha e ele não conseguiu fazer as pazes com sua esposa.
No domingo eles mal se falaram durante o dia e Brankinha já estava indo dormir quando Wagner a procurou.
- Pô Má, a gente tem que resolver isso.
- Eu já arrumei um jeito de resolver, mas você não quer nem tentar.
- Então, eu não paro de pensar nisso. Será que o único jeito é prendendo meu pau naquela gaiola?
- Pensa bem, com ele preso, não tem como ele ficar duro e você não vai conseguir bater punheta nem se você quiser. É o único jeito que eu vou poder ficar tranquila. Você mesmo já reconheceu que não consegue controlar seu vício sozinho. Por exemplo, duvido que você não bateu punheta essa semana mesmo com a gente brigando por causa disso. Tô errada? Mas tem que falar a verdade.
Wagner ficou em silêncio, sem conseguir encarar a esposa.
- Vai, fala.
- Bati.
- Todos dias?
- Não foram todos dias.
- Mas tenho certeza que essa noite você bateu de novo, pra se garantir, imaginando que agora vai ficar preso na gaiola e isso vai acabar. Tá tudo bem Wagner, já disse que eu quero te ajudar, mas você tem que ser sincero comigo.
- Me desculpa Má.
Ela abraçou o marido carinhosamente, fazendo cafuné.
- Então tenta usar a gaiola.
- Tá bom, eu vou tentar. Mas se começar a doer muito ou der algum problema você tira, hein.
Brankinha levantou entusiasmada e foi buscar a gaiola.
- Isso sim é prova de amor. Tô tão feliz que você tá se esforçando pelo nosso casamento. Tira a cueca pra gente colocar.
Ele estava assustado com a chegada do momento decisivo.
- Calma. Eu vou ter que usar até no trabalho e na hora de dormir?
- Vai ter que usar o tempo inteiro, né.
- Mas eu não posso ficar com meu pinto preso pra sempre. E quando você vai soltar ele?
- Fica tranquilo. Principalmente no começo eu vou soltar ele mais vezes, até você ir se acostumando. E na verdade, vai depender do seu esforço também. Se você estiver me valorizando e sendo carinhoso, sempre me agradando, com certeza eu vou ficar animada pra te recompensar e te agradar também, né. Eu tô valorizando muito o seu esforço, tô orgulhosa de você.
Wagner estava abalado e inseguro, mas já não encontrava argumentos para contrariar a esposa. O machão de outrora estava prestes a entregar o controle de sua vida sexual nas mãos dela.
- Dá aqui que eu vou no banheiro colocar.
- Nada disso, porque não coloca na minha frente? E provavelmente você nem sabe colocar e não vai conseguir sozinho. A moça da loja me ensinou como colocar. Tira a cueca e deita, que deitado vai ser melhor.
Ele obedeceu Brankinha e deitou-se pelado. Sob os olhares atentos do marido ela passou o pênis e o saco pelo anel, mas antes que pudesse colocar a gaiola, Wagner começou a ter uma ereção.
- Ah não Wagner, ele não pode ficar duro pra entrar.
- Me desculpa Má, é que com sua mãozinha pegando nele fica difícil.
- É que você não tem controle nenhum, tá vendo? A hora que ele amolecer eu coloco.
Ela aguardou alguns minutos mas a ereção dele não baixava. Estava claro que a posição submissa e vulnerável em que ele se encontrava o excitava muito, e ele apenas não tinha coragem de assumir.
- Trata de baixar esse pinto logo, tô cansada.
- Eu tô cheio de tesão Má, se eu gozar ele abaixa na hora.
- Era só oque faltava. A gente tá aqui, justamente para você parar com sua punheta e você já tá querendo gozar, cara. Sério, eu vou desistir.
- Tá bom, foi mal, você tá certa. Mas tem que esperar um pouco, então.
Após mais alguns minutos, o pau do corno finalmente amoleceu, e ela pode colocar e trancar a gaiola, mas ficou sobrando um grande espaço dentro da gaiola.
- Nossa Wagner, essa gaiola é muito grande pra você. Vamos ter que comprar uma menor.
- Como assim menor?
- Ué, a gaiola é feita para prender bem o pinto. Não deixar ele escapar e nem ficar duro lá dentro. E olha quanto espaço tá sobrando na gaiolinha, praticamente dá pro seu pau caber duro dentro dela. E também dá para você escapar fácil, desse jeito.
Ela mostrou como seria possível retirar facilmente o pênis do marido de dentro da gaiola, mesmo sem abri-la.
- Essa é a tamanho médio, eu achei que dava, mas pro seu tamanho vai ter que ser a gaiolinha pequena.
O corno sentiu seu rosto queimando de vergonha.
- Se for menor vai apertar, assim não tá machucando.
- Mas também não tá servindo pra nada. Amanhã de manhã você podia me levar lá pra gente pegar uma menor né?
- Tá bom, a gente vai lá.
- Então vamos deitar que já tá tarde.
- Posso dormir aqui com você?
-Você que sabe. Se conseguir se controlar e não ficar se esfregando em mim pode. Se não vai lá no outro quarto bater punheta.
Wagner preferiu demonstrar respeito e decidiu dormir com sua esposa novamente, mesmo que isso significasse desperdiçar sua última chance de gozar livremente.
Ao acordar no dia seguinte, Brankinha viu que Wagner estava dormindo de pau duro, o famoso "tesão matinal", e resolveu usar isso para judiar um pouco mais de seu marido. Ela deu um grito que fez o marido acordar assustado.
- Que isso Wagner? Se controla.
- Hã? Caralho Má, que susto.
- Eu que tomei susto quando acordei com você me coxando. Olha como você tá?
Ele olhou pra baixo e viu seu pênis ereto esticando a cueca. O corno já estava começando o dia constrangido.
- É automático, você sabe que ele fica assim sozinho quando tô dormindo.
- Isso eu sei, mas você tava se esfregando em mim, me coxando. Se já tivesse desde ontem preso na gaiola isso não tinha acontecido.
- Me desculpa amor.
- Vamos tomar café e depois a gente vai na loja resolver isso.
Após a refeição matinal, Brankinha alegou estar com tontura e fraqueza, e foi se deitar por não estar bem. Quando Wagner a questionou sobre a ida à loja, ela disse que não conseguiria ir por estar muito mal e pediu para ele ir sozinho, causando desespero nele.
- Eu ia te levar lá, mas não ia entrar na loja.
- Qual o problema de você entrar lá?
- Você tá louca, imagina a vergonha pra mim.
- Por que vergonha?
- Porque eu vou estar comprando uma gaiola pra prender meu pinto. Se eu tiver que ir sozinho eu não vou. Amanhã eu te levo lá se você estiver melhor.
- Que inferno Wagner, você usa tudo de desculpa para poder me enrolar. Sem a gaiola você não vai mais dormir comigo, mas acho que no fundo é isso que você quer, ficar dormindo no outro quarto sozinho para poder ficar batendo punheta todo dia.
- Claro que não. Eu quero ficar bem com você mas...
Ele gaguejava envergonhado e não conseguia falar
- É que...eu...porra Má...eu vou ter que chegar lá e pedir uma gaiola de tamanho pequeno.
- Como você é bobo. Isso não tem nada a ver. Tem mulher que tem a bundona bem grande e eu quase não tenho bunda, a minha é pequena. Você não gosta da minha bunda porque ela é pequena?
- Claro que gosto.
- Então Wagner, é a mesma coisa. Tem homem que tem pinto grande e tem homem que tem pinto pequeno. Eu nunca liguei para isso. Eu te amo e você é o pai dos meus filhos.
O corno estava ouvindo a esposa falar na sua cara que ele tinha um pinto pequeno, mas a maneira como ela colocava isso não permitia que ele reclamasse. Ele estava tendo a sua masculinidade atingida em cheio e tinha que aceitar calado. A vergonha estava tomando conta dele e suas palavras saíam quase como um sussurro.
- Mas pra homem é diferente.
- Então não vai. Eu já tô de saco cheio de só eu me esforçar pelo nosso casamento. Depois daquela coisa ridícula que aconteceu semana passada eu já tinha tomado a decisão de não falar mais nada, tanto que eu já estava quieta na minha, mas você veio insistir dizendo que ia parar com essa palhaçada. Mas se você não quer se esforçar pra parar, pelo menos não me enche o saco mais.
Wagner se encontrava perdido e calado. Se ele quisesse agradar a sua esposa e ficar bem com ela teria que passar pela humilhação de ir comprar pessoalmente uma gaiolinha pequena para prender seu pintinho. Enquanto escovava os dentes tomou a decisão que mudaria sua vida e comunicou à esposa.
- Fica aí então que eu vou lá buscar. Eu te amo e não aguento mais viver nesse clima. Quero te ver feliz e quero que nosso casamento melhore. Nosso segundo filho já está para nascer e precisamos ficar bem. Prometo que vou me esforçar o máximo que eu puder.
Brankinha demonstrou estar feliz e emocionada com a fala do marido e agradeceu o esforço dele. Assim que ele saiu de casa ela me mandou uma mensagem.
- Deu certooooooo. Eu nem acredito. Ele tá indo lá comprar a gaiolinha menor. Queria poder ver a cara dele quando tiver que falar que para ele tem que ser uma gaiolinha pequena kkkkkkkk.
- Olha como essa Brankinha é uma esposa safada. Falta pouco para esse corno estar trancado numa gaiolinha kkk.
Eu não pude ver a cara dele na loja, mas pude imaginar, pelo que Juliana me contou, o quão difícil e vergonhoso isso foi para ele.
Wagner entrou na loja olhando curioso para todos os lados e e ficou observando os produtos expostos. Juliana caminhou em sua direção deixando ele hipnotizado e quase babando com a visão proporcionada. Ela estava com uma saia curta que exibia as coxas tatuadas e vestia uma blusa regata justa e um pouco transparente, sem sutiã, que destacava os piercings nos mamilos e permitia uma visão detalhada dos seus seios.
- Bom dia, posso te ajudar?
Wagner estava visivelmente nervoso e com dificuldade para falar.
- Oi, bom dia. Eu...eu tô querendo...ééé...
- Pode falar, não precisa ficar sem graça.
- Você tem gaiola masculina?
- Ah, tenho sim. Vem aqui no balcão que eu vou pegar pra você.
Juliana voltou com o modelo igual ao que Brankinha havia comprado.
- Esse é o modelo que mais sai, mas eu tenho outros também.
Wagner ficou alguns segundos quieto, olhando para gaiola em suas mãos e tentando encontrar a melhor forma de dizer o que ele precisava. Sua voz saiu quase inaudível.
- Tem menor?
Juliana verificou na parte de baixo do balcão mas não encontrou nenhuma.
- Acho que não tem, é que a gaiolinha pequena quase não vende. Você tem certeza que quer a pequena? Essa que eu te mostrei não é a grande, é a tamanho médio. No sábado uma moça grávida levou essa pro marido dela.
Instantaneamente o rosto de Wagner se avermelhou e seu coração bateu acelerado. Ele sabia que ela estava se referindo a Brankinha.
- É a minha esposa.
Juliana demonstrou surpresa e não conseguiu conter uma pequena risada.
- Ah, entendi. É que você já viu que a média ficou grande e pra você tem que ser a gaiolinha pequena.
Wagner sorriu envergonhado sem ter oque falar e apenas conseguiu balançar a cabeça confirmando.
- Então espera aqui, que eu vou lá dentro no estoque ver se eu acho uma pequena pra você.
Após alguns minutos lá dentro, Juliana retornou animada.
- Ainda tinha uma no estoque.
Wagner pagou rapidamente, sem nem olhar pra gaiola, mas antes de sair perguntou curioso.
- A Má me falou que seu namorado já usou. Não tem perigo de dar algum problema mesmo?
- Pode ficar tranquilo, não tem perigo. É meu ex namorado, a gente terminou quando ele não quis mais usar a gaiola.
A resposta dela deixou Wagner ainda mais curioso.
- Você terminou com ele por causa da gaiola?
- Claro. Ele era muito sem vergonha, então a gente só começou a namorar depois que ele estava preso na gaiola. Mas o problema dele foi ao contrário do seu, pra ele a média ficou apertada, só que você deu mais sorte do que ele, porque não tinha a grande no estoque, então ele teve que esperar chegar pra gente começar a namorar. Aí, depois de 8 meses de namoro ele não quis mais usar, então a gente terminou.
A humilhação ficou estampada no rosto de Wagner quando ela citou o fato da gaiola média ficar apertada no ex-namorado.
- Entendi.
- Agora ele tá correndo atrás da japinha aqui mas tô dando uma enrolada e pensando bem se volto. Ele teve a chance dele e não valorizou, hahaha.
Ela enfatizou "japinha aqui" apontando para si mesma, fazendo com que Wagner olhasse, mais uma vez, para aqueles seios lindos e com piercings provocantes nos mamilos. Quando ele ergueu o olhar, Juliana estava olhando para ele com um sorriso sarcástico nos lábios, deixando ele extremamente envergonhado. Wagner agradeceu a ajuda e foi embora.
A visita à loja foi bastante provocante (e humilhante) para o corno.
Brankinha estava fazendo o almoço quando ele retornou e só pode dar atenção ao marido após a refeição. A filha brincava quando eles puderam conversar brevemente em particular.
- Deu certo lá?
- Deu sim, aqui ó.
Ela pegou a caixinha e ao abrir não conteve uma risada jocosa.
- Nossa Wagner, gostei. Escolheu uma gaiolinha rosa pra deixar claro que esse pau é da sua mulher.
Os olhos dele se arregalaram e seu rosto incandesceu.
- Porra, aquela menina tá de sacanagem. Eu nem sabia que era rosa.
- Ah, eu gostei, hahaha.
O corno estava nervoso com a inesperada cor do objeto.
- Tá de palhaçada com a minha cara né, Má.
- Tô brincando né. Mas você sabe que eu adoro tudo rosa, de verdade. E como eu sou a dona do seu pau, ia adorar que a gaiola fosse rosinha sim. Mas se você não quer, vai lá e troca.
Ele ficou pensativo e acabou respondendo desanimado.
- Pior que eu acho que não tem como trocar. Ela teve que procurar no estoque pra achar essa de tamanho pequeno.
- Então fica com essa, ué. Eu vou gostar dele assim, vai estar com a cara da dona dele.
- Vou ficar ridículo com isso.
- Agora parei de brincar. Falando sério, tanto faz a cor, Wagner. Ninguém vai ver mesmo. Para de bobeira. O importante é que, a partir de agora, a gente vai começar a resolver seu problema.
Wagner estava nitidamente preocupado e olhava pensativo para a gaiolinha em sua mão.
- Tá bom, a noite a gente coloca então.
- Por que a noite? Já coloca agora antes de ir pro trabalho.
- Porque daí vou estar aqui em casa e ver como vai ser usando ela.
- Hum. Não sei não, não é desculpa pra me enrolar?
- Eu juro que não. Quando eu chegar a gente coloca.
- Tá bom. Mas a noite não vai ter mais desculpa, hein.
Ao chegar do trabalho, Wagner encontrou a esposa deitada com a televisão ligada.
- Oi amor, tá acordada?
- Tô sim, tô morrendo de sono mas não ia dormir sem esperar você chegar né. Vai lá tomar um banho pra gente colocar logo.
Após o banho, ele deitou pelado na cama. Brankinha abriu a caixinha e pegou a gaiolinha em suas mãos.
- Será que essa agora vai servir?
- Eu acho que essa é muito pequena, isso sim.
Conforme ela se aproximou do marido, o pênis dele começou a ganhar vida.
- Não começa, com ele ficando duro assim não cabe mesmo, mas quando ele tá mole, ele fica bem pequeno e cabe sim.
Brankinha falava de uma forma natural para não demonstrar interesse em depreciá-lo, mas sabia muito bem a humilhação que estava impondo a cada comentário sobre o tamanho diminuto do pênis dele e estava adorando ver a vergonha estampada na cara do corno. As humilhações estavam minando sua confiança e ele já nem estava conseguindo reclamar. Apenas tentou conquistar alguma piedade da esposa
- Me deixa gozar antes de prender, por favor Má. Agora ele vai ficar preso.
- Com muito atraso né. Se ele já tivesse preso antes, eu não teria passado por tanta humilhação. E você prometeu que não ia tentar me enrolar quando chegasse hoje à noite.
Wagner estava sem saída e só lhe restou aguardar seu membro amolecer para ter sua nova condição sexual selada. A nova gaiolinha era do tamanho ideal para seu pintinho. Justa e inescapável, porém sem esmagar e ser dolorida.
Brankinha estava extremamente feliz e dava beijinhos no rosto e no pescoço enquanto segurava com firmeza as genitais presas dele, fazendo o corno gemer.
- Isso que é homem de verdade, obrigada amor.
Ela raramente chamava Wagner de "amor", mas fez questão de se referir a ele assim nesse momento especial.
- Ooohhhhh, quero te ver feliz meu amooooor, mas agora tira um pouco a mão que ele já tá ficando apertado lá dentro.
Brankinha sorriu ao ver seu marido sofrendo, pela primeira vez, ao sentir seu pintinho tentando ficar duro dentro da gaiolinha.
- Olha só como as coisas já estão mudando. Tá pedindo pra eu não colocar a mão, hahaha.
- Porra Má.
- Você tá certo, agora não é hora pra isso, tô gostando de ver. Vamos dormir que já tá tarde.
Ela fingiu mexer no celular enquanto se deitava e observou silenciosamente enquanto Wagner olhava curioso para seu pinto preso e o manuseava de um lado para o outro antes de colocar a cueca e também se deitar para dormir.
- Estou muito orgulhosa de você e também tava com saudade de dormir juntinho de um jeito carinhoso, sem putaria. Vem deitar abraçado de conchinha comigo e com nosso filho que já está quase chegando.
As palavras eram ditas de forma inocente por Brankinha, mas ela sabia muito bem o quanto seria torturante para seu marido sentir seu corpo quente e o pintinho engaiolado dele encaixado em sua bunda.
No meio da noite ela acordou ouvindo barulhos no banheiro e percebeu que era Wagner resmungando lá dentro. Sorriu por dentro ao saber o sofrimento que ele já estava tendo na primeira noite. Logo após o despertador tocar pela manhã, antes mesmo que pudesse abrir os olhos e despertar realmente, foi abordada pelo marido que já estava acordado.
- Bom dia Má, não vai ter jeito. Tira esse negócio.
Ela sentou-se na cama e prestou toda sua solidariedade ao corno recém engaiolado com um beijo apaixonado e um afago no rosto.
- Bom dia amor, oque aconteceu? Eu vou te ajudar.
A maneira carinhosa com que ela o tratou fez Wagner abaixar o tom de voz.
- Já tá muito ruim uma noite só usando essa gaiola.
Brankinha olhou nos olhos do marido por alguns segundos e depois o abraçou apoiando a cabeça em seu peito e falando de forma dramática.
- Eu sei que não vai ser fácil pra você meu amor, e do mesmo jeito que você está se esforçando muito, eu também prometo me esforçar ao máximo pra te ajudar no que for possível, mas por favor, não desiste ainda.
Sua demonstração amorosa de preocupação fez seu marido abaixar de vez a guarda e falar de forma calma.
- Desculpa amor. É que eu não consegui nem mijar direito.
- Como assim não conseguiu?
- É que começou a espirrar e eu tive que mijar sentado pra não fazer sujeira.
- Mas agora vai ser assim. Essa é, justamente, uma das melhorias que a gaiolinha traz. Toda mulher sempre falou que seria bom se o homem fizesse xixi sentado e não espirrasse na privada toda.
- Não é simples assim, tem lugar que só dá pra mijar em pé.
- Calma, vamos acordar nossa princesa pra gente tomar café e depois a gente vem pro quarto, de novo. Eu só ia abrir a gaiolinha hoje a noite, mas eu abro pra você tomar banho e a gente vê como está.
A simples menção de abrir a gaiolinha fez Wagner concordar imediatamente e ir lavar o rosto.
Ao retornarem ao quarto, Wagner foi para o banheiro e aguardou sua esposa trazer a chave que possibilitaria seu alívio momentâneo. Ela enrolou uns minutos para aumentar a ansiedade de seu marido controlado e teve que segurar a risada ao vê-lo sentado nu no vaso sanitário, com a gaiolinha rosa se destacando abaixo da barriga. Ela retirou a gaiola e foi para a sala vigiar a filha que estava sozinha, mas o manteve em alerta.
- É só pra tomar banho, hein. Nada de punheta.
Brankinha trouxe a filha consigo para o quarto, a colocou na cama e lhe entregou o celular para que a menina ficasse sentada quieta. Caminhou silenciosamente e entrou no banheiro flagrando o marido de pau duro enquanto ensaboava as axilas. Ele já estava olhando atentamente para a porta, aguardando a entrada repentina da esposa para se explicar.
- Você tá vendo que ele tá duro mas eu não tô batendo uma.
Ela olhou sério para o marido mas perguntou calmamente.
- E por que ele tá assim então?
- Não sei, será que não é porque ficou preso muito tempo?
O rosto de Brankinha expressou seu descontentamento com a pergunta dele.
- Claro que não, você não ficou nem um dia preso. Tanto que dá para ver muito bem que não aconteceu nada e ele está funcionando normal. Pra ele estar assim você deve tá pensando naquelas putas que você fica vendo no celular.
- Nada a ver, eu juro que não.
- Então no que você ficou pensando na hora que soltei sua gaiolinha e você entrou no banho?
- Pra falar a verdade eu só consigo ficar pensando que vou ter que voltar pra gaiola. Toda hora que eu penso nisso parece que ele fica duro pra não ter que entrar lá.
Brankinha sorriu de satisfação, pois sua dominação estava se tornando um fetiche para Wagner e ele já se excitava fortemente com o controle exercido pela esposa e com a negação de prazer que ela o impunha.
- Hahaha, você tem cada idéia ridícula. Termina logo esse banho pra gente prender ele de novo.
Enquanto se secava, o pênis dele amoleceu e Brankinha lhe entregou a gaiolinha pedindo para ele tentar colocá-la sozinho, mas segurou consigo o pino de trava e a chave. Apesar de uma dificuldade inicial, principalmente para passar as bolas pelo anel, ele conseguiu colocar a gaiola corretamente.
- Pronto, pode trancar.
Cada singelo momento como esse era extremamente significativo pra Brankinha e ficava gravado em sua memória. Aquele marido babaca e egoísta que tantas vezes tinha te comido sem se preocupar com a sua vontade ou em lhe proporcionar algum prazer, agora estava sentado à sua frente pedindo que ela trancasse seu pênis numa gaiolinha cor de rosa.
Após estar confinado, ele a questionou novamente sobre o fato de não poder mais urinar em pé.
- Qual o problema? Mulher só faz sentada e não morre por causa disso.
- Mas tem lugar que só tem mictório no banheiro de homem.
- Lá no seu trabalho é assim?
- Lá não, mas...
- Então pronto, quando a gente for em algum lugar assim a gente vê e eu te solto, mas no dia a dia não tem desculpa.
O primeiro dia de Wagner usando a gaiolinha merecia um encontro nosso para comemorar. Ao anoitecer Poli foi para a casa de Brankinha para cuidar da filha da amiga e ficou incrédula com a forma que ela havia conseguido dominar o marido.
- Caralho amiga, é sério? Você falava mas eu duvidava que isso fosse acontecer. Eu nem sabia que isso existia.
- Eu também não sabia. É uma loucura oque tá acontecendo, o Wagner tá com o pinto preso. E a gaiolinha ainda é cor de rosa, hahaha.
- Hahaha, puta que pariu. Mas bem feito pra ele também.
- Exatamente amiga. Quantas vezes você me viu chorando porque o Wagner foi escroto comigo? E a hora que eu estava conseguindo reunir forças e me estruturar pra me separar dele veio essa segunda gravidez. Você tinha que ver a cara dele quando teve que ir comprar uma gaiolinha de tamanho pequeno, hahaha.
- Hahaha, vou ter que me segurar pra não rir quando encontrar ele.
- Que isso amiga? Respeita meu marido, hahaha. Vou indo lá então. Obrigada pela ajuda.
Dessa vez o encontro foi na minha casa e ela estava eufórica. Falava efusivamente sobre a nova condição do marido e que o corno era meu fã sem saber, porque ele gostou de se masturbar vendo eu gozar nos peitos da esposa dele. Debochava dizendo que ele não era um homem de verdade e que a cor rosa combinava com o pintinho dele.
- O que seria de você sem mim, hein? Hahaha
Ela me dava beijinhos por todo o rosto enquanto eu a abraçava apalpando sua bunda.
- Pior que você tá certo. Eu te amo cheirinho. Desde que você apareceu eu nunca mais precisei transar com o Wagner. Já fazem quase 3 meses que aquele corno não me come, hahaha.
Eu agarrei seus cabelos com força pela nuca, lhe dei um beijo ardente e demorado, e fui descendo beijando seu pescoço. Uma mão minha puxava sua cabeça para trás, a dominando, e a outra abaixava uma das alças de seu vestido, expondo aquele seio maravilhoso que foi abocanhado e ferozmente chupado por mim, fazendo Brankinha gemer. Continuei puxando seu cabelo e subi beijando seu pescoço até parar na sua orelha e dizer com firmeza:
- Prender o pintinho do seu marido não é o ápice, você ainda vai fazer aquele corno vir me pedir para comer você.
Após minha fala eu soltei seu corpo e ela se afastou me olhando incrédula por alguns segundos. Depois começou a rir.
- Eu ia adorar, hahaha. Mas eu duvido que o Wagner faria isso.
- Ele já está fazendo muita coisa que, antes, você não imaginava.
Enquanto a gente conversava ela começou a colocar a alça do vestido para cobrir novamente o seio exposto. Eu a encostei na parede e abaixei as duas alças de uma vez, deixando seus grandes peitões à mostra. Massageava vigorosamente seus seios e esfregava em meu rosto, me afogando neles.
- Enquanto seu filho não nasce, sou eu que mamo nesse peitão.
Saboreei vorazmente os dois seios e deixei minha marca com um forte chupão ao lado de uma pinta sexy que ela possuía na parte de baixo do seio esquerdo.
- Aiiiiii cheirinho. Olha como ficou roxo.
- Hahaha, você sabe que eu adoro deixar essa sua pele branquinha marcada para garantir que o corno não vai poder ver.
Brankinha já estava entrando no último mês de gravidez, com uma grande barriga, e precisava também de cuidados. Afaguei seus cabelos e a beijei.
- Você sabe que eu adoro ter minha Brankinha bem submissa, de joelhos, me chupando né. Mas eu sei que nesse final de gravidez é difícil para você, então senta na cama e encosta lá na cabeceira, como da última vez.
Eu abri a parte de trás, deixando o vestido cair e desci beijando suas costas, desde a nuca até chegar ao cóccix, lhe deixando toda arrepiada. Suavemente fiquei contornando sua calcinha com as pontas dos dedos antes de me agachar e retirá-la dando beijos em sua bundinha e um tapinha suave com uma ordem.
- Vai lá, minha putinha.
Ela prontamente obedeceu e sentou conforme ordenado. Brankinha adorava essa forma de dominação carinhosa que eu exercia.
Me posicionei em pé à sua frente e quando ela veio segurar meu pau para começar a chupar eu dei um tapa em sua mão.
- Eu deixei?
- Desculpa meu macho. Eu posso chupar seu pau?
- Ainda não, só depois que você fizer o que eu mandar.
- E o que sua putinha tem que fazer?
- Agora está no horário de jantar do Wagner. Liga pra ele, e a hora que ele atender você pode começar a chupar o meu pau.
Ela olhou para cima assustada, com os olhos arregalados, me dizendo que isso era arriscado demais, porém eu expliquei como funcionaria sua conversa com o marido e ela pegou o celular, realizando a ligação. Quando ele atendeu foi possível perceber que ele estava em um local barulhento e nesse momento sua esposa começou a dar beijinhos e chupar suavemente a cabeça do meu pau enquanto conversava.
- Oi Wagner, que barulheira, já jantou?
- Oi amor, tô jantando agora. É muito barulho aqui no refeitório.
- Fiquei preocupada com você e tô ligando pra saber como está sendo o primeiro dia trabalhando preso.
Provavelmente o corno deve ter se envergonhado com a pergunta e temido que alguém pudesse ouvir, sussurrando sua resposta de forma genérica e mudando de assunto.
- Tá difícil mas tô conseguindo levar. E você, já jantou?
Brankinha não perdeu a chance de provocar o marido.
- Jantei sim, mas não tava muito afim de comer comida e ainda bem que tinha aquele sorvete no freezer. Acabei de pegar duas bolas bem grandes pra eu chupar.
- Ficou estranho você falando assim, hahaha.
Enquanto ele respondia, sua esposa lambeu meu saco e chupou suavemente uma das minhas bolas.
- Lá vem você pensando besteira. Vou desligar então, liguei só para saber se tava tudo bem por aí. Tchau, beijo.
Assim que ela desligou o celular eu segurei seu cabelo, bati meu pau na sua cara duas vezes e segurei ele apontado para cima, oferecendo as bolas pra ela chupar, enquanto ordenei.
- É pra saborear, sem pressa, essas duas bolas.
Minha Brankinha sabia me agradar com maestria e iniciou dando lambidinhas rápidas na "costura" abaixo do saco. Depois retirou minha mão, para deslizar delicadamente seus dedos em meu pau, enquanto sua boca molhada lambia e chupava lentamente cada bola.
- Tá gostoso minha putinha?
- Uhum.
- Caralho, como você chupa gostoso. Adoro lembrar que aquele corno é casado com você e, mesmo assim, nunca sentiu as maravilhas que essa boquinha faz, hahaha.
- Ele não merece.
- Então agora inverte. Engole minha rola e faz um carinho no meu saco.
Ela obedeceu instantaneamente, beijando e lambendo toda a extensão do meu pau, até engolir tudo e começar a mamar como uma bezerra, enquanto seus dedos deslizavam suavemente pelas minhas bolas. Manteve mão e boca me excitando em uma cadência perfeita que me deixou insano de tanto tesão e muito próximo de um orgasmo.
Eu quase me entreguei ao boquete perfeito que recebia de minha putinha casada, mas ainda precisava comer sua bucetinha antes de devolvê-la para o marido. Me esforcei para não gozar em sua boca e desci da cama. Fiquei em pé e puxei Brankinha para mim, mas antes que eu pudesse penetrá-la, ela me fez um delicioso pedido, com voz manhosa.
- Espera cheirinho, me chupa um pouquinho antes. Por favor, meu macho.
Apesar do meu pênis explodindo de vontade de meter e gozar, o pedido para chupar aquela bucetinha rosa era irresistível, e poder satisfazer minha Brankinha e fazê-la gozar às vésperas do nascimento do seu filho era uma honra para mim.
Me agachei ao lado da cama e a puxei para a beirada. Beijei suavemente sua buceta maravilhosa, deixando-a bem molhada com minha saliva e comecei a deslizar meus dedos por toda a extensão. Subia e descia lentamente meus dedos fazendo-a suspirar desejando por mais. Após algum tempo provocando com minha mão, comecei a beijar e chupar sua vagina com ímpeto. Quando eu parava brevemente para respirar, não lhe dava descanso e a masturbava freneticamente até voltar a chupá-la. Ela gemia cada vez mais alto e gozou humilhando o marido.
- Isso meu macho. Aquele corno tem nojo de buceta. Você chupa com gosto. Ahhhhh...isso...ahhhh...chupa...ahhhh...você come a esposa dele grávida, seu cachorro safado...ahhhhh...você prendeu o pintinho dele, cheirinhoooooo.
Ver Brankinha gozar humilhando seu marido corno daquela forma manteve meu tesão aceso e meu pau extremamente duro.
Ela estava de olhos fechados curtindo o relaxamento pós orgasmo, quando eu coloquei suas pernas abertas em meus ombros e a penetrei lentamente. Senti sua vagina contrair, apertando meu pau e tornando a invasão ainda mais prazerosa, enquanto ela mordia os lábios com uma expressão sôfrega. Continuei penetrando de forma cadenciada e a orientei para que contraísse sua buceta quando eu estivesse entrando e relaxasse quando eu estivesse saindo. Mantivemos esse ritmo coordenado até atingir uma sincronia perfeita. Sua gestação em período final não permitia que eu me debruçasse sobre ela para lhe beijar, então apenas acariciava sua barriga e suas pernas, e apreciava, quase hipnotizado, a visão maravilhosa de seus grandes seios. Uma mão dela brincava com os peitos, apertando os mamilos, e a outra se masturbava lentamente acompanhando o ritmo da minha penetração.
- Esse peitão é só seu agora, tá até com a sua marca nele...você é meu dono, meu marido não pode nem ver meu peito mais.
Conforme ela provocava, eu aumentava a velocidade das metidas e quando meu orgasmo se aproximou eu já estava estava segurando suas pernas bem arreganhadas e socando forte meu pau, batendo meu corpo contra o seu.
- Vai cheirinho, faz o que aquele corno não pode mais fazer com o pintinho preso, fode gostoso com a mulher dele.
Brankinha já estava com o rosto vermelho e gemia massageando os seios. Continuei socando vigorosamente até explodir em um orgasmo intenso, admirando minha loirinha gostosa. Ela continuou se masturbando e gozou logo em seguida, enquanto meu pau ainda pulsava dentro de sua vagina.
Fiquei passando minhas mãos carinhosamente em sua barriga e por alguns instantes ficamos apenas nos olhando, celebrando silenciosamente nossa cumplicidade, porém o momento de silêncio foi quebrado com uma confissão.
- Eu achei que não fosse conseguir gozar de novo, mas o jeito que você me pega e a sua cara de desejo me enchem de tesão. Adoro ficar te olhando enquanto você me come, seu rosto se transforma, me sinto possuída por você.
Aquelas palavras eram música para meus ouvidos. Eu a virei de ladinho e a abracei, deitando de conchinha.
- É que você sabe que eu sou seu dono e esse seu corpinho gostoso me pertence.
Ela puxou meu braço para lhe abraçar e colocou minha mão em seu seio.
- Eu amo ser sua.
Ficamos relaxando em silêncio por alguns minutos, porém Brankinha não poderia demorar mais. Rapidamente se arrumou e foi para casa esperar seu marido.
Ao chegar do serviço, Wagner cumprimentou a esposa e já começou a tirar a roupa para se encaminhar ao banheiro.
- Pega a chave Má, tô indo tomar banho.
O corno ainda não tinha entendido sua nova condição, mas com determinação e paciência sua esposa lhe faria tomar ciência. Ela respondeu de forma natural, sem tirar os olhos da televisão.
- Pode tomar banho normal com a gaiolinha. Não vai ser nem todo dia que você vai sair dela e hoje você já saiu.
A inesperada resposta o deixou tenso.
- Como assim? Não vai tirar pra eu tomar banho?
- Claro que não Wagner, de manhã eu tirei um pouquinho porque tinha sido a primeira noite e você tava meio apavorado. Mas imagina só se eu tiver que abrir sempre que você for tomar banho? Eu não ia poder sair de casa e nem fazer mais nada da minha vida, né.
- Mas será que vai dar pra lavar direito? E quando você vai abrir de novo, então?
- Lógico que dá, a gaiola é toda vazada. E você precisa entender que só vai conseguir resolver seu problema se mudar seu pensamento. A gaiolinha é só uma ferramenta pra você parar de pensar o tempo todo com a cabeça de baixo. Por isso não vai ter dia certo pra eu abrir. Porque se você souber quando vai ser, você vai ficar ansioso pensando nisso, mas a gente quer justamente o contrário né, que você não fique pensando em nada sexual e aprenda a me respeitar e esperar eu estar a fim.
Wagner tentou argumentar mas Brankinha foi implacável. Restou ao corno aceitar o poder e o controle que sua esposa, agora, possuía sobre ele.