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Faxineiro de pica

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Um conto erótico de Ninfetinho luquinhas
Categoria: Gay
Contém 3956 palavras
Data: 09/07/2026 00:45:07

Coletânea: o Carcará e o Pavão

Marcão e Lorenzo

Nesta manhã de sábado quente e ensolarada desço do meu carro em frente ao casarão vermelho depois de ficar afastado do meu negócio por uma noite para prestigiar a festa de aniversário de um ano do filho do meu parceiro Lourão com o ninfetinho do Ariel que há um ano 3 anos laçou e me fez perder um dos meus clientes mais assíduos. O moleque deu uma chave de cuceta no Geraldão, meu parceiro anda pra cima e para baixo com um sorriso de orelha a orelha. Bati a porta do carro e dei um sorriso de canto ao lembrar de uns dias atrás, quando o Geraldão foi acompanhar uma manutenção ali mesmo no Casarão. Eu tinha cruzado com aquela carcaça bruta perto do salão principal, de braços cruzados, vigiando os peões da reforma. Não aguentei e cheguei colando o meu corpo de urso do lado do dele, soltando a minha voz mais grossa para zoar o grandão: "Olha aí o lobo mau da quebrada... Quem te viu e quem te vê, Geraldão. Aquele pretinho de um metro e sessenta te pegou de jeito, te botou na coleira e te adestrou. Agora você anda por aí mansinho, feito cachorrinho de madame.”

​— Adestrado é o caralho, Marcão — o brutão rosnou rindo, puxando o celular do bolso da calça com aquela batedeira de mão. Ele virou a tela na minha cara, com os olhos brilhando de puro orgulho da sua selvajaria. — Olha aqui como eu deixei o meu pretinho hoje de madrugada antes de vir para cá.

​Dei um zoom na tela e soltei uma gargalhada genuína, excitado, com o estrago. O Ariel estava completamente arrombado e largado no colchão, com a cara de quem tinha passado por um moedor de carne. O Geraldão segurava o pescoço do pretinho com uma única mãozona pesada, enforcando o ninfeto com força suficiente para deixar o garoto com os olhos revirados e a língua mole para fora, enquanto o rostinho delicado estava um nojo: todo coberto por camadas de porra grossa e branca, misturada com a baba dele que escorria pelo queixo. O moleque estava com o cabelo desgrenhado, o corpo suado e reluzente cheio de marcas de tapão no rosto, mole feito uma boneca de pano. Parecia exatamente uma das minhas putinhas do catálogo do Casarão Vermelho quando saía de uma salinha VIP depois de aguentar um gang bang com 5 clientes, sem conseguir nem abrir os olhos direito de tão usada e arrombada que estava.

— Tu é cruel, Lourão. Podia dividir essa cadelinha, o negão aqui ia dar um bom trato nesse bombomzinho— Falei apertando a peça nas calças.

A risada do Lourão ecoou pesada pelo pátio, aquele som rústico de homem bruto que sabe exatamente o poder que tem nas mãos. Ele guardou o telefone no bolso com um tapinha e desferiu um soco pesado no meu ombro, me encarando com aquele deboche de malandro de velha guarda.

​— Tira o olho, Marcão. Esse bombomzinho aí tem dono e eu não divido cama com macho nenhum, seu negão safado. Se a gente junta esse teu trabucão grosso com a minha jeba, meu Arielzinho ia morrer empalado no colchão — ele rebateu, soltando outra risada grossa. — Respeita a mãe dos meus dois filhos, pô!

Ri sozinho com a lembrança e segui em direção à entrada do cabaré. Sorri de canto, orgulhoso do que construí. Com meus 52 anos muito bem vividos, 1,84m de altura e 110 quilos, eu impunha respeito só de pisar no chão. Minha pele escura brilhava sob o sol da manhã, contrastando com a barba cheia e grisalha que emoldurava meu rosto de traços fortes, minha cabeça careca e o maxilar quadrado. No peito largo e coberto de pelos, a corrente de ouro balançava a cada passo. O volume monstro nas minhas calças de alfaiataria deixava bem claro o tamanho da jeba de 24 centímetros que já tinha domado e quebrado a marra de muito viadinho.

​Eu sei exatamente como tratar esses moleques e, principalmente, reconhecer o gosto dos machos que frequentam meu estabelecimento. Minha história no ramo começou cedo, ainda na adolescência, na periferia. Eu era só um garoto quando comecei a observar o meu primeiro amorzinho da juventude rebolando e deixando os machos mais velhos e casados da quebrada completamente loucos de tesão, babando e enfiando a mão no bolso dispostos a gastar o dinheiro do sustento da família só para ter uma hora de prazer com ele.

​Seu nome era Kauê. Um moleque de pele jambo, o cabelo cortado na régua e uma carinha de anjo que contrastava com a raba imensa e empinada, que ele adorava balançar usando uns shorts curtos que não cobriam quase nada. E como eu sempre fui grandão, largo e troncudo desde garoto, ninguém se metia a besta com o Kauê na minha frente. Os caras sabiam que se olhassem torto ou tentassem passar a mão, iam ter que se ver comigo.

​ belo dia, um amigo do meu pai, o velho Valdir, um pedreiro de sessenta anos que vivia com o bolso cheio de dinheiro de empreitada, colou na laje da minha casa. Estava um calor infernal, daqueles de rachar o asfalto, e o Kauê estava lá, do meu lado, usando só um biquininho, rebolando feito uma cadela no cio ao som de um funk proibidão que saía do radinho de pilha.

​O velho Valdir ficou imóvel na porta da laje. Os olhos do sessentão faltaram pular da cara, fixos na pele suada do moleque e na forma como aquela bunda engolia o biquíni a cada jogada. Dava para ouvir a respiração do velho ficando pesada, o tesão de asno subindo tanto que o volume na calça dele chegou a estufar. Ele tirou um maço de notas de cem do bolso, bateu na palma da mão e me olhou com os olhos vermelhos de malícia.

​— Marcão... Eu pago quanto você quiser, moleque — ele soltou, a respiração pesada cortando o som do funk. — Pago quanto você quiser só para lamber esse viadinho todo.

​O Kauê fez uma carinha de tímido, abaixando a cabeça e cruzando as pernas lisas, mas continuou mordendo o lábio, de olho no maço de dinheiro. Ele sabia fazer o jogo dele de ninfeto indefeso como ninguém. Eu dei um passo à frente, cobrindo o sol e deixando o velho Valdir completamente na minha sombra. Encarei o sujeito de cima para baixo com a marra de quem, mesmo sendo garoto, já tinha tamanho de homem. Peguei as notas da mão calejada dele, contei o bolo com calma e guardei no bolso da minha bermuda. Só então impus as regras do jogo ali mesmo para o velho.

​— É o seguinte, velhote: você vai fazer exatamente o que eu mandar — soltei, a voz ainda mudando na adolescência, mas já saindo firme e sem curva. — Você vai dar o teu trato, mas não vai passar nem perto de encostar essa tua pica murcha no menino, que se você tentar enfiar alguma coisa nele, eu te arrebento todo no soco aqui mesmo nessa laje. Entendeu ou quer que eu desenhe? Você só vai lamber e babar na minha cadelinha porque eu deixei, tá me ouvindo?

​Botei as regras na prática sem perder tempo. Peguei o Kauê pelo braço com firmeza e o levei em direção a uma espreguiçadeira que tinha na parte coberta da laje e o deitei alí. O moleque esticou aquele corpinho jambo na espreguiçadeira, enquanto eu puxava uma cadeira de plástico e sentava bem do lado, cruzando os braços grossos, ficando só vendo o velhote lamber o menino todo.

​O velho Valdir caiu de joelhos como um bicho faminto. Passou aquela língua grossa pelos peitinhos miúdos do moleque, que se retorcia dando uns gemidos baixinhos. A saliva desceu pela barriguinha sarada até que o velho, com os dentes, foi arrancando o biquíni de fita isolante do menino, revelando o buraquinho roxinho e estourado de quando o tinha pegado de jeito mais cedo e seu pintinho durinho. O pedreiro parecia um porco farejador, babando pelas coxas até chegar nos pés, chupando os dedos do Kauê com um desespero nojento. O tesão do velho subiu tanto que a calça dele começou a manchar na frente. Uma poça escura de porra estufou o tecido enquanto ele dava uns espasmos, gemendo alto e se derretendo todo nos pés do viado. O velho gozou direto nas calças de tanto tesão, sem nem ter chegado perto de comer o menino.

​Joguei a cabeça para trás e soltei uma gargalhada alta e limpa, rindo da cara de humilhado dele.

​— Mas que caralho de homem frouxo! — zoei, apontando para o estrago na calça do velho. — Limpa a boca, junta o teu orgulho do chão e vaza da minha laje, Valdir. O show acabou e o teu dinheiro já tá muito bem guardado no meu bolso.— Valdir ainda beijou os pezinhos de Kauê, agradecendo e saiu desnorteado.

​A partir daquele dia na laje, o Kauezinho passou a ser o meu primeiro putinho. Eu aprendi cedo que não nasci para ser corno de viado, e a verdade é que esses viadinhos só gostam de duas coisas: rola e dinheiro. Hoje em dia, o Kauê é o meu braço direito na engrenagem. O moleque cresceu, ganhou malícia de rua e agora me ajuda cuidando de todas as frescuradas e dramas desses viadinhos do Casarão, papo de fêmea e futilidade que eu não tenho paciência e nem saco para entender. Ele cuida dos meninos igual a uma mãe: faz trança no cabelo deles, pinta as unhas, dá dica de maquiagem e ouve as choradeiras. Eu faço o papel de pai de verdade: dou segurança, proteção contra os covardes e boto cabresto curto para dar educação e disciplina para esses bonequinhos de luxo.

​E foi exatamente com ele que eu me encontrei assim que adentrei no Casarão. O Kauê veio correndo na minha direção pelo corredor privativo, com aquele jeito todo afetado dele, e se jogou para me dar um abraço apertado, dizendo que sentiu falta do seu fofuxo e cravando as unhas compridas e pintadas nas minhas bochechas grisalhas, apertando a minha cara.

— Porra de fofuxo, Kauê! Tá aqui o teu fofuxo... — resmunguei com a minha voz rústica de urso, segurando a cintura dele com as duas mãos, dando uma sarrada forte para frente, fazendo ele sentir a mala pesada de 24 centímetros estufando o tecido da minha calça de alfaiataria no meio da suas perninhas. Kauê me dá um tapa no peito me afastando e rindo.

Ajeitei a minha corrente de ouro no peito largo e olhei ao redor do salão com a carranca fechada, sentindo o sangue ferver ​— Onde é que estão o Evandro, o Leonardo, o João e o Pedro que não estão vigiando essa porra aqui? — Rindo alto, Kauê cobriu a boca com as unhas pintadas e disse que os meninos tinham pegado os quatro de reféns.

​— Olha lá dentro, Marcão! Abre ali e olha o estado das suas quatro máquinas de guerra — ele debochou, apontando para a porta da sala de descanso.

​Dei três passos largos, empurrei a porta de madeira com força e o que eu vi ali dentro quase me fez não acreditar nos meus próprios olhos. O Evandro, o Leonardo, o João e o Pedro — quatro armários de mais de cem quilos de puro músculo, brutamontes que eu pagava para quebrar os ossos de cliente folgado — estavam completamente amarrados. Os quatro estavam totalmente dominados, rendidos por um bando de gazelinhas. Os quatro idiotas estavam com as caras vermelhas, babando feito cães famintos e com um volume monstro e duro estufando o brim das calças, sem conseguir esconder o tesão. Os meninos torturaram os 4 paspalhos rebolando só de calcinha de renda na cara dos brutamontes e apertando e pisando em seus pênis doloridos.

Entrei na sala e cruzei os braços, soltando um pigarro tão grosso e pesado que o som ecoou pelas paredes feito um trovão, acabando com a festa dos meninos no mesmo segundo.

​No instante em que a música parou, os dez ninfetos ali viraram a cara e, ao invés de correrem com medo, vieram em massa na minha direção, parecendo um bando de cachorrinhos correndo para o dono. Fui completamente engolido por um mar de carne jovem, lisa e perfumada. Eles se jogaram contra os meus 110 quilos, se pendurando no meu pescoço, agarrando meus braços peludos e esfregando seus corpos seminus em mim.

Eu sentia o calor da pele daqueles moleques e o roçar dos corpos seminus contra as minhas pernas, um teste infernal que fez minha peça dar um solavanco violento dentro da cueca. Tive que respirar fundo, tencionando os músculos do abdômen para controlar a pica. Juntei as sobrancelhas, lançando meu olhar mais intimidador de cima para baixo.

​— Já falei mais de mil vezes e vou repetir para ver se entra nessa cabecinha de vento de vocês: não quero nenhum de vocês se esfregando em mim desse jeito! — esbravejei, botando a postura de chefe focado. — Eu sou o patrão de vocês, não homem de salão para ficar de sem-vergonhice. Tratem de sumir da minha frente e vão se vestir agora mesmo antes que eu perca a paciência de vez! Os dez ninfetos fizeram bico e saíram correndo pelo corredor entre risadinhas abafadas e rebolados provocantes, batendo as portas dos fundos em direção aos quartos. Desatei os nós das cordas com força, libertando os quatro paspalhos daquela humilhação. Eles se levantaram devagar, vermelhos de vergonha e ajeitando as calças para esconder o estrago. Olhei para aquelas quatro escoras de músculo e, em vez de esbravejar, soltei uma bronca num tom paternal, entendendo o lado deles:

​— Tomem cuidado com esses moleques, porra. Esses meninos não podem sentir cheiro de macho que já ficam atiçados. Eu sei como é, a carne é fraca e o rebolado deles desmonta qualquer um, mas vocês são a minha segurança. Deixem para ser brinquedos de viadinho no dia de folga de vocês, ajeitem as calças e sumam da minha frente. Vão rodar o casarão. ​Os quatro assentiram, aliviados, e saíram rápido.

Depois disso Kauê entrou, trazendo um rapaz logo atrás. Ele deu espaço para o novato passar e, com aquele tom de quem adora ver o circo pegar fogo, fez a apresentação antes de se retirar:

​— Marcão, esse aqui é o Lorenzo. O rapaz da faxina que o pessoal da agência mandou. Vê aí o que você faz com ele. O Kauê deu meia-volta, soltando uma risadinha de canto, e bateu a porta, me deixando a sós com o novo funcionário. O moleque tinha uma carcaça que, só de bater o olho, o meu instinto de macho de verdade já ficava atiçado, farejando a fragilidade daquela gazelinha. Fiquei parado, medindo Lorenzo de cima a baixo com o olhar pesado de quem entende tudo de carne de viado. O menino era miúdo, não devia ter mais de 1 metro e 50 de altura. Era um ninfeto com uns traços orientais bem delicados no rosto, os olhos puxados que pareciam feitos para olhar de baixo para cima implorando por pica, e uma boquinha miúda que aposto que trabalhava muito bem. O pano frouxo e largo do uniforme não conseguia disfarçar o formato do corpinho todo liso e gostoso que o moleque tinha. O uniforme parecia um saco de batatas cobrindo aquela cinturinha de moça, deixando bem claro que ele não tinha estrutura nenhuma de homem.

​Vê-lo ali, tremendo feito uma vara verde, todo indefeso, fez o sangue ferver nas minhas veias ferver. Minha jeba deu um solavanco violento dentro da cueca, estufando o tecido da calça com tanta força que o bicho quase apontou para fora de tanto tesão. Ele era exatamente o tipo de bonequinho de luxo que só servia para uma coisa: deitar de quatro na cama rebolando e chorando enquanto engole rola grossa.

Olhei bem no fundo dos olhos puxados e assustados do chinesinho, saboreando o pavor dele, e soltei sem o menor pudor:

​— Olha pro meu tamanho e olha pro teu, Lorenzo. Você com esse corpinho liso de moça, essa cinturinha de boneca e essa boquinha miúda... Você não devia estar se candidatando a faxineiro porra nenhuma, você devia estar se candidatando a ser o novo depósito de porra aqui do Casarão!

​O chinesinho arregalou os olhos, a boca miúda abrindo e fechando sem conseguir formular uma frase, tremendo inteiro de vergonha e medo enquanto olhava fixamente para o monstro acordado na minha calça.

Ao ouvir o meu esculacho, as pernas do chinesinho fraquejaram por completo. Sem pensar duas vezes, ele se jogou de joelhos bem na frente dos meus sapatos de couro. Lorenzo juntou as mãozinhas trêmulas, olhando para cima com aqueles olhos puxados transbordando de lágrimas sinceras e desespero puro.

​— Por favor, senhor Marcão... — ele implorou com a voz totalmente embargada, soluçando baixo. — Eu sei que não pareço um homem forte, mas eu preciso muito desse emprego! Eu faço qualquer coisa que o senhor mandar, eu limpo tudo... por favor, macho, não me demite!

​Olhei para aquela gazelinha caída aos meus pés, com o uniforme frouxo cobrindo o corpinho miúdo, e senti a jeba de 24 centímetros dar mais um solavanco violento dentro da calça. A visão daquela boquinha miúda implorando na altura da minha braguilha atiçou o meu pior lado. Dei um sorriso de canto, cruel e carregado de malícia, e levei a mão até o cinto de couro, abrindo a fivela com um estalo seco e descendo o zíper da calça de alfaiataria.

​Puxei o monstro para fora de uma vez com a cabeça roxa brilhando com uma gota espessa de pré-gozo que escorria pela ponta, sujando a pele escura do meu membro.

​— Já que você quer tanto trabalhar e disse que faz qualquer coisa para este macho, vamos começar o serviço pesado agora mesmo — rosnei com a voz rústica, segurando o queixo do Lorenzo com os dedos grossos e forçando a boquinha dele a ficar cara a cara com o meu pau armado. — Começa a faxina por aqui. Limpa essa pica direito com essa tua boquinha miúda, tira todo esse pré-gozo e deixa o instrumento do teu patrão brilhando. Mostra para que você serve de verdade, Lorenzo!

O chinesinho abriu a boquinha miúda devagar, tremendo de pavor e hesitando diante do monstro de 24 centímetros que pulsava na cara dele. Mas eu não tenho paciência para frescura e nem tempo a perder com timidez de viado.

​— Abre essa boca direito, caralho! — rosnei com a minha voz mais rústica de urso.

​Antes que ele pudesse esboçar qualquer reação, enfiei a minha mãozona pesada no meio daqueles cabelos lisos, segurando com força e puxando a cabeça dele para frente sem a menor delicadeira. Lorenzo soltou um gemido abafado de susto quando eu comecei a esfregar a minha jeba grossa e cheia de veias saltadas por todo o rosto miúdo dele.

​Passei a cabeça roxa e melada de pré-gozo pelas bochechas dele, descendo pelo queixo e subindo pelos olhos puxados, lambuzando a pele jambo daquela gazelinha com o meu suor e o meu melaço de macho. Não satisfeito, empurrei a cara dele ainda mais para baixo, esfregando o meu saco pesado e pentelhudo contra o nariz e a boca dele, forçando o ninfeto a respirar o cheiro forte da minha testosterona.

​O moleque começou a choramingar alto, as lágrimas se misturando com o meu líquido seminal no rosto dele, enquanto as mãozinhas magras se apoiavam nas minhas coxas grossas.

​— É assim que se começa o serviço nessa porra! — esbravejei. O cheiro forte de testosterona e o melaço bruto do meu corpo pareceram quebrar a última resistência daquela gazelinha. Lorenzo fechou os olhos puxados e, completamente rendido pelo cheiro do macho, soltou um gemido abafado e começou a passar a língua pequena pela extensão da minha jeba, saboreando o pré-gozo com a sua boquinha miúda.

​Ver aquele ninfeto totalmente entregue e dominado aos meus pés só aumentou o meu tesão. Juntei a saliva na boca e dei uma cuspida forte bem no meio do rostinho liso dele, vendo o escarro escorrer pele de porcelana misturado com as lágrimas.

​— Abre a garganta, porra! — rosnei com a voz mais grossa e rústica.

​Sem dar tempo para ele respirar, segurei os cabelos lisos do moleque com ainda mais força e comecei a socar o caralho todo para dentro da boca dele, empurrando a cabeça roxa direto na garganta. O cano grosso entrou rasgando, e o Lorenzo arregalou os olhos puxados, cravando as unhas com desespero nas minhas coxas.

​O moleque começou a engasgar feio, o reflexo do vômito fazendo o peito miúdo dele subir e descer por baixo do uniforme frouxo de faxineiro, mas eu não dei trégua. Continuei metendo a rola com força, fazendo a boca miúda dele espumar nas bordas enquanto eu enterrava a jeba pressionando a pentelhada no nariz fininho dele e o meu saco pesado contra o seu queixo, obrigando o viadinho a engolir a minha masculinidade na marra. Depois de estourar a garganta do moleque, puxo seus cabelos e o faço me encarar com o rosto todo molhado de uma mistura de baba, pré-gozo e lágrimas.

— Abre a boca, putinho— o viadinho abriu a boca sedenta para levar uma escarrada minha direto em sua garganta seguida de 2 tapas. O menino me olhou hipnotizado, me fazendo rir. O peguei no colo sem nenhum esforço e arranquei o uniforme. Dei um beijo em sua boca e disse, já tirando o resto da minha roupa e o colocando em cima de uma mesa — Agora, vou provar a cucetinha da minha fêmea — e me abaixei, lambendo seu cuzinho feio um louco, lhe fazendo tremer as perninhas e soltar gritinhos excitados.

Depois de lubrificar bem a rodinha cheia de pregas, passei a enfiar um dedo, laceando a entrada no putinho, o fazendo gemer com a linha pra fora, ensandecido. Notando que os viadinho já estava abertinho e doido de tesão para ser penetrado, o peguei de frango assado e antes de meter o trabuco disse no seu ouvidinho: “ A partir de hoje tu vai ser meu depósito de porra, viver em função da minha rola. Entendeu?”

—Si-m… sim, meu macho— respondeu com sua voz fininha.

Enfiei o trabuco de uma só vez o fazendo gritar e tentar me empurrar — Aiiii, Marcãooo, para, por favor — isso me deixou com ainda mais tesão. Peguei minha cueca suja e com cheiro de macho e enfiei na sua boca.

Com a boca do viadinho totalmente tampada, comecei a meter feito um louco. O fazendo emitir gritos abafados pela minha cueca box preta e piscar o cuzinho arreganhado abraçando mais ainda minha piroca.

Aos 50, não se tem mais o vigor dos vinte e depois de 15 minutos batendo o saco na mesa e no rabo do menino urrei feito um urso despejando vários jatos de porra grossa, encharcando aquela o cuzinho do chinesinho.

Cai ofegante em uma das cadeiras e ofegante, disse rindo— tá contratado. Como faxineiro da pica do Marcão.

O chinesinho deu um passo trêmulo à frente e, em vez de se afastar, deitou a cabeça pesada diretamente sobre a minha perna peluda, apoiando o rosto na minha coxa. Ele me olhava de baixo para cima com aqueles olhos puxados completamente hipnotizados e entregues, concordando em silêncio com cada palavra que saía da minha boca.

​Olhei para o moleque ali, rendido ao meu comando, e não consegui segurar uma risada vitoriosa — Viadinho adestrado com sucesso —. Peguei o maço sobre a mesa, puxei um charuto grosso e acendi com o isqueiro, soltando uma fumaça densa e cinzenta que logo tomou conta do teto do escritório.

Notas do autor : Quis explorar um pouco o fetiche em humilhação nesse conto. Espero que gostem. Por favor votem e me deem sugestões de enredos aqui nos comentários, desde já, grato 🫶🏾

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