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Me viciando em machos 18 - O Batizado

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Um conto erótico de Paulo Martins
Categoria: Gay
Contém 2450 palavras
Data: 09/07/2026 09:17:43
Assuntos: Anal, Boquete, Foda, Gay

Tinha chegado o dia em que finalmente eu ia voltar a ver o Robinho. O filho mais novo dele ia ser batizado e eu, como já namorava a Camila há uns 5 meses, fui convidado. Admito que fiquei com alguma expectativa; não havia dia em que eu não estivesse com a Camila e não recordasse o momento em que aquele seu cunhado gostoso rebolou no meu pau.

O batizado iria acontecer numa fazenda pois, como a irmã da Camila mora em outra cidade — cidade natal de seu marido, Robinho — e a sua família é toda da minha cidade, assim ficávamos todos instalados no mesmo sítio, o que era bom até para haver mais convívio familiar. Eu confesso que já gostava muito da família dela. Ia ser um fim de semana de quatro dias, pois a irmã da Camila pediu-lhe para ela ir mais cedo para ajudar nos preparativos do batizado; elas são duas irmãs que se adoram e se entreajudam muito, e claro eu também fui ajudar.

Chegando lá, fomos recebidos pelo casal e, quando cumprimentei o Robinho, ele deu-me um abraço e o safado me falou ao ouvido: “senti saudades tuas”. Fui apanhado de surpresa. Depois que transei com o Robinho, ele tinha ficado muito envergonhado e distante, mas ali estava bem solto, e porra, o meu pau endureceu na hora, mas o safado afastou-se e sorriu, bem sacana, e naquele momento chegou o Luís e a mulher, mais os filhos. O Luís é o irmão mais velho da minha gata, tem perto de 30 anos, é policial, um cara alto, todo sarado e, como toda a família da Camila, muito simpático; é pai de três rapazes e é casado com a gostosona da Fernanda, também muito simpática. Fomos para dentro e conversamos durante o resto da tarde, e o Robinho não tirava os olhos de mim; ver aquele gato sempre a me olhar fez com que o meu pau passasse a tarde duro.

Quando chegou ao fim da tarde, as três mulheres foram preparar o jantar, e a irmã da Camila pediu ao marido se ia até a adega da fazenda procurar um vinho para bebermos no jantar, e o Robinho olhou para mim.

- Queres vir me ajudar a escolher, Paulo? — Eu apertei o meu pau olhando para ele.

- Sim, claro.

As mulheres estavam tão entretidas a preparar o jantar que nem se aperceberam do clima de sedução que estava ali. Quando já estávamos só os dois, eu fui logo metendo a mão na bunda dele.

- Estava morrendo de saudades desta tua bunda aqui.

- Estavas? - Ele me olhou com os olhos a brilhar.

- Se estava, mas tu ficaste estranho depois que te fodi bem fodido.

- Ah, cara, sei lá, senti-me estranho, eu amo a Laura, sabes? - Bem sacana, enfiei a minha mão por dentro das suas calças e enfiei um dedo no cu dele.

- O que eu sei é que adoras pau neste cu - e ele ficou louco.

- Aaiiiii, nossa, fode-me!

Estávamos os dois com tanto tesão, e aquela fazenda era enorme. Agarrei-o e entramos numa pequena sala; encostei-o contra a parede de costas para mim, empinei a sua anca, baixei as suas calças; tudo acontecia bem rápido. Encostei o meu pau na entradinha daquela bunda peludinha e enfiei.

- Aaaahhhhhh, devagar, Paulo - ele estava com tanto tesão que o meu pau entrava fácil.

- Devagar o caralho - falei bem sacana no seu ouvido e depois forcei os meus 22 cm de piroca, que entraram quase todos.

- Ahhhhh, porraaaaaa!

Naquele exato momento, vemos a porta abrir; era o Luís.

- O que está acontecendo aqui?

O Robinho subiu as calças e saiu disparado porta fora. Eu fiquei com as calças na mão, parado e sem reação.

- Calma, Luís.

- Estou calmo, mas vamos ter que conversar.

Eu subi as calças tremendo; ele foi se sentar num sofá. Eu olhava para ele para ver se conseguia perceber o que ia acontecer, mas ele me olhava sério e sereno, e eu, então, com o meu coração a mil, fui me sentar junto dele:

- Tu estavas a comer o Robinho, Paulo?

- Estava. – Fui sincero, não tinha como negar.

- Filho da puta, aquele viado disse que só dava para mim.

- Esta foi só a segunda vez – respondo aflito e depois é que parei para pensar: o Luís comia o Robinho. – Espera aí, tu andas a fodê‑lo?

- Desde que começou a namorar a minha irmã – respondeu ele todo sorridente.

- Então não estás puto com o que viste?

- Só um pouco, não gosto de partilhar viadinhos – estávamos os dois sentados lado a lado e, com a maior descontração, foi direto ao meu pau e agarrou-o – fiquei foi puto com este pau aqui.

O cara veio com tudo para cima de mim, e eu não sou de fazer por menos: abracei-o e trouxe-o mais perto de mim.

- Ai sim? Se o apertas assim ele fica logo duro de novo.

- Isso é o que eu quero, quero vê‑lo bem duro.

Porra, outro cara macho que gosta de piroca, que tesão. Agarrei nele e começamos a nos beijar. Mas o Luís era esperto, parou o beijo, levantou-se, sorriu bem safado, foi trancar a porta, depois veio novamente até mim, levantou-me do sofá e começou a me beijar cheio de tesão, enquanto isso agarrava no meu pau, que endureceu na hora em suas mãos. Em poucos minutos, estávamos os dois completamente pelados. Resolvi testá-lo e passei a mão na sua bunda, o cara gostou, me beijou ainda com mais vontade; nossa, a bunda dele é uma delícia, carnuda e lisinha; o cara se depilava todinho.

Eu só tinha visto uma ou duas vezes o Luís. Ele mora em outra cidade, mas, desde que o vi pela primeira vez, achei que ele era um homem muito atraente; pela sua profissão, tem sempre aquela pose de macho atento, mas nunca me passou pela cabeça que pudesse gostar de outros caras. Mas agora o tinha ali para mim: aquele homem alto, com mais de 1,80 m, tem o corpo de um deus grego, peito bem definido, barriga tanquinho e umas pernas grossas, é pirocudo, com um pau quase do tamanho do meu. O cara estava cheio de tesão por mim e começou a beijar o meu pescoço; depois desceu até aos meus mamilos, chupou cada um deles bem demoradamente, me fazendo gemer.

- Uhmmmmm, porra!

- És uma delícia, Paulo.

Deu-me um beijo e depois continuou pela minha barriga, sempre beijando-a e lambendo-a, até ficar de joelhos na minha frente e agarrar o meu picão, que estava firme, bem teso à espera dele.

- Que pau mais tesudo, cara!

- É?

- Posso chupar?

- Estás esperando o quê?

Foda-se, aquele meu futuro cunhadinho policial era submisso; eu ia ter aquele homenzarrão a fazer tudo o que quisesse, que bela surpresa. No início, fiquei só observando. Ele foi então metendo a boca no meu pau, segurava-o bem forte e começou por chupar a cabecinha, ia dando sugadinhas bem gostosas, e eu comecei a agir como um macho dominador, agarrei a cabeça dele e afastei-a do meu pau:

- Gostas do pau do teu macho?

- Gosto, meu macho, posso continuar a chupar?

- Podes, mas eu quero ver a minha piroca sumir nessa boquinha.

- Vou me esforçar, meu macho, ela é deliciosa, mas é muito grande.

Eu agarrei os cabelos dele e encostei a minha cara quase na sua:

- Isto não foi um pedido, entendes?

- Sim, meu macho.

Sempre a puxar pelos seus cabelos, levei-o de volta ao meu pau, e ele abocanhou-o quase pela metade:

- É para engolir tudo.

Forcei a cabeça dele contra o meu pau e ele desapareceu na sua boquinha; o cara era experiente, ninguém consegue engolir assim o meu pau de primeira.

- Isso, é assim que se mama a vara do teu macho.

Ele me olhava com os olhos cintilantes, e eu comecei a fazer um vai e vem na sua boquinha. Em poucos segundos, eu socava aquela boca, e o meu cunhadinho começou a babar, mas não engasgava; o cara gostava, não parava de tocar uma punheta no seu picão, e eu fiquei a fodê-lo assim um bom tempo, até que tirei a minha vara da sua boca. O cara estava quase sem ar, mas, mesmo assim, me pediu mais pau:

- Que delícia de piroca, meu macho, me dá mais, dá! - Eu, sacana, comecei a bater com o meu pau no seu rosto.

- Já mamas mais, seu putinho. - E fui me deitando no sofá e apontei o meu pau para ele. - Vem cá, vem, quero tratar desse teu cuzinho.

Ele entendeu o que eu queria e veio sobre mim; fiquei com a bunda dele na minha cara e o meu pau na sua boca. O meu policial submisso começou logo a me chupar e, logo de primeira, deu uma chupada do caralho, engoliu o meu pau quase pela metade e depois terminou com uma sugada do caralho na cabecinha do meu pau.

- Aí, porra, que boquinha mais safada, uhmmm!

Dei um tapa na bundinha dele, e ele me chupava cheio de vontade; eu então passei a me concentrar naquela bundona que eu tinha ali na minha frente. Nossa, que bunda! Tal como todo o seu corpo, era bem musculada, mas carnuda, completamente lisinha. Eu abri as suas nádegas e, caralho, vi um buraquinho todo depiladinho a piscar. Meti logo a minha língua naquele botãozinho e dei uma sugadinha; nossa, como era gostoso, e o safadinho gemeu.

- Aí, porra, que delícia, meu macho - e eu dei um tapa nele.

- Quem te mandou parar de me mamar?

O Luís pôs a boca no meu pau e eu coloquei a língua naquele cuzinho; nossa, como era gostoso! Aquele cuzinho já estava bem relaxadinho e se abriu todo para mim, e comecei a enfiar a minha língua nele, que tesão! O meu policial submisso se contorcia todo, mas não parava de me chupar. O meu pau estava bem teso e achei que já estava na hora de comer aquele cu tesudo; então dei um tapa forte naquela bundinha e a minha mão ficou marcada nela.

- Vou te comer, putão.

Ele parou logo de mamar e saiu de cima de mim; levantamo-nos e ficamos os dois de pé. Eu então ajeitei-o como quis, coloquei uma perna dele em cima do sofá e curvei-o para a frente.

- Empina bem essa bunda — e dei um tapinha nela e aquele machinho empinou ainda mais a bunda para mim.

- Assim, meu macho?

- Isso.

Passei cuspe naquele cuzinho e encostei o meu pau no seu buraquinho; uhmmm, piscava tanto e forcei, e senti aquele cuzinho se abrir todo para mim e então parei.

- Não pares, não, Paulão, me come — nossa, o meu cunhadinho estava desesperado por pau.

- Se queres que te pica, mexe essa bunda — o safado percebeu logo o que eu queria, foi empurrando o seu cuzão contra o meu pau e a cabecinha entrou logo toda.

- Aaaiiii, assim, meu macho?

- Assim faz o meu pau sumir nesse cu…

Que delícia, tinha aquele machinho bem putinho para mim; ele foi empurrando aquela bunda gostosa e o meu pau entrou todo. Aquele cu do meu cunhadinho era bem rodado; ele devia se divertir muito com os seus amiguinhos na delegacia, e eu agarrei, então, na sua cintura e dei uma socada bem forte:

- Aaaiiii, caralhooooooo… — gritou ele bem alto.

- Toma piroca neste cuzão gostoso — e nova socada.

- Aaaiiii, que delícia, meu macho.

- Gostas de levar vara, sim, hein, cunhadinho?

- Só de machos gostosos, gostosos como tu.

- Então toma.

Cuzão gostoso do caralho, comecei a fodê‑lo como queria, o Luís aguentava bem e comecei a socá‑lo com tudo; nossa, o meu pau saía quase todo e depois eu o enterrava bem fundo e o cara sempre a gemer, e, a certa altura, estávamos já os dois bem loucos naquela foda até que eu saí de dentro daquele cu, ia fodê-lo noutra posição:

- Deita no chão, Luís, com as pernas viradas para o sofá.

Ele obedeceu e eu agarrei as pernas dele e puxei‑as para cima; seu corpo ficou encostado contra o sofá, a cabeça no chão e eu abri bem aquelas pernas grossas; o seu cu estava todo aberto e enfiei o meu pau todo nele.

- Aaahhhh, caralhooooooo.

- Tu gostas, né, safado? Adoras uma vara assim neste cu.

Nossa, o meu pau quase estourava ao ver aquele homem assim na minha frente, a levar vara no cu e sempre a gemer; ele me olhava, e os olhos dele eram de puro tesão.

- Aaaiiiii, está tão bom, meu macho! Isso, mete tudo em mim, uhmmm....

- Caralhoooooo, deita no sofá.

Aquela posição era fodida, eu cansei rápido, ele se deitou no sofá de barriga para cima e abriu logo as pernas para mim; eu agarrei naquelas coxas musculadas e as puxei mais para trás para ficarem bem abertinhas e coloquei o meu pau na entradinha daquele cu que estava de novo todo aberto.

- Queres mais piroca do teu macho, queres?

- Quero.

- Então toma — e enterrei tudo.

- Aaaiiii, caralhooooo, que assim eu gozo!

- É para gozares mesmo, seu filho da puta, que eu vou encher este teu cu de piroca.

Eu me deliciava ao ver aquele macho se contorcer de prazer bem ali na minha frente, comecei a fodê‑lo bem forte, metia bem rápido e, em poucos minutos, o meu cunhadinho começou a berrar:

- Aaaaaiiii, caralhooo, Paulão, fode, fode‑me, meu macho.

Nossa, o cara começou a gozar, e o primeiro jato foi tão longe que chegou na sua cara.

- Issooooo, goza, caralhoooooo!

- Aaaiiii, que delícia… que foda, maravilhosa, meu macho... issoooo... fodeeee…

Ver aquele macho assim se contorcendo de tanto prazer foi demais para mim, e comecei a gozar também; o meu primeiro jato de porra saiu direto para o fundo daquele cuzinho.

- Porraaaaa… toma leite, seu filho da puta.

- Aaaiiii, me dá, meu macho, me dá o teu leitinho, uhmmm, que delíciaaaaa...

Que puta de gozada gostosa, enchi o cu dele de leite e fui fudendo‑o até o meu pau começar a amolecer; o meu cunhadinho estava em êxtase, super feliz.

- Caralho, Luís, que puta‑de‑foda, tu gostas mesmo de pau.

- Gosto, cara, mas só de machos assim como tu.

- Eu vou te foder muito, cara.

- Às vezes que tu quiseres.

O safado já ia agarrar no meu pau…

- Cara, já está tarde, e melhor irmos ter com eles.

- Certo…

Quando chegamos na cozinha, o jantar já estava pronto, fomos todos para a mesa. O Robinho sorriu para nós com aquela sua cara de safado, o sacana sabia o que tinha acontecido, safado, e eu estava louco para comer aquele cu dele também, mas o fim de semana era grande, a oportunidade ia surgir.

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