🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Instinto primitivo - A submissão de Lana

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Haaedrig
Categoria: Heterossexual
Contém 3321 palavras
Data: 09/07/2026 08:51:34

O dia seguinte começou como qualquer outro, acordei cedo, tomei café e passei boa parte da manhã verificando a plantação. O trabalho duro já começava a render os frutos e, desde que terminamos o sistema de irrigação, o trabalho havia diminuído bastante.

Quando voltei para casa no final da manhã, Brooklyn estava sentada na varanda folheando um caderno de anotações, assim que me viu, levantou a cabeça e ergueu meu celular.

— Oi — ela jogou o celular para mim. — Estão tentando falar com você faz alguns minutos.

— Quem? — peguei o aparelho no ar.

— Lana.

— Ela disse o que queria?

— Não, ela disse que quer conversar especificamente com você, nem quis falar comigo.

Antes que eu perguntasse mais alguma coisa, o telefone voltou a vibrar em ligação, atendi.

— Alô?

— Está sozinho? — a voz de Lana soou séria do outro lado.

— Não.

— Então vai para algum lugar onde ninguém possa ouvir.

Olhei para Brooklyn, que imediatamente arqueou uma sobrancelha curiosa.

— Preciso mesmo?

— Precisa.

Balancei a cabeça, atravessei a sala e fui até a garagem e fechei a porta atrás de mim.

— Pronto, agora estou sozinho.

Houve alguns segundos de silêncio antes de Lana voltar a falar.

— Gostou de passar a tarde com a Sofia?

— Você demorou para voltar e deixou ela sozinha, alguém tinha que fazer companhia para ela — não consegui evitar um sorriso.

— Companhia? — ela deu uma breve risada. — Com companhia, você quer dizer que fodeu o cu da minha namorada a tarde inteira?

— É, isso mesmo. Sabe como ela é, e eu não consegui resistir também.

O silêncio voltou por um instante.

— Ela me mostrou os vídeos — a voz dela ficou mais baixa.

— Imaginei — me apoiei na parede. — Gostou?

— Não consegui assistir só uma vez.

— Se quiser, eu passo na sua casa depois e faço mais vídeos com ela para você.

Ouvi alguns gemidos do outro lado da linha.

— Ou prefere ver ao vivo?

Ouvi outra voz ao fundo, distante, seguida por uma risada que reconheci imediatamente, Sofia. Ouvi a voz de Lana de fundo respondendo alguma coisa que não consegui entender e voltou ao telefone.

— Sofia pediu para agradecer pela visita — Lana voltou a falar. — Ela disse que se quiser voltar mais vezes...

— Eu vou — a interrompi. — Com certeza eu vou, nunca vou dizer não para ela.

Ouvi um outro gemido.

— Está tudo bem ai?

— Sim, está... — a voz de Lana continuou baixa.

— Esses gemidos, são seus ou está vendo os vídeos enquanto fala comigo?

Mais alguns segundos de silêncio.

— Vou deixar essa pergunta sem uma resposta, pode ser? — Lana riu.

— Ok, eu já consigo imaginar...

— Consegue? — a voz dela se tornou mais provocativa.

— Consigo, ouvi alguns gemidos ai no fundo e ouvi a voz da Sofia também, então provavelmente estão assistindo os vídeos juntas.

Lana apenas riu, não confirmou e nem desmentiu.

— Mas, ouvi outros gemidos também, então arrisco dizer que enquanto conversa comigo e assiste os vídeos ao lado da Sofia, você também está se masturbando — fiz uma breve pausa. — Acertei?

Por um momento, Lana ficou em silêncio.

— Você é cheio de teorias, não é? — a voz de Lana ficou calma.

— Uhum, e uma delas é que você é uma putinha no cio, igual a sua namorada.

Ouvi uma risada de Sofia no fundo e a respiração funda de Lana, seguido de um gemido.

— Nós ainda vamos conversar pessoalmente — foi a última coisa que Lana falou.

Antes que eu perguntasse qualquer coisa, a ligação foi encerrada, fiquei alguns segundos olhando para a tela apagada do celular e logo dei um sorriso, será que finalmente consegui provocar Lana? Desde quando nos conhecemos, sempre foi o contrário, Lana era quem sempre provocava.

Será que dessa vez eu consegui virar o jogo?

Pelo jeito, os vídeos realmente haviam mexido com ela. Guardei o celular no bolso e voltei para dentro de casa, Brooklyn levantou os olhos do sofá no mesmo instante.

— Então? — ela me encarou.

— Então o quê?

— O quê ela queria?

— Conversar — dei de ombros enquanto sentava ao lado dela.

— Só?

— Só.

— Você é um péssimo mentiroso — ela estreitou os olhos, claramente sem acreditar.

— E quem disse que estou mentindo?

— Está sorrindo igual um idiota — ela se aproximou de mim. — Me conta, o que conversaram?

Ri sem responder.

— Quem conversou com quem? — Kendra surgiu atrás da gente.

— Lana ligou querendo falar com ele, agora ele não tira esse sorriso do rosto — Brooklyn olhou para a amiga.

— Hum — Kendra sentou ao meu lado. — Sobre o que conversaram?

— Vocês são muito curiosas, sabiam? — tentei me esquivar das perguntas.

— É, a gente sabe — as duas responderam quase juntas.

Elas continuaram me olhando esperando alguma resposta.

— Tá bom, tá bom — respirei fundo e olhei para o teto. — A Lana viu os vídeos da Sofia.

— Aqueles vídeos? — Kendra perguntou.

— Os que gravou ontem com a Sofia? — Brooklyn também perguntou. — E ai, o que ela disse?

— Parecia que ela estava assistindo aos vídeos com a Sofia. Eu consegui ouvir a voz da Sofia ao fundo — fiz uma breve pausa. — E me arrisco a dizer que a Lana estava se masturbando enquanto falava comigo.

As duas continuaram a me olhar, fissuradas enquanto falava.

— E eu chamei Lana de putinha no cio, igual a namorada dela — continuei.

As duas arregalaram os olhos.

— E ela disse que quer conversar comigo pessoalmente.

As duas abriram a boca em espanto, Kendra levou as duas mãos para tapar a boca e Brooklyn começou a rir, ainda embasbacada.

— Se não for para te dar uma facada... — Kendra começou a falar, ainda surpresa. — Provavelmente vai ser para esfolar seu pau e quebrar a cama.

— Nada impede ela de fazer as duas coisas ao mesmo tempo — Brooklyn parou de rir.

— Quanto exagero! Agora chega — sai do meio das duas. — Vocês duas não tem trabalho a fazer?

— Não — elas responderam ao mesmo tempo.

Fiquei encarando elas por um tempo.

— Nada para fazer? Nada para organizar? — perguntei as duas.

— Nada — novamente, responderam ao mesmo tempo.

Parando para pensar, realmente, as últimas semanas foram bem mais tranquilas, não tínhamos muito o que fazer já que adiantamos quase tudo.

— É... — parei para pensar. — Acho que essa semana está bem equilibrada. Vou tomar um banho e tentar descansar um pouco.

As duas voltaram para a fofoca diária no sofá da sala, enquanto eu parti para um banho e tentei colocar o sono em dia. O dia estava tão preguiçoso que dormi até a manhã do dia seguinte. Quando saí do quarto, encontrei Kendra e Brooklyn na cozinha preparando o café. O cheiro de pão aquecido e café recém-passado já dominava a casa.

— Olha só quem resolveu acordar — Kendra comentou sem olhar para trás. — A bela adormecida.

— Milagre — Brooklyn completou. — Achei que tinha morrido na cama.

— Vocês duas já começaram?

— A gente nunca para.

Peguei uma caneca e comecei a servir café quando ouvi passos do lado de fora, não eram passos conhecidos da casa, ainda mais porque todos os integrantes da casa estavam reunidos na cozinha. Os três olharam para a porta praticamente ao mesmo tempo, segundos depois, ela se abriu, Lana entrou sem pedir licença, continuava usando a velha jaqueta escura, as botas cobertas por uma fina camada de poeira da estrada e a mesma expressão séria de sempre.

— Bom dia — falei.

Ela apenas fez um breve aceno com a cabeça, caminhou em linha reta até parar diante de mim.

— Precisamos conversar.

O tom era firme o bastante para fazer Kendra e Brooklyn interromperem o café, Lana lançou um rápido olhar para as duas antes de continuar.

— A sós.

Olhei para Kendra, depois para Brooklyn, as duas trocaram um olhar curioso com um sorriso malicioso no rosto, mas nenhuma questionou.

— Tudo bem — respondi. — Vamos para o quarto.

Lana apenas assentiu. Caminhei pelo corredor enquanto ela vinha logo atrás. Entramos no quarto e ela fechou a porta de maneira um pouco desajeitada. A madeira não encaixou direito e a porta permaneceu entreaberta alguns centímetros. Sem dizer uma palavra, Lana abaixou-se e começou a tirar as botas, a calça e junto com a calcinha, vi um fio pegajoso que ligava a calcinha com a sua buceta, que diga-se de passagem, estava tão linda quanto naquela noite da fábrica em que passamos juntos, os pelos ruivos voltando a crescer ao redor do lugar premiado. Me senti um pouco estranho, como se tivesse usado alguma substância. A visão ficou meio turva, mas percebi que foi o cheiro da intimidade de Lana que me causava aquilo

— Essa era a conversa que queria ter comigo? — falei tentando retomar os sentidos.

Ela não respondeu, se aproximou de mim e me empurrou para a cama, com violência. Deitei na cama a força quase batendo a cabeça na cabeceira e antes que pudesse ter qualquer tipo de reação, ela veio por cima de mim. A buceta extremamente melada molhou meu short, tão molhada que senti o úmido quente direto no meu pau, que a esse ponto, estava tão duro que chegava a doer tentando rasgar a roupa.

— Quero ouvir você falando — Lana disse antes de me beijar. — Gostou de foder o cu da minha namorada?

Antes que pudesse responder, ela me beijou de novo. Era esquisito, beijar Lana, na nossa primeira vez isso não aconteceu.

— Se pudesse, foderia de novo todos os dias... — ela me interrompeu com um beijo.

Desesperadamente ela começou a arrancar a jaqueta, eu que não sou bobo nem nada, abaixei o short discretamente, deixando sua buceta esfregando no meu pau diretamente, pele com pele.

— Quando vi o vídeo... — ela me beijou de novo. — ... senti uma coisa diferente, foi estranho pra caralho...

Lana bufava enquanto se esfregava na extensão da minha pica, suas bochechas coçavam a ficar vermelhas, ao mesmo tempo, tentando me beijar.

— Quero que você me foda igual fodeu ela — Lana disse com a voz um pouco trêmula.

Ok, era a minha chance de colocar aquela ruiva cavala e gostosa no lugar dela, abaixei um pouco o quadril, meu pau pulsou e subiu, a cabeça entrou em contato direto com a entrada receptiva de sua buceta, que logo engoliu o visitante apressadamente. Meu pau entrou com tudo em sua buceta, mal apresentava resistência. Lana soltou um gemido alto e prolongado com o invasor adentrando.

— Cansou de me usar só para causar ciúmes na Sofia? — perguntei enquanto começava a meter.

Ela me olhou no olhos, os lábios dela tremiam sentindo as estocadas no fundo de sua buceta e eu não facilitei para ela um segundo sequer. Ergui sua camisa, Lana estava sem sutiã, levei aquele bicos perfeitos e pontudos até a boca, primeiro mordendo com uma certa força o que a fez soltar um grunhido, logo chupando e fazendo os movimentos circulares com a língua.

— É, cansei... — ela arrancou a única peça de roupa restante. — ...agora te quero por completo, sem esses joguinhos idiotas.

Logo ela tomou as rédeas da situação, apoiou as mãos no meu peito e começou a sentar com violência, seus seios balançando no ritmo enquanto ela se movia com uma força que fazia a cama de madeira ranger como se estivesse prestes a se despedaçar. Lana grunhia alto, meu pau chegava fundo nela, o mel de sua xana escorrendo pelas minhas coxas.

Notei as pernas dela tremendo, arqueando as costas e pressionando as mãos contra meu peito. As unhas compridas arranharam minha pele enquanto ela aumentava o ritmo, os quadris balançando como um pêndulo louco. O cheiro do sexo preenchia o quarto inteiro misturado com o doce aroma do seu suor.

Eu agarrei seus quadris, ajudando a descer com mais força a cada movimento. A cama protestava com cada impulso, as molas velhas gemendo em uníssono com nossos suspiros. O cabelo vermelho e cacheado de Lana caía sobre seu rosto, alguns fios grudados na testa suada. Seus olhos estavam fechados, a boca entreaberta em um silêncio quase completo, quebrado apenas por gemidos abafados.

— Caralho, você é tão apertada — sussurrei em seu ouvido.

Não cansava de sentir os músculos dela se contraírem ao redor de meu pau. Ela respondeu com um movimento mais profundo, fazendo eu bater no fundo dela. O impacto fez a cama tremer ainda mais.

De repente, ela parou, respirando pesadamente. Com um movimento lento, Lana saiu de cima de mim, a buceta tão molhada que um fio espesso ficou entre a cabeça do meu pau e a sua abertura molhada. Ela rapidamente se deitou ao meu lado, por um instante, ficamos apenas ouvindo o som de nossa respiração ofegante. Então, sem dizer nada, ela se virou para mim e começou a deslizar a língua pelo meu corpo, beijando meu peito, minha barriga, até chegar ao meu pau ainda duro e coberto com sua lubrificação.

Seus lábios quentes envolveram a cabeça de minha rola e eu soltei um gemido longo. A língua dela dançava ao redor da glande, explorando cada reentrância antes que ela começasse a descer, engolindo meu pau centímetro por centímetro. Eu agarrei o cabelo vermelho e cacheado, sentindo a textura sedosa entre os dedos enquanto guiava seus movimentos.

Lana começou a chupar com uma fome que me deixou sem fôlego. A cabeça dela subia e descia em um ritmo feroz e perfeito, enquanto uma de suas mãos masturbava a base do meu pau e a outra massageava minhas bolas. A saliva escorria pelo queixo dela, caindo sobre minhas coxas e formando uma pequena poça no lençol.

Foi então que percebi de relance, olhei para a porta e lá estava Kendra com o celular em mãos, a câmera apontada para nós gravando o sexo selvagem.

Desde quando? Não sei.

Brooklyn estava logo atrás, assistindo a cena como se fosse uma obra de arte que precisaria de horas a ser decifrada, apreciando cada detalhe.

Mas Lana não percebeu, aproveitei para brincar um pouco com ela. Puxei o cabelo, fazendo ela soltar meu pau e direcionei seu rosto a força até a porta para ela ver que ali, existia uma pequena plateia.

— Agora todo mundo sabe que você á uma putinha no cio — dei um tapa em seu rosto, no segundo tapa aproveitei para espalhar um pouco a própria saliva em sua bocheca.

Lana riu, o que era completamente o oposto do que eu esperava. Mas então, aproveitei, ela parecia aceitar a personalidade de puta. Puxei o cabelo de volta e esfreguei seu rosto no meu pau completamente babado, ela o pegou com as mãos e voltou a chupar, agora encarando a nossa plateia. Forcei meu pau em sua garganta, ela respondeu engolindo até a ponta chegar em sua garganta e os lábios tocarem a base, o que a fez engasgar levemente. Lágrimas escorreram pelo rosto dela, mas ela não parou, continuando a chupar como se sua vida dependesse disso.

Com um movimento brusco, puxei seu cabelo e a fiz deitar de costas na cama. Ela sorriu, um sorriso desafiador que me fez perder o controle. Me posicionei entre suas pernas e entrei de uma só vez, fazendo-a gritar de prazer, comecei a foder com toda a força que tinha, cada metida mais profunda que o anterior. A cama rangeu mais alto, o som da madeira se partindo misturado com nossos gemidos e o barulho de nossos corpos se chocando. Lana envolveu as pernas ao redor da minha cintura, me puxando para dentro dela a cada movimento. Seus seios balançavam violentamente com o ritmo intenso.

— Não para — suplicou ela, as mãos agarradas no lençol. — Fode mais forte.

Eu obedeci, aumentando a velocidade até ouvir um estalo alto. Uma das pernas da cama cedeu, e o colchão inclinou-se bruscamente.

Pois é, aquela rangeção da cama já indicava que a madeira velha não iria aguentar, mas ignoramos completamente.

O que eu iria fazer?

Para de foder aquela deusa ruiva?

Não! Nem pensar.

Mas isso não nos impediu, continuamos fodendo na cama quebrada mesmo, a superfície instável adicionou uma nova dimensão ao nosso ato brutal de sexo violento.

Mesmo com a cama destruída, Lana não satisfez. Ela me empurrou para longe, me deitei de costas, Lana veio subindo em cima de mim novamente, mas desta vez, de costas. Agarrou a base do meu pau e tentou encaixar, sentando com força. Na primeira tentativa, meu pau escapou, se esfregando na entrada molhada e no cuzinho rosa, na segunda ela acertou, dando um gemido se satisfação enquanto sua buceta me engolia completamente. Ela voltou a sentar, enquanto se movia sobre meu pau, levou uma mão até a bunda e começou a se masturbar analmente, introduzindo um dedo no cu enquanto eu a fodia.

Aquela cena deveria ser fotografada, Lana me olhando por cima do ombro enquanto esmagava meu quadril de tanto sentar, melando meu pau com sua buceta extremamente molhada e intoxicante, e o melhor detalhe, o dedo dela desaparecendo e reaparecendo enquanto ela se movia, criando uma pressão extra que eu podia sentir através da parede de sua buceta. Ela gemeu alto, o corpo tremendo em um orgasmo intenso, ela gozou, os músculos internos se contraindo violentamente ao redor de meu pau. Mas ela não parou, continuando a se mover enquanto introduzia mais um dedo no cu. O ritmo dela ficou mais errático, mais desesperado.

— Vou gozar — avisei.

Lana desceu imediatamente de mim e se ajoelhou na frente da cama quebrada, eu também me levantei, de pé em sua frente. Ela abocanhou meu pau com a boca, os olhos fixos nos meus enquanto meu orgasmo começava a explodir. Tirei meu pau de sua boca e voltei a agarrar seu cabelo, o primeiro jato de esperma atingiu o céu da boca dela, ela colocou a língua para fora e eu continuei gozando, cobrindo seu rosto, seus lábios e deixando sua língua branca.

Quando terminei, o rosto de Lana estava coberto com meu esperma, escorrendo pelo queixo e caindo sobre seus seios. Ela sorriu, usando os dedos para coletar o líquido e levá-lo à boca.

Ainda ofegante, olhei ao redor, cama destruída, os dois cobertos de suor, o quarto abafado cheirando a sexo. Meu olhar foi em direção a porta, Kendra deu um sorriso safado antes de se virar e sumir.

Lana continuou de joelhos, o que foi uma sensação estranha. A imagem dela era muito diferente e ver ela de joelhos com o rosto gozado depois de ter agido como agiu...

Não sei, era estranho, simplesmente estranho.

— Acho que a gente precisa de um banho — Lana disse olhando o próprio corpo suado.

— É, precisamos — apenas concordei.

Ficamos mais um tempo ali até que Lana decidiu se levantar, ela vacilou com o pé e quase caiu.

Quase, eu consegui segurá-la a tempo.

— Minhas pernas... — Lana soltou um gemido baixo.

— Eu te levo até o banheiro.

Ela me encarou, mas não protestou. A ajudei a caminhar até o banheiro que não ficava muito longe do quarto. Após alguns passos, ela se virou para mim.

— Consigo andar sozinha agora — ela ainda se apoiou na parede, as pernas pareciam tremer um pouco. — Obrigada.

— Pelo que está me agradecendo? Por ter ajudado você a chegar ao banheiro... — ri baixo. — Ou por ter te fodido como você me pediu?

Ela apenas sorriu, sustentou meu olhar por alguns segundos e entrou no banheiro, dando início a um longo banho.

— Se continuar me fodendo assim, eu até beijo seus pés para te agradecer — a voz dela ecoou baixo no banheiro.

— A Lana que eu conheço nunca falaria uma coisa dessas.

— A Lana que você conheceu antes, com certeza, não faria nada disso — ela ligou o chuveiro e entrou na água. — Mas a Lana de agora pode fazer o que você quiser.

— Ah, é? Vou cobrar essa promessa — falei parando na porta do banheiro.

— Pode cobrar, não vou reclamar — ela riu. — É só continuar me fodendo exatamente da mesma maneira que me fodeu hoje.

— E eu posso pedir qualquer coisa? — perguntei já com um sorriso no rosto.

— Qualquer coisa — ela confirmou. — Aliás, quer que eu conserte a cama?

— Interessante... — sussurrei para mim mesmo. — Não, pode deixar a cama comigo.

Voltei para o quarto e fiquei alguns instantes encarando a cama destruída.

É... talvez a nossa manhã tivesse saído um pouco do controle.

Soltei uma risada sozinho.

Mas agora... como se consertava uma cama?

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 14 estrelas.
Incentive Haedrig a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de HaedrigHaedrigContos: 32Seguidores: 30Seguindo: 11Mensagem Um cara comum que escreve histórias não muito condizentes com a realidade. Email: ghaedrig@gmail.com

Comentários

Foto de perfil genérica

É mano de sorte, pintou uma dúvida: Você agora e irmão da Kendra e da Brooklin? Só quer comer as sapatas ou ex sapatas kk?

0 0
Foto de perfil de Haedrig

Paciência, pequeno gafanhoto... Tenho planos para essas duas.

1 0
Foto de perfil genérica

Ah bom! Muito bom! Acho que Brooklin merece atenção. Ela me pareceu muito gostosa

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →