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Jorjão me transformou em fêmea e não consigo parar - Parte 4 - Dominada

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Um conto erótico de Cdzinha_fêmea
Categoria: Crossdresser
Contém 1529 palavras
Data: 09/07/2026 01:35:09
Última revisão: 09/07/2026 01:43:21

Abri os olhos e então olhei, atentamente, aquele macho debaixo de mim, com uma rola gigante, quase que me atravessando. Jorjão, ainda ofegante, estava suado. Minhas mãos delicadas agarradas naquele peito, com pelos brancos, contrastando com aquele negro retinto, de cavanhaque.

Ele ainda com o pau dentro da minha cucetinha, sorriu e disse.

- Você conseguiu minha branquinha, aguentou a pica do negão até o fim e ainda gozou gostoso. Você nasceu para ser minha puta e agora vou querer sempre.

Aquelas palavras soaram como uma declaração de posse aos meus ouvidos. O macho alpha havia dominado sua fêmea por completo. Eu só não sabia que aquela foda era somente uma preliminar do que viria nos próximos dias. Mais intenso, mais safado e muito gostoso.

Eu ainda sentada sobre ele, após cavalgar e rebolar naquela jiboia, por alguns minutos, também sorri. Mesmo com o pau amolecendo dentro da minha raba, a impressão era de que tinha sido empalada. A dor ainda era forte, mas o prazer de estar ali era insuperável.

Olhei nos seus olhos e disse, bemmm dengosa:

-_ Amorzinho, a Bia agora é a mulher mais feliz do mundo. Ela sempre sonhou com isso e, finalmente, te encontrei. Sou sua para fazer o que quiser comigo, meu preto gosto.....aieeeeee, hummmmmmmmmmmmm.

O mundo parou ali para nós dois, entre aquelas paredes de madeira reaproveitada, telhas velhas e cama de molas, testemunha de um tesão que jamais imaginei.

Jorjão segurou minha nuca e puxou-me em direção a sua boca. Foi um beijo lascivo, quente, uma guerra de línguas, saliva e mordidas naqueles lábios gigantes.

Ao me curvar para nos beijarmos senti pela primeira vez a quantidade de porra que ele havia depositado em minha cuceta. Mas ela não tinha como sair, porque o pau dele alargava minhas pregas de tal forma que não havia como.

- Hummmmuuuuuuuuuuuuu, como você é gostoso, meu preto, disse ainda dando uma reboladinha.

Ele então me segurou pela cintura, se levantou e tirou a pica de uma vez só. Olhei para trás e vi então um filete de sangue escorrendo, misturando junto com a porra que agora vazava sem que eu conseguisse ao menos controlar, tamanha a quantidade de leite daquele macho.

- Caralho branquinha, você realmente era virgem, agora esta marcada por mim pra o resto da vida.

Passei a língua bem devagar entre seu ouvido e falei:

- Eu também vou querer sempre, amorzinho. Acho que já estou viciada no meu macho.

Ele gemeu:

_- Arghhhhhhhhhhhh, humuuuuuuuuum, como você é safada. Assim eu fico louco.

- Quero você louco por mim, paixão, do jeito que estou apaixonada por você.

Devagar, sai de cima e me aconcheguei ao lado do meu dono, enquanto eu repousava a cabeça sobre o seu ombro e seu braço gigante me envolvia. Depois de uma trepada selvagem, tivemos nosso primeiro momento como namorados.

Bia, fale a verdade:

- Você é casada com mulher, tem família, essas coisais?

- Naooooooooooo, sou separado, tenho dois filhos que moram com minha ex-esposa. Mas posso te contar uma coisa, meu Bebezão: eu já não sentia mais atração por buceta. E depois desta noite tive certeza: quero o seu pau gigante na minha vida.

- Você já tem, vadia – disse, me puxando para mais um beijo, enquanto minha cucetinha antes apertadinha, agora liberava aquela gala que mais parecia um creme, de tão consistente.

Olhei no relógio e já eram quase 21h, daquela quinta-feira que mudaria minha vida para sempre.

- Esse final de semana eu to de folga e você não escapa. Vou te comer muito.

- Não precisa nem pedir, eu estarei sempre pronta para você, amor. Aonde que posso tomar um banho para ir pra casa?

- Você só vai tomar banho agora em casa. Quero que coloque a calcinha e sinta o meu leite escorrendo pelas suas coxas enquanto estiver caminhando.

- Safado, puta que pariu. Que delicia de machoooooooooooooooo!.

Ao levantar da cama é que senti o verdadeiro estrago, Minhas pernas estavam bambas.

- Amor, eu preciso so de um tempinho para me recuperar, porque no sábado quero ter uma noite especial com você no meu apartamento. Vou fazer um jantar para você. A Bia vai estar linda para você. Mas não sei se aguento amanhã.

- Você que sabe, depois não vem reclamar – disse, em um tom grave e nada amistoso, quase ameaçador, de costas pra mim, enquanto colocava uma bermuda surrada.

- Não entendi – retruquei, quase desafiadora, com as mãozinhas na cintura.

-Ele deu alguns passos rapidamente ao redor da cama e se aproximou de mim, quase colocando o rosto. Então segurou no meu pescoço

_ Presta vem atenção, Bia, Bê, ou o nome que você quiser usar, seu veadinho de merda. A partir de agora, você não decide mais nada. Quem manda sou eu. Você só obedece. E você só vai responder sim senhor. E não vou repetir, certo?

- Sim senhor, quase completamente sufocada.

- Boa menina, é assim que eu gosto. Então agora vai lá fora, naquela casinha do banheiro e me espera lá.

Ao procurar meu short e a camiseta, novamente uma intervenção.

- Vai só de calcinha la fora até o banheiro. Agora eu vou fazer como os leões, demarcar meu território nessa fêmea pra que nenhum engraçadinho se aproxime. Entendidoooooooooooooooo?

- Sim senhor – disse, buscando um resquício de ar nos pulmões e sem entender direito o que aconteceria em instantes.

Abro a porta e olho rapidamente ao redor para ver se não tinha ninguém. Por ser uma obra, estava vazia. Corri em direção ao banheiro so de calcinha vermelha socada na raba.

Entrei rapidamente e aguardei. O espaço era apertado, tinha um vaso, uma pia dessas brancas bem baratinhas, um pequeno espelho quase todo descascado e um pequeno chuveiro, com uma pequena elevação de cimento, onde havia o ralo.

Jorjão entrou um minuto depois e me viu de costas, analisando o ambiente. Sem pensar, me enlaçou por trás com aquele corpanzil gigante. Ele, 1,92 de altura e 13 quilos. Eu, 1,60. Na ponta dos pés, me empinei toda.

- Bia, a sua bunda e a coisa mais linda que eu já vi. Toda branquinha, lisinha. E com esta calcinha ela ate lembra um coração.

- Aie amorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr, não fala assim que eu me derreto toda.

- Entao vamos ver se você realmente obedece. Ajoelha ali debaixo do chuveiro e abre a boca.

Juro que imaginei que daria mais uma mamada antes de ir embora.

Foi quando ele pegou aquela anaconda e começou a esfregar no meu rosto.

- Vou mijar em você para te deixar com o meu cheiro. É bom você ir se acostumando, porque me da muito tesao mijar na cara e na boca de veadinho como você. Entendido?

- Sim senhor, disse, sem esconder um princípio de ânsia de vômito.

Aquilo, definitivamente, não estava nos meus planos.

Primeiro veio um jato forte no meu peito .Apesar do cheiro característico de urina, era um jato quente.

Não sei explicar o que aconteceu. Mas o que há instantes atras era motivo de suposto nojinho, simplesmente me deu água na boca.

Foi então que abri bem os lábios, coloquei a língua pra fora e disse:

- Amor, mija dentro da minha boca, quero que você faça comigo tudo o que você gosta.

- Vagabunda, como você aprende rápido.

Pela décima vez naquela noite ele repetia:

- Você nasceu para ser vagabunda, para ser minha putinha.

- Hummmmmmmmrummmmmmmmmmmmm – disse, enquanto aquele mijo enchia minha boca.

Sem pensar, simplesmente olhei pra ele, abri bem o maxilar e engoli. E admito, foi uma delicia.

- Pretooooooooooooooo, também vou querer sempre.

- Isso Bia, é só obedecer o negão e garanto que vou te transformar em uma vagabunda sem limites.

Aquelas palavras fizeram minha cucetinha piscar.

‘- Agora se veste e vai pra casa assim, toda molhada de mijo, com porra escorrendo pelas coxas e quero que rebole bastante, toda sorridente, igual puta de esquina.

- Assimmmmmmmmm mozão? Soquei o shortinho o máximo possível, e olha que lá já era curto, vesti minha regatinha os tênis e disse.

- Amanhã eu volto, não consigo esperar até sábado longe de você.

Tomei mais um tapa na raba, não forte, mas marcante. Ele, claro, não quis dar beijo, mas era visível seu olhar de conquistador.

Confesso que a intenção era até rebolar mais, as pernas estavam pesadas.

Ao sair do casebre e caminhar os cerca de 100 metros até o portão que dava pra a rua, tive a impressão de ver um vulto se escondendo atras de uma das colunas do prédio.

- Amor, tem certeza que não tem ninguém a essa hora? Não pode dar problema para o seu emprego?

- Não fica ninguém não. E se eu perder o emprego, vou morar com você, minha bichinha branquinha – soltando uma sonora gargalhada.

- Olha que eu vou querer hein, meu preto. Não dê ideias. Minha empresa vai muito bem obrigado. Quem sabe? Finalizai e olhei pra ele, enquanto saia pelo portão. Jorjão não desgrudava os olhos da minha raba, enquanto coçava o saco. Virei pra trás, dei uma piscadinha, mandei beijinho e disse, sem usar a voz, apenas movimentando a boca:

- Amanhã quero rolaaaaaa.

E parti pra casa. Meu condomínio fica a 10 minutos da obra. Eu sorria e rebolava igual a uma ninfetinha no primeiro amor. Prometo a parte 5 em breve. Beijos bem safados da Bia.

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Foto de perfil de Cdzinha_branquinha Cdzinha_branquinha Contos: 4Seguidores: 7Seguindo: 1Mensagem Uma cdzinha baixinha, branquinha e toda lisinha, com uma cucetinha toda rosinha

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