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Meu Aluno Mestre - Capítulo 7 (Final): Objetos

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Da série Meu Aluno Mestre
Um conto erótico de Igor
Categoria: Homossexual
Contém 1212 palavras
Data: 09/07/2026 11:47:12

Aqui o ponto de vista retorna para Igor. Desfrutem do final.

--

Eu não tinha ação ou palavras. Meu marido estava chupando o chefe dele que, por acaso, também era pai do meu aluno, que se tornou meu dono.

- Igor, o que você está fazendo aqui?

- Eu que pergunto, Junior. O que está acontecendo?

- Eu posso explicar. O Miguel ele...

Junior olhava para Miguel como quem pede ajuda. Com um meio sorriso, Miguel devolveu o olhar como se mandasse ele continuar falando.

- Ele é meu dono. - respondeu Junior.

O chão sumiu sob os meus pés. Eu tentava falar algo, mas as palavras não saíam. Queria brigar, atacar, ofender ele. Mas que moral eu tinha? Eu também tinha um dono... ele estava ali, do meu lado, rindo e se divertindo com a situação.

- Você sabia disso? - perguntei, virando para Ruan.

- Claro que sabia.

- Igor, me desculpa. Eu amo você, mas... - Junior olhou novamente para o chefe - Eu sou propriedade do senhor Miguel. Eu faço o que ele manda.

Uma lágrima correu do meu olho esquerdo. Eu estava triste mas, de alguma forma, também feliz. Me sentia traído e enganado, mas também liberto. Meu coração havia se partido, enquanto meu pau estava duro como uma pedra.

- Eu sei, Junior. Eu... eu também.

- Você o que?

- Eu sou... propriedade do Ruan.

Meu dono sorriu, enquanto me abraçou e deu um beijo no rosto.

- Ruan? Seu... aluno?

- Você quer mesmo me julgar?

Junior abaixou a cabeça.

- Não, amor. Claro que não.

- Tudo bem. Chega de drama. Agora que já está tudo bem esclarecido, pelo menos vocês não tem mais o que esconder. - disse Miguel.

- Então, a gente vai se divertir, paizão?

- Com certeza. - disse Miguel, olhando para Junior.

- Senhor, do que está falando?

- Você sabe do que estou falando.

Eu permanecia em silêncio. Me aproximei de Junior e lhe dei um beijo apaixonado. Ele correspondeu, triste, mas demonstrando o que ainda sentia por mim.

- Eu te amo, Junior.

- Eu também te amo, Igor. Então... estamos bem?

- Por agora, sim. Vamos servir nossos donos.

Miguel e Ruan sorriram. Em seguida fomos capturados em seu poder. Enquanto Miguel se sentou na cama, mandando que Junior voltasse a chupar, Ruan me lançou na cama.

- Vamos lá. Eu quero assistir. - disse Miguel.

- Vou te dar um show, pai. Está pronta, cadela?

- Me fode. - eu respondi - Me fode na frente do teu pai.

Ruan encaixou novamente o pau na minha entrada e dessa vez socou tudo, de uma vez. Eu gritei, ele riu. se deliciando com a mistura de dor e prazer que me proporcionava. Foi quando começou o vai e vem. Ruan rebolava, socando o pau no fundo do meu cu. Parecia que ia me rasgar no meio. Ele socava, socava e socava, como um touro incansável, como se já não houvesse passado quase uma hora me comendo. Olhei pro lado e vi quando Miguel segurou Junior, fazendo ele olhar pra mim.

- Olha lá, bicha. Olha o seu marido sendo devorado pelo meu filho alpha.

Junior gemia de tesão. Ruan olhava pra mim como que possuído pelo prazer.

- Fala pra ele. Fala pto teu marido o que eu fiz na casa dele... na cama dele.

Eu olhava pra Junior, sem conseguir disfarçar o prazer que sentia.

- Ele me fodeu... Ele me comeu na nossa cama.

Os olgos arregalados de Junior foram seguido por um jato de porra que saiu do seu pau. Miguel olhava a cena, vibrandocde satisfação.

- Olha aquele macho bem mais novo que você, sendo mais homem do que você nunca foi pro teu marido.

Junior não tinha palavras. O turbilhão de desejos e sentimentos destruiu sua mente. Miguel segurou seu rosto e olhou diretamente pra ele.

- Você é uma puta, Junior.

- Eu sou uma puta.

- Minha puta.

- Sua puta.

Miguel levou Junior para a cama e o deitou do meu lado. Ruan me comia de frango assado, enquanto Miguel colocou Junior de quatro e enfiou seu pau enorme. Junior gritou, mas de prazer do que de dor. De repente, nós dois estávamos endo estocados por paus enormes. Eles socavam com força, sem pena... sem misericórdia. Pai e filho nos devoravam como se fôssemos meros objetos sexuais. Eu e Junior nos olhávamos, agora não mais com rancor ou tristeza, mas com alegria, ternura e muito tesão.

- Eu te amo, Igor.

- Eu te amo, Junior.

Miguel e Ruan riram, começando a bombar ainda mais forte nos nossos cus. Estávamos sendo despedaçados.

- Agora, pai?

- Agora.

Os dois então trocaram de lugar. Agora nós dois estávamos sendo devorados de frango assado, mas Ruan socava tudo em Junior, enquanto Miguel me penetrou sem pena.

- Você gosta de ser puta, né Igor?

- Gosto.

- Ficou com tesão vendo seu marido te chifrando comigo?

- Muito.

- Por quê?

- Porque você é um macho superior.

Ainda mais excitado. Miguel enfiou o pau em mim. O dele era ainda maior do que o de Ruan, e me devorava com aina mais violencia Ele botava, botava, botava, enquanto ria vendo meus olhos se revirarem de tanto prazer. Eu nunca sentido nada igual a ser fudido por aqueles dois deuses, principalmente ao lado do amor do minha vida.

Eles trocaram de novo e continuaram metendo. Testaram todas as posições possíveis: de lado, de quatro, botando de baixo pra cima, nos deixando de cabeça pra baixo. A minha mente derreteu, assim como a de Junior. Aqueles deuses do sexo não tinham limites. Eles gozavam e continuavam metendo. Jatos incansáveis de porra, na boca, no cu, no nosso pau, só pra humilhar.

Ao final de tudo, eu e Junior estávamos destruídos. Os machos gozaram pelo menos 5 vezes em cada um. Terminamos com a boca branca de tanta porra, e o cu escorrendo sem parar. Eles nos largaram na cama. Nós nos olhávamos. Junior me beijou, enquanto Miguel e Ruan sorriam. Depois de alguns minutos, eles nos levantaram e nos levaram para o chuveiro. A água começou a correr, lavando nossos corpos. Enquanto isso, Ruan beijava minha boca com paixão e desejo. Eu me senti tão cuidado. Olhando para Junior, percebi que Miguel cuidava dele do mesmo jeito. Igor me olhava nos olhos e depois me enchia de beijos. Era tão gostoso aquele cuidado.

- Obrigado, Ruan. - eu disse.

- Beija teu marido. - ele mandou.

Eu e Junior nos beijamos de novo. Nos secamos e saímos. Vestimos nossas roupas e voltamos pra casa. No caminho, não conseguimos dizer nada. Não era preciso. Depois daquela experiência tão intensa, nos conectavamos quase como por telepatia.

Os dias se passaram. Eu e Igor continuávamos juntos, e sabiamos que seria pra sempre. Curiosamente, nunca mais transamos de novo, afinal estávamos bem satisfeitos servindo nossos machos. Miguel e Junior seguiram com sua sociedade, enquanto, quando as portas da sala se fechavam, Junior servia Miguel com seu corpo se todas as formas possíveis. Eu? Bom, voltei a dar aula normalmente. As aulas eram maravilhosas e Ruan, como sempre, continuava sendo o macho galã da faculdade que sempre foi, além de continuar tirando as melhores notas. Às vezes, ele dedava as meninas discretamente dentro da sala, enquanto olhava pra mim, só pra me provocar. Mas quando as aulas acabavam e os alunos saíam, ele ficava por último, fechava a porta da sala e dizia:

- Agora tá na hora da sua lição.

Assim eu continuei servindo e amando, para sempre, o meu aluno-mestre.

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