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Adriene e o casamento da prima … e as muitas luas de mel de Adriene

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Um conto erótico de Corno da Esposa
Categoria: Grupal
Contém 1294 palavras
Data: 09/07/2026 12:32:29

Estávamos na festa de casamento da prima de Adriene, e Adriene havia desaparecido já há algum tempo, e quando reapareceu, imaginei o que havia acontecido, pois já sabia que ela dava há muito tempo para um tio da prima e amigos dele, e vi que quando ela desapareceu, logo depois ele também foi para o pátio de estacionamento do local do evento.

Ela voltou com a maquiagem toda refeita, mas os seios que apareciam pelo decote do vestido estavam vermelhos, seu cabelo cheirava porra, e quando me puxou para um canto escuro e passou minha mão em suas coxas, senti que elas estavam com porra escorrendo.

Excitado, perguntei aonde ela tinha ido, mas só acertei metade da resposta. Realmente, ela tinha ido trepar com o tio, dentro do carro dele, um enorme Mercedes, mas um grupo de três rapazes que estava lá fora acabou vendo os dois, e resolveram tirar proveito da situação, ela gostou da ideia, mandou que o tio da prima voltasse para a festa, e ficou no carro dele, com os três.

Ficou completamente nua no banco de trás, se oferecendo toda para eles e disposta a fazer todas as vontades deles, mamou os três, eles a beijaram e mamaram suas tetonas a vontade, e acabaram enfiando no cú e na boceta dela, do jeito que ela gosta, sem camisinha. Disse que adorou os rapazes, e deu seu telefone para eles, dizendo que poderiam ir visitá-la em nossa casa, quando desejassem.

Saiu mais duas vezes para ficar com dois primos casados dela, e voltou quando a festa estava perto de terminar.

Contei a ela que o sócio do pai da noiva, por quem ela já se interessara, perguntara quem ela era, de onde, etc. e que eu o havia convidado para que nos visitasse no hotel, para conhecê-la melhor.

Ela adorou a ideia, e achou que devíamos voltar, para que ela tivesse tempo de se arrumar para o homem, sessentão e casado, o tipo de homem que ela prefere.

Estávamos no carro voltando, quando tocou o telefone dela, era ele. Apresentou-se, disse que tinha ficado encantado com ela, e que o marido dela gentilmente o convidara para visitar-nos no hotel, para conhecê-la melhor, que ele tinha adorado a ideia e queria saber se ela estava de acordo. Rapidamente ela concordou, e marcaram o encontro para daí a uma hora.

Assim que chegamos, ela foi se arrumar, e eu fiquei na sala da suíte, para receber o convidado dela.

Exatamente na hora combinada ele chegou, com um imenso maço de rosas vermelhas. Convidei-o a entrar e sentar-se, e servi-lhe uma bebida, ele ansioso por pegá-la, e eu excitado de assistir minha esposinha mais uma vez se oferecer para um macho desconhecido, e se prostituir com ele como uma devassa qualquer.

Ouvimos o barulho de saltos, e logo ela entrou na sala, com tamancos de saltos altos brancos, um shortinho branco minúsculo e transparente, um top amarelo também transparente, e mais nada por baixo. Maquiada feito uma puta de luxo, perfumada, lentes de contato azuis, uma aliança em um dedinho do pé esquerdo, e uma tornozeleira na perna direita, mostrando que era uma casada liberada para outros homens.

Recebeu as rosas, deixou-as em cima da mesa, abraçou-o e beijou-o já de língua, e sentou-se no sofá ao lado dele, de frente para mim, com o corpo todo praticamente exposto ao homem. Agarrou-se em seu braço, e logo ele a havia abraçado, e estavam se beijando, enquanto ele acariciava ora os seios, ora as coxas dela, e ela punhetava o pau dele que havia tirado de dentro da calça. Logo deitou-se no colo dele e começou a mamar o cacetão, até que ele encheu a boquinha dela com seu leite.

Ela foi se higienizar, enquanto ele elogiava o comportamento extremamente sensual dela – na verdade, o comportamento de puta dela, que eu também elogiava, estimulava e adorava.

Quando ela voltou, foi para o meu colo, comentando: “Ele é muito gostoso, um macho de verdade, não é como você que é um frouxo…”

“Você gostou dele, querida?”

“Claro que sim, ficou com alguma dúvida do que viu?”

“Quer voltar para o colo dele?”

“Claro que quero … “

“Então levante-se … “

Tirei-lhe toda a roupa, deixei-a só de tamancos, e levei-a até a frente dele, completamente nua, entregando a mãozinha dela a ele, e recomendando que fizesse bom proveito dela, e que a usasse a vontade, ela era uma puta completa, satisfazia totalmente qualquer homem.

Ele a abraçou, começou a lhe beijar a boquinha e acariciar a bundona e ela logo se afastou e tirou toda a roupa dele, e ficou de quatro no sofá, ostensivamente oferecendo o cú para ele. Ele apanhou o recipiente de lubrificante que eu já havia deixado em uma mesinha ao lado do sofá, esguichou no cú dela e no pau dele, e a penetrou com voracidade e violência, do jeito que ela gosta, enquanto ela o desafiava a enfiar cada vez mais fundo. Logo gozou e encheu o cú da putona da minha esposa de leite, enquanto ela rebolava e gritava feito uma louca.

Daí para frente ela não foi mais se higienizar, e se submeteu a tudo o que ele quis fazer com ela, inclusive encher o ventre dela de leite por três vezes, ser asfixiada, apanhar, e finalmente ser fistada vaginalmente.

Quando pararam para descansar, ele perguntou a ela se já tinha feito programa com vários homens, o que ela confirmou. Ele contou a ela que tinha três amigos com os quais costumava fazer este tipo de programa juntos, e que era uma pena que eles não estivessem lá.

Ela virou e me perguntou: “você acha que seria viável um programa com eles ainda esta noite?”

“Com certeza, como achei que você gostaria de passar o resto da noite com ele, reservei uma suíte só para vocês dois. Ele pode chamá-los e ir para a suíte, enquanto você se arruma, e vai em seguida, dando tempo aos amigos dele de chegarem…quer assim?”

“Você é meu corno querido…” e me beijou, ainda com restos de porra do outro macho na boca.

Enquanto ela foi se arrumar, dei ao homem a chave da outra suíte, para aonde ele foi depois de chamar os amigos.

Logo depois ela apareceu, com um micro vestido de cotton preto, frente única, com as costas de fora e a lateral dos seios aparecendo, justíssimo e curtíssimo, com mais nada por baixo e a bunda quase a mostra, saltos altíssimos, e toda preparada, perguntou como ela estava, disse-lhe que parecia aquilo que ela realmente era, uma putona, e ela se foi, feliz e rebolando, para a suíte em que os quatro homens já a esperavam.

Voltou para a nossa suíte as duas horas da tarde do dia seguinte, de vestidinho e saltos, pois mesmo a outra suíte estando a apenas duas portas da nossa, ela tinha que transitar pelo corredor do hotel, e disse que me trazia um presente – tinha um vídeo com a filmagem de toda a orgia que os quatro homens fizeram com ela a noite toda.

Comecei a assistir a filmagem, e fiquei excitadíssimo com a falta de respeito e a forma como abusaram dela, e como ela se comportou feito uma verdadeira mulher de programa, ficando só de saltos o tempo todo, fazendo tudo o que eles quiseram com ela, deixando que todos a comessem sem camisinha, e submetendo-se o tempo todo, como uma verdadeira submissa.

Dessa noite em diante, a cada quinze dias, vamos para o hotel, e ela faz programa com os quatro sessentões juntos – que sempre é filmado, o que, obviamente, não quer dizer que ela não sai com cada um deles, ou dois ou três juntos, e até mais alguns amigos, durante a semana, orgulhosa de ser a puta deles …

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