Capítulo 11: A Beira da Piscina
O sol da tarde ainda estava forte quando os quatro saíram do quarto principal da chácara. Cláudia, ainda nua e com o corpo brilhando de suor e restos de porra, sugeriu:
— Vamos para a piscina. Lá fora ninguém escuta nada e eu quero filmar tudo com luz natural.
Eles caminharam até a área da piscina, um espaço amplo e isolado, cercado por árvores altas e muros altos. A água cristalina refletia o céu azul. Cláudia posicionou duas espreguiçadeiras lado a lado e ajustou o celular no tripé, garantindo um ângulo perfeito que capturasse a beira da piscina, as cadeiras e o gramado macio.
Lídia foi a primeira a entrar na água, mergulhando e voltando à superfície com os cabelos molhados colados no corpo. Seus seios firmes e a buceta depilada brilhavam sob o sol. Luiz e André a seguiram, paus já endurecendo novamente. Cláudia ficou na borda, nua, pernas abertas, filmando.
— Quero ver vocês dois destruindo a Lídia — ordenou Cláudia com voz firme, sorriso safado no rosto. — Sem dó, sem piedade. Ela aguenta. Mostrem pra ela o que dois paus jovens conseguem fazer com uma vadia casada.
Luiz não perdeu tempo. Puxou Lídia pela cintura para fora da piscina e a jogou de bruços sobre uma das espreguiçadeiras. A nora mal teve tempo de gemer antes que André segurasse seus cabelos e enfiase o pau grosso na boca dela até o fundo. Lídia engasgou, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto André começava a foder sua garganta com estocadas profundas e rápidas.
Ao mesmo tempo, Luiz abriu as pernas de Lídia e meteu de uma vez só na buceta encharcada. O som molhado ecoou alto.
— Caralho… que buceta gulosa — rosnou Luiz, segurando os quadris dela com força e socando sem parar.
Cláudia circulava em volta deles, filmando de perto: o pau de André desaparecendo na garganta de Lídia, as bolas batendo no queixo dela; o pau de Luiz entrando e saindo da buceta rosada, brilhando com os sucos da nora.
— Mais forte, Luiz! Arromba essa puta! — comandou Cláudia. — André, enfia mais fundo na garganta dela. Quero ver ela babar até o chão.
Os rapazes obedeceram. Luiz acelerou o ritmo, batendo com violência contra a bunda de Lídia, as mãos deixando marcas vermelhas na pele clara. André segurava a cabeça dela firme, fodendo sua boca como se fosse uma buceta. Lídia gemia alto, o corpo tremendo, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto enquanto era usada sem piedade.
Cláudia se aproximou, deu um tapa forte na bunda de Lídia e falou perto do ouvido dela:
— Goza pra eles, sua safada. Goza com dois paus te destruindo.
Lídia explodiu em um orgasmo violento, o corpo convulsionando, buceta apertando o pau de Luiz enquanto jatos de squirt molhavam as pernas dele e a espreguiçadeira. Mesmo assim, os rapazes não pararam. Trocaram de posição rapidamente: André tomou o lugar na buceta, metendo ainda mais fundo e mais bruto, enquanto Luiz enfiava o pau melado na boca de Lídia, fazendo ela chupar o próprio gosto.
— Isso… assim… olha como ela mama gostoso — elogiou Cláudia, aproximando a câmera do rosto de Lídia, capturando os olhos vidrados e a baba escorrendo.
Eles viraram Lídia de lado. Luiz deitou atrás dela e meteu no cuzinho apertado sem aviso, enquanto André continuava na buceta. Dupla penetração intensa. Lídia gritava de prazer, o corpo inteiro sendo sacudido a cada estocada. Cláudia filmava tudo de perto: os dois paus grossos abrindo os buracos da nora, o rosto dela contorcido em êxtase.
— Vocês vão quebrar ela hoje — riu Cláudia, excitada, uma mão entre as próprias pernas se masturbando enquanto filmava.
Depois de quase quarenta minutos de foda selvagem, Lídia já havia gozado mais três vezes. Os rapazes estavam suados, paus latejando. Cláudia parou a gravação por um momento e deitou-se na outra espreguiçadeira, abrindo bem as pernas.
— Agora é a minha vez. Quero os dois gozando dentro da minha buceta. Um de cada vez. Lídia, você vai limpar tudo depois.
Luiz foi o primeiro. Subiu sobre Cláudia, posicionou o pau na entrada molhada da sogra e meteu até o fundo com uma estocada poderosa. Começou a foder com força, os quadris batendo contra ela, os seios siliconados balançando a cada investida.
— Isso, genro… me enche de porra — gemeu Cláudia, cravando as unhas nas costas dele.
André filmava agora, seguindo as ordens da sogra. Luiz acelerou, grunhindo, e finalmente gozou fundo dentro dela, jatos grossos e quentes enchendo a buceta madura de Cláudia.
Assim que Luiz saiu, André tomou o lugar. O pau ainda mais duro entrou fácil na buceta já cheia de porra. Ele fodeu ainda mais bruto, usando a lubrificação da porra do cunhado para meter mais fundo.
— Porra, sogra… sua buceta tá uma delícia toda melada — rosnou ele.
Cláudia rebolava, apertando o pau dele, gemendo alto. André não durou muito. Com um gemido rouco, também gozou dentro, adicionando mais jatos grossos à mistura que já escorria da buceta da sogra.
Cláudia ficou ali, pernas abertas, buceta inchada e pingando porra branca dos dois rapazes. Sorriu para a câmera.
— Lídia… vem cá. Limpa sua sogra.
Lídia, ainda ofegante e com as pernas tremendo, ajoelhou-se entre as pernas de Cláudia. Colocou a boca na buceta melada e começou a chupar com voracidade. Sugava a porra misturada dos dois, engolindo tudo, língua entrando fundo para não perder nenhuma gota. Cláudia segurava a cabeça da nora contra sua buceta, gemendo de prazer enquanto era limpa.
— Isso… come toda a porra dos meus machos, sua putinha…
Lídia lambeu, sugou e limpou até a última gota, depois subiu e beijou Cláudia na boca, dividindo o gosto salgado.
Foi nesse exato momento que o portão da chácara fez um barulho.
Rubens, o marido de Cláudia, entrou carregando uma maleta de trabalho, o terno ainda impecável. Ele havia decidido sair mais cedo da empresa para fazer uma surpresa à esposa. A cena que viu o deixou paralisado:
Cláudia deitada na espreguiçadeira, pernas abertas, buceta vermelha e brilhando. Lídia nua, ajoelhada entre as pernas dela com a boca suja de porra. Luiz e André, também nus, paus ainda semi-duros ao lado.
O silêncio foi absoluto por dois segundos.
— Que porra é essa?! — gritou Rubens, o rosto passando de choque para fúria.
Cláudia virou o rosto lentamente, um sorriso satisfeito nos lábios, sem nem tentar se cobrir.
