Bom, eu me mudei recentemente para o interior de São Paulo. Meu marido (na época namorado) recebeu uma proposta inacreditável e me convidou a largar meu emprego estável na capital para o acompanhar rumo ao interior. Foram dias corridos demais organizando tudo, idas e vindas entre as cidades que, apesar de próximas, me cansaram demais, além dos desconfortáveis imprevistos que aconteciam.
Enfim, depois te tudo resolvido e já instalada na casa nova, dediquei alguns dias para organizar as coisas.
Alugamos uma casa pequena, que ocupa metade de um terreno e ao lado, na outra metade, moram os donos dela, numa casa um pouco maior com 3 andares. Como chegamos de vez numa semana meio chuvosa, eu nunca os havia visto, sabia apenas que eram uma família regular e bonita.
Passada essa semana de chuva, o tempo deu uma firmada e, enquanto lavava roupas, resolvi pegar um bronze no quintal. Coloquei um biquíni, passei meu protetor e me deitei na grama de barriga para baixo. Quando virei, me deparei com uma moça me observando lá de cima, estática como uma estátua, sequer retribuiu meu aceno. Achei estranho, a priori, mas não me incomodei. Depois de uns minutinhos de sol, voltei para dentro e fui cuidar dos afazeres.
No dia seguinte, ainda de céu limpo e clima bom, eu fiquei meio sem o que fazer e me lembrei do ocorrido no dia anterior. Então pela manhã eu saí para espiar se a moça estava lá e nada dela. Talvez seja narcisismo da minha parte, mas algo dizia que ela tinha gostado da vista e por isso ficou me olhando.
Resolvi, então, testar essa teoria. Coloquei um shortinho minúsculo, fiquei só com a parte de cima do biquíni e coloquei um funk para tocar na caixinha de som. Ia cuidando das coisas e dançando em direção ao quintal, até chegar lá e começar a me entregar de vez.
Bunda rebolando, virada para a varanda onde a moça tinha aparecido no dia anterior, dei tudo de mim enquanto a música tocava. Quando acabou, me virei e ela estava lá outra vez. Agora sem meu óculos de sol e mais concentrada, consegui reparar direito na sua aparência. Ela é uma loira bonita, corpo de esposa (vi isso no X esses dias kkk) e muito bem vestida para quem estava em casa apenas.
- Oi. Bom dia, tudo bem?
Ela sorriu, acenou, mas não me respondeu e voltou para dentro. Eu achei tudo bem esquisito, mas tive certeza que ela estava ali para me ver e sentia certa "maldade" na sua atitude.
No dia seguinte, ainda interessada em saber o que aquela mulher queria, resolvi dar mais um passo. Coloquei uma roupa levinha, que me vestiu bem demais e deixou minhas curvas bem destacadas. Levei uma cadeira para o quintal e deixei a caixinha ao meu lado. Fiquei uns minutos sozinha, vendo aleatoriedades no celular, esperando para ver se ela aparecia... e nada.
Liguei, então, uma música e como num passe de mágica, ela apareceu. Me olhou e sorriu, ainda sem dizer nada e com a mesma tranquilidade no olhar. Algo em mim queria impressionar ela, uma sensação de dever, ou a mente sentindo a oportunidade de ter o ego massageado, não sei explicar.
A música lenta e baixa foi me motivando, esquentando meu corpo. Eu comecei a me massagear, passar a mão pelo meu corpo, ainda sentada na cadeira e de olho na minha espectadora. Subia a blusa para exibir minha barriguinha, passava as mãos por dentro das coxas até bem perto da buceta e então voltava para outro lugar. Ela seguia ali, estática e compenetrada, observando atenta.
Entre toques e olhares, fui ficando mais e mais acesa, até não resistir e colocar a mão dentro do meu short. Nesse momento fiz questao de olhar em seus olhos, ela pareceu tremer e engolir seco, segurou na grade e seguiu parada.
Tirei minha mão e exibi meus dedos melados, os enfiei na boca e voltei a me tocar depois, gemendo e me contorcendo enquanto era observada atentamente.
Em dado momento acenei para que ela viesse, mais uma vez vi sua postura mudar, ela gostava do que via, estava excitada também, mas se continha. Tirei minha blusa e exibi meus seios, massageando-os enquanto seguia a me masturbar.
Era diferente de qualquer outra coisa que senti na vida, eu estava me tocando, mas sentia ela ali comigo, como uma transa de verdade. O sol ia iluminando minha pele e cabelos, esquentando meu corpo, me fazendo escorrer de tanta excitação.
Por fim, me levantei e tirei completamente a roupa, fiquei de costas para ela, apoiando uma das pernas na cadeira e empinando a bunda em sua direção. Com uma das mãos segurei nas costas da cadeira, com a outra segui me masturbando mais e mais, era o auge do meu tesão. Estava exposta, entregue e super satisfeita, me sentindo bem com aquela posição.
Ela não viu meu rosto enquanto eu gozava, eu olhava para a frente quase esquecendo o resto do mundo, foi um orgasmo delicioso.
Faltou forças para me apoiar na cadeira e voltar a me sentar, então cai na grama virada outra vez para minha parceira que observava tudo. Ela apenas sorria, uma satisfação no olhar. Ficou alguns minutos ali e saiu outra vez.
De lá pra cá não a vi mais por ali, nos trombamos algumas vezes entrando ou saindo de casa, mas sempre com algo protocolar. Ao meu marido, deixei um pedido: me foder na frente dela assim que tivéssemos a oportunidade.
E quando acontecer, volto para contar.
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