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Agora todo mundo quer comer minha mulher parte 6

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3498 palavras
Data: 10/07/2026 06:45:50

A Casa dos Contos tem muitas histórias, e ter a nossa registrada como a 98ª mais linda do mês é uma felicidade que não cabe no peito! Obrigado por nos darem a oportunidade de contar essa história e por tornarem esta jornada tão mágica. Seguimos escrevendo, sonhando e celebrando cada capítulo dessa caminhada com vocês.

Eu não respondi logo. Fiquei ali, em pé no meio da sala, com a respiração pesada, olhando para ela. A Vanessa estava ali, toda linda, toda arrumada,oferecendo o meu melhor amigo de bandeja. Parecia um sonho, mas era real. O Maicon, aquele parceiro de infância, caindo na armadilha que a gente tinha montado.

— A gente vai fazer isso, Vanessa — eu falei, a voz saindo lá do fundo, seca e direta. — Amanhã, quando eu sair pra fazenda, vou fingir que vou pro campo, mas vou dar uma volta e encostar o carro lá perto da oficina, num ponto cego que dá pra ver tudo. Você vai chegar lá, vai dar um jeito de prender a atenção dele, e eu vou ficar lá, vendo tudo.

Ela abriu um sorriso que quase iluminou a sala inteira. A malícia dela era contagiante.

— Fechado, Rafa. Amanhã, na hora do almoço, que é quando a oficina fica mais vazia, eu vou lá. Vou estar com aquele shortinho jeans que você adora, a blusinha mais fina que eu tiver, para mostrar os biquinhos do meu peito e vou pedir pra ele dar uma olhada num barulho no meu carro.

— E se ele passar da conta? — eu perguntei, já sentindo o sangue ferver.

Ela se aproximou, subiu nas pontas dos pés e deu um beijo rápido nos meus lábios, depois desceu a mão, apertando o volume na minha calça.

— Se ele passar da conta? Aí, amor, é que o jogo começa de verdade. Você vai estar olhando. Se ele encostar, se ele tentar qualquer coisa, você vai ver tudo. E depois, quando você chegar em casa, você vai poder fazer o que quiser comigo, sabendo que ele tocou em mim, que ele babou, que ele perdeu a cabeça... E que, no fim de tudo, quem manda em mim é você.

Eu puxei ela para o sofá, jogando ela de qualquer jeito. A gente não precisou de mais conversa. A vontade que ela tinha me deixado, a ideia de ver o Maicon ali, como um idiota, querendo comer o que é meu, me deixou possessivo de um jeito que eu nunca tinha sentido.

— Amanhã o Maicon não vai esquecer o dia de hoje — eu murmurei, enquanto a gente começava a se pegar ali mesmo, com pressa, com raiva, com um tesão que parecia que ia rasgar a gente ao meio.

A noite passou voando, mas o meu pensamento não saía de amanhã. Eu ia ver o meu melhor amigo louco de desejo querendo comer minha mulher.

O dia seguinte demorou a passar. Fui para a fazenda, mas não fiz nada que prestasse. Deixei os peões trabalhando e, na hora que o relógio bateu onze horas, peguei o carro e fui para o ponto que a gente tinha marcado. Estacionei escondido atrás de umas árvores, de onde dava para ver a frente da oficina do Maicon perfeitamente.

Fiquei ali, com o coração na boca, esperando. Não demorou muito e vi o carro da Vanessa virando a esquina. Ela estava dirigindo devagar, rebolando no banco, e parou bem na entrada da oficina. Quando ela desceu do carro, eu senti que ia ter um troço.

A Vanessa estava um tesão, feito sob medida para deixar qualquer homem doido.

O shortinho jeans era uma delicia. Era bem curtinho mesmo, com a barra toda desfiada que deixavam aparecer o começo da pele da polpa da bunda. Ela andava e aquilo ia subindo, dando uma agonia boa de ver, porque o shortinho entrava todinho no rabo dela, desenhando o formato das duas bandas que estavam empinadinhas.

Na parte de cima, ela colocou um top preto que era puro perigo. O tecido era fino, e mostrava seus bicos dos peitos, apontando pra fora, parecendo que iam furar o top a qualquer momento. As alças eram fininhas e ficavam caindo no ombro, o que deixava o decote mais aberto ainda, mostrando aquele decote bem safado,

meu celular vibrou no painel do carro. Era ela. Meu coração deu um pulo. Abri a mensagem e, antes de ler qualquer coisa, cliquei no vídeo.

A imagem carregou e eu quase tive um troço. Ela estava no nosso quarto, de frente pro espelho. O vídeo começou com ela só de toalha, aquela toalha branca que ela usa depois do banho. Ela olhou pra câmera com um olhar de quem tava tramando uma maldade, deu aquele sorrisinho de canto e soltou a toalha.

O corpo dela estava ali, perfeito, tudo durinho da academia. Ela pegou uma calcinha rosa, um fio dental que era quase um fio de cabelo de tão fino, e foi subindo devagar pelas pernas. Quando ela vestiu, a calcinha sumiu no meio das duas bandas da bunda, deixando seu bumbum totalmente à mostra. Ela deu uma reboladinha pra câmera, mostrando como a peça realçava o corpo dela, e depois puxou o shortinho jeans desfiado. O short entrou apertado, dando uma beliscada na pele branquinha.

Logo depois, ela puxou o top preto. Ela ajeitou as alças com calma, deixando os bicos dos peitos bem marcados, e deu mais uma volta pro vídeo, fazendo pose de quem sabia exatamente o que tava fazendo comigo. Ela chegou bem perto da câmera, sussurrando:

"Viu só, amor? O Maicon não vai aguentar ver isso de perto. Hoje ele pira. Tô indo agora, prepara o coração e fica de olho aí, que a safadeza vai começar."

Tinha uma mensagem de texto logo abaixo do vídeo:

"Rafa, essa calcinha é pra ficar enfiada mesmo no meio da bunda enquanto eu falo com ele. Quero que ele sinta o cheiro do meu perfume e a polpa do meu bumbum, mas que saiba que é só o que ele vai ter. Tô saindo agora. Me espera."*

Eu li aquilo e a minha mão começou a suar. O vídeo tava ali, rodando em loop, e eu não conseguia tirar o olho daquela calcinha rosa sumindo no meio da bunda dela. Eu estava sozinho no carro, escondido, vendo o que o meu melhor amigo ia ver daqui a pouco. O Maicon não sabia o que tava por vir, mas eu... eu tava quase explodindo de tanto fogo.

O Maicon estava lá dentro, mexendo em um motor. Assim que ouviu o barulho do carro, ele levantou a cabeça. Quando ele viu quem era, o cara travou. Ele largou a chave no chão, limpou a mão num pano sujo e veio andando até ela, com a cara de quem estava vendo uma miragem.

Pela o carro, eu via tudo. A Vanessa caminhou até ele, balançando o quadril de um jeito que o Maicon não sabia nem onde enfiar o olho. Ela se aproximou, chegou bem perto do rosto dele e apontou para o carro. Eles começaram a conversar. Eu não ouvia nada, mas via o Maicon todo sem jeito, gesticulando, enquanto os olhos dele não saíam do decote dela.

De repente, a Vanessa deu um passo para trás e se apoiou no para-lama do carro, bem na frente dele, levantando um pouco a perna e empinando aquela bunda que o Maicon já estava querendo faz tempo. O cara não aguentou. Ele deu um passo para frente, ficou praticamente colado nela. Ele começou a explicar alguma coisa no motor, mas a mão dele foi descendo, descendo... até parar na cintura da Vanessa.

Meu sangue ferveu na hora. Eu vi a mão do meu melhor amigo ali, firme, apertando a pele dela. O Maicon, que me conhece desde moleque, estava ali, tentando comer minha mulher. A Vanessa não recuou. Pelo contrário, ela deu uma jogadinha de quadril, esfregando a bunda bem na barriga dele.

O Maicon ficou vermelho feito um pimentão. Ele tirou a mão da cintura, passou na testa, mas logo depois voltou a encostar nela, dessa vez com mais confiança. Ele falava alguma coisa no ouvido dela, e ela ria, aquela risada gostosa que ela só solta quando sabe que está enlouquecendo alguém.

Eu estava ali dentro do carro, com a mão na braguilha, vendo o meu "parceiro" se afundar na própria safadeza. Ele estava tão cego que não olhava nem para os lados. A Vanessa olhou para a direção do meu carro, mas manteve a pose, sem deixar o Maicon perceber nada. Ela estava brincando com ele, deixando o cara no limite, deixando ele tocar, sentir, babar.

Eu sabia que, quando ela chegasse em casa, ia me contar cada detalhe de como o Maicon ficou e o que ele teve coragem de sussurrar no ouvido dela.

O Maicon estava entregue. Pela janela do carro, eu via o rosto dele: o cara nem piscava. A Vanessa, muito esperta, percebeu que ele estava babando de vez e deu o bote final. Ela pegou a chave do carro na mão dele, mas em vez de pegar rápido, ela enrolou, deixou a ponta dos dedos dela roçarem na mão dele e depois desceu o braço, fazendo questão de roçar o seio no braço do meu amigo.

O Maicon deu uma tremida que eu vi daqui. Ele não aguentou e, numa audácia que eu nunca vi nele, puxou ela para mais perto, quase colando o corpo no dela. Eu vi a boca dele se mexendo, sussurrando alguma coisa que deve ter sido bem suja, porque a Vanessa deu uma risada de lado, empinou ainda mais a bunda e fez um "não" com a cabeça, brincando com a cara dele. Ela sabia exatamente como deixar ele no limite entre o desespero e o prazer.

Ela entrou no carro, deu partida e saiu devagar, deixando o Maicon plantado lá no meio da oficina, com a cara de quem tinha acabado de ver o paraíso e não podia encostar. Ele ficou parado, observando o carro dela sumir na esquina, as mãos na cintura, olhando para o próprio corpo como se tivesse levado um soco.

Eu dei a volta e segui ela de longe, sem ela perceber. Chegamos em casa quase ao mesmo tempo. Ela entrou, jogou a chave na mesa e veio direto para o quarto. Eu fui logo atrás, fechando a porta e já tirando a roupa, com o corpo queimando de tanta adrenalina.

Ela virou para mim, ainda com o shortinho curto e o top preto, e a primeira coisa que ela fez foi enfiar a mão dentro do short, puxando o fio dental rosa que estava enfiado fundo na bunda.

— Rafa... você viu a cara dele — ela falou, a voz saindo cortada, com um brilho insano nos olhos. — Ele tentou. Ele queria me levar pro fundo da oficina. Ele falou no meu ouvido que não aguentava mais me ver passar e que ia me dar um jeito, do jeito dele. Ele tava com a mão no meu quadril e o pau dele já tava marcando todo.

Ela se aproximou de mim, tirou o top, deixando os peitos livres, e começou a desabotoar o short.

— Ele não encostou na minha buceta porque eu não deixei, mas ele apertou minha bunda com uma vontade que eu senti a marca dos dedos dele. E sabe o que eu disse pra ele? Eu disse que, se ele quisesse tanto, ele tinha que falar com você. Que você era quem mandava e que você que decidia se ele podia ou não chegar mais perto.

Eu travei. A ideia dela de envolver o meu nome no meio da safadeza com ele, de falar de mim para ele enquanto eles estavam ali, quase no ponto de bala, me deixou sem chão.

— Você disse isso? Você falou de mim pra ele?

— Falei, amor. E ele ficou mais doido ainda. O medo de você descobrir misturado com a vontade de me ter... Acho que ele nunca vai esquecer do que a gente conversou hoje. E agora, Rafa, agora é a sua vez. O que você vai fazer com essa informação? O que você vai fazer com a sua mulher que acabou de deixar o seu melhor amigo no fundo do poço de tesão por ela?

Eu não respondi com palavras. Aproximei dela, puxei o resto do shortinho e ela ficou ali, nua na minha frente, pronta para ser minha, mas com as marcas do meu melhor amigo ainda na pele dela. A noite ia ser longa, e o Maicon, sem saber, tinha acabado de virar a nossa maior fonte de prazer.

Eu não perdi tempo. A Vanessa estava ali, na minha frente, nua e tremendo de vontade, com aquele fio dental rosa caído pelos tornozelos. Eu empurrei ela pro sofá e me ajoelhei no tapete, sem nem tirar a roupa toda.

Eu puxei as pernas dela, abri bem e comecei a lamber. Eu não tive dó. Fui com tudo, língua entrando fundo, sugando o mel que ela tinha deixado acumulado ali depois da tarde toda mexendo com a cabeça do Maicon. Ela jogava a cabeça pra trás no encosto do sofá, soltando uns gritos agudos que ecoavam na sala inteira. A buceta dela tava ensopada, com um gosto misturado de tesão e de uma safadeza que me deixava louco.

Enquanto eu lambia sem parar, ela se abaixou, pegou o meu pau que já estava duro que nem pedra, e começou a chupar. Ela chupava com vontade, fazendo aquele barulho molhado, subindo e descendo a boca com uma habilidade que ela só aprendeu com essa nossa brincadeira. A gente estava ali, um no outro, num ritmo que não dava trégua. A minha lingua com gosto da buceta dela e agora ela me chupando estava a maior putaria.

Eu não aguentei. Puxei ela pelo quadril, virei de qualquer jeito e mandei ela ficar de quatro no sofá. Eu entrei de uma vez, socando com força, sem dó da minha mulher. Ela gemia alto, com o corpo todo suado, enquanto eu batia com vontade no bumbum dela. O barulho da pele batendo era seco, forte.

Depois, eu virei ela, puxei as pernas dela lá pro alto, dobrando os joelhos no peito, na posição de galinha assada. eu enfiava tudo o que eu tinha, cada estocada fazia ela pular no sofá. Ela gritava meu nome, chamava de "meu dono", e o tesão era tanto que a gente já estava perdendo o controle de tudo.

— Vai, Rafa! Me arromba! Me fode toda! — ela gritava, com os olhos azuis revirando.

Eu não aguentei segurar. O pau latejava demais lá dentro. Eu dei as últimas metidas bem fundas, cada uma fazendo ela gritar de prazer, e senti o meu corpo inteiro travar. Eu gozei dentro dela, jorrei tudo o que tinha, sentindo a buceta dela contraindo e mordendo meu pau com força. Ela, na mesma hora, soltou um grito rasgado e gozou também.

A gente caiu no sofá, desmanchados, suados, ofegantes, com o coração parecendo que ia explodir. O silêncio voltou pra sala.

A gente ficou um tempo ali, jogados no sofá, com a respiração voltando ao ritmo normal. O suor da Vanessa misturado com o meu deixava a pele da gente grudada, mas nenhum dos dois queria soltar. Ela levantou a cabeça devagar, encostou o rosto no meu ombro e deu um beijo de leve no meu peito, ainda ofegante.

— Rafa... — ela falou baixo, com a voz ainda rouca de tanto gemer. — Amanhã à noite tem aquele forró no centro, lembra? O pessoal vai todo. Vamos?

Eu fiquei em silêncio por um segundo, assimilando o convite. O forró era o lugar onde todo mundo ia: os peões da fazenda, a turma da cidade e, claro, o Maicon. Me veio na hora a imagem da gente entrando lá, ela toda arrumada, e o Maicon vendo a gente junto, depois de tudo o que tinha rolado na oficina.

— Você quer ir mesmo, Vanessa? — perguntei, fazendo carinho no cabelo dela. — Depois do que aconteceu hoje, você acha que é uma boa ideia ficar cara a cara com ele no meio do povo?

Ela se ajeitou em cima de mim, com aquele brilho safado nos olhos azuis que não me deixava mentir. Ela passou a mão no meu peito, descendo bem devagar, e deu um sorrisinho de lado.

— É justamente por isso que eu quero ir, amor. Imagina a cara dele quando ver a gente chegando. Ele vai saber que você sabe de tudo, mas ele não vai ter certeza se eu contei os detalhes. Ele vai ficar ali, te olhando, tentando descobrir se você sabe que a mão dele encostou em mim, e eu vou estar lá, rebolando no forró, deixando ele doidinho sem poder fazer nada. Você não quer ver o seu melhor amigo morrendo de inveja, quer?

Eu senti um frio na barriga, uma mistura de ciúme com aquela vontade doentia do fetiche de corno. O forró ia ser o palco perfeito. O Maicon ia estar lá, com a cerveja na mão, olhando para a minha mulher dancando no salão, enquanto eu ia estar ali, do lado dela, marcando território na frente de todo mundo.

— Tá bom, a gente vai — eu disse, apertando a bunda dela com força. — Mas você vai vestir aquele vestido, Vanessa. Aquele que a gente falou. E você vai dançar comigo, mas vai ficar de olho nele. Quero ver se ele tem coragem de chegar perto da gente depois de hoje.

Ela deu uma risadinha, encostou a boca na minha orelha e sussurrou:

— Pode deixar, Rafa. Amanhã, no forró, eu vou dançar tanto que o Maicon não vai saber se chora ou se reza. E depois que a gente voltar de lá, se ele tiver dado mole, você vai ver o que a gente vai fazer aqui em casa.

Eu não precisei dizer mais nada. A ideia do forró já estava na minha cabeça, e eu já estava imaginando a cara do meu melhor amigo ao ver a gente chegando.

O dia do forró chegou e a cidade já estava naquele clima. O som da sanfona e da zabumba começava a ecoar desde cedo, e a Vanessa estava em um estado de espírito que eu nunca tinha visto. Ela passou a tarde inteira se arrumando, aquele ritual de se maquiar, escolher o perfume e se olhar no espelho mil vezes, tudo para me provocar.

Quando ela ficou pronta, eu perdi o fôlego. Ela vestiu aquele vestido vermelho colado, curto o bastante para cada passo de dança deixar a gente com o coração na mão. Não tinha sutiã, as costas eram abertas e, cada vez que ela se mexia, dava para ver o desenho das pernas torneadas pela academia. Ela não estava usando nada por baixo, só o vestido, e o tecido marcava tudo a cada movimento.

— E aí, Rafa? O que acha? — ela perguntou, dando uma rodadinha na sala, fazendo o vestido subir e revelar o começo das coxas.

— Você está uma tentação, Vanessa. O Maicon vai infartar hoje — eu respondi, já sentindo o sangue subir.

A gente pegou o carro e foi pro centro. O salão estava cheio, música alta, cerveja gelada e aquele cheiro de gente suada e dança. Assim que a gente entrou, o clima mudou. Muita gente parou pra olhar. A Vanessa estava bem gostosa, ela era a mulher que todo homem ali queria, e todo mundo sabia disso.

Caminhamos até o bar e, logo de cara, eu vi o Maicon. Ele estava numa mesa, com uns amigos, mas o olhar dele estava grudado na porta desde que a gente chegou. Quando ele viu a Vanessa, o cara até largou o copo de cerveja. Ele ficou pálido, depois vermelho. O olhar dele desceu pelo vestido, parou na bunda dela e depois subiu, fixando no meu rosto com uma cara de quem não sabia se corria ou se ficava.

— Vamos dançar? — ela me chamou, sem nem olhar pro Maicon, como se ele fosse invisível.

A gente foi pro meio do salão. A música era um forró arrastado, daqueles que faz o corpo colar. Eu puxei ela pela cintura, colando o corpo dela no meu, sentindo o calor da pele dela. Eu vi o Maicon se levantar da mesa, o olhar fixo na gente, dando uns passos na direção do salão. Ele estava vindo.

— Ele tá vindo, Rafa — ela sussurrou no meu ouvido, dando uma jogada de quadril que fez o vestido subir um pouco mais. — E agora? Vai deixar ele chegar perto ou vai fazer o que a gente combinou?

O Maicon parou do lado da pista, a menos de dois metros da gente. Ele estava visivelmente perturbado. O cara suava frio, a mão tremia, e ele não conseguia tirar o olho da Vanessa, nem quando ela passava a mão pelo meu pescoço e me olhava com aquela cara de quem queria me devorar ali mesmo, na frente de todo mundo.

— Deixa ele vir — eu disse, apertando a cintura dela com mais força. — Quero ver se ele tem coragem de olhar na minha cara depois de tudo.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 72Seguidores: 169Seguindo: 37Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Infelizmente acabou a cumplicidade do casal, Vanessa já percebeu q seu marido é um bosta e está o manipulando,.agora ela fará o q quiser e o corno manso nada pode dizer, afinal fica de pau duro toda vez q a puta fala em dar pra outro, a escrita é muito boa,. exitante nem tanto, mas em termos de manipulação e perda do respeito está em alta, Vanessa sabe q se tornou uma gostosona e vai dar pra quem quiser, o marido estando de acordo ou não, é triste ver quando a cumplicidade entre um casal se acaba e só reina a vontade de um,.acompanhada de muito manipulação e jogo sujo

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De verdade ? Conto suuuuper erótico.

Hot , sua escrita esta impecável e o conto maravilhoso

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