Quando eu era mais jovem, comecei a namorar uma mulatinha rabuda chamada Camila, chegava na casa dela e ia entrando, pois os pais dela trabalhavam até tarde.
Eu ficava nos beijos e amassos, era muito bom, alisava suas pernas e tocava na sua xaninha depilada, ela ficava alucinada, toda molhadinha, fechava os olhos e ficava com a boca aberta sem emitir nenhum som.
As vezes íamos para o quarto dela e fazíamos sexo oral, era delicioso chupar bucetinha dela, cheirosinha e bem fechadinha, mas eu era um cabaço, não sabia fazer direito, mas apesar desse detalhe, me esforçava e conseguia fazer ela estremecer na minha língua.
O tempo foi passando e nossa intimidade era muito boa, quando ela retribua o oral, era espetacular, ela me chupava olhando em meus olhos, com aqueles olhos verdes, fazia uma coisa gostosa com a língua, girando, depois mordiscava e sugava com pressão, colocava no fundo da garganta e eu ficava maluquinho, adorava gozar na boca dela, que não desperdiçava nem uma gota.
O problema é que ela era filha de evangélicos e tinha muito medo de perder a virgindade e os pais descobrirem.
Tentei colocar no rabinho dela algumas vezes, mas ela sempre fugia, tinha muito medo, eu era meio afobado e não tinha paciência.
Eu não sabia preparar antes de penetrar, quando consegui enfiar a cabeça uma vez, ela gritou bem alto, começou a chorar, entrei em desespero por que ela chorava e se debatia, depois desse dia, ela nunca mais deixou eu tentar.
Nosso relacionamento continuou a todo vapor, os amassos eram constantes, encoxava aquela rabuda direto, roçava naquele cuzinho sem roupa, as vezes gozava só na portinha, mas era o máximo que ela deixava(ficou expert no oral, praticavamos sempre).
Passeavamos, íamos a praia(escondidos dos pais dela de vez em quando), íamos a vários lugares.
Ela tinha uma colega lésbica, que se conheciam praticamente a vida toda, muito alegre e divertida, eram muito apegadas, sempre estavam uma na casa da outra, mas não rolava nada entre elas, só amizade e carinho.
Essa amiga dela era linda, corpão violão, uma boca carnuda e chamativa, cabelo comprido, abaixo da cintura, que cobria seu bundão, quando eu a vi pela primeira vez, fiquei fissurado logo de cara, o problema é que era uma lésbica convicta, fora o fato de eu estar em um relacionamento com a amiga dela.
As vezes ia lá em casa com alguma ficante, ela tinha um bom gosto, pegava cada mulher mais linda do que a outra.
Eu gostava de ver elas se pegando, ela tinha uma lábia e toda garota que ela mirava conseguia pegar.
Até que ela começou a se interessar pela minha namorada, aí a coisa ficou feia, comecei a ficar chateado com ela, (porra mulher filha da puta), pegava um monte de mulheres ainda queria a minha.
De tanto insistir, ela conseguiu nos convencer a ficar com minha namorada uma vez, com a condição de me fazer um boquete caprichado.
Minha namorada me convenceu,(vamos amor, só uma vez, eu experimento uma mulher e você mata a vontade de ficar com uma lésbica) e o besta aqui caiu no papo delas.
Confesso foi maravilhoso, essa mulher caprichou, até estranhei por ela ser lésbica, (afinal não mais né, agora bi) ou sei lá, fiquei confuso.
Ela chupou meu pau com vontade bem babado e com direito a garganta profunda e gozada na boca, engoliu tudinho e depois deu um selinho na minha namorada.
De quebra chupei sua xaninha com poucos pelinhos, ela rebolou na minha boca conforme se intensificava a chupada, gozou quando enfiei dois dedos no cuzinho dela, apertou meu dedo com volúpia e gritinhos.
Tentei comer o rabinho dela, mas minha namorada não queria deixar, (filha da puta, não dava o rabinho para mim e ainda não queria deixar eu comer o da lésbica).
Chegou a hora das duas ficarem juntas... foi um show a parte, uma pegação de filme pornô, um 69 logo de cara, minha namorada gozou rapidamente, era lindo olhar as duas transando.
Olhar aquela lésbica por cima, de bunda empinada, com aquele cuzinho rosa fechadinho me deixou louco.
Não resisti, fui para cima, meti a língua naquele cuzinho sem dó, ela gozou rapidinho (nós dois estamos chupando ela ao mesmo tempo).
De tanto eu insistir (e com a permissão da minha namorada), desfrutei daquele cuzinho fabuloso(queria comer a xaninha dela, mas ela falou que só me liberava o cuzinho), acho que ela queria manter um pouco seu lado lésbica, se lá o que passava na cabeça dela.
Foi muito bom, finalmente estava comendo um rabinho(bem apertadinho, um forninho quente), matei minha vontade (de pegar aquela mulher linda e gostosa), consegui ficar só uns quinze minutos, mas foi os melhores quinze minutos da minha vida.
Os gritinhos dela, com a voz aguda, foi apaixonante, peguei ela em um frango assado inesquecível, com minha namorada nos olhando e se masturbando.
Depois elas se pegaram novamente e continuou o show.
O problema foi que a lésbica deu um trato tão bom na minha mulatinha rabuda, que perdi ela para (essa) amiga.
Ela desmanchou comigo, dizendo que estava apaixonada pela amiga lésbica e amiga lógico que adorou né, pois já tinha uma quedinha por ela.
Fiquei furioso e triste por vários dias, pois não me conformava, gostava da minha mulatinha rabuda e apesar de tudo tinha uma quedinha pela lésbica,(ela era uma loirinha muito linda e extremamente gostosa).
Fiquei amoado, não saía de casa(bem feito, quem muito quer nada tem).
As vezes eu chorava cada vez que lembrava da situação constrangedora que passei ((perdi minha namorada para a amiga lésbica dela, por culpa em parte minha por topar aquele ménage)).
Minha mãe estava muito preocupada comigo e pediu para minha tia dar uma passada lá em casa.
Ela chegou, despediu da minha mãe(que ia a uma consulta), subiu as escadas, entrou no meu quarto me abraçou e me consolou com muito carinho.
Detalhe: (minha tia também é lésbica desde a adolescência).
Falou no meu ouvido, que iria me dar um (presente especial), falou que nunca ficou com homem nenhum, mas iria abrir uma exceção para me ensinar fazer um oral caprichado em uma mulher,((apesar de ter feito na namorada e na amiga dela, eu não era um especialista)), trancou a porta e tirou toda a roupa, (nossa ela era muito linda pelada), com os peitinhos bem empinadinhos e macios, uma bucetinha pequena, bem fechadinha, falou que a única coisa que entrou foi os dedinhos de suas namoradas.
Começou a aula, comecei beijando suas coxas, sua virilha, lambendo e mordiscando sua bucetinha cheirosa, ela no começo ficou de boa, mas conforme foi ensinando, foi ficando ofegante.
Fui chupando e enfiando dois dedos na bucetinha dela com dificuldade, ela começou a gritar e apertar minha cabeça com as pernas, quase me sufocando, fiquei chupando ela por bom tempo, ela gostou tanto que disse que eu era um excelente aprendiz.
Mesmo assim fiquei chorando, dizendo que não consegui comer minha namorada, por isso, perdi ela para a amiga (apesar dela não deixar, por ser crente).
Minha tia querida ficou fazendo carinho em mim, me abraçando e me dando beijinhos (selinhos).
Aí fui se empolgando, os beijos passou a ser de verdade, ela beijava muito bem, por fim começamos uns maios muito quentes e uma coisa levou a outra, ela falou que não transava com homem, mas iria me ensinar tudo o que fazer com uma mulher.
Fui penetrando sua bucetinha apertada com todo carinho e cuidado, ela me abraçava com as pernas e gemia baixinho no meu ouvido, que voz meiga e sensual.
Fizemos várias posições, seus gemidinhos eram como música para mim e que mulher fogosa, comecei a me empolgar e meter acelerando na sua bucetinha apertada e ela alucinou, (gritava, meu sobrinho querido, fode a titia com força que quero gozar com você dentro de mim, meu amorzinho), despejei todo meu amor dentro dela.
Passamos a transar regularmente, pelo menos duas vezes por semana e aprendi muita coisa com ela.